Depois que meu valentão me fez adorar a rola imensa dele na frente da minha mãe, demorei um pouco pra me recuperar e me arrumar. Eu tava exalando um cheiro forte de sexo e porra de macho, então mandei uma mensagem pra minha mãe dizendo que já tinha ido embora e que ia dar uma desviada pra comprar algo. Ela respondeu brava, falando que ia me esperar em casa e que eu não fizesse ela esperar muito, senão ia me castigar. Depois de tentar disfarçar o cheiro, fui pra casa o mais rápido que pude. Quando cheguei, encontrei minha mãe cozinhando e meu valentão, o Brad, sentado na sala. — Diego, temos visita. Cumprimenta e sobe pra trocar de roupa, depois desce pra jantar. — Ok, mãe. Desconfortável e me mantendo longe pra evitar que ela notasse algo estranho, acabei esbarrando no Brad. Ele só sorriu pra mim e, pegando meu braço, me puxou pra perto dele, sussurrando no meu ouvido: — Sua putinha, parece que ainda não entendeu seu lugar, né? Como minha putinha particular, você tem a obrigação de me cumprimentar do jeito certo, entendeu? — Brad, por favor, me deixa trocar de roupa. Eu prometo que faço o que você quiser, mas agora não, minha mãe tá muito perto. — Como se isso importasse pra mim. Você só tem uma obrigação: chupar minha rola. O Brad abaixou o zíper e puxou aquele pauzão, me forçando a chupar sem piedade nenhuma. Só pude fazer o meu melhor pra diminuir o barulho e fazer ele terminar rápido pra evitar problemas. — Isso, putinha, chupa minha rola como a boiola que você é. Depois de chupar por alguns minutos, o Brad gozou, me enchendo completamente com a porra abundante de macho alfa dele, e eu fui "obrigado" a comer tudo pra não sujar nada.
-Isso, vadiazinha, come tudo, depois limpa e sobe pra trocar de roupa. E veste isso também, se eu não ver você usando, vai ter consequências sérias, entendeu, vadiazinha?
Só consegui responder com um gemido baixo enquanto limpava o pau dele, olhando o que ele tinha na mão. Era uma calcinha fio dental que eu reconheci na hora como sendo da minha mãe. Fiquei na dúvida, mas pela minha posição, só pude limpar o pau dele o mais rápido possível pra poder ir embora. Depois de tudo isso, me troquei e jantamos nós três juntos. Eu estava visivelmente calado enquanto minha mãe e o Brad conversavam sobre a situação dele e que ele ia ficar conosco por um mês. Só consegui ficar em silêncio enquanto tentava terminar de comer com certa dificuldade, já que estava cheio do esperma do Brad. Agradeci pela comida e me retirei rápido pro meu quarto, andando de um jeito estranho por causa da calcinha fio dental que se enfiava entre minhas nádegas. As horas passaram e eu só tentei me distrair e pensar em como aguentar um mês com o Brad. Aquele demônio com certeza ia me infernizar enquanto estivesse em casa. Entre uma coisa e outra, a noite chegou. Enquanto me preparava pra dormir, o Brad entrou no meu quarto.
-Vadiazinha, seu macho veio pra você satisfazer ele, então se prepara, porque essa noite você não vai dormir.
Eu só aceitei meu destino em silêncio e me ajoelhei na frente dele enquanto ele tirava o pau dele. Aquele pauzão realmente tinha um tamanho impressionante, ainda não sabia como cabia na minha boca. Ele não era paciente, então rapidamente me pegou pela cabeça e me obrigou a adorar o pau dele com beijos e lambidas que espalhavam minha saliva como um lembrete irônico da minha submissão.
-Isso, vadiazinha, adora meu pau, sua boa chupadora de rola que você é.
Depois de vários minutos de adoração, ele me obrigou a chupar as bolas dele e dar um boquete até ele gozar na minha boca. Realmente me impressionava como, mesmo gozando várias vezes ao longo do dia, a carga dele continuava sendo abundante. Ele me fez engolir tudo enquanto ia pro quarto dele. Eu pensei que tinha acabado por hoje, mas ele voltou, agora com lubrificante.
