Este relato é dos meus primórdios como um gay enrustido e promíscuo. Quando eu tinha 17 anos, era um garoto que escondia seus desejos mais baixos de ser uma mulherzinha submissa que queria entregar a virgindade a um homem maduro, mas não podia por medo de decepcionar meu pai, que trabalhava duro pra não faltar nada em casa. Diferente da minha mãe, que passava o dia todo vendo novelas e falando com as amigas, era eu quem tinha que cuidar da arrumação da casa e da comida depois da escola, mas, sinceramente, eu fazia isso com gosto pelo meu pai e, por outro lado, fantasiava que era uma mulher cuidando do seu homem. Um dia, meu pai foi trabalhar como sempre e só voltava à noite, minha mãe saiu pra fazer compras — foi o momento perfeito pra fazer algo que vi num vídeo. Eu vesti a calcinha da minha mãe e decidi fazer os serviços domésticos daquele jeito. Me sentia tão, mas tão feliz, era assim que queria viver minha vida. Lembro que estava na cozinha quando ouvi umas sacolas caírem. Era minha mãe, eu não esperava que ela chegasse tão cedo. Fiquei tão nervoso porque ela tinha me descoberto. A gente não era tão próxima, e eu esperava que ela fizesse um escândalo, mas pra minha surpresa, ela começou a rir e me disse: "Filho, vem cá." Eu não entendia a reação dela. Ela me abraçou e falou: "Filho, eu te entendo, é uma fase e vamos superar isso." Não sei de onde tirei coragem pra responder que não era uma fase, mas que eu queria ser mulher a vida inteira. Ela ficou me olhando, mas não respondeu nada. Eu sentia vergonha e tentei cobrir o corpo. Ela disse: "Se é isso que você quer, me mostra e aceito o desafio de sair assim no quintal." Eu sabia que ninguém ia me ver, porque os vizinhos não passavam em casa durante o dia. Então, com medo, falei que faria. Meu corpo tremia, mas eu saí. Era como se eu estivesse me libertando, sentia um alívio, até andava com aqueles saltos como toda uma mocinha. Minha mãe tapava a boca, queria rir, mas não riu. Ela mandou eu entrar em casa, meu corpo tremendo. Não conseguia me controlar, chorando de medo e alegria ao mesmo tempo. Falei pra ela que ia me trocar. Ela disse: "Faz isso e fica com essa roupa pra você." Não falei nada e fui pro meu quarto, me vesti. Não queria sair. Depois de um tempo, minha mãe me chamou e disse: "Filho, vem cá, vamos conversar." Eu não queria, mas saí. Ela me sentou no sofá e disse que não se importava com o que eu queria fazer, mas que meu pai não aceitaria, então o segredo seria só nosso. Ela até se ofereceu pra me ajudar a continuar me vestindo de mulher. Um dia, ela me levou pra comprar roupas íntimas, lingerie e vestidos. Quando perguntavam os tamanhos, ela dizia que era pra filha dela, mas que o corpo era igual ao meu. Algumas vendedoras não ligavam, mas uma começou a rir e disse: "Entendo." Eu queria morrer. Minha mãe falou: "Não se preocupa, pra quem ela vai contar?" Eu não sabia como dizer pra minha mãe que queria sapatos e uma peruca, até que passamos por uma sapataria e eu falei: "Mãe, queria uns sapatos." Ela disse: "Sim, mas esses você vai experimentar, porque não tenho dinheiro pra no final não servirem." Então entramos. Eu não sabia como ia fazer, mas ela pediu pra moça trazer saltos pra ela e, no provador, passava pra mim. Eu vi uns pretos de verniz, amei. Compramos e voltamos pra casa. Em casa, ela disse: "Esconde tudo isso." Eu tava empolgado, guardei tudo e desci. Ouvi minha mãe falando no telefone de um jeito amoroso. Achei que era com o pai, mas percebi que não era. Ela ficou nervosa e desligou. Disse: "Filho, você tem seu segredo e eu tenho o meu." Me senti tão mal. Ela me contou tudo. Eu não conseguia perdoar, mas ela me fez guardar segredo. Minha mãe traía o pai e começou a me usar pros encontros com o amante. Uma vez, me convenceu a ir um fim de semana inteiro pra praia com o amante, assim o pai não desconfiaria, porque eu estaria com ela. Eu aceitei, mas falei que ela teria que me comprar um maiô e uma peruca, que era o que faltava. Ela disse que sim. Pensei em sair vestido de mulher, respondi que sim, já que pra onde a gente ia ninguém nos conhecia. Ela disse que ia perguntar pro amante dela, mas topou comprar o que eu pedi. Me falou: "Você tem que comprar navalhas de barbear, e um monte delas". Eu não entendi. O amante dela disse que tava de boa com o que eu queria. E foi assim. Chegou o dia, a gente se encontrou com o amante dela num hotel. Me deixaram num quarto sozinho. A praia ficava a uns minutos. No quarto, experimentei tudo e bateram na porta. Era de manhã, e o amante dela. Eu falei que não tava apresentável. Ela entrou e disse: "Se você não tem coragem de ser visto num quarto, como vai pra praia?" Ela tava certa. Deixei eles entrarem. O cara me olhava meio estranho e falou: "Esse é um tempo pra você se divertir. Sua mãe me conta o que você faz. Da minha parte, não te julgo nem vou te tratar mal. Faz isso e vai ver que ser feliz é mais importante." Essas palavras foram o empurrão que eu precisava. Me revelei e mostrei meu corpo de biquíni. Minha mãe disse: "Nossa, você tem se exercitado, hein? Sua bunda tá maior." Me senti lisonjeada, hahaha. "Sim, mãe." "Bom, sai daqui", ela falou pro amante. "Tenho que dar um trato nessa menina." E começou a me dar conselhos. Me mandou raspar o corpo todo. Eu não queria porque ia aparecer depois. Ela disse: "Isso não importa. Seu pai nem repara." Raspei tudo. Minha mãe passou cremes e minha pele ficou igual a de uma menina. Me vesti como uma garota. Minha mãe me maquiou e eu amei. Me ajudou com a peruca. Falou: "Com uns óculos e esse chapéu, nem dá pra perceber que você é um menino." Minutos depois, o amante dela chegou e disse: "Já é hora." Ele me olhava meio estranho. Eu achava que ele não tava gostando. Ele disse: "Viu? Você tá gostosa. Vai ser o centro das atenções.
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1 comentários - A putinha que rouba os males da mãe parte 1