Nunca parei pra pensar direito, mas agora tudo faz um pouco mais de sentido. Embora eu achasse que sempre foi tudo um segredo, já devia ter desconfiado daquela quantidade interminável de clientes que, logo no começo, eu já tinha. Todos dentro do estilo que eu procurava — não se justificava nem se meu tio ou meu ex-padrasto ficassem me recomendando (o que também não me parecia muito convincente).
No fim das contas, eu sempre fui mais óbvia do que pensava. Um dos meus melhores amigos me falou isso meses depois de eu ter começado nessa vida e, ao me descobrir gay, passivo, submisso e piranha, a gente transou. Foi um jeito de selar um pacto que a gente renovava uma vez por semana — ele consumindo tudo que eu podia dar pra ele e também o que ele deixava em mim toda vez que gozava.
A real é que sempre me senti super protegido, meu segredo bem guardado, e eu atribuía isso à minha inteligência e à pouca gente que sabia do meu trampo. Mas a verdade é que, assim como meu amigo, todo mundo ao meu redor sabia dos meus gostos na cama e me respeitava, por isso não perguntavam nada. Até sabiam de algumas pessoas com quem eu tinha ficado, quem me recomendava, e foi aí que comecei a descobrir que vários caras chegaram até mim por recomendações até do meu círculo mais próximo, sem precisar ser meu tio ou meu ex-padrasto.
Nunca falei disso diretamente, mas quando descobri, tudo ficou mais leve e me senti mais tranquilo. Até tive menos dificuldade em me mostrar como sou e, inclusive, falar do meu trabalho em certos contextos, tipo quando meu irmão me perguntou se tinha ido bem na festa que rolou na faculdade dele, nos cursos mais avançados, ou quando meu pai me perguntou se tinha dado certo conhecer o gerente de zona da empresa onde eu trabalhava.
Uma maravilha que até hoje continua sendo um segredo pra você, enquanto minha carteira de clientes só cresce.
No fim das contas, eu sempre fui mais óbvia do que pensava. Um dos meus melhores amigos me falou isso meses depois de eu ter começado nessa vida e, ao me descobrir gay, passivo, submisso e piranha, a gente transou. Foi um jeito de selar um pacto que a gente renovava uma vez por semana — ele consumindo tudo que eu podia dar pra ele e também o que ele deixava em mim toda vez que gozava.
A real é que sempre me senti super protegido, meu segredo bem guardado, e eu atribuía isso à minha inteligência e à pouca gente que sabia do meu trampo. Mas a verdade é que, assim como meu amigo, todo mundo ao meu redor sabia dos meus gostos na cama e me respeitava, por isso não perguntavam nada. Até sabiam de algumas pessoas com quem eu tinha ficado, quem me recomendava, e foi aí que comecei a descobrir que vários caras chegaram até mim por recomendações até do meu círculo mais próximo, sem precisar ser meu tio ou meu ex-padrasto.
Nunca falei disso diretamente, mas quando descobri, tudo ficou mais leve e me senti mais tranquilo. Até tive menos dificuldade em me mostrar como sou e, inclusive, falar do meu trabalho em certos contextos, tipo quando meu irmão me perguntou se tinha ido bem na festa que rolou na faculdade dele, nos cursos mais avançados, ou quando meu pai me perguntou se tinha dado certo conhecer o gerente de zona da empresa onde eu trabalhava.
Uma maravilha que até hoje continua sendo um segredo pra você, enquanto minha carteira de clientes só cresce.
4 comentários - Todo mundo já sabia...😨
que rico agujeor para olerlo,lamerlo y chuparlo,para penetarlo bien profundo.