Se vocês não viram o post anterior, é sobre como essa história começa num lugar romântico e pra ter o contexto. Ficou combinado que eu falei de brincadeira que ele dormia no sofá. Entramos em casa, falei pra ele tirar os tênis.
Ariel — já tá me mandando tirar a roupa, que rápido
Eu — é pra não sujar minha casa, seu porco
Ariel — bah, não tenho sujeira
Eu ri e fui pra cozinha guardar as coisas do mate, ofereci pra ele sentar. Quando voltei pra sala, ele já tava sentado no sofá. Quem leu meus outros posts sabe como eu fico excitada com volumes, ainda mais se for de cueca ou jeans preto. Naquele dia ele tava de jeans preto, sentado assim, de pernas abertas no sofá, fazendo o volume marcar bem, e eu, nem lenta nem preguiçosa, olhei tudo. Ele percebeu e jogou o corpo um pouco pra trás, levantando a pélvis. Olhei mais fixamente. Eu ia sentar do lado dele, e ele me parou.
Ariel — O que cê tá fazendo sentando aí? Se eu preparei um lugar
Pegou minha mão e com a outra bateu na perna dele, indicando onde sentar. Eu obedeci sem resistir. Abracei ele pelo pescoço e sentei no colo dele. Ele me envolveu pela cintura com um braço e com a outra mão segurou meu rosto, me puxando pra outro beijo. O beijo começou calmo, igual o primeiro que demos, romântico, mas tudo começou a subir de nível, a aumentar a intensidade. Começamos a nos beijar muito apaixonadamente até terminar num beijo longo, com línguas explorando a boca um do outro, com muito fogo no meio. Ele me virou num movimento que ainda não entendo, me deixando de barriga pra cima no sofá, ainda com os braços no pescoço dele e ele por cima de mim, com minhas pernas enrolando a cintura dele e trazendo o corpo dele pro meu. O volume dele roçava no meu e de vez em quando ele pressionava com força. Me dava muito prazer sentir aquele pedaço de carne que já tava crescendo e dava pra sentir que ia ser tudo que eu precisava. Continuamos nos beijando e nos pressionando, nos tocando e nos sentindo. Agora era minha vez. Eu virei Fiquei por cima dele, me jogando na boca enquanto as mãos dele se apoiaram nas duas na minha bunda, apertando com força cada um dos meus glúteos e encostando o volume dele entre eles. Me afastei do beijo e comecei a beijar o pescoço dele, meu corpo pedia que ele já me fizesse dele, queria estar inteiro à disposição dele e me deixar levar. Tirei a camiseta dele, o corpo dele era exatamente como eu tinha imaginado, cuidado e trabalhado, mas não em excesso, não era um corpo musculoso absurdamente grande, era corpo de academia. Beijei cada centímetro daquele abdômen, cada centímetro de pele, não esqueci nenhum espaço, quando beijei a área mais perto do volume dele, a área do "V", ele soltou gemidos bem masculinos (algo que eu amo, é muito raro ouvir homens gemerem). De lá de baixo eu olhei pra ele - Você gosta? Ariel - Siiim, adoro, sabe quanto tempo esperei pra estar assim com você? Eu - Ah é? Eu não tinha percebido o quanto queria isso até ontem. Ariel - Quero te fazer meu, quero que você seja meu. Eu - Sou todo seu, fode o que quiser e faço o que pedir. Pelo que ele me disse depois, isso que eu falei foi um gatilho que deu carta branca pra ele se soltar. Assim que eu disse o que disse, ele se levantou, tirou minha camiseta e começou a me beijar e morder devagar, mas gostoso, todo o torso, mordia meus mamilos, meu abdômen, meus ombros, meu pescoço e meus lábios. Começou a apertar meu corpo com as mãos enquanto ia percorrendo ele. Me levantou, me segurando pela bunda e eu enrolei minhas pernas na cintura dele, com um beijo muito apaixonado me levou até o quarto. Me jogou na cama e desabotoou minha calça e começou a puxar pra baixo, nesse dia eu tava de cueca boxer. Ariel - Que estranho, hoje você não tá de fio dental. Eu - Como você sabe do fio dental? Ariel - Acha que eu não te olhava? Sabe quantas vezes fiquei besta olhando sua bunda e a marca que aparecia do fio dental? Eu - Ai, meu Deus, que vergonha. Ariel - Se serve de consolo, um dia eu bati uma pensando e lembrando dessas vistas. Eu - Que safado. Socorro Ariel — Onde cê deixou?
Eu — Na primeira gaveta, escolhe a que quiser.
