Há muito tempo eu queria aprender um novo hobby. Saí de férias e me dei a oportunidade.
Tenho a chance de tirar férias no meio do ano e no final do ano, minha idade de estudante me permite. Então, nessas férias, decidi aprender a andar de bicicleta. Não é que eu não soubesse, mas via tanta gente saindo e fazendo rotas tão longas que queria aprender isso. Normalmente, eu não usava roupa de ciclismo nem nada parecido, tudo era bem casual.
Convenci meus pais a me comprarem uma trusa de ciclismo, o traje completo, incluindo sapatos (que erro).
Meu primeiro passeio foi curto, com queda incluída por não saber tirar os pés dos pedais. O segundo, terceiro e mais algumas vezes, fui adquirindo certa experiência. A melhor parte das rotas novas que estava fazendo é que, por minha idade e inexperiência, tinha muitos seguidores e muitos instrutores que iam me indicando o que fazer, comentários e técnicas que são sempre bem-vindas, principalmente se feitas por um adulto bem experiente.
Resumindo, um dia, de manhã bem cedo, decidi sair, ir para a montanha, escondida, claro, para quem não anda de bike, para quem anda, é uma rota comum, embora, pelo horário, quase ninguém estivesse por lá.
Eu, aproveitando a solidão, curtia o passeio com toda a calma do mundo, embora com certo incômodo nas pernas porque a roupa íntima roçava muito. Tive que parar algumas vezes. Em um momento, um senhor mais velho, bem apessoado, se aproximou: "É que algo na bike está te incomodando?"
Já estava acostumado com os comentários e tecnicismos dos ciclistas, mas ninguém nunca tinha me perguntado algo tão direto, como se soubesse o que estava rolando. "É a roupa, falei, acho que não é meu tamanho."
Ele me olhou de cima a baixo, se aproximou e apertou minha lycra. "Não é a lycra, é o que você usa por baixo, essa roupa NÃO precisa de roupa íntima, tire ela na próxima vez." E assim como chegou, foi embora.
Querendo evitar o atrito, e com curiosidade sobre as Novas ordens do veterano, decidi voltar pra casa e sair no dia seguinte sem nada por baixo, só a lycra de bike.
No dia seguinte, sem hesitar e escondido dos meus pais, saí sem roupa íntima, só com a lycra e o macacão pra pedalar. Senti, na hora, a diferença.
Fui pelo mesmo caminho, tentando dominar a montanha, sozinho, mais do que no dia anterior.
De repente, uma voz próxima disse: "Você obedeceu, hoje vem sem calcinha igual a mim." Me surpreendi de vê-lo de novo, e ele perceber que eu não tava de cueca, pensei: "Tá aparecendo?" "Todo mundo viu?" "Tá dando pra ver bem?"... Esse último pensamento foi intrusivo, safadeza da minha idade.
Consegui chegar num mirante, o veterano tava sentado com uma vista pro fundo da montanha.
- "Muito obrigado pela dica, me ajudou pra caralho, hoje cheguei até aqui, haha"
- "De nada, garoto, é assim mesmo, a gente se ajuda, pedalar é enriquecedor"
- "É, tô gostando, tô começando agora."
- "Vou mais pra cima, se quiser a gente vai e você termina a rota, depois faz mais, também não pode exagerar."
A ideia me pareceu interessante, ir acompanhado me dava mais segurança.
- "Mas você vai me largar no meio do caminho, hahaha"
- "Não, moleque, eu vou atrás, não se preocupa."
Seguimos pedalando, de vez em quando ele me dava força, se adiantava e voltava pra trás de mim, até me empurrou, colocando a mão na minha bunda, pra passar uma subida difícil.
Quando chegamos no topo, descemos, estávamos sozinhos, quase ninguém ia naquele lugar, porque era só uma pausa até o final da montanha.
Ele me disse: - "Guri, você tem um corpo bonito, um físico bom, tive que me adiantar umas vezes porque essa sua bunda tava me deixando de pau duro e eu não conseguia pedalar"
Eu caí na risada. Meio sem graça no começo, mas a putaria da bike e da minha idade me deixaram entrar na brincadeira.
