Meu nome é Daniel, igual ao do meu pai. Essa história aconteceu há 5 anos atrás, eu tinha uns 16 anos, muito inquieto em casa, mas bem introvertido na rua com meus amigos. A gente saía à tarde pra fazer besteira, numa idade em que a gente via pornô na escola no celular com um amiguinho, o que me rendeu problemas em casa quando fomos pegos por uma professora. Somos do Equador, mas moramos na Espanha. Minha mãe pediu pro meu pai conversar comigo e, de quebra, me dar uma aula de educação sexual, que eu era um tarado, ela dizia. Um dia, estando nós dois sozinhos em casa, ele me chamou no quarto dele. Tava lá de shorts, sem camisa. Meu pai é um homem robusto, um metro e oitenta, braços fortes, mãos duronas e grandes, olhos castanhos, barba estilo cavanhaque bem aparada e muito peludo no peito e nas pernas, com aquele pelo de macho alfa da casa.
DANIEL PAI: "Vem, filho, a gente precisa conversar. Me disseram que uma professora te viu com um amigo vendo pornô? Mas tava fazendo mais alguma coisa?" — ele perguntou de novo, bem enérgico. "Sabe que é proibido celular na escola? E mais: quando você tiver relações sexuais, tem que usar camisinha!! Você sabe como colocar?" — ele perguntou de novo. "Sabe como se coloca?!"
DANIEL FILHO: Eu, gaguejando, falei que não!!
DANIEL PAI: "Acho muito ruim... Vou te ensinar a colocar." Ele levou a mão no criado-mudo e puxou uma. "Abaixa a calça e bate uma pra mim" — ele ordenou, sério e desafiador. "Fica tranquilo, só nós dois em casa e sua mãe vai demorar. Além do mais, sou seu pai, não fica com essa vergonha toda."
DANIEL FILHO: Timidamente, abaixei a calça e a cueca. Meu pau lá, murchinho, encolhido e tímido, na vista do meu pai.
DANIEL PAI: "Que foi? Vai me dizer que também não sabe bater uma? Ou que nunca bateu uma?"
DANIEL FILHO: Comecei a me masturbar, mas entre o nervosismo, o movimento era rapidão e desajeitado.
DANIEL PAI: "Não acredito. Eu, na sua idade, já dava umas boas punhetas. Punheta!! Olha!! Ele baixou o shortinho e ficou completamente nu, o pau dele era um pau grosso mesmo mole, cheio de pelos, nessa hora ele começou a bater uma e eu via aquele monstro crescendo. Viu, ele me dizia, assim devagar, com carinho, segurando bem, viu como fica o pau do teu pai? Aquele monstro tomava forma, eu de boca aberta olhando [eu sempre vi pornô, adoro, e sempre bati punheta, mas não prestava atenção especial nos paus até aquele dia]. Sentir a mão forte do meu pai me masturbando, estava nervoso demais, mas estava curtindo, por respeito e medo não conseguia ter uma ereção pra colocar a camisinha [eu abri os olhos e não parava de olhar o pau tão grande que o meu progenitor tinha, as veias e todo aquele pelo pra todo lado, nisso ele terminou dizendo: NÃO FICA DURO DE VERDADE, ACHO QUE VOCÊ GOSTA DA MESMA COISA QUE SEU PAI, UMA BOA BOCA]. Nisso vejo ele aproximar o rosto e sinto o calor da boca dele no meu pênis, não podia acreditar. Eu estava tão excitado (como quando via aquele pornô no meu celular pra bater punheta), meu pênis pegou a dureza que meu pai queria, sentindo a mamada foda de quem me deu a vida, sentindo os lábios dele, a língua paterna e mestra, dava pra ver que ele tinha experiência e isso me deixava louco. Ele tirou meu pênis da boca e esfregou nos lábios e na boca dele, o toque daquela barba grossa, daquele cadeado que ele tem, me enlouquece, soltando gemidos um atrás do outro. Meu pai não era a primeira vez que chupava um pau] FOI A MASTURBAÇÃO DA MINHA VIDA, DANIEL