Ele me olhou e sorriu. Ver ele assim, de pé, sem camisa, de jeans, duro e procurando a tanga que ele queria que eu vestisse, me arrepiou toda. Escolheu uma preta, com detalhes de renda. Chegou perto mostrando pra mim e sorrindo. Levantei, me escondi num canto e troquei de roupa, me aproximei dele, que tava sentado na beira da cama. Ele guiou meu corpo e me deixou em pé entre as pernas dele, roçando com um dos meus joelhos o volume dele, enquanto acariciava minha bunda e olhava meu corpo. Me virou e começou a tocar, apertar e amassar minha bunda, começou a morder e beijar. Me colocou de bruços, sobre os joelhos dele, com a bunda bem empinada e começou a bater, primeiro devagar, depois mais forte. Eu soltava gemidos e gritinhos, tava adorando como ele me fazia sentir. Ele ria e de vez em quando soltava um "cê gosta assim, putinha?", "como sua buceta me excita", "vou te arrebentar toda". Enfiou dois dedos na minha boca e falou "saliva bem que tem que entrar". Obedeci, comecei a chupar os dedos dele e encher de saliva, enquanto ele continuava o jogo com minha bunda. Puxou minha tanga pro lado e começou a enfiar os dedos, me fez gemer e ele soltava gemidos de satisfação. Começou o vai e vem com os dedos na minha entrada, eu tava adorando, ele só fazia os dedos entrarem e saírem. Depois de um tempo assim, me levantou e me jogou na cama de bruços, com bastante força, levantou minha pelve e me deixou com a bunda bem empinada, pronta pra ele. Chegou perto, beijou uma das minhas nádegas, mordeu, passou a língua na minha entrada e se enfiou no meu cu. Começou a fazer de tudo, fazia o que queria e eu só me entregava e gemia. Eu sentia que tava no céu, tava em êxtase e ele sabia como fazer as coisas. Chegou perto, dando beijos na minha lombar, subindo até meu pescoço, apoiando o corpo dele no meu e enfatizando empurrar a pelve pra sentir o volume dele, grande e Duro. Me virei e beijei ele, subi em cima dele. Eu... é a minha vez. Comecei de novo meu passeio de beijos pelo pescoço, peito e barriga dele até chegar na cintura. Desabotoei a calça dele e comecei a puxar pra baixo, uma cueca boxer linda cinza escuro apareceu na minha frente, mostrando um volume gostoso que me fez tremer de novo e eu me joguei nele, beijando, lambendo e colocando na boca por cima da cueca, só um pano me separava de ter ele todo pra mim. Fiz isso, puxei a cueca dele pra baixo, uma piroca de uns 19 cm, morena, grossa e cheia de veia. Lambi a ponta e comecei a chupar, no começo de boa, depois devorei ela, ele segurava minha cabeça e fazia eu enfiar ela toda na boca até eu lacrimejar, chupei ela por um bom tempo, numa hora ele me virou e começou a foder minha boca, às vezes eu sentia que ia vomitar porque ele não me dava folga, mas eu aguentei, queria que ele soubesse que eu aguentava tudo. Chegou a hora, a hora que eu mais esperava, ele se levantou, tirou uma camisinha do bolso da calça e colocou, se aproximou de mim e me beijou, me pegou pela cintura e me virou. Puxou minha calcinha fio dental pro lado de novo e começou a cutucar até que, com um pouco de força, a cabeça entrou, eu gemi e ele também, começou a meter devagar até que eu senti arder, nessa hora empurrei meu corpo contra o dele de uma vez, queria ter ela toda dentro, já. Ariel- ahhhh mmmm viu que você é um puta promíscuo eu- aa Ariel, adoro Ariel- isso, fala meu nome que eu gosto Eu- Aahh Ariel Ele começou a meter, muito forte, muito violento, eu adorava, ele tava me fazendo gemer bem alto e ele também, mais baixo, mas bem grave. Depois de uns minutos assim, ele me colocou de quatro e continuou metendo, dando umas palmadas fortes que me faziam gritar Ariel- aaa sim, Ariel adoro, mais forte. Eu sentia que ele batia num ponto e que eu podia gozar sem me tocar. Me afastei dele e chamei ele pra deitar, subi em cima e tirei a camisinha, queria sentir tudo 100%, montei e montei nele. Fiquei assim por um bom tempo, beijando ele de vez em quando. Ele me segurava pela cintura ou pela bunda e soltava comentários tipo "olhaaa essa cintura, você é muito putinha, adoro como você é". Eu ia me soltando cada vez mais e me sentindo uma verdadeira atriz pornô. Num momento, ele levantou o tronco e se abraçou na minha cintura, eu me agarrei no pescoço dele e ficamos uns minutos nessa posição, nos beijamos muito. Ele me virou e me deixou de novo de barriga pra cima na cama, coloquei minhas pernas nos ombros dele e ele começou a meter nessa posição. Durante todo o tempo, nos olhamos fixamente, enquanto eu me tocava e ele enfiava e tirava.