Falei: - "Se fosse verdade, você não conseguiria andar agora, e eu acho normal"
- "Ah, não, é que no último trecho eu me adiantei porque já não aguentava, mas é só isso mesmo. Me virei e de uma vez ele já fica duro".
Rindo, me virei e falei: "Assim? Ou melhor de quatro?"
Ele disse: "E se você ficar de quatro e me chupar?"
O sangue subiu na hora, senti a ponta da minha buceta ficar molhada, meu coração batia forte...
"Mas fica duro agora?" Perguntei insistindo.
Ele me mostrou. A lycra dele segurava o pau de lado, marcava tudo pra um lado, quase chegava nas costas.
Me surpreendi, e mais ainda quando ele pegou minha mão e me fez andar por um caminho marcado, mas coberto de folhas.
Ele tirou o pau pra fora e não era mentira, estava molhado, grande, pulsando.
Eu só me ajoelhei e deixei minhas mãos apalparem aquela cabeçona.
Minha boca encheu d'água, só com a primeira chupada eu gozei, jorrando, deixando minha lycra nova, que meus pais me deram, toda suja de porra virgem.
O pau dele era suculento, duro, mas a cabeça cabia na minha boca, chupei, provei, esfreguei no meu rosto, parecia que nunca gozava. Minha mandíbula doía, mas nunca parei. As mãos dele seguraram minha cabeça, ele falou: "Fica quieta e não fecha a boca", começou a meter o pau pra dentro e pra fora na minha boca, batia com ele no meu rosto, enfiava, devagar tentou colocar mais que a cabeça, mas não cabia, engasguei e gozei de novo sem me tocar, minha lycra tava cheia da minha porra, minha roupa toda babada e com o líquido pré-ejaculatório dele.
Meu cu pulsava, o pau dele não parava de me excitar.
Se você gostou e quer saber mais, muitos pontos e comentários.
Obrigadaaaa.
Tenho a chance de tirar férias no meio do ano e no final do ano, minha idade de estudante me permite. Então, nessas férias, decidi aprender a andar de bicicleta. Não é que eu não soubesse, mas via tanta gente saindo e fazendo rotas tão longas que queria aprender isso. Normalmente, eu não usava roupa de ciclismo nem nada parecido, tudo era bem casual.
Convenci meus pais a me comprarem uma trusa de ciclismo, o traje completo, incluindo sapatos (que erro).
Meu primeiro passeio foi curto, com queda incluída por não saber tirar os pés dos pedais. O segundo, terceiro e mais algumas vezes, fui adquirindo certa experiência. A melhor parte das rotas novas que estava fazendo é que, por minha idade e inexperiência, tinha muitos seguidores e muitos instrutores que iam me indicando o que fazer, comentários e técnicas que são sempre bem-vindas, principalmente se feitas por um adulto bem experiente.
Resumindo, um dia, de manhã bem cedo, decidi sair, ir para a montanha, escondida, claro, para quem não anda de bike, para quem anda, é uma rota comum, embora, pelo horário, quase ninguém estivesse por lá.
Eu, aproveitando a solidão, curtia o passeio com toda a calma do mundo, embora com certo incômodo nas pernas porque a roupa íntima roçava muito. Tive que parar algumas vezes. Em um momento, um senhor mais velho, bem apessoado, se aproximou: "É que algo na bike está te incomodando?"
Já estava acostumado com os comentários e tecnicismos dos ciclistas, mas ninguém nunca tinha me perguntado algo tão direto, como se soubesse o que estava rolando. "É a roupa, falei, acho que não é meu tamanho."
Ele me olhou de cima a baixo, se aproximou e apertou minha lycra. "Não é a lycra, é o que você usa por baixo, essa roupa NÃO precisa de roupa íntima, tire ela na próxima vez." E assim como chegou, foi embora.