PAI, nisso ele soltou: VIU? ERA O QUE A GENTE PRECISAVA! SABE DE UMA COISA, DANI? NÃO SABE COMO ME EXCITA VER TEU PAU AINDA VIRGEM E QUE NINGUÉM TE CHUPOU NEM VOCÊ METEU EM LUGAR NENHUM. Em seguida, com meu pau duro, ele começou a esfregar nos lábios dele, nas bochechas, eu sentindo aquela barba frondosa, me enlouquecia. Ele colocou de novo na boca com intensidade e luxúria, eu tremia, queria mais. A arte de chupar do meu pai era maravilhosa, me deixava louco, o jeito. Tão mestra em me masturbar com a mão e a boca dela, era alucinante, não aguentei mais, PAPAI, EU VOU GOZAR!! Exaltado eu disse e meu corpo tremeu. DANIEL PAI tirando a boca disse: quero ver, filho, quero ver a gozada do meu menino!! DANIEL FILHO um jato violento saiu de mim, chegando até o queixo barbudo do papai enquanto eu não parava de bater uma e encher a mão dele com meu gozo. Meu pau começou a murchar com os carinhos do meu progenitor. Ele se levantou e lá estava aquela rola tão dura e majestosa do meu pai. DANIEL PAI me ajuda a tirar o leite daqui também, enquanto, com um jeito safado, ele a masturbava com a mão, orgulhoso da pica que tem: firme, dura, grossa, cheia de veias e pelos. Vem, meu menino, disse se aproximando, você vai me pagar o favor! Aproximou a rola da minha boca. CHUPA, BEBÊ! Disse. Aquele cheiro que tinha... Timidamente, a rola dele preenchia toda a minha boca, entrava com força, meu lábio inferior sentia aquela veia que atravessava de lado a lado naquela boca. Nunca tinha chupado uma rola. Tentei lembrar dos filmes pornô, como aquelas putas chupavam aqueles paus, eu tentava dar prazer ao meu pai. Ele notou minha inexperiência e, com minha boca enfiada na rola dele, ele agarrou meu cabelo, me puxando, marcando o ritmo que meu pai queria. A grosseria não me agradava, mas me excitava me sentir submisso à vontade dele. Os engasgos começaram a aparecer, doce e bruto ao mesmo tempo. Eu o ouvia gemer, eu não parava e queria ver quanto leite saía daquela rola poderosa. Meu esforço era inútil, comecei a me sentir frustrado, não entendia. Já fazia um tempo e eu só via meu pai aproveitar, e eu queria vê-lo gozar também. Nisso, DANIEL PAI preciso gozar também! Exclamou. Ele me separou dele sutilmente, me levantou da cama dele, me abraçou por trás e encostou a rola nas minhas nádegas, dizendo no meu ouvido: FICA DE QUATRO NA CAMA DA SUA MÃE QUE NEM UMA VAGABUNDA! Vamos, meu bebê! DANIEL FILHO Pai, eu não sou viado! DANIEL PAI Dani, não é assim! VOCÊ É A MENINA DO PAPAI! Não se preocupa, vou ser carinhoso e muito cuidadoso, você vai Encantar bebê, coladinho em mim esfregando o pau dele na minha bunda, todo carinhoso e falando comigo como um pai que ama e deseja o próprio filho. Eu aceitei, subi na cama dos meus pais, mostrando minha bunda pra pessoa que me deu a vida. Na mesma hora, ele segurou minhas nádegas com as mãos, abriu elas e, depois de cuspir duas ou três vezes, senti aquela umidade toda no meu cu. Senti ele esfregar aqueles dedos duros e grandes na entrada do meu ânus, e aí ouvi ele sussurrando: "QUE BUNDA GOSTOSA VOCÊ TEM, DANI, MEU NENE LINDO, BONITO E COM UMA BUNDA TÃO GOSTOSA! Mmmmmmmmm DANIEL, FILHO!" Eu tremendo, lembrei de novo: "Pai, por favor, toma cuidado", quase chorando feito uma mocinha. A precisão das mãos dele na minha bunda anunciava o que vinha. Senti aquela pica enorme tentando entrar no meu cu virgem. Um grito marcou aquela mudança na minha vida enquanto eu implorava e chorava. Ele metia como um pai responsável