Depois que limpamos a pica do Brad, eu e minha mãe ficamos de quatro esperando ele nos foder como as putas que somos.
Ele não nos fez esperar e rapidamente enfiou o pau inteiro em mim, sem nenhuma piedade começou a me meter, fazendo eu soltar gemidos safados dignos de uma puta no cio. Durante vários minutos, ele não parou de me foder com uma intensidade que parecia querer me engravidar com o filho dele — esse pensamento só me deixava mais excitada, a ponto de gozar. Minha mãe não ficou parada; ela estava se beijando com o Brad enquanto ele enfiava os dedos na buceta melada dela, fazendo ela gozar ao mesmo tempo que eu. Brad tirou os dedos e os colocou na boca dela — "Chupa seus fluidos de puta nojenta e tesuda". Minha mãe chupou aqueles dedos com muita devoção, enquanto olhava para ele com um olhar perdido que refletia o êxtase da situação. Enquanto essa cena rolava, Brad não parou de me foder; eu podia sentir o pau dele inchando e ele deu um último empurrão forte, soltando grossos jatos de esperma grosso dentro de mim. Brad tirou o pau e deu pra minha mãe chupar, enquanto eu ficava largada com esperma escorrendo pelo meu cu pobre e esticado. Depois que minha mãe limpou o pau dele, ele gozou em cima de mim e começou a nos foder nos três buracos sem piedade alguma, garantindo que deixasse tudo bem aberto e escorrendo de porra. Brad passou horas nos usando de todas as formas possíveis, garantindo que nos enchesse até a borda de esperma, até que ficou exausto e dormiu com as duas putas dele grudadas nas bolas.
De manhã, Brad acordou sentindo um prazer intenso. Rapidamente, levantou o cobertor que o cobria só pra ver as duas putas pessoais dele chupando com gosto o pauzão dele. — Caralho, mãe e filho são umas putas safadas que adoram uma pica preta. Apesar das palavras humilhantes dele, nem eu nem minha mãe paramos de adorar o pau dele. Brad relaxou enquanto as putas pessoais dele o serviam por vários minutos, até que ele puxou nosso cabelo, nos separando à força do pau dele e começou a falar: — Ajoelhem, que o café da manhã de vocês tá chegando. Não vão querer desperdiçar nada, né? Minha mãe e eu nos ajoelhamos rápido, esticando a língua na frente daquele pau, prontas pra receber nossa comida deliciosa. Ele agarrou minha cabeça, me empurrando pra ponta do pau dele, e começou a gozar pra caralho. Fiz o melhor que pude pra segurar o esperma dele, parecendo um esquilo. Ele rapidamente agarrou a cabeça da minha mãe, repetindo o processo, deixando ela igual a mim. Com dificuldade, engolimos a porra abundante dele enquanto ele nos olhava com um sorriso. Falou com voz dominante: — Dêem um beijo na sua amada pica pelo café da manhã. Rapidamente, nos aproximamos pra dar um beijo molhado na ponta do imenso pau preto dele, com um olhar cheio de devoção e prazer absoluto.
Depois que o Brad nos deu nosso café da manhã, ele nos levou pra baixo, nos envolvendo com seus braços fortes de um jeito possessivo enquanto apalpava minha bunda magrinha e os peitões enormes da minha mãe. Ele mandou minha mãe fazer o café da manhã dele enquanto me comia em cima da mesa até ela terminar. Quando minha mãe chegou com a comida, ele começou a comer enquanto me fazia chupar as bolas dele e minha mãe chupar o pau dele. Quando ele terminou, ele nos comeu pela casa inteira; era incrível como, mesmo gozando até explodir em cada um dos nossos buracos, o pau dele não dava sinais de amolecer — na verdade, parecia ficar maior e mais duro a cada gozada. As horas passaram e a casa cheirava forte a sexo; o Brad tinha garantido que ia nos foder até deixar nossos buracos abertos pra sempre com o formato e o tamanho dele.