Querendo evitar o atrito, e com curiosidade sobre as Novas ordens do veterano, decidi voltar pra casa e sair no dia seguinte sem nada por baixo, só a lycra de bike.
No dia seguinte, sem hesitar e escondido dos meus pais, saí sem roupa íntima, só com a lycra e o macacão pra pedalar. Senti, na hora, a diferença.
Fui pelo mesmo caminho, tentando dominar a montanha, sozinho, mais do que no dia anterior.
De repente, uma voz próxima disse: "Você obedeceu, hoje vem sem calcinha igual a mim." Me surpreendi de vê-lo de novo, e ele perceber que eu não tava de cueca, pensei: "Tá aparecendo?" "Todo mundo viu?" "Tá dando pra ver bem?"... Esse último pensamento foi intrusivo, safadeza da minha idade.
Consegui chegar num mirante, o veterano tava sentado com uma vista pro fundo da montanha.
- "Muito obrigado pela dica, me ajudou pra caralho, hoje cheguei até aqui, haha"
- "De nada, garoto, é assim mesmo, a gente se ajuda, pedalar é enriquecedor"
- "É, tô gostando, tô começando agora."
- "Vou mais pra cima, se quiser a gente vai e você termina a rota, depois faz mais, também não pode exagerar."
A ideia me pareceu interessante, ir acompanhado me dava mais segurança.
- "Mas você vai me largar no meio do caminho, hahaha"
- "Não, moleque, eu vou atrás, não se preocupa."
Seguimos pedalando, de vez em quando ele me dava força, se adiantava e voltava pra trás de mim, até me empurrou, colocando a mão na minha bunda, pra passar uma subida difícil.
Quando chegamos no topo, descemos, estávamos sozinhos, quase ninguém ia naquele lugar, porque era só uma pausa até o final da montanha.
Ele me disse: - "Guri, você tem um corpo bonito, um físico bom, tive que me adiantar umas vezes porque essa sua bunda tava me deixando de pau duro e eu não conseguia pedalar"
Eu caí na risada. Meio sem graça no começo, mas a putaria da bike e da minha idade me deixaram entrar na brincadeira.
Falei: - "Se fosse verdade, você não conseguiria andar agora, e eu acho normal"
- "Ah, não, é que no último trecho eu me adiantei porque já não aguentava, mas é só isso mesmo. Me virei e de uma vez ele já fica duro".
Rindo, me virei e falei: "Assim? Ou melhor de quatro?"
Ele disse: "E se você ficar de quatro e me chupar?"
O sangue subiu na hora, senti a ponta da minha buceta ficar molhada, meu coração batia forte...
"Mas fica duro agora?" Perguntei insistindo.
Ele me mostrou. A lycra dele segurava o pau de lado, marcava tudo pra um lado, quase chegava nas costas.
Me surpreendi, e mais ainda quando ele pegou minha mão e me fez andar por um caminho marcado, mas coberto de folhas.
Ele tirou o pau pra fora e não era mentira, estava molhado, grande, pulsando.
Eu só me ajoelhei e deixei minhas mãos apalparem aquela cabeçona.
Minha boca encheu d'água, só com a primeira chupada eu gozei, jorrando, deixando minha lycra nova, que meus pais me deram, toda suja de porra virgem.
O pau dele era suculento, duro, mas a cabeça cabia na minha boca, chupei, provei, esfreguei no meu rosto, parecia que nunca gozava. Minha mandíbula doía, mas nunca parei. As mãos dele seguraram minha cabeça, ele falou: "Fica quieta e não fecha a boca", começou a meter o pau pra dentro e pra fora na minha boca, batia com ele no meu rosto, enfiava, devagar tentou colocar mais que a cabeça, mas não cabia, engasguei e gozei de novo sem me tocar, minha lycra tava cheia da minha porra, minha roupa toda babada e com o líquido pré-ejaculatório dele.
Meu cu pulsava, o pau dele não parava de me excitar.
Se você gostou e quer saber mais, muitos pontos e comentários.
Obrigadaaaa.
3 comentários - Mi nuevo hobbie. Parte 1.