e carinhoso, devagarzinho. Senti na entrada do meu ânus aquela cabeça querendo entrar enquanto ele me apertava contra ele. A ardência e a dor eram demais, comecei a gemer. Senti ela entrando e rasgando tudo por dentro, eu gritava de tanta dor. Meu pai era delicado, doía, e eu abria mais minhas pernas. Aquele pedaço de carne parecia rasgar meu buraquinho. Senti meu cu completamente preenchido por aquela pica enorme, minha bunda virando uma bagunça, e uma sensação que nunca tinha sentido antes. Minha pica dura e a pica enorme do meu pai não paravam de entrar em mim. Dava pra sentir a ardência e a dor, meu cu parecia destruído. A bombada era sem parar, fazendo um barulho anal. Uma loucura em mim, minha bunda já pertencia ao meu pai. "DANIEL, PAI... Dani... Dani... Danielita, sabe de uma coisa? Você tem a bunda mais gostosa e apertada que a da sua mãe. Mmmmmmmmm, que gostosa!! De agora em diante, seu pai é o dono dessa bunda!!" Ele me dava tapas com uma das mãos, eu sentia aquelas palmadas. A dor era tanta que eu sentia aquele tronco dentro de mim e me rendi. "DANIEL, FILHO", eu balbuciava com a boca cheia de saliva, comecei a gemer declarando meu amor pelo meu pai: "Pai, não para, mmmmmm. ahhhhhhh mmmmmm a bombada daquela pica me rasgava, mas era a pica do meu pai, naquele momento já entregue àquele prazer pela primeira vez, escuro de depravação, aquele movimento dentro de mim, bum, me fazia esquecer de tudo… DANIEL PAI ahhhhhhh mmmmm vou te encher, bebê, minha Danielita, você vai ser minha menina pra sempre. Uma ardência muito maior eu sentia dentro do meu cu, era a porra do pai me enchendo o rabo completamente. Ele tirou a pica dele, dura, de uma vez só, naquele momento continuava com a porra escorrendo pelas minhas nádegas recém-penetradas. Eu, com meus olhos cheios de lágrimas e meu cu arrombado, sentada na cama dele. Ele estava ali com aquela piroca meio dura me olhando, enquanto do meu cu saía aquele sêmen, produto que, 16 anos atrás, foi o produto que me deu a vida, e agora eu tinha ele dentro de mim… Desde aquele dia, meu pai me fode quando quer. Já fazem 5 anos, ainda moro com eles e não pretendo sair. Ele me faz chupar aquela piroca dele, coisa que eu adoro, quando ele chega do trabalho, aquele cheiro, e deixar ela limpinha de suor e restos. "Adoro o que você faz, Danielita", ele me diz. Agora, com 21 anos, tenho muito mais experiência, passando a mão nas bolas dele e no cu dele enquanto o masturbo…
DANIEL PAI: "Vem, filho, a gente precisa conversar. Me disseram que uma professora te viu com um amigo vendo pornô? Mas tava fazendo mais alguma coisa?" — ele perguntou de novo, bem enérgico. "Sabe que é proibido celular na escola? E mais: quando você tiver relações sexuais, tem que usar camisinha!! Você sabe como colocar?" — ele perguntou de novo. "Sabe como se coloca?!"
DANIEL FILHO: Eu, gaguejando, falei que não!!
DANIEL PAI: "Acho muito ruim... Vou te ensinar a colocar." Ele levou a mão no criado-mudo e puxou uma. "Abaixa a calça e bate uma pra mim" — ele ordenou, sério e desafiador. "Fica tranquilo, só nós dois em casa e sua mãe vai demorar. Além do mais, sou seu pai, não fica com essa vergonha toda."
DANIEL FILHO: Timidamente, abaixei a calça e a cueca. Meu pau lá, murchinho, encolhido e tímido, na vista do meu pai.
DANIEL PAI: "Que foi? Vai me dizer que também não sabe bater uma? Ou que nunca bateu uma?"
DANIEL FILHO: Comecei a me masturbar, mas entre o nervosismo, o movimento era rapidão e desajeitado.