Eu — Deus, como eu amo isso, Ariel
Ariel — Aaa, fala meu nome, vou gozar
Eu — Ariel, me dá tudo, quero que você goze dentro de mim
Ariel — Mmm, aaa, sim, vadia
Eu — Aahh, Ariel, Ariel
Ele começou a bater mais forte e a gemer mais alto, mais violento. Um arrepio percorreu meu corpo inteiro e naquele momento eu explodi, gozei muito e bem forte, gemi pra caralho, mas saiu bem fininho. Parece que ele gostou, porque começou a gemer ainda mais forte até dar um grito final bem grosso e eu senti o gozo dele jorrando dentro de mim. Ele se jogou em cima de mim, os dois super ofegantes. Ficamos assim, abraçados, com os corpos suados, colados e cheios de gozo, trocando beijinhos e nos olhando com sorrisos bobos. Levantamos pra tomar banho e nos lavamos juntos. Ficamos mais um tempo conversando, num momento tentei me levantar e minhas pernas tremeram e doeram, ele riu mas me ajudou a me segurar.
Ariel — Acho que alguém não vai conseguir trabalhar amanhã
Eu — Vou ter que ir mesmo assim, senão aquele negócio desanda
Ariel — Quem vai desandar é você, tira o dia, não vou descontar, é cortesia da casa
Eu — Que generoso o senhor Ariel
Ariel — Não é generosidade, é conveniência, porque deixo você faltar, mas em troca, fico o dia inteiro com você, fechado?
Eu — Mmm, pode ser, te cozinho algo gostoso
Ariel — Parece perfeito
Fomos dormir juntos até as 10 da manhã, quando a gente Acordamos, ele tinha ficado pra ir pro trabalho, foi embora e voltou lá pras 18h do outro dia. Nesse dia, a gente meteu sem parar, em todo momento que dava, não paramos. Aqui embaixo um gifzinho que gravamos numa das últimas vezes que ficamos. Espero que tenham gostado.
Ariel — já tá me mandando tirar a roupa, que rápido
Eu — é pra não sujar minha casa, seu porco
Ariel — bah, não tenho sujeira
Eu ri e fui pra cozinha guardar as coisas do mate, ofereci pra ele sentar. Quando voltei pra sala, ele já tava sentado no sofá. Quem leu meus outros posts sabe como eu fico excitada com volumes, ainda mais se for de cueca ou jeans preto. Naquele dia ele tava de jeans preto, sentado assim, de pernas abertas no sofá, fazendo o volume marcar bem, e eu, nem lenta nem preguiçosa, olhei tudo. Ele percebeu e jogou o corpo um pouco pra trás, levantando a pélvis. Olhei mais fixamente. Eu ia sentar do lado dele, e ele me parou.
Ariel — O que cê tá fazendo sentando aí? Se eu preparei um lugar
Pegou minha mão e com a outra bateu na perna dele, indicando onde sentar. Eu obedeci sem resistir. Abracei ele pelo pescoço e sentei no colo dele. Ele me envolveu pela cintura com um braço e com a outra mão segurou meu rosto, me puxando pra outro beijo. O beijo começou calmo, igual o primeiro que demos, romântico, mas tudo começou a subir de nível, a aumentar a intensidade. Começamos a nos beijar muito apaixonadamente até terminar num beijo longo, com línguas explorando a boca um do outro, com muito fogo no meio. Ele me virou num movimento que ainda não entendo, me deixando de barriga pra cima no sofá, ainda com os braços no pescoço dele e ele por cima de mim, com minhas pernas enrolando a cintura dele e trazendo o corpo dele pro meu. O volume dele roçava no meu e de vez em quando ele pressionava com força. Me dava muito prazer sentir aquele pedaço de carne que já tava crescendo e dava pra sentir que ia ser tudo que eu precisava. Continuamos nos beijando e nos pressionando, nos tocando e nos sentindo. Agora era minha vez. Eu virei Fiquei por cima dele, me jogando na boca enquanto as mãos dele se apoiaram nas duas na minha bunda, apertando com força cada um dos meus glúteos e encostando o volume dele entre eles. Me afastei do beijo e comecei a beijar o pescoço dele, meu corpo pedia que ele já me fizesse dele, queria estar inteiro à disposição dele e me deixar levar. Tirei a camiseta dele, o corpo dele era exatamente como eu tinha imaginado, cuidado e trabalhado, mas não em excesso, não era um corpo musculoso absurdamente grande, era