Há pouco tempo, na verdade alguns meses, meu vizinho da metade da quadra ficou viúvo e a partir daí parou de fazer muitas coisas. A gente conversava bastante e ele tinha me convidado pra igreja onde era pastor, mas eu nunca quis ir. Dizem que ele renunciou ao cargo, mas não sei.
Um dia ele me mandou mensagem no celular, mas eu não sabia quem era, não tinha foto de perfil nem estava salvo nos meus contatos. Na mensagem, ele disse que queria contratar meus serviços, mas que "não queria beijar porque não era gay". Falei que não tinha problema, passei o preço e perguntei onde queria que a gente se encontrasse, e ele me mandou uma localização.
No dia do encontro, ele fez a transferência e já ficou tudo certo. Fui até o lugar e, quando vi meu vizinho me esperando, morri de vergonha. Me deu aquela sensação estranha de respeito que a gente sente quando tem alguém religioso na frente, mas ele já tinha pago e eu tinha que satisfazer ele.
Fomos pra casa dele e entramos de carro pra ninguém nos ver. Quando chegamos no quarto, que tinha cruzes, velas e a foto da esposa recém-falecida, ele disse: "Bom, e agora, o que você vai fazer?" Era minha hora de botar a mão na massa.
Tentei dar um beijo nele, mas ele virou o rosto com tanta violência que quase me acertou. Aí rapidamente me ajoelhei na frente dele, abaixei as calças dele e comecei a chupar o pau dele. Não vou mentir pra vocês, ele ficava chamando a esposa o tempo todo enquanto gemia enquanto eu chupava. Fiquei tentado a rir, mas a rola estava super gostosa, então foquei nisso até que ele me puxou pelo cabelo de repente e me colocou de quatro na cama. Ele entrou devagar em mim, mas depois começou a meter rápido e forte, do jeito que eu gosto. Ele tomava cuidado pra não ter nenhuma atitude gay em momento nenhum.
A gente transou um pouco mais de uma hora, só nas posições mais tradicionais. Ele gozou dentro do meu cu e depois, num tom mal-humorado, disse que ia me levar até a estrada de carro. não nos viam juntos e que ela ia me ligar de novo durante a semana.
Experiência estranha, mas curti pra caralho!
Será que é só porque sou uma puta de alma?
Um dia ele me mandou mensagem no celular, mas eu não sabia quem era, não tinha foto de perfil nem estava salvo nos meus contatos. Na mensagem, ele disse que queria contratar meus serviços, mas que "não queria beijar porque não era gay". Falei que não tinha problema, passei o preço e perguntei onde queria que a gente se encontrasse, e ele me mandou uma localização.
No dia do encontro, ele fez a transferência e já ficou tudo certo. Fui até o lugar e, quando vi meu vizinho me esperando, morri de vergonha. Me deu aquela sensação estranha de respeito que a gente sente quando tem alguém religioso na frente, mas ele já tinha pago e eu tinha que satisfazer ele.
Fomos pra casa dele e entramos de carro pra ninguém nos ver. Quando chegamos no quarto, que tinha cruzes, velas e a foto da esposa recém-falecida, ele disse: "Bom, e agora, o que você vai fazer?" Era minha hora de botar a mão na massa.
Tentei dar um beijo nele, mas ele virou o rosto com tanta violência que quase me acertou. Aí rapidamente me ajoelhei na frente dele, abaixei as calças dele e comecei a chupar o pau dele. Não vou mentir pra vocês, ele ficava chamando a esposa o tempo todo enquanto gemia enquanto eu chupava. Fiquei tentado a rir, mas a rola estava super gostosa, então foquei nisso até que ele me puxou pelo cabelo de repente e me colocou de quatro na cama. Ele entrou devagar em mim, mas depois começou a meter rápido e forte, do jeito que eu gosto. Ele tomava cuidado pra não ter nenhuma atitude gay em momento nenhum.
A gente transou um pouco mais de uma hora, só nas posições mais tradicionais. Ele gozou dentro do meu cu e depois, num tom mal-humorado, disse que ia me levar até a estrada de carro. não nos viam juntos e que ela ia me ligar de novo durante a semana.
Experiência estranha, mas curti pra caralho!
Será que é só porque sou uma puta de alma?
1 comentários - Mini relato: Mi vecino me vino a pedir precio.