DANIEL PAI: "Não acredito. Eu, na sua idade, já dava umas boas punhetas. Punheta!! Olha!! Ele baixou o shortinho e ficou completamente nu, o pau dele era um pau grosso mesmo mole, cheio de pelos, nessa hora ele começou a bater uma e eu via aquele monstro crescendo. Viu, ele me dizia, assim devagar, com carinho, segurando bem, viu como fica o pau do teu pai? Aquele monstro tomava forma, eu de boca aberta olhando [eu sempre vi pornô, adoro, e sempre bati punheta, mas não prestava atenção especial nos paus até aquele dia]. Sentir a mão forte do meu pai me masturbando, estava nervoso demais, mas estava curtindo, por respeito e medo não conseguia ter uma ereção pra colocar a camisinha [eu abri os olhos e não parava de olhar o pau tão grande que o meu progenitor tinha, as veias e todo aquele pelo pra todo lado, nisso ele terminou dizendo: NÃO FICA DURO DE VERDADE, ACHO QUE VOCÊ GOSTA DA MESMA COISA QUE SEU PAI, UMA BOA BOCA]. Nisso vejo ele aproximar o rosto e sinto o calor da boca dele no meu pênis, não podia acreditar. Eu estava tão excitado (como quando via aquele pornô no meu celular pra bater punheta), meu pênis pegou a dureza que meu pai queria, sentindo a mamada foda de quem me deu a vida, sentindo os lábios dele, a língua paterna e mestra, dava pra ver que ele tinha experiência e isso me deixava louco. Ele tirou meu pênis da boca e esfregou nos lábios e na boca dele, o toque daquela barba grossa, daquele cadeado que ele tem, me enlouquece, soltando gemidos um atrás do outro. Meu pai não era a primeira vez que chupava um pau] FOI A MASTURBAÇÃO DA MINHA VIDA, DANIEL PAI, nisso ele soltou: VIU? ERA O QUE A GENTE PRECISAVA! SABE DE UMA COISA, DANI? NÃO SABE COMO ME EXCITA VER TEU PAU AINDA VIRGEM E QUE NINGUÉM TE CHUPOU NEM VOCÊ METEU EM LUGAR NENHUM. Em seguida, com meu pau duro, ele começou a esfregar nos lábios dele, nas bochechas, eu sentindo aquela barba frondosa, me enlouquecia. Ele colocou de novo na boca com intensidade e luxúria, eu tremia, queria mais. A arte de chupar do meu pai era maravilhosa, me deixava louco, o jeito. Tão mestra em me masturbar com a mão e a boca dela, era alucinante, não aguentei mais, PAPAI, EU VOU GOZAR!! Exaltado eu disse e meu corpo tremeu. DANIEL PAI tirando a boca disse: quero ver, filho, quero ver a gozada do meu menino!! DANIEL FILHO um jato violento saiu de mim, chegando até o queixo barbudo do papai enquanto eu não parava de bater uma e encher a mão dele com meu gozo. Meu pau começou a murchar com os carinhos do meu progenitor. Ele se levantou e lá estava aquela rola tão dura e majestosa do meu pai. DANIEL PAI me ajuda a tirar o leite daqui também, enquanto, com um jeito safado, ele a masturbava com a mão, orgulhoso da pica que tem: firme, dura, grossa, cheia de veias e pelos. Vem, meu menino, disse se aproximando, você vai me pagar o favor! Aproximou a rola da minha boca. CHUPA, BEBÊ! Disse. Aquele cheiro que tinha... Timidamente, a rola dele preenchia toda a minha boca, entrava com força, meu lábio inferior sentia aquela veia que atravessava de lado a lado naquela boca. Nunca tinha chupado uma rola. Tentei lembrar dos filmes pornô, como aquelas putas chupavam aqueles paus, eu tentava dar prazer ao meu pai. Ele notou minha inexperiência e, com minha boca enfiada na rola dele, ele agarrou meu cabelo, me puxando, marcando o ritmo que meu pai queria. A grosseria não me agradava, mas me excitava me sentir submisso à vontade dele. Os engasgos começaram a aparecer, doce e bruto ao mesmo tempo. Eu o ouvia gemer, eu não parava e queria ver quanto leite saía daquela rola poderosa. Meu esforço era inútil, comecei a me sentir frustrado, não entendia. Já fazia um tempo e eu só via meu pai aproveitar, e eu queria vê-lo gozar também. Nisso, DANIEL PAI preciso gozar também! Exclamou. Ele me