Este relato é fictício e não representa ninguém, são só as fantasias do autor, aproveitem.No Poringa a gente encontra de tudo, então nosso passivo curioso ficava fuçando nos posts vendo paus e imaginando como seria ter uma dentro, sentia um formigamento no cu, mas só comentava como os paus eram gostosos, com medo de ter um encontro. Mas isso não tirava a curiosidade, então aquele passivo um dia, enquanto fantasiava, comentou num post.
Que delícia de pau, quero tirar seu leite e chupar esses mamilos.Para a surpresa dela, não esperava que fossem responder.Claro que sim, se você quiser pode tirar todo o meu leite e chupar meus biquinhos e tudo que você mais gostar de fazer em mim… me chama no chat pra gente bater um papo e se conhecer…A curiosidade venceu o passivo, ele mandou mensagem, começaram a conversar. O cara mostrava a rola torta e cheia de veias, enquanto o passivo mandava fotos da bunda dele. Não era muito bom tirando fotos, mas o outro pedia poses diferentes, o que fazia ele procurar jeitos de se fotografar pra agradar. Mas depois, só as fotos não bastaram: o cara pedia videochamadas, algo bem novo pro nosso adorador de pica. Isso o deixava desconfortável, mas ele queria agradar. Então, quando não tinha ninguém em casa, fazia videochamadas com aquele sujeito. Se sentia excitado enfiando os dedos enquanto o macho batia uma e derramava o leite.
Isso me manteve por um tempo, até que o cara sugeriu que eles deviam se ver pra ele extravasar a vontade que tava sentindo, pra que ele fosse realmente um depósito de porra. O futuro chupador de pica até tava com medo, mas a ideia de transar com um desconhecido o excitava; ele não queria fechar essa possibilidade, mas não conseguia se decidir. Durante a conversa, ele também descobriu que o cara era casado, o que tornava tudo ainda mais proibido pra ele, mas algo que ele não conseguia explicar o atraía naquela pica. Uma vez, ele estava tão tesudo que aceitou se encontrarem, e então prepararam tudo por semanas. O cara queria que ele estivesse depilado no cu e na pica, e que limpasse o cu por dentro. Essas foram coisas que o passivo teve que pesquisar sozinho, mas ele topou fazer, queria agradar o cara. Ainda estava nervoso e com medo, mas o tesão falava mais alto.Mal posso esperar pra que essa sua bunda virgem seja minha, e você vai ter tudo isso só pra você.
O passivo tinha idealizado a primeira relação dele com um cara moreno, corpo musculoso e, se possível, peludo, nada a ver com aquele cara casado de barriga e com a rola grossa e torta.
Mas não sabia por que era tão atraído por ele, não sabia se era pelo proibido, porque era tão fácil e tão próximo, mas o excitava que o momento estivesse tão perto. Finalmente chegou o dia em que entregaria a bunda. O passivo estava muito nervoso enquanto depilava o cu com creme, a área do biquíni e as bolas. Quando se viu no espelho, não lembrava há quanto tempo não se via assim, "acho que a última vez foi na adolescência", pensou. Sentia uma certa estranheza e ardor da creme, veio a parte mais complicada, que foi limpar os intestinos. Passou uma hora nessa tarefa, mas finalmente ficou pronto. Tomou banho e vestiu roupas normais: uma calça jeans, uma camiseta e o moletom aberto. Não usava cueca, o que o deixava desconfortável, mas o futuro macho dele tinha dito que o queria de periquito e que levaria uma fio dental da esposa. Saiu de casa com as pernas tremendo, mas ainda passou na sex shop para comprar lubrificante e camisinhas. Não sabia quantas ia usar. Se sentiu tão, tão desconfortável ao entrar e comprar esses produtos.Quer lubrificante à base de água ou de silicone?Ele ficou confuso, não sacou o que ela queria dizer, a vendedora, muito educadamente, explicou os prós e contras de cada lubrificante. Mesmo com a explicação, ele ainda estava indeciso.Hum, pra quê você ia usar ele?A vendedora perguntou, ele disse que ia usar com o namorado, mas era novato. Se sentiu tão sujo ao falar aquilo, sabendo que na verdade era um desconhecido e casado, mas a vendedora sugeriu o de silicone, ele topou e comprou, saindo do estabelecimento.