Enquanto ele descansa, a tarde vai passando. Brad se vestiu e saiu pra comprar umas coisas. Minha mãe e eu sentamos no sofá, sem nos importar se ainda estávamos sujos com o esperma do Brad.
— Mãe, quando isso começou?
— Filho, essa pergunta deveria ser minha, sabe. Pensar que você seria a putinha viada do Brad.
Eu fiquei calado, sem saber como responder. Ela só sorriu enquanto se aproximava pra me abraçar.
— Filho, o Brad é um homem extremamente másculo. Você deveria saber bem disso, afinal, sei que ele te fode todo dia quando pode.
— Mãe, não fala assim, você me envergonha!!
— Filho, você não parecia envergonhado ontem à noite, quando o Brad nos fodia até nos transformar nas putinhas pessoais dele.
— Bem, você tem razão, mas é diferente, né?
Fiz biquinho enquanto minha mãe me abraçava, sem nos importarmos com mais nada. Nisso, ouvimos a porta se abrir. Nos viramos só pra ver o Brad carregando umas sacolas, enquanto sorria.
— Putas, o macho de vocês voltou. Sejam boazinhas e venham me servir.
Eu e minha mãe nos levantamos pra recebê-lo rapidamente, nos ajoelhando e abaixando a calça dele pra poder beijar/chupar o pau dele. Depois de aproveitar o serviço das putas dele, ele entregou as sacolas pra gente e mandou a gente se trocar.
Subimos pra trocar de roupa e nos maquiar, ficando bem putinhas pro nosso macho. Descemos e encontramos o Brad pelado no sofá vendo TV. Rapidinho a gente se aproximou, e quando ele nos viu, deu um sorriso cheio de tesão e soltou a opinião dele.
- Esses vestidos ficam bem nela, putas agora sabem o que fazer. Depois de ouvir isso, ajoelhamos na frente do pau dele, começando a adorá-lo enquanto Brad relaxava até gozar nas nossas caras. Ele fez a gente juntar o sêmen e trocar um beijo compartilhado com a porra gostosa dele. Brad, excitado com a cena, meteu o pau entre nossas bocas, fazendo a gente beijar a ponta do pauzão dele. Depois do nosso beijo/boquete, sentamos no sofá mostrando a bunda pra Brad, que fez a gente brigar pra ver quem recebia o pau dele primeiro. Nós começamos a rebolar a bunda como cachorras no cio, implorando pra ele nos foder. Brad decidiu foder minha mãe primeiro, puxando a calcinha dela pro lado e enfiando o pauzão preto imenso no fundo da buceta apertada da minha mãe, começando uma metida e tirada em alta velocidade, fazendo ela gozar forte. Enquanto isso, eu comecei a chupar as bolas do Brad, tendo uma visão privilegiada da buceta molhada da minha mãe sendo aberta pelo pau do meu macho, o homem que nos dominou e mostrou nosso lugar como putas diante de um homem de verdade. Depois de vários minutos, ele gozou no fundo da minha mãe, fazendo ela soltar um gemido enorme enquanto fazia uma cara de puta sem igual. Eu observei ele tirar o pau da buceta da minha mãe e, sem hesitar, comecei a chupar desesperadamente, absorvendo até o último traço de sêmen. Brad me puxou pela cabeça e me empurrou pra buceta da minha mãe, me obrigando a chupá-la enquanto ele, sem aviso, metia o pau no meu cu indefeso, começando a me foder enquanto eu limpava a buceta e preparava o cu da minha mãe pra uso pessoal dele. De repente, ele me levantou, me colocando na posição de Nelson sem parar de me foder, enquanto me deixava em cima da minha mãe, começando a trocar entre nossos três buracos, fazendo a gente soltar gemidos e colocar caras de puta ahegao. Brad nos fodeu por horas, colocando a gente em várias posições e garantindo que nos deixasse bem arrombadas. Cheios até estourar do sêmen dele.