corpo de academia. Beijei cada centímetro daquele abdômen, cada centímetro de pele, não esqueci nenhum espaço, quando beijei a área mais perto do volume dele, a área do "V", ele soltou gemidos bem masculinos (algo que eu amo, é muito raro ouvir homens gemerem). De lá de baixo eu olhei pra ele - Você gosta? Ariel - Siiim, adoro, sabe quanto tempo esperei pra estar assim com você? Eu - Ah é? Eu não tinha percebido o quanto queria isso até ontem. Ariel - Quero te fazer meu, quero que você seja meu. Eu - Sou todo seu, fode o que quiser e faço o que pedir. Pelo que ele me disse depois, isso que eu falei foi um gatilho que deu carta branca pra ele se soltar. Assim que eu disse o que disse, ele se levantou, tirou minha camiseta e começou a me beijar e morder devagar, mas gostoso, todo o torso, mordia meus mamilos, meu abdômen, meus ombros, meu pescoço e meus lábios. Começou a apertar meu corpo com as mãos enquanto ia percorrendo ele. Me levantou, me segurando pela bunda e eu enrolei minhas pernas na cintura dele, com um beijo muito apaixonado me levou até o quarto. Me jogou na cama e desabotoou minha calça e começou a puxar pra baixo, nesse dia eu tava de cueca boxer. Ariel - Que estranho, hoje você não tá de fio dental. Eu - Como você sabe do fio dental? Ariel - Acha que eu não te olhava? Sabe quantas vezes fiquei besta olhando sua bunda e a marca que aparecia do fio dental? Eu - Ai, meu Deus, que vergonha. Ariel - Se serve de consolo, um dia eu bati uma pensando e lembrando dessas vistas. Eu - Que safado. Socorro Ariel — Onde cê deixou?
Eu — Na primeira gaveta, escolhe a que quiser.
Ele me olhou e sorriu. Ver ele assim, de pé, sem camisa, de jeans, duro e procurando a tanga que ele queria que eu vestisse, me arrepiou toda. Escolheu uma preta, com detalhes de renda. Chegou perto mostrando pra mim e sorrindo. Levantei, me escondi num canto e troquei de roupa, me aproximei dele, que tava sentado na beira da cama. Ele guiou meu corpo e me deixou em pé entre as pernas dele, roçando com um dos meus joelhos o volume dele, enquanto acariciava minha bunda e olhava meu corpo. Me virou e começou a tocar, apertar e amassar minha bunda, começou a morder e beijar. Me colocou de bruços, sobre os joelhos dele, com a bunda bem empinada e começou a bater, primeiro devagar, depois mais forte. Eu soltava gemidos e gritinhos, tava adorando como ele me fazia sentir. Ele ria e de vez em quando soltava um "cê gosta assim, putinha?", "como sua buceta me excita", "vou te arrebentar toda". Enfiou dois dedos na minha boca e falou "saliva bem que tem que entrar". Obedeci, comecei a chupar os dedos dele e encher de saliva, enquanto ele continuava o jogo com minha bunda. Puxou minha tanga pro lado e começou a enfiar os dedos, me fez gemer e ele soltava gemidos de satisfação. Começou o vai e vem com os dedos na minha entrada, eu tava adorando, ele só fazia os dedos entrarem e saírem. Depois de um tempo assim, me levantou e me jogou na cama de bruços, com bastante força, levantou minha pelve e me deixou com a bunda bem empinada, pronta pra ele. Chegou perto, beijou uma das minhas nádegas, mordeu, passou a língua na minha entrada e se enfiou no meu cu. Começou a fazer de tudo, fazia o que queria e eu só me entregava e gemia. Eu sentia que tava no céu, tava em êxtase e ele sabia como fazer as coisas. Chegou perto, dando beijos na minha lombar, subindo até meu pescoço, apoiando o corpo dele no meu e enfatizando empurrar a pelve pra sentir o volume dele, grande e Duro. Me virei e beijei ele, subi em cima dele. Eu... é a minha vez. Comecei de novo meu passeio de beijos pelo pescoço, peito e barriga dele até chegar na cintura. Desabotoei a calça dele e comecei a puxar pra baixo, uma cueca boxer linda cinza escuro apareceu na minha frente, mostrando um volume gostoso que me fez tremer de novo e eu me joguei nele, beijando, lambendo e colocando na boca por cima da cueca, só um pano me separava de