Finalmente chegou no motel, via casais entrando e saindo, isso dava um nervoso, não sabia como devia agir. Ficou na entrada esperando ele, daí a pouco chegou, era igualzinho como tinha visto na foto, um homem maduro com uma sombra marcada da barba feita.Oi... disse o passivo quando viu o macho que ia fazê-lo gemer, sorriu nervoso. Ele também o cumprimentou e segurou sua cintura.Então a gente passa?
O passivo abraçou o braço dele como se fossem um casal, de certa forma tava dissociado, ouvia tudo em eco, só deu o dinheiro porque combinaram que pagariam meio a meio, depois subiram no elevador, ele continuava agarrado no braço dele, se segurou firme, sentiu a grossura do braço dele, entraram no quarto.Tá pronto?Ele disse com uma voz grossa, o passivo concordou com a cabeça, o macho chegou na cama e sentou do lado do passivo, que saiu do transe. A excitação dele acendeu quando tocou na perna, então ele subiu em cima, abraçou o pescoço enquanto beijava o pescoço dele e empurrava a bunda contra a virilha do macho. O macho segurou ele pelo quadril, procurando a pele nua, e foram se despindo entre carícias. Quando os dois estavam completamente pelados, o passivo se levantou, fazendo o macho se levantar também. Então o passivo se ajoelhou na frente dele e pegou na pica dele.
Dava pra ver claramente o contraste dos corpos: o corpo magro do passivo ajoelhado e o macho de torso largo se acariciando os mamilos, enquanto sentia a boca do parceiro devorando o pau dele.
O ativo balançava a cintura, enquanto o passivo chupava e sentia a boca sendo violada pelo ativo. Teve ânsia, mas continuou — era tão estranho pra ele, embora já tivesse visto isso em vídeos milhares de vezes. A pica dele tava dura enquanto sentia o estímulo na boca. O ativo gemia, curtindo o momento, empurrava a cabeça dele e puxava o cabelo. O passivo só olhava, sentindo a consciência se apagar. A última coisa que pensou foi na esposa do ativo, que agora dividia a mesma pica com ele. Era a primeira vez que mamava uma pica, sentia o gosto salgado e a textura das veias saltadas e da cabecinha. Dava até pra ouvir a garganta dele batendo na própria garganta, mas não parava de olhar com adoração.
Quando a pica dele tava bem lubrificada, tirou a pica da boca dele e o levantou.Fica de quatro, gatinha, já é hora de te mostrar teu papel de passiva. Aliás, trouxe uma coisinha pra você.Da mochila dele, tirei uma fio dental preta lisa, quase um fiozinho só. Ele deu pra ela vestir, o passivo foi no banheiro e colocou aquela tirinha de pano. Era uma sensação estranha, o tecido delicado roçando o cu depilado dele e apertando o pau que ficava um pouco pra fora. Ele saiu do banheiro.Papi, como é que eu tô?Ele se virou de frente pro mala dele, que puxou ele e o colocou de quatro.Tenho lubrificante e camisinha na minha mochila, ou você pode lamber meu cu.disse o passivo olhando por cima do ombro, enquanto morde o lábio, eu abro suas nádegas e vi que ele tinha cumprido todos os meus pedidos. Olhei a bunda bem depilada, enterrei o rosto no cu lambendo seu cu franzido, passei a língua, invadi seu interior com a língua. Era tão estranho e excitante para o submisso que ele não conseguia parar de gemer, dava até pra sentir os pelos ásperos na sua bunda sensível. Quando terminei, peguei o lubrificante e besuntei no meu pau e no cu que eu tinha lambido com tanto cuidado, massageei a entrada e depois sentei ao lado dele e puxei ele de volta para perto de mim.