Ele não nos fez esperar e rapidamente enfiou o pau inteiro em mim, sem nenhuma piedade começou a me meter, fazendo eu soltar gemidos safados dignos de uma puta no cio. Durante vários minutos, ele não parou de me foder com uma intensidade que parecia querer me engravidar com o filho dele — esse pensamento só me deixava mais excitada, a ponto de gozar. Minha mãe não ficou parada; ela estava se beijando com o Brad enquanto ele enfiava os dedos na buceta melada dela, fazendo ela gozar ao mesmo tempo que eu. Brad tirou os dedos e os colocou na boca dela — "Chupa seus fluidos de puta nojenta e tesuda". Minha mãe chupou aqueles dedos com muita devoção, enquanto olhava para ele com um olhar perdido que refletia o êxtase da situação. Enquanto essa cena rolava, Brad não parou de me foder; eu podia sentir o pau dele inchando e ele deu um último empurrão forte, soltando grossos jatos de esperma grosso dentro de mim. Brad tirou o pau e deu pra minha mãe chupar, enquanto eu ficava largada com esperma escorrendo pelo meu cu pobre e esticado. Depois que minha mãe limpou o pau dele, ele gozou em cima de mim e começou a nos foder nos três buracos sem piedade alguma, garantindo que deixasse tudo bem aberto e escorrendo de porra. Brad passou horas nos usando de todas as formas possíveis, garantindo que nos enchesse até a borda de esperma, até que ficou exausto e dormiu com as duas putas dele grudadas nas bolas.
De manhã, Brad acordou sentindo um prazer intenso. Rapidamente, levantou o cobertor que o cobria só pra ver as duas putas pessoais dele chupando com gosto o pauzão dele. — Caralho, mãe e filho são umas putas safadas que adoram uma pica preta. Apesar das palavras humilhantes dele, nem eu nem minha mãe paramos de adorar o pau dele. Brad relaxou enquanto as putas pessoais dele o serviam por vários minutos, até que ele puxou nosso cabelo, nos separando à força do pau dele e começou a falar: — Ajoelhem, que o café da manhã de vocês tá chegando. Não vão querer desperdiçar nada, né? Minha mãe e eu nos ajoelhamos rápido, esticando a língua na frente daquele pau, prontas pra receber nossa comida deliciosa. Ele agarrou minha cabeça, me empurrando pra ponta do pau dele, e começou a gozar pra caralho. Fiz o melhor que pude pra segurar o esperma dele, parecendo um esquilo. Ele rapidamente agarrou a cabeça da minha mãe, repetindo o processo, deixando ela igual a mim. Com dificuldade, engolimos a porra abundante dele enquanto ele nos olhava com um sorriso. Falou com voz dominante: — Dêem um beijo na sua amada pica pelo café da manhã. Rapidamente, nos aproximamos pra dar um beijo molhado na ponta do imenso pau preto dele, com um olhar cheio de devoção e prazer absoluto.
Depois que o Brad nos deu nosso café da manhã, ele nos levou pra baixo, nos envolvendo com seus braços fortes de um jeito possessivo enquanto apalpava minha bunda magrinha e os peitões enormes da minha mãe. Ele mandou minha mãe fazer o café da manhã dele enquanto me comia em cima da mesa até ela terminar. Quando minha mãe chegou com a comida, ele começou a comer enquanto me fazia chupar as bolas dele e minha mãe chupar o pau dele. Quando ele terminou, ele nos comeu pela casa inteira; era incrível como, mesmo gozando até explodir em cada um dos nossos buracos, o pau dele não dava sinais de amolecer — na verdade, parecia ficar maior e mais duro a cada gozada. As horas passaram e a casa cheirava forte a sexo; o Brad tinha garantido que ia nos foder até deixar nossos buracos abertos pra sempre com o formato e o tamanho dele.