-Fica de quatro. quero provar esse cu de viado
— por favor, Brad, não faz isso, te imploro
— cala a boca, putinha, só obedece como uma boa puta. Você não quer que sua mãe tome seu lugar, né?!
Diante de tal ameaça, só pude obedecer com medo de que ele fizesse algo com minha mãe. Fiquei de quatro e abaixei a calça, deixando à mostra a tanga que ele me deu
— fica bem em você, putinha, parece que você puxou a buceta da sua mãe
Ele começou a esfregar o pau na tanga enquanto amassava e dava tapas nas minhas pobres nádegas, o que fez vazar um pouco de líquido pré-ejaculatório, manchando a tanga
— com certeza você é promíscuo, não é, maricas? Deixa a tanga pra eu poder te preparar pra receber meu pau, putinha
Obedeci com os olhos meio nublados de dor. Depois de completamente nu, ele começou a passar lubrificante no meu indefeso ânus e, sem aviso, enfiou o pauzão no meu esfíncter apertado até o fundo, arrancando um grande grito de mim. Ele foi rápido e tapou minha boca com a mão
- Cala a boca, putinha. Não vai querer que sua mãe nos ouça e veja você como a puta que é, vai?
- Mm, mmmmm... Só consegui soltar uns gemidos abafados porque ele tinha os dedos na minha boca. Ele começou a meter e tirar rápido aquela piroca grossa de dentro de mim. No começo, só soltei uns gemidos de dor, mas depois fui me acostumando e comecei a soltar uns gemidos leves. Ele não parou por um bom tempo, me dando umas palmadas de vez em quando na minha bunda já maltratada e vermelha. Me senti atordoada com as novas sensações, e minha mente foi ficando mais nublada a cada segundo, até que gozei soltando um gemido forte, abafado pela mão dele.
- Vai, putinha, sua vadiazinha, tá adorando uma pica enquanto geme que nem uma puta no cio, não tem medo da sua mãe te ouvir? Eu só soltei gemidos sofridos enquanto ele acelerava as estocadas no meu cu maltratado, senti a pica dele crescer e pulsar – vou gozar, putinha, recebe tudo no fundo da sua buceta de vagabunda, maricona no cio. Senti grossos jatos de porra me enchendo, formando um volume no meu estômago liso e me fazendo ficar com cara de puta no cio. Depois disso, tudo ficou borrado, só lembro de entrar num mundo de prazer sem fim.
Depois de várias horas, eu tava com a barriga inchada de porra enquanto ainda escorria igual cachoeira pelo meu cu agora aberto, enquanto eu dava um boquete suave e cheio de adoração com o olhar perdido. Depois da trepada violenta que ele me deu, percebi que eu era só uma mulher, uma puta, um viadinho perdedor, e ele um macho alfa que teve a piedade de me mostrar meu lugar como a putinha pessoal dele.
-Isso, vadiazinha, come tudo, depois limpa e sobe pra trocar de roupa. E veste isso também, se eu não ver você usando, vai ter consequências sérias, entendeu, vadiazinha?Só consegui responder com um gemido baixo enquanto limpava o pau dele, olhando o que ele tinha na mão. Era uma calcinha fio dental que eu reconheci na hora como sendo da minha mãe. Fiquei na dúvida, mas pela minha posição, só pude limpar o pau dele o mais rápido possível pra poder ir embora. Depois de tudo isso, me troquei e jantamos nós três juntos. Eu estava visivelmente calado enquanto minha mãe e o Brad conversavam sobre a situação dele e que ele ia ficar conosco por um mês. Só consegui ficar em silêncio enquanto tentava terminar de comer com certa dificuldade, já que estava cheio do esperma do Brad. Agradeci pela comida e me retirei rápido pro meu quarto, andando de um jeito estranho por causa da calcinha fio dental que se enfiava entre minhas nádegas. As horas passaram e eu só tentei me distrair e pensar em como aguentar um mês com o Brad. Aquele demônio com certeza ia me infernizar enquanto estivesse em casa. Entre uma coisa e outra, a noite chegou. Enquanto me preparava pra dormir, o Brad entrou no meu quarto.
