Oi, gente linda, hoje vim contar da vez que conheci o homem que quebrou minha mente e perdeu meu ser sem volta, o homem que tanto desejei, a quem com orgulho chamo de meu macho.
Nessa longa jornada que vou trilhando como uma puta submissa, o desejo distante de estar com um cara igual aos dos vídeos pornô se repetiu, um macho de pau grande e cheio de veias, pensando se eu seria capaz de aguentar, porque, mesmo minha mente de puta desejando isso, sempre tive em mente que um pau tão monstruoso assim com certeza me faria acovardar.
Comecei sendo hétero curioso, depois bissexual passivo, até chegar a me definir como sissy submissa: uma puta tão puta e sedenta de pau que entrega sua vontade, aguentando o que for ordenado, seja dor, vergonha ou nojo.
Mas isso tudo foi só na teoria, porque quando uma situação me superou, sempre optei por parar. Certa vez, estando com uma amiga transexual e um cara dotado, quase entreguei a bunda, mas na hora de ver a dor no rosto da minha amiga, não tive coragem, não fui aquela sissy que digo ser.
No entanto, hoje, estando com meu amo e a amiga dele, lambendo os pés dela, meu amo se surpreendeu como eu conseguia enfiar 4 dedos sem reclamar.
— Ah, mas que puto você é, olha como aguenta sem chiar, temos que arrumar um cara que te faça gritar, quero ver!
Ao que concordei como uma boa submissa, enquanto escrevia pra minha amiga transexual perguntando se ela conhecia alguém assim.
Ela me passou o contato de um cara, um homem jovem bem dotado, mas que cobrava.
Ao contar pro meu amo, ele disse que, de qualquer forma, quem tinha que pagar era eu.
Claro, a situação de pagar não me favorecia, mas, mesmo pensando isso, minha boca, como se fosse independente, respondeu: se o amo deseja, eu pago pra esse homem me fazer gritar de dor como meu amo quer.
Que situação excitante, os machos pagam putas pra transar com elas, eu, em vez disso, pagava pra me arrebentarem a bunda.
Obviamente, a situação provocou a zoação. do meu dono e da amiga dele, não estavam diante de uma promíscua, estavam com uma puta arrombada, e queriam ver o espetáculo.Um par de fotos que mandei, de fio dental oferecendo minha raba como uma boa puta, querendo despertar o desejo naquele macho... amo minhas fotos mostrando a raba, que puta que eu sou haha
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Essa é com minha amiga trans num hotel, pra ele ver que, se ele curtiu comer minha amiga, eu podia ser tão puta quanto ela. Me ofereci como a vadia que ele tava procurando.
Fui buscar o cara e nos encontramos todos no quarto. Ele achava que eu queria pica como tantos outros, mas não conseguiu esconder a surpresa quando meu dono me colocou de joelhos e, cuspindo na minha cara, mandou eu dizer pra aquele desconhecido o que eu desejava.
Olhei então pra aquele homem desconhecido e, bem convicta, falei de joelhos:
— Quero ser sua putinha, feliz te pago pra me deixar chupar sua pica e te dar a bunda pra você me partir no meio.
Que sensação gostosa, que prazer enorme estar naquela situação, de joelhos na frente de um desconhecido, meu dono e a amiga dele, sentindo aquela mulher surpresa me olhando sem nenhum orgulho, implorando de joelhos pela pica de um estranho, implorando pra ser a putinha dele.
Abaixei a braguilha dele e encontrei um volume enorme, uma pica que mesmo dormindo assustava, e enquanto cheirava e lambia devagar, ouvi o cara afirmar que eu não ia aguentar, que nem minha amiga trans, uma puta completa, tinha sido capaz de aguentar um pedaço daqueles.
Meu dono então me perguntou se eu queria continuar, e eu respondi que se ele mandasse, eu tava disposta a tentar... tentar, na verdade eu desejava com toda minha alma ser posta à prova, sentir dor na bunda, sofrer e chorando pedir pra parar, aguentar mais que minha amiga puta, ser mais puta que ela.
Não vou me alongar sobre como e quanto eu curti chupando aquela pica, de joelhos olhando nos olhos dele, lambendo aquela cabeça lisa e vermelha, pra depois fechar meus lábios no tronco venoso com o objetivo de fazer ele curtir como nunca me dando a porra.
