Minha bully nos faz de putas dela - Parte I

Olá, vou contar como meu bully fez de mim e da minha mãe as putinhas chupadoras de pau dele. Brad é meu bully desde a infância, nossas famílias moram perto e eu era um garoto introvertido, nerd e fraco, alguém bem patético. Eu tava no primeiro ano do ensino médio, hoje era dia de entrega de boletins e já eram 7 da noite. Eu tava meio preocupado, mas não por causa das minhas notas, já que eu não ia mal nos estudos. O que me preocupava é que era a primeira vez que minha mãe ia na escola. Quando o sinal tocou, ele se apressou pra guardar as coisas e sair. — Ei, merdinha, pra onde cê vai?! — Que que cê quer... — Parece que cê criou coragem pra falar assim comigo, hein? — Não me enche o saco, Brad, não tô a fim das suas palhaçadas. — Não levanta a voz pra mim, sua putinha! Brad me pegou pelo braço e me levou pro depósito nos fundos da escola. Aquele lugar era bem isolado, quase ninguém via ou passava por ali. — Merdinha, é melhor cê me dar seu dinheiro. Sei que cê trouxe, então nem tenta me enganar. — Brad, para de encher o saco, não vou te dar nada. Tentei me soltar do aperto dele, mas ele se irritou com minhas palavras e me empurrou no chão. — Sabe, sempre pensei em como seria comer um viadinho, e acho que cê é a melhor opção, sua putinha. — B-Brad, do que cê tá f-falando? Não faz nada comigo, ou vou gritar. — Putinha, cê acha mesmo que vão te ouvir daqui? Não me faz rir. Melhor ficar quietinho e cooperar, sua vadia. Brad começou a baixar a calça enquanto eu tentava me levantar e fugir, mas ele foi rápido, me pegou pelas pernas e me derrubou. Rapidinho ele se sentou em cima de mim, esfregando a cara nos ovos fedorentos dele e na rola enorme entre meus olhos. — Espero que com isso cê entenda seu lugar, putinha. Adorando minha rola enorme como todo um bom viadinho. Brad não parava de esfregar o pau na minha cara toda. Aquele pau tinha um cheiro forte e hipnotizante que, apesar da minha fraca resistência externa, acendia uma faísca lá no fundo de mim. — Vamos, putinha, começa a chupar minhas bolas. Não temos o dia todo. já entendi, hipnotizado por aquele cheiro intenso, comecei timidamente a esticar a língua e provar as bolas suadas dele, tinham um gosto azedo e amargo de suor, mas por algum motivo tinham um dulçor que me incentivava a continuar adorando as bolas do meu valentão -isso mesmo, vagabunda, continua assim e talvez eu te deixe provar algo melhor hahahaha Eu estava imerso demais naquelas bolas suadas, adorando elas com a mente vazia, aprendendo meu lugar como bichinha beta diante de um macho alfa, um homem de verdade -parece bem satisfeito aí embaixo, não é, vagabunda? Brad começou a se levantar, segurando minha cabeça e colando ela naquela pica imensa, me obrigando a beijá-la por toda parte -isso mesmo, vagabunda, adora minha pica como a boa bichinha que você é- Naquele momento, começou a se ouvir uma voz me chamando -Diego, filho, onde você está?! Reconheci na hora, era minha mãe. Vi que Brad também percebeu de quem era aquela voz. Tentei me soltar, mas o aperto de Brad era forte demais, só consegui beijar a pica dele com mais intensidade que antes -por que parar, vagabunda? Tem medo da sua mãe descobrir que filho bichinha ela tem? -por favor, Brad, para, não quero que ela me veja assim Falei como pude com a pica dele na minha cara, apesar dos meus pedidos, Brad só sorriu maldosamente -cala a boca, vagabunda, melhor você chupar como a boa bichinha que é Brad enfiou o imenso pauzão na minha pobre boca sem a menor piedade, me fazendo fazer barulhos obscenos, nisso ouço minha mãe falar de novo -Diego, é você? Brad só sorriu ainda mais enquanto falava -Oi, dona Patrícia -Brad?, e aí, filho, como você está? -bem, senhora, o que a senhora faz por aqui? -ah, bom, estava procurando o Diego, sabe onde ele pode estar? -não, senhora, não vi ele Minha mãe sempre foi um bom exemplo do estereótipo de loira burra, uns peitos tamanho D e uma bunda imensa e redonda com uma cintura fina que só destacava ainda mais os atributos dela. Brad não conhecia piedade, me manteve chupando a pica dele enquanto conversava com minha mãeMinha bully nos faz de putas dela - Parte I— Brad, filho, o que cê tá fazendo num lugar tão escuro?
— Ah, não é nada não, só guardando as bolas no cesto.
— Tá, entendi. Então filho, vou deixar você. Vou procurar o Diego, aquele moleque vai ouvir umas boas quando eu achar ele!

Minha mãe começou a se afastar devagar, e eu comecei a relaxar, quando de repente Brad agarra minha cabeça e, sem piedade, enfia a pica imensa dele até o fundo da minha garganta, soltando uma carga enorme no meu estômago. Nisso, minha mãe vira e começa a falar de novo:

— Ah, Brad, seus pais me avisaram que iam viajar por um tempo, então me ofereci pra cuidar de você enquanto isso. Quando terminar, me encontra na saída.
— Ok, senhora, vou te encontrar lá.

E minha mãe foi embora sem perceber que o filho dela tava recebendo uma baita carga de porra fedida no nariz, igual uma putinha qualquer.

— Se limpa, putinha. Não quer fazer sua mãe esperar, quer?
Brad falou com um sorriso no rosto enquanto se afastava, me deixando com um ahegao intenso e porra escorrendo pela cara toda.vadia

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