-Vadiazinha, seu macho veio pra você satisfazer ele, então se prepara, porque essa noite você não vai dormir.
Eu só aceitei meu destino em silêncio e me ajoelhei na frente dele enquanto ele tirava o pau dele. Aquele pauzão realmente tinha um tamanho impressionante, ainda não sabia como cabia na minha boca. Ele não era paciente, então rapidamente me pegou pela cabeça e me obrigou a adorar o pau dele com beijos e lambidas que espalhavam minha saliva como um lembrete irônico da minha submissão.
-Isso, vadiazinha, adora meu pau, sua boa chupadora de rola que você é.
Depois de vários minutos de adoração, ele me obrigou a chupar as bolas dele e dar um boquete até ele gozar na minha boca. Realmente me impressionava como, mesmo gozando várias vezes ao longo do dia, a carga dele continuava sendo abundante. Ele me fez engolir tudo enquanto ia pro quarto dele. Eu pensei que tinha acabado por hoje, mas ele voltou, agora com lubrificante.
-Fica de quatro. quero provar esse cu de viado
— por favor, Brad, não faz isso, te imploro
— cala a boca, putinha, só obedece como uma boa puta. Você não quer que sua mãe tome seu lugar, né?!
Diante de tal ameaça, só pude obedecer com medo de que ele fizesse algo com minha mãe. Fiquei de quatro e abaixei a calça, deixando à mostra a tanga que ele me deu
— fica bem em você, putinha, parece que você puxou a buceta da sua mãe
Ele começou a esfregar o pau na tanga enquanto amassava e dava tapas nas minhas pobres nádegas, o que fez vazar um pouco de líquido pré-ejaculatório, manchando a tanga
— com certeza você é promíscuo, não é, maricas? Deixa a tanga pra eu poder te preparar pra receber meu pau, putinha
Obedeci com os olhos meio nublados de dor. Depois de completamente nu, ele começou a passar lubrificante no meu indefeso ânus e, sem aviso, enfiou o pauzão no meu esfíncter apertado até o fundo, arrancando um grande grito de mim. Ele foi rápido e tapou minha boca com a mão
- Cala a boca, putinha. Não vai querer que sua mãe nos ouça e veja você como a puta que é, vai? - Mm, mmmmm... Só consegui soltar uns gemidos abafados porque ele tinha os dedos na minha boca. Ele começou a meter e tirar rápido aquela piroca grossa de dentro de mim. No começo, só soltei uns gemidos de dor, mas depois fui me acostumando e comecei a soltar uns gemidos leves. Ele não parou por um bom tempo, me dando umas palmadas de vez em quando na minha bunda já maltratada e vermelha. Me senti atordoada com as novas sensações, e minha mente foi ficando mais nublada a cada segundo, até que gozei soltando um gemido forte, abafado pela mão dele.
- Vai, putinha, sua vadiazinha, tá adorando uma pica enquanto geme que nem uma puta no cio, não tem medo da sua mãe te ouvir? Eu só soltei gemidos sofridos enquanto ele acelerava as estocadas no meu cu maltratado, senti a pica dele crescer e pulsar – vou gozar, putinha, recebe tudo no fundo da sua buceta de vagabunda, maricona no cio. Senti grossos jatos de porra me enchendo, formando um volume no meu estômago liso e me fazendo ficar com cara de puta no cio. Depois disso, tudo ficou borrado, só lembro de entrar num mundo de prazer sem fim.
Depois de várias horas, eu tava com a barriga inchada de porra enquanto ainda escorria igual cachoeira pelo meu cu agora aberto, enquanto eu dava um boquete suave e cheio de adoração com o olhar perdido. Depois da trepada violenta que ele me deu, percebi que eu era só uma mulher, uma puta, um viadinho perdedor, e ele um macho alfa que teve a piedade de me mostrar meu lugar como a putinha pessoal dele.
3 comentários - Meu bully nos fez de putas parte II