Depois, o passivo se acomodou abraçando o pescoço e posicionou a bunda pra cavalgar, sentiu a cabeça quentinha na entrada pressionando, se deixou cair de uma vez, cravou as unhas nos ombros dele e gemeu ao sentir a dor de como o cu dele se abria, tava tão nervoso e ansioso que foi imprudente.Com cuidado, gostosa, vai se machucar, quero que você curta.— Disse o macho enquanto acariciava a bunda do passivo, ficou um tempo com ele enfiado até sentir que já podia se mexer, depois de um tempo começou a cavalgar o pau e os dois gemeram, o engole rola sentia o cu apertando em volta daquele pau.
Finalmente, um pau estava penetrando a bunda dele, era melhor do que ele imaginava. O passivo, enquanto cavalgava o pau do macho que tanto o excitava, abriu mais as nádegas para que o pau entrasse melhor, enquanto o macho lambia os pequenos mamilos do passivo. Ele não parava de gemer, apertando o cu. Depois de um tempo, o macho o carregou e o colocou na cama de quatro, fazendo com que a cabeça do passivo ficasse rente à cama. Pegou-o pela cintura para roçar o pau na bunda dele.Ahhh, que delícia... mas enfia teu pau em mim, quero teu pau dentro...O passivo parecia uma gata no cio, só pensava em levar a pica. Depois de roçar a pica dele na bunda, fazendo ele implorar pela pica que o fazia sentir tão bem, o passivo mexia a bunda, colando a pelve no macho pra ser empalado. Quando o macho se sentiu satisfeito, levantou, abriu as pernas e empalou ele, que gemia que nem gata no cio.
Passaram horas enfiados em várias posições, até que no final ele terminou com as pernas tremendo, e a bunda e a boca cheias de porra. Tão afundado na própria luxúria que pediu pra tirar fotos e postar no pornô. Tiveram uns encontros aqui e ali depois da desvirginada.Se vocês gostaram da história, deixem seus pontos e comentem, beijos nas suas pirocas.

Que delícia de pau, quero tirar seu leite e chupar esses mamilos.Para a surpresa dela, não esperava que fossem responder.Claro que sim, se você quiser pode tirar todo o meu leite e chupar meus biquinhos e tudo que você mais gostar de fazer em mim… me chama no chat pra gente bater um papo e se conhecer…A curiosidade venceu o passivo, ele mandou mensagem, começaram a conversar. O cara mostrava a rola torta e cheia de veias, enquanto o passivo mandava fotos da bunda dele. Não era muito bom tirando fotos, mas o outro pedia poses diferentes, o que fazia ele procurar jeitos de se fotografar pra agradar. Mas depois, só as fotos não bastaram: o cara pedia videochamadas, algo bem novo pro nosso adorador de pica. Isso o deixava desconfortável, mas ele queria agradar. Então, quando não tinha ninguém em casa, fazia videochamadas com aquele sujeito. Se sentia excitado enfiando os dedos enquanto o macho batia uma e derramava o leite.
Isso me manteve por um tempo, até que o cara sugeriu que eles deviam se ver pra ele extravasar a vontade que tava sentindo, pra que ele fosse realmente um depósito de porra. O futuro chupador de pica até tava com medo, mas a ideia de transar com um desconhecido o excitava; ele não queria fechar essa possibilidade, mas não conseguia se decidir. Durante a conversa, ele também descobriu que o cara era casado, o que tornava tudo ainda mais proibido pra ele, mas algo que ele não conseguia explicar o atraía naquela pica. Uma vez, ele estava tão tesudo que aceitou se encontrarem, e então prepararam tudo por semanas. O cara queria que ele estivesse depilado no cu e na pica, e que limpasse o cu por dentro. Essas foram coisas que o passivo teve que pesquisar sozinho, mas ele topou fazer, queria agradar o cara. Ainda estava nervoso e com medo, mas o tesão falava mais alto.Mal posso esperar pra que essa sua bunda virgem seja minha, e você vai ter tudo isso só pra você.