separou dele sutilmente, me levantou da cama dele, me abraçou por trás e encostou a rola nas minhas nádegas, dizendo no meu ouvido: FICA DE QUATRO NA CAMA DA SUA MÃE QUE NEM UMA VAGABUNDA! Vamos, meu bebê! DANIEL FILHO Pai, eu não sou viado! DANIEL PAI Dani, não é assim! VOCÊ É A MENINA DO PAPAI! Não se preocupa, vou ser carinhoso e muito cuidadoso, você vai Encantar bebê, coladinho em mim esfregando o pau dele na minha bunda, todo carinhoso e falando comigo como um pai que ama e deseja o próprio filho. Eu aceitei, subi na cama dos meus pais, mostrando minha bunda pra pessoa que me deu a vida. Na mesma hora, ele segurou minhas nádegas com as mãos, abriu elas e, depois de cuspir duas ou três vezes, senti aquela umidade toda no meu cu. Senti ele esfregar aqueles dedos duros e grandes na entrada do meu ânus, e aí ouvi ele sussurrando: "QUE BUNDA GOSTOSA VOCÊ TEM, DANI, MEU NENE LINDO, BONITO E COM UMA BUNDA TÃO GOSTOSA! Mmmmmmmmm DANIEL, FILHO!" Eu tremendo, lembrei de novo: "Pai, por favor, toma cuidado", quase chorando feito uma mocinha. A precisão das mãos dele na minha bunda anunciava o que vinha. Senti aquela pica enorme tentando entrar no meu cu virgem. Um grito marcou aquela mudança na minha vida enquanto eu implorava e chorava. Ele metia como um pai responsável e carinhoso, devagarzinho. Senti na entrada do meu ânus aquela cabeça querendo entrar enquanto ele me apertava contra ele. A ardência e a dor eram demais, comecei a gemer. Senti ela entrando e rasgando tudo por dentro, eu gritava de tanta dor. Meu pai era delicado, doía, e eu abria mais minhas pernas. Aquele pedaço de carne parecia rasgar meu buraquinho. Senti meu cu completamente preenchido por aquela pica enorme, minha bunda virando uma bagunça, e uma sensação que nunca tinha sentido antes. Minha pica dura e a pica enorme do meu pai não paravam de entrar em mim. Dava pra sentir a ardência e a dor, meu cu parecia destruído. A bombada era sem parar, fazendo um barulho anal. Uma loucura em mim, minha bunda já pertencia ao meu pai. "DANIEL, PAI... Dani... Dani... Danielita, sabe de uma coisa? Você tem a bunda mais gostosa e apertada que a da sua mãe. Mmmmmmmmm, que gostosa!! De agora em diante, seu pai é o dono dessa bunda!!" Ele me dava tapas com uma das mãos, eu sentia aquelas palmadas. A dor era tanta que eu sentia aquele tronco dentro de mim e me rendi. "DANIEL, FILHO", eu balbuciava com a boca cheia de saliva, comecei a gemer declarando meu amor pelo meu pai: "Pai, não para, mmmmmm. ahhhhhhh mmmmmm a bombada daquela pica me rasgava, mas era a pica do meu pai, naquele momento já entregue àquele prazer pela primeira vez, escuro de depravação, aquele movimento dentro de mim, bum, me fazia esquecer de tudo… DANIEL PAI ahhhhhhh mmmmm vou te encher, bebê, minha Danielita, você vai ser minha menina pra sempre. Uma ardência muito maior eu sentia dentro do meu cu, era a porra do pai me enchendo o rabo completamente. Ele tirou a pica dele, dura, de uma vez só, naquele momento continuava com a porra escorrendo pelas minhas nádegas recém-penetradas. Eu, com meus olhos cheios de lágrimas e meu cu arrombado, sentada na cama dele. Ele estava ali com aquela piroca meio dura me olhando, enquanto do meu cu saía aquele sêmen, produto que, 16 anos atrás, foi o produto que me deu a vida, e agora eu tinha ele dentro de mim… Desde aquele dia, meu pai me fode quando quer. Já fazem 5 anos, ainda moro com eles e não pretendo sair. Ele me faz chupar aquela piroca dele, coisa que eu adoro, quando ele chega do trabalho, aquele cheiro, e deixar ela limpinha de suor e restos. "Adoro o que você faz, Danielita", ele me diz. Agora, com 21 anos, tenho muito mais experiência, passando a mão nas bolas dele e no cu dele enquanto o masturbo…
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