Enquanto ele descansa, a tarde vai passando. Brad se vestiu e saiu pra comprar umas coisas. Minha mãe e eu sentamos no sofá, sem nos importar se ainda estávamos sujos com o esperma do Brad. — Mãe, quando isso começou?
— Filho, essa pergunta deveria ser minha, sabe. Pensar que você seria a putinha viada do Brad.
Eu fiquei calado, sem saber como responder. Ela só sorriu enquanto se aproximava pra me abraçar.
— Filho, o Brad é um homem extremamente másculo. Você deveria saber bem disso, afinal, sei que ele te fode todo dia quando pode.
— Mãe, não fala assim, você me envergonha!!
— Filho, você não parecia envergonhado ontem à noite, quando o Brad nos fodia até nos transformar nas putinhas pessoais dele.
— Bem, você tem razão, mas é diferente, né?
Fiz biquinho enquanto minha mãe me abraçava, sem nos importarmos com mais nada. Nisso, ouvimos a porta se abrir. Nos viramos só pra ver o Brad carregando umas sacolas, enquanto sorria.
— Putas, o macho de vocês voltou. Sejam boazinhas e venham me servir.
Eu e minha mãe nos levantamos pra recebê-lo rapidamente, nos ajoelhando e abaixando a calça dele pra poder beijar/chupar o pau dele. Depois de aproveitar o serviço das putas dele, ele entregou as sacolas pra gente e mandou a gente se trocar.
Subimos pra trocar de roupa e nos maquiar, ficando bem putinhas pro nosso macho. Descemos e encontramos o Brad pelado no sofá vendo TV. Rapidinho a gente se aproximou, e quando ele nos viu, deu um sorriso cheio de tesão e soltou a opinião dele.
- Esses vestidos ficam bem nela, putas agora sabem o que fazer. Depois de ouvir isso, ajoelhamos na frente do pau dele, começando a adorá-lo enquanto Brad relaxava até gozar nas nossas caras. Ele fez a gente juntar o sêmen e trocar um beijo compartilhado com a porra gostosa dele. Brad, excitado com a cena, meteu o pau entre nossas bocas, fazendo a gente beijar a ponta do pauzão dele. Depois do nosso beijo/boquete, sentamos no sofá mostrando a bunda pra Brad, que fez a gente brigar pra ver quem recebia o pau dele primeiro. Nós começamos a rebolar a bunda como cachorras no cio, implorando pra ele nos foder. Brad decidiu foder minha mãe primeiro, puxando a calcinha dela pro lado e enfiando o pauzão preto imenso no fundo da buceta apertada da minha mãe, começando uma metida e tirada em alta velocidade, fazendo ela gozar forte. Enquanto isso, eu comecei a chupar as bolas do Brad, tendo uma visão privilegiada da buceta molhada da minha mãe sendo aberta pelo pau do meu macho, o homem que nos dominou e mostrou nosso lugar como putas diante de um homem de verdade. Depois de vários minutos, ele gozou no fundo da minha mãe, fazendo ela soltar um gemido enorme enquanto fazia uma cara de puta sem igual. Eu observei ele tirar o pau da buceta da minha mãe e, sem hesitar, comecei a chupar desesperadamente, absorvendo até o último traço de sêmen. Brad me puxou pela cabeça e me empurrou pra buceta da minha mãe, me obrigando a chupá-la enquanto ele, sem aviso, metia o pau no meu cu indefeso, começando a me foder enquanto eu limpava a buceta e preparava o cu da minha mãe pra uso pessoal dele. De repente, ele me levantou, me colocando na posição de Nelson sem parar de me foder, enquanto me deixava em cima da minha mãe, começando a trocar entre nossos três buracos, fazendo a gente soltar gemidos e colocar caras de puta ahegao. Brad nos fodeu por horas, colocando a gente em várias posições e garantindo que nos deixasse bem arrombadas. Cheios até estourar do sêmen dele.
2 comentários - Mi bully nos hace sus putas parte IV