O passivo tinha idealizado a primeira relação dele com um cara moreno, corpo musculoso e, se possível, peludo, nada a ver com aquele cara casado de barriga e com a rola grossa e torta.
Mas não sabia por que era tão atraído por ele, não sabia se era pelo proibido, porque era tão fácil e tão próximo, mas o excitava que o momento estivesse tão perto. Finalmente chegou o dia em que entregaria a bunda. O passivo estava muito nervoso enquanto depilava o cu com creme, a área do biquíni e as bolas. Quando se viu no espelho, não lembrava há quanto tempo não se via assim, "acho que a última vez foi na adolescência", pensou. Sentia uma certa estranheza e ardor da creme, veio a parte mais complicada, que foi limpar os intestinos. Passou uma hora nessa tarefa, mas finalmente ficou pronto. Tomou banho e vestiu roupas normais: uma calça jeans, uma camiseta e o moletom aberto. Não usava cueca, o que o deixava desconfortável, mas o futuro macho dele tinha dito que o queria de periquito e que levaria uma fio dental da esposa. Saiu de casa com as pernas tremendo, mas ainda passou na sex shop para comprar lubrificante e camisinhas. Não sabia quantas ia usar. Se sentiu tão, tão desconfortável ao entrar e comprar esses produtos.Quer lubrificante à base de água ou de silicone?Ele ficou confuso, não sacou o que ela queria dizer, a vendedora, muito educadamente, explicou os prós e contras de cada lubrificante. Mesmo com a explicação, ele ainda estava indeciso.Hum, pra quê você ia usar ele?A vendedora perguntou, ele disse que ia usar com o namorado, mas era novato. Se sentiu tão sujo ao falar aquilo, sabendo que na verdade era um desconhecido e casado, mas a vendedora sugeriu o de silicone, ele topou e comprou, saindo do estabelecimento.
Finalmente chegou no motel, via casais entrando e saindo, isso dava um nervoso, não sabia como devia agir. Ficou na entrada esperando ele, daí a pouco chegou, era igualzinho como tinha visto na foto, um homem maduro com uma sombra marcada da barba feita.Oi... disse o passivo quando viu o macho que ia fazê-lo gemer, sorriu nervoso. Ele também o cumprimentou e segurou sua cintura.Então a gente passa?O passivo abraçou o braço dele como se fossem um casal, de certa forma tava dissociado, ouvia tudo em eco, só deu o dinheiro porque combinaram que pagariam meio a meio, depois subiram no elevador, ele continuava agarrado no braço dele, se segurou firme, sentiu a grossura do braço dele, entraram no quarto.Tá pronto?Ele disse com uma voz grossa, o passivo concordou com a cabeça, o macho chegou na cama e sentou do lado do passivo, que saiu do transe. A excitação dele acendeu quando tocou na perna, então ele subiu em cima, abraçou o pescoço enquanto beijava o pescoço dele e empurrava a bunda contra a virilha do macho. O macho segurou ele pelo quadril, procurando a pele nua, e foram se despindo entre carícias. Quando os dois estavam completamente pelados, o passivo se levantou, fazendo o macho se levantar também. Então o passivo se ajoelhou na frente dele e pegou na pica dele.
Dava pra ver claramente o contraste dos corpos: o corpo magro do passivo ajoelhado e o macho de torso largo se acariciando os mamilos, enquanto sentia a boca do parceiro devorando o pau dele.