De onde vem tanto capricho? Por que inconscientemente as sissies como eu somos tão boas boqueteiras?
Porque a pica nos domina, porque a putaria que aquele homem nos faz sentir é tudo que a gente deseja. Não sei como eles fazem, mas esses caras que só de meter a pica na nossa boca já nos subjugam, merecem o controle sobre nós, por poder sentir a pica deles abrindo minha bunda, eu faço e obedeço o que ele quiser.
Me releio e dou risada, falei que não ia me alongar mas olha só. fiz, relembrando o momento.
A verdade é que, embora eu quisesse ser afogada de pica na boca, ele não fez. Então continuei na linda tarefa de chupar ele, sentindo como ia ficando dura e quente, e novamente sem fazer nada, aquele homem me transformava na puta dele, me sentia a mulher dele, fui uma puta que, rebolando a raba na frente do espelho e chupando a pica dele, pedia aos berros pra esquentar ele tanto que ele não aguentasse e me comesse bem comida. Olhei pra cima sem dizer nada com a boca cheia, mexendo a raba em oferenda.
Até que ele fez: me empurrou no chão levantando minha raba... siiiim, finalmente aquele macho super dotado ia me cravar bem cravada.
Com a raba levantada, saboreava o momento de sentir o contato da pica dele no meu cu, curtindo como ele enfiava devagar.
Mas isso não aconteceu; sentir ele lento e gostoso era meu desejo, não o dele. O dele era de um cara dotado e tarado, com a pica dura pela minha boca e que agora eu oferecia a raba, a raba que ele sabia que o desejava, mas não ia aguentar. Ele meteu forte de uma vez, a cabeça inteira num instante.
-Ai, doeu, vai devagar no começo- pedi
A resposta dele foi apertar minha cabeça contra o colchão, abrir minhas pernas e meter de novo com força.
Ai! gritei de novo da dor que senti
De novo ele não respondeu, só enfiou mais fundo
Esse terceiro gemido de "Ai" já não mostrava rejeição, meus gemidos eram os que nascem das putas que aceitam a dor e curtem.
Detalhe: a amiga do meu dono não acreditava como eu aguentava aquela pica enorme, dizendo que ela nem louca, ao que eu respondi sorrindo que eu era mais puta que ela.
Esse macho divino me ouviu falar tão tranquila, sorrindo sem sentir dor com as estocadas dele, e dizendo que aquilo não era nada, ele meteu mais fundo, mais forte e mais duro, dizendo que ia apagar meu sorriso.
-Agora você vai ver como eu faço essa puta pular
Pensando eu que já tinha enfiado tudo, levantei a raba desafiadora, porque eu era tão puta que aguentaria... mas Não foi assim.
Não aguentei a dor constante que sentia toda vez que aquele macho enterrava a pica sem piedade, ele não parava... entrava e saía, aquele pedaço enorme de carne dura e quente não parava de arrebentar minha bunda, sentia dor desde a entrada do meu cu até o fundo do meu rabo, socado sem dó por ele.
— Sério, não aguento — consegui dizer
— Você queria pica, né? Toma pica
E juro que tentei aguentar, mas não consegui, nunca tinha sentido uma pica tão grande, dura, quente e feroz.
Sempre me superei como puta, mesmo quando minha bunda doía pra caralho, aguentava até a dor passar, toda pica que enfiaram em mim, mesmo doendo no começo, me fez ser a puta deles quando aceitei aquela dor sem reclamar, gozando com o cu arrombado.
Mas essa pica era demais, por mais que eu aguentasse a dor, não deu mais e pedi pra sair de verdade.
Depois de pedir pra ele gozar na minha boca, eu o levei lá e gozei com a bunda arrebentada e a mente perdida, não tinha sido a puta que aquele cara merecia, não consegui entregar minha vontade por inteiro, tanta pica me fez parar.
Já em casa, com a bunda ardendo e minha mente perdida naquela pica, prometi a mim mesma vê-lo de novo, pagar o preço dele além do que ele quiser consumir, e conseguir aguentar e me entregar como a puta que um macho tão sublime merece.embora as fotos do pau dele não façam justiça, me arrependo muito de não ter pra postar, querendo que as sissys que curtem essas histórias sintam inveja de mim pela sorte que tive ao receber essa buceta linda.
