O amor de um filho por um pai

As putaria que faço pro meu pai faz cada dia eu me apaixonar mais por ele. Depois de um tempo, aos meus 21 anos, eles se tornaram pais compreensivos, vendo meus trejeitos, minha atitude, meu jeito de me comportar e me expressar, aceitando meu jeito de vestir roupa curta em casa e calças apertadas pra sair, aflorando em mim essa homossexualidade, meu jeito passivo e calmo de lidar com isso perante a sociedade e o jeito desinibido de levar em casa, deixava meus pais tranquilos, enquanto eu, a cada dia que passava, gostava mais e me apaixonava mais pelo meu pai. Aquele homem latino, alto, de corpo robusto, peludo por todo lado, lábios lindos e quentes que se perdem naquela barba bem fechada, que eram capazes de dar tanto prazer junto com aquela língua brincalhona na minha pica, os olhos castanhos que agora me olham sempre com tesão, minhas calças apertadas ao sair de casa que marcam minha cintura e deixam minha bunda empinada, e quando estamos sozinhos em casa trepando, eles me derretem com o olhar. Aquela voz grossa que sai dele quando me pede ou me manda mostrar minha buceta pra ele, o pau dele, aquele membro que gosta não só do movimento dos meus lábios e da minha boca, mas também do movimento dos meus quadris enlouquecidos ao ter aquele pau desenfreado, sentindo aqueles empurrões do corpo dele colado no meu, sentindo a felicidade completa. O pau inteiro do meu pai dentro de mim. Aquele pau me enlouquece, tirando de mim o lado complacente e submisso, eu quero ser aquela menina obediente, que meu pai cuida, protege e fode. Se minha boca ficava cheia d'água por ter aquele pau grande, duro, firme, tirando dela golfadas de saliva, a coceira no meu cu também era insuportável. **Descobrir que você não herdou o pau dele pra ser feliz com mulheres, que você está nesse mundo pra fazer aquele pau feliz.** Durante o dia, os roçares e as mãos bobas, mordendo meus lábios e falando no ouvido dele o quanto desejo o pau dele, escondido da minha mãe, faziam efeito nele, deixando o seguro sem colocar pra Madrugada e mais de uma vez, de forma tão repetida que meu pai visitava meu quarto depois de deixar a vaca da minha mãe dormindo no dela, puxando o pau pra fora e acordando em mim aquele desejo doentio de chupar aquela pica linda. Quero ver ela forte, dura, em todo seu esplendor, mas também despertando aquela puta necessidade de ser a filhinha dele, Daniela, como eu me chamo agora. Aquela menina que tá aqui pra satisfazer todos os desejos e necessidades do seu pai e me transformar na putinha dele. Se minha mãe for embora, ele me tem pra fazer o que quiser comigo, porque depois de me foder, ele me deixa gozada, com o cu ardendo, satisfeita e tremendo de tanto prazer. DANIEL FILHO, pai, eu preciso de você!!!! Depois de dar um puta show naquela rola com minha boca. DANIEL PAI: você chupa melhor que sua mãe, minha neném. Seus lábios deixam o pau do seu pai feliz. Olha pra minha cara enquanto chupa, minha Danielinha, minha neném, a putinha da casa. Mmmmm. Naquela noite, quando ele tirou o lençol, pôde ver minha ereção. Tirou a calça, subiu na minha cama e, abrindo as pernas, deixou o pau na minha cara. Levou a mão dele pro meu pintinho e começou a brincar com ele. Meu pai e eu fazendo um 69 que eu só tinha visto em filme pornô. O jeito tão gostoso e habilidoso que ele fazia me fazia torcer de prazer. A experiência daquele cinquentão era completa. A filhinha dele tá cada dia mais na dele. Ele não esperou mais, se levantou, me deixando louca. DANIEL PAI: Sssshhh, gostou, minha filha? Não grita, que sua mãe pode acordar. DANIEL FILHO: Eu, com meu pintinho explodindo, mexendo minha bunda, desejando meu pai como uma puta louca. Pai, por favor, me dá essa pica. Quero gozar. Me fode, por favor, pai. Mmm!! DANIEL PAI: Não!!! Ele sorriu. Vou fazer de você o que eu quiser. Naquele momento, ele sentou do meu lado. Se gritar, sua putinha, eu te mato!! Ordenou com uma das mãos. Eu sentia a mão calejada e forte dele masturbando meu pintinho, enquanto com a outra, o dedão não parava de entrar e sair do meu cu. Fechando os olhos com uma das mãos, puxei o cobertor de Minha cama, meu rosto, mas principalmente minha boca. Sou uma neném putinha, mas obediente. E com a outra mão, masturbando a rola que me deu a vida, comecei a alucinar. DANIEL PAI: "O que foi, Dani? Ehhhh, você gosta, bebê?" Aquele dedo grosso entrava e saía, descansava na minha entrada anal, acariciava minhas bolinhas de um jeito terno, pra depois voltar a entrar no meu dono com força e sem piedade. Nisso, meu pai perguntou: "O que foi, bebê? Você gosta de estar rodeada de rolas?" Sabe, Papi tem uma fantasia, minha neném: um dia ir num parque à noite e te comer, pra todo mundo ver o sortudo que eu sou e a putinha que você é, bebê. Dito isso, aquele dedo já era pouco pro meu progenitor. Eu sentia um segundo dedo violando meu orifício anal e me dando mais prazer. DANIEL FILHO: "Ahhhh!" Enquanto aproveitava aquela sessão de carinhos e de amor de pai, junto com um suspiro e um gemido, consegui dizer: "Papai, eu faço o que você quiser. Sou sua menina, sua neném... Me peça o que quiser! Ahhhhhhh! Mmmmmm!" Não aguentei mais a fantasia do meu Papi e o jeito tão experiente de me dar prazer. As imagens daquela fantasia faziam o resto, e eu comecei a gozar nas mãos do meu pai, mordendo aquela coberta. Saía porra da minha rolinha enquanto aqueles dois dedos dentro de mim fizeram uma pausa. Cada dia, a experiência daquele homem maduro me desmontava. DANIEL PAI: "Será que você daria conta de mais de uma rola pra você? Quero que você compare, que a rola do papai não tem igual! Você é minha, só minha!" Ele se levantou, ficando de pé na minha cama, com aquela força e potência que sempre me mostrou, e com a mão esquerda cheia do meu esperma, me pegou pelos cabelos pra me colocar à mercê dele, na altura da rola dele, pra poder aproveitar aquele espetáculo de gozada de um homem de verdade. O primeiro jato foi pra minha boca, mas o resto se espalhou em mim. Meu pai queria mais de mim, mais da sua neném, daquela putinha que ele mesmo fez questão de criar, uma putinha faminta pela rola do papai. As fantasias do Papai foram aumentando. Já não bastava me comprar tanta roupa do meu tamanho e que... Os luska pra ele, ou aquelas bolas chinesas anais que ele me deu no meu aniversário… ou um dia que a mamãe não tava de manhã, ele vir e me foder antes de ir pro colégio, pra encher meu cu com o esperma dele e mandar eu limpar só por fora, mas os restos que ficam dentro eu não quero que você lave nem tire, porque você vai cheirar a mim e vai levar um pedaço de mim entre suas nádegas e seu cu, minha putinha… essa é uma das coisas que mais me deu tesão, ficar a manhã inteira com o gozo dele entre minhas nádegas e confesso que naquele dia eu tava tão puta que fui no banheiro do colégio enfiar meu dedo entre minhas nádegas pra sentir de novo o gosto do meu pai…

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