O ativo balançava a cintura, enquanto o passivo chupava e sentia a boca sendo violada pelo ativo. Teve ânsia, mas continuou — era tão estranho pra ele, embora já tivesse visto isso em vídeos milhares de vezes. A pica dele tava dura enquanto sentia o estímulo na boca. O ativo gemia, curtindo o momento, empurrava a cabeça dele e puxava o cabelo. O passivo só olhava, sentindo a consciência se apagar. A última coisa que pensou foi na esposa do ativo, que agora dividia a mesma pica com ele. Era a primeira vez que mamava uma pica, sentia o gosto salgado e a textura das veias saltadas e da cabecinha. Dava até pra ouvir a garganta dele batendo na própria garganta, mas não parava de olhar com adoração.Quando a pica dele tava bem lubrificada, tirou a pica da boca dele e o levantou.Fica de quatro, gatinha, já é hora de te mostrar teu papel de passiva. Aliás, trouxe uma coisinha pra você.Da mochila dele, tirei uma fio dental preta lisa, quase um fiozinho só. Ele deu pra ela vestir, o passivo foi no banheiro e colocou aquela tirinha de pano. Era uma sensação estranha, o tecido delicado roçando o cu depilado dele e apertando o pau que ficava um pouco pra fora. Ele saiu do banheiro.Papi, como é que eu tô?Ele se virou de frente pro mala dele, que puxou ele e o colocou de quatro.Tenho lubrificante e camisinha na minha mochila, ou você pode lamber meu cu.disse o passivo olhando por cima do ombro, enquanto morde o lábio, eu abro suas nádegas e vi que ele tinha cumprido todos os meus pedidos. Olhei a bunda bem depilada, enterrei o rosto no cu lambendo seu cu franzido, passei a língua, invadi seu interior com a língua. Era tão estranho e excitante para o submisso que ele não conseguia parar de gemer, dava até pra sentir os pelos ásperos na sua bunda sensível. Quando terminei, peguei o lubrificante e besuntei no meu pau e no cu que eu tinha lambido com tanto cuidado, massageei a entrada e depois sentei ao lado dele e puxei ele de volta para perto de mim.
Depois, o passivo se acomodou abraçando o pescoço e posicionou a bunda pra cavalgar, sentiu a cabeça quentinha na entrada pressionando, se deixou cair de uma vez, cravou as unhas nos ombros dele e gemeu ao sentir a dor de como o cu dele se abria, tava tão nervoso e ansioso que foi imprudente.Com cuidado, gostosa, vai se machucar, quero que você curta.— Disse o macho enquanto acariciava a bunda do passivo, ficou um tempo com ele enfiado até sentir que já podia se mexer, depois de um tempo começou a cavalgar o pau e os dois gemeram, o engole rola sentia o cu apertando em volta daquele pau.
Finalmente, um pau estava penetrando a bunda dele, era melhor do que ele imaginava. O passivo, enquanto cavalgava o pau do macho que tanto o excitava, abriu mais as nádegas para que o pau entrasse melhor, enquanto o macho lambia os pequenos mamilos do passivo. Ele não parava de gemer, apertando o cu. Depois de um tempo, o macho o carregou e o colocou na cama de quatro, fazendo com que a cabeça do passivo ficasse rente à cama. Pegou-o pela cintura para roçar o pau na bunda dele.Ahhh, que delícia... mas enfia teu pau em mim, quero teu pau dentro...O passivo parecia uma gata no cio, só pensava em levar a pica. Depois de roçar a pica dele na bunda, fazendo ele implorar pela pica que o fazia sentir tão bem, o passivo mexia a bunda, colando a pelve no macho pra ser empalado. Quando o macho se sentiu satisfeito, levantou, abriu as pernas e empalou ele, que gemia que nem gata no cio.Passaram horas enfiados em várias posições, até que no final ele terminou com as pernas tremendo, e a bunda e a boca cheias de porra. Tão afundado na própria luxúria que pediu pra tirar fotos e postar no pornô. Tiveram uns encontros aqui e ali depois da desvirginada.Se vocês gostaram da história, deixem seus pontos e comentem, beijos nas suas pirocas.
4 comentários - Casado maduro me usa de depósito de porra
van 10