Nessa longa jornada que vou trilhando como uma puta submissa, o desejo distante de estar com um cara igual aos dos vídeos pornô se repetiu, um macho de pau grande e cheio de veias, pensando se eu seria capaz de aguentar, porque, mesmo minha mente de puta desejando isso, sempre tive em mente que um pau tão monstruoso assim com certeza me faria acovardar.
Comecei sendo hétero curioso, depois bissexual passivo, até chegar a me definir como sissy submissa: uma puta tão puta e sedenta de pau que entrega sua vontade, aguentando o que for ordenado, seja dor, vergonha ou nojo.
Mas isso tudo foi só na teoria, porque quando uma situação me superou, sempre optei por parar. Certa vez, estando com uma amiga transexual e um cara dotado, quase entreguei a bunda, mas na hora de ver a dor no rosto da minha amiga, não tive coragem, não fui aquela sissy que digo ser.
No entanto, hoje, estando com meu amo e a amiga dele, lambendo os pés dela, meu amo se surpreendeu como eu conseguia enfiar 4 dedos sem reclamar.
— Ah, mas que puto você é, olha como aguenta sem chiar, temos que arrumar um cara que te faça gritar, quero ver!
Ao que concordei como uma boa submissa, enquanto escrevia pra minha amiga transexual perguntando se ela conhecia alguém assim.
Ela me passou o contato de um cara, um homem jovem bem dotado, mas que cobrava.
Ao contar pro meu amo, ele disse que, de qualquer forma, quem tinha que pagar era eu.
Claro, a situação de pagar não me favorecia, mas, mesmo pensando isso, minha boca, como se fosse independente, respondeu: se o amo deseja, eu pago pra esse homem me fazer gritar de dor como meu amo quer.
Que situação excitante, os machos pagam putas pra transar com elas, eu, em vez disso, pagava pra me arrebentarem a bunda.
Obviamente, a situação provocou a zoação. do meu dono e da amiga dele, não estavam diante de uma promíscua, estavam com uma puta arrombada, e queriam ver o espetáculo.Um par de fotos que mandei, de fio dental oferecendo minha raba como uma boa puta, querendo despertar o desejo naquele macho... amo minhas fotos mostrando a raba, que puta que eu sou haha
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Essa é com minha amiga trans num hotel, pra ele ver que, se ele curtiu comer minha amiga, eu podia ser tão puta quanto ela. Me ofereci como a vadia que ele tava procurando.
Fui buscar o cara e nos encontramos todos no quarto. Ele achava que eu queria pica como tantos outros, mas não conseguiu esconder a surpresa quando meu dono me colocou de joelhos e, cuspindo na minha cara, mandou eu dizer pra aquele desconhecido o que eu desejava.Olhei então pra aquele homem desconhecido e, bem convicta, falei de joelhos:
— Quero ser sua putinha, feliz te pago pra me deixar chupar sua pica e te dar a bunda pra você me partir no meio.
Que sensação gostosa, que prazer enorme estar naquela situação, de joelhos na frente de um desconhecido, meu dono e a amiga dele, sentindo aquela mulher surpresa me olhando sem nenhum orgulho, implorando de joelhos pela pica de um estranho, implorando pra ser a putinha dele.
Abaixei a braguilha dele e encontrei um volume enorme, uma pica que mesmo dormindo assustava, e enquanto cheirava e lambia devagar, ouvi o cara afirmar que eu não ia aguentar, que nem minha amiga trans, uma puta completa, tinha sido capaz de aguentar um pedaço daqueles.
Meu dono então me perguntou se eu queria continuar, e eu respondi que se ele mandasse, eu tava disposta a tentar... tentar, na verdade eu desejava com toda minha alma ser posta à prova, sentir dor na bunda, sofrer e chorando pedir pra parar, aguentar mais que minha amiga puta, ser mais puta que ela.
Não vou me alongar sobre como e quanto eu curti chupando aquela pica, de joelhos olhando nos olhos dele, lambendo aquela cabeça lisa e vermelha, pra depois fechar meus lábios no tronco venoso com o objetivo de fazer ele curtir como nunca me dando a porra.