ter ele todo pra mim. Fiz isso, puxei a cueca dele pra baixo, uma piroca de uns 19 cm, morena, grossa e cheia de veia. Lambi a ponta e comecei a chupar, no começo de boa, depois devorei ela, ele segurava minha cabeça e fazia eu enfiar ela toda na boca até eu lacrimejar, chupei ela por um bom tempo, numa hora ele me virou e começou a foder minha boca, às vezes eu sentia que ia vomitar porque ele não me dava folga, mas eu aguentei, queria que ele soubesse que eu aguentava tudo. Chegou a hora, a hora que eu mais esperava, ele se levantou, tirou uma camisinha do bolso da calça e colocou, se aproximou de mim e me beijou, me pegou pela cintura e me virou. Puxou minha calcinha fio dental pro lado de novo e começou a cutucar até que, com um pouco de força, a cabeça entrou, eu gemi e ele também, começou a meter devagar até que eu senti arder, nessa hora empurrei meu corpo contra o dele de uma vez, queria ter ela toda dentro, já. Ariel- ahhhh mmmm viu que você é um puta promíscuo eu- aa Ariel, adoro Ariel- isso, fala meu nome que eu gosto Eu- Aahh Ariel Ele começou a meter, muito forte, muito violento, eu adorava, ele tava me fazendo gemer bem alto e ele também, mais baixo, mas bem grave. Depois de uns minutos assim, ele me colocou de quatro e continuou metendo, dando umas palmadas fortes que me faziam gritar Ariel- aaa sim, Ariel adoro, mais forte. Eu sentia que ele batia num ponto e que eu podia gozar sem me tocar. Me afastei dele e chamei ele pra deitar, subi em cima e tirei a camisinha, queria sentir tudo 100%, montei e montei nele. Fiquei assim por um bom tempo, beijando ele de vez em quando. Ele me segurava pela cintura ou pela bunda e soltava comentários tipo "olhaaa essa cintura, você é muito putinha, adoro como você é". Eu ia me soltando cada vez mais e me sentindo uma verdadeira atriz pornô. Num momento, ele levantou o tronco e se abraçou na minha cintura, eu me agarrei no pescoço dele e ficamos uns minutos nessa posição, nos beijamos muito. Ele me virou e me deixou de novo de barriga pra cima na cama, coloquei minhas pernas nos ombros dele e ele começou a meter nessa posição. Durante todo o tempo, nos olhamos fixamente, enquanto eu me tocava e ele enfiava e tirava.
Eu — Deus, como eu amo isso, Ariel
Ariel — Aaa, fala meu nome, vou gozar
Eu — Ariel, me dá tudo, quero que você goze dentro de mim
Ariel — Mmm, aaa, sim, vadia
Eu — Aahh, Ariel, Ariel
Ele começou a bater mais forte e a gemer mais alto, mais violento. Um arrepio percorreu meu corpo inteiro e naquele momento eu explodi, gozei muito e bem forte, gemi pra caralho, mas saiu bem fininho. Parece que ele gostou, porque começou a gemer ainda mais forte até dar um grito final bem grosso e eu senti o gozo dele jorrando dentro de mim. Ele se jogou em cima de mim, os dois super ofegantes. Ficamos assim, abraçados, com os corpos suados, colados e cheios de gozo, trocando beijinhos e nos olhando com sorrisos bobos. Levantamos pra tomar banho e nos lavamos juntos. Ficamos mais um tempo conversando, num momento tentei me levantar e minhas pernas tremeram e doeram, ele riu mas me ajudou a me segurar.
Ariel — Acho que alguém não vai conseguir trabalhar amanhã
Eu — Vou ter que ir mesmo assim, senão aquele negócio desanda
Ariel — Quem vai desandar é você, tira o dia, não vou descontar, é cortesia da casa
Eu — Que generoso o senhor Ariel
Ariel — Não é generosidade, é conveniência, porque deixo você faltar, mas em troca, fico o dia inteiro com você, fechado?
Eu — Mmm, pode ser, te cozinho algo gostoso
Ariel — Parece perfeito
Fomos dormir juntos até as 10 da manhã, quando a gente Acordamos, ele tinha ficado pra ir pro trabalho, foi embora e voltou lá pras 18h do outro dia. Nesse dia, a gente meteu sem parar, em todo momento que dava, não paramos. Aqui embaixo um gifzinho que gravamos numa das últimas vezes que ficamos. Espero que tenham gostado.
4 comentários - Me entreguei pro gerente 2
Que bueno como lo contas!