Antes de mais nada, me apresento: meu nome é Fer e moro em Córdoba Capital. Sempre tive namoradas e me considerei hétero até que, uns anos atrás, tive uma experiência inesperada que acendeu desejos escondidos.
A história começa mais ou menos assim. Eu fazia parte de uma rede de trabalho bem grande, o que me permitia me relacionar com muita gente, mas como era tanta gente, nunca dava pra formar uma "amizade", por assim dizer. Por isso, raramente a gente compartilhava atividades fora do trabalho.

Tava rolando fevereiro e, como alguns sabem, Córdoba tava um forno, e a putaria tava mais a mil do que nunca. Um parceiro chamado Santi avisou que ia rolar uma festa pro aniversário dele e que caíssemos todo mundo na casa dos pais dele...



Não lembro bem que dia era, mas naquela noite caiu quase todo o grupo do trampo. Dançamos a noite toda com as colegas que estavam gostosas pra caralho, e lá pelas 4 da manhã partimos pra uma balada em Nueva Córdoba.


Nós rachamos o buceta de tanto rir a noite inteira e fomos pro after num dos apês das minas.



Tipo umas 10 da manhã acabou o trampo e cada um foi pra sua casa. O Santi morava perto de onde eu morava, então fui no carro com ele. Quando chegamos na porta de casa, perguntei se ele não queria subir pra tomar umas cervejas que eu tinha, além de uma parada pra usar junto haha
Ficamos várias horas no apê ouvindo música e conversando até que do nada, sem esperar, Santiago me pergunta: Você gostaria que eu chupasse sua piroca? Sinceramente, estávamos tão chapados que não tava caindo a ficha da situação até ele perguntar de novo. Como não respondi, ele disse: Olha, isso fica entre a gente. Olhei pra ele e, sem dizer nada, fomos pro quarto.
Baixei minha calça e ela começou a chupar minha rola de um jeito que poucas vezes tinha chupado. Santiago é um cara alto, atlético, muito gato. Depois de uns 10 minutos de puro prazer, ele me perguntou se eu não tava a fim de chupar a dele. Não respondi. Então ele sentou na cama, baixou a calça e... não dá pra explicar o pedaço de pau que ele tinha, era gigante. Eu só olhava, sem dizer nada, até que Santi levantou, me pegou pela cintura e falou "vem", levando minha cabeça até o pinto dele. Não tive outra opção senão chupar aquela rola enorme...
Fiquei com aquele pedaço na boca, do jeito que dava, uns 10 minutos. Enquanto ele apertava minha bunda e me chamava de puta. Até que num momento, com total controle da situação, ele me manda levantar, me despe toda e começa a me beijar e a apalpar minha buceta de um jeito que, nessa altura, eu já sentia que era a puta dele...
De repente me joga de bruços na cama com violência e começa a encostar a pica enorme dele na minha bunda toda, enquanto sussurrava no meu ouvido: cê gosta de sentir ela?
A gente fez um 69 por uma hora ou mais, nem sei, mas eu gozei duas vezes e ele continuava, enfiando aquela pica enorme na minha boca, apalpando minha bunda toda e me chamando de putinha dele. Até que num momento eu não aguentei mais e senti a explosão... ele me encheu de porra por completo. A boca toda, o rosto, a cama, e com as mãos ele tirava a porra que tinha na pica pra passar na minha bunda. Acabei sendo a putinha total dele e amei. Nunca mais rolou nada, e até nos afastamos bastante, talvez por vergonha. Mas que vontade ficou de sentir a pica dele na minha bunda.
A história começa mais ou menos assim. Eu fazia parte de uma rede de trabalho bem grande, o que me permitia me relacionar com muita gente, mas como era tanta gente, nunca dava pra formar uma "amizade", por assim dizer. Por isso, raramente a gente compartilhava atividades fora do trabalho.

Tava rolando fevereiro e, como alguns sabem, Córdoba tava um forno, e a putaria tava mais a mil do que nunca. Um parceiro chamado Santi avisou que ia rolar uma festa pro aniversário dele e que caíssemos todo mundo na casa dos pais dele...



Não lembro bem que dia era, mas naquela noite caiu quase todo o grupo do trampo. Dançamos a noite toda com as colegas que estavam gostosas pra caralho, e lá pelas 4 da manhã partimos pra uma balada em Nueva Córdoba.


Nós rachamos o buceta de tanto rir a noite inteira e fomos pro after num dos apês das minas.



Tipo umas 10 da manhã acabou o trampo e cada um foi pra sua casa. O Santi morava perto de onde eu morava, então fui no carro com ele. Quando chegamos na porta de casa, perguntei se ele não queria subir pra tomar umas cervejas que eu tinha, além de uma parada pra usar junto haha
Ficamos várias horas no apê ouvindo música e conversando até que do nada, sem esperar, Santiago me pergunta: Você gostaria que eu chupasse sua piroca? Sinceramente, estávamos tão chapados que não tava caindo a ficha da situação até ele perguntar de novo. Como não respondi, ele disse: Olha, isso fica entre a gente. Olhei pra ele e, sem dizer nada, fomos pro quarto.
Baixei minha calça e ela começou a chupar minha rola de um jeito que poucas vezes tinha chupado. Santiago é um cara alto, atlético, muito gato. Depois de uns 10 minutos de puro prazer, ele me perguntou se eu não tava a fim de chupar a dele. Não respondi. Então ele sentou na cama, baixou a calça e... não dá pra explicar o pedaço de pau que ele tinha, era gigante. Eu só olhava, sem dizer nada, até que Santi levantou, me pegou pela cintura e falou "vem", levando minha cabeça até o pinto dele. Não tive outra opção senão chupar aquela rola enorme...
Fiquei com aquele pedaço na boca, do jeito que dava, uns 10 minutos. Enquanto ele apertava minha bunda e me chamava de puta. Até que num momento, com total controle da situação, ele me manda levantar, me despe toda e começa a me beijar e a apalpar minha buceta de um jeito que, nessa altura, eu já sentia que era a puta dele...
De repente me joga de bruços na cama com violência e começa a encostar a pica enorme dele na minha bunda toda, enquanto sussurrava no meu ouvido: cê gosta de sentir ela?A gente fez um 69 por uma hora ou mais, nem sei, mas eu gozei duas vezes e ele continuava, enfiando aquela pica enorme na minha boca, apalpando minha bunda toda e me chamando de putinha dele. Até que num momento eu não aguentei mais e senti a explosão... ele me encheu de porra por completo. A boca toda, o rosto, a cama, e com as mãos ele tirava a porra que tinha na pica pra passar na minha bunda. Acabei sendo a putinha total dele e amei. Nunca mais rolou nada, e até nos afastamos bastante, talvez por vergonha. Mas que vontade ficou de sentir a pica dele na minha bunda.
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