De onde vem tanto capricho? Por que inconscientemente as sissies como eu somos tão boas boqueteiras?
Porque a pica nos domina, porque a putaria que aquele homem nos faz sentir é tudo que a gente deseja. Não sei como eles fazem, mas esses caras que só de meter a pica na nossa boca já nos subjugam, merecem o controle sobre nós, por poder sentir a pica deles abrindo minha bunda, eu faço e obedeço o que ele quiser.
Me releio e dou risada, falei que não ia me alongar mas olha só. fiz, relembrando o momento.
A verdade é que, embora eu quisesse ser afogada de pica na boca, ele não fez. Então continuei na linda tarefa de chupar ele, sentindo como ia ficando dura e quente, e novamente sem fazer nada, aquele homem me transformava na puta dele, me sentia a mulher dele, fui uma puta que, rebolando a raba na frente do espelho e chupando a pica dele, pedia aos berros pra esquentar ele tanto que ele não aguentasse e me comesse bem comida. Olhei pra cima sem dizer nada com a boca cheia, mexendo a raba em oferenda.
Até que ele fez: me empurrou no chão levantando minha raba... siiiim, finalmente aquele macho super dotado ia me cravar bem cravada.
Com a raba levantada, saboreava o momento de sentir o contato da pica dele no meu cu, curtindo como ele enfiava devagar.
Mas isso não aconteceu; sentir ele lento e gostoso era meu desejo, não o dele. O dele era de um cara dotado e tarado, com a pica dura pela minha boca e que agora eu oferecia a raba, a raba que ele sabia que o desejava, mas não ia aguentar. Ele meteu forte de uma vez, a cabeça inteira num instante.
-Ai, doeu, vai devagar no começo- pedi
A resposta dele foi apertar minha cabeça contra o colchão, abrir minhas pernas e meter de novo com força.
Ai! gritei de novo da dor que senti
De novo ele não respondeu, só enfiou mais fundo
Esse terceiro gemido de "Ai" já não mostrava rejeição, meus gemidos eram os que nascem das putas que aceitam a dor e curtem.
Detalhe: a amiga do meu dono não acreditava como eu aguentava aquela pica enorme, dizendo que ela nem louca, ao que eu respondi sorrindo que eu era mais puta que ela.
Esse macho divino me ouviu falar tão tranquila, sorrindo sem sentir dor com as estocadas dele, e dizendo que aquilo não era nada, ele meteu mais fundo, mais forte e mais duro, dizendo que ia apagar meu sorriso.
-Agora você vai ver como eu faço essa puta pular
Pensando eu que já tinha enfiado tudo, levantei a raba desafiadora, porque eu era tão puta que aguentaria... mas Não foi assim.
Não aguentei a dor constante que sentia toda vez que aquele macho enterrava a pica sem piedade, ele não parava... entrava e saía, aquele pedaço enorme de carne dura e quente não parava de arrebentar minha bunda, sentia dor desde a entrada do meu cu até o fundo do meu rabo, socado sem dó por ele.
— Sério, não aguento — consegui dizer
— Você queria pica, né? Toma pica
E juro que tentei aguentar, mas não consegui, nunca tinha sentido uma pica tão grande, dura, quente e feroz.
Sempre me superei como puta, mesmo quando minha bunda doía pra caralho, aguentava até a dor passar, toda pica que enfiaram em mim, mesmo doendo no começo, me fez ser a puta deles quando aceitei aquela dor sem reclamar, gozando com o cu arrombado.
Mas essa pica era demais, por mais que eu aguentasse a dor, não deu mais e pedi pra sair de verdade.
Depois de pedir pra ele gozar na minha boca, eu o levei lá e gozei com a bunda arrebentada e a mente perdida, não tinha sido a puta que aquele cara merecia, não consegui entregar minha vontade por inteiro, tanta pica me fez parar.
Já em casa, com a bunda ardendo e minha mente perdida naquela pica, prometi a mim mesma vê-lo de novo, pagar o preço dele além do que ele quiser consumir, e conseguir aguentar e me entregar como a puta que um macho tão sublime merece.embora as fotos do pau dele não façam justiça, me arrependo muito de não ter pra postar, querendo que as sissys que curtem essas histórias sintam inveja de mim pela sorte que tive ao receber essa buceta linda.
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