
Eu adorava a maciez, a dureza e as batidas que eu provocava nele com minhas mãos. Ele me olhava de cima e, depois de um tempo, acariciou minha bochecha e deslizou a mão até minha nuca, me puxando pra perto do pau dele. Olhei pra ele de baixo e percebi o que tinha que fazer...

Cheirei a ponta e passei a língua pra sentir o gosto, porque tava meio nojento jiji 🤭 Minha boca tava cheia de saliva, literalmente escorrendo baba 🤤🤤... Abri a boca e enfiei a cabeça de uma vez. Meu professor foi me ensinando como fazer. Num momento, ele me puxou pelos cabelos e passou a rola inteira no meu rosto, toda molhada da minha saliva. Ele disse que eu tinha mandado muito bem... Nós dois pelados, ele pegou uma toalha e limpou minha cara que tava encharcada da minha própria baba. Depois me deitou e começou a me beijar na boca. O corpo dele sobre o meu e a língua dele se mexendo dentro da minha boca, brincando com a minha, me dava uma sensação desconhecida, única e sensacional... Eu tava viajando. Não sei como, acabei de bruços com a cara dele enfiada entre minhas nádegas e a língua dele se mexendo no meu buraquinho, que nessa altura já tava pulsando de tão quente que tava... Senti ele subindo, beijando minhas costas, chegou no pescoço e aí senti aquela barra de carne quente enfiada no meu cu... POR FAVOR 🙏🙏 QUE PRAZER 🤤🤤 Ele tentou enfiar várias vezes, mas doía muito... Ele disse que não aguentava mais e que ia gozar na minha cara, e que na próxima vez a gente tentava de novo...

Me deixou tarefa pra fazer em casa. Era pra enfiar a escova de dente na buceta e ir aumentando o tamanho do que eu enfiasse aos poucos... O final foi decepcionante, porque a gente fez de novo sem resultado positivo... Dias depois, um amigo me desvirginou num terreno baldio, brincando de esconde-esconde...
4 comentários - Pensé que podría... 🌈 Relato, 2°da parte y final