No geral, pego um remisse pra ir na casa de algum amigo, que geralmente é dirigido pelo próprio motorista. Pra começar a criar intimidade com ele, comecei a cumprimentar ele todo dia quando entrava no carro, até virarmos amigos. Muitas vezes nem pagava por causa da amizade que a gente tinha. Ele me contava tudo da vida dele, é casado, tem dois filhos (um da minha idade e uma menina de 15), e a gente sempre falava das gostosas que costumam pegar o remisse. Um dia, sem nada pra fazer, decidi pegar o remisse do mesmo jeito que fazia às vezes. Dessa vez, falei pra ele me levar num lugar. Ele topou e a gente partiu. Quando chegamos, ele perguntou se eu não me importava dele esperar, até voltar pra pegar o caminho de volta. Aceitei de boa. Ele ficou deitado no remisse por uns 15 minutos, até eu voltar. No caminho, ele comentou que a mulher dele não dava conta dele há um tempão, e por isso ele olhava pra toda buceta que aparecia na frente, e até admitiu que já deixou algum traveco chupar ele. A conversa tava esquentando e isso tava me deixando excitado. Tentei me segurar e ajudar ele com o problema de casamento, porque parecia importante, mas ele não quis entrar em detalhes. Então a gente continuou falando de gostosas e de tesão. Eu já não aguentava mais, tava morrendo de vontade de bater uma. Naquele exato momento, notei um pau enorme na calça social dele, que ele tentava esconder com a camisa azul clara, mas, deitado, dava pra ver o volume saliente da calça. Levantei e criei coragem sei lá de onde, me aproximei, olhei pra ele e passei a mão no volume. Ele continuou me olhando, e não precisou de mais palavras pra ele soltar um sorrisinho safado e começar a tirar o cinto. Me ajoelhei quase sem acreditar no que tava prestes a fazer. Enquanto tocava ele com paixão, fui desabotoando a calça dele e tirando os sapatos. Ele ficou descalço, mandei ele levantar e deixei a calça cair no chão. Era impressionante o pau que dava pra ver por baixo daquela cueca preta. Ajustado. Sem hesitar, enfiei aquele pacote na minha boca, com a cueca e tudo, ele gemia de prazer. Enquanto isso rolava e ele curtia, terminou de tirar a calça e se recostou de novo no banco. Com meus dentes, comecei a puxar aquela cueca que eu tanto queria, pra agora sim, descobrir que ele era superdotado. Calculei que tinha uns 22x7 de pica, era impressionante. Acho que ele percebeu que eu tava morrendo de vontade de chupar, porque aproximou meu rosto rápido e me fez engolir aquele pedaço. Não ligava pra minha ânsia, e eu também não ligava, tava adorando aquela pica deliciosa, era um manjar, macia, morena e peludinha. Fiquei um tempão assim, ouvindo os gemidos inesquecíveis dele, parecia que nunca tinha transado antes, porque dava pra ver no rosto dele uma cara de prazer constante. Ele me pediu, por favor, pra dar a bunda, eu sorri e falei que na próxima. Ficou um bom tempo comigo chupando, até que disse que ia gozar. Pedi, por favor, pra tomar, então ele jorrou tudo na minha boca, engoli sem perder uma gota. Ele, meio arrependido, se vestiu rápido. No caminho, combinamos de trocar os celulares pra repetir outra hora. No telg, me acham como gerchi84. Com respeito e boa vibe.
0 comentários - Boa viagem no Uber. (Gay)