Naquela noite, meu tio tinha ficado na minha casa e a gente dormiu junto, como sempre quando ele ficava na minha casa, pra falar a verdade. Quando acordamos, ele fez café da manhã pra mim e trouxe na cama antes de a gente tomar banho junto e se preparar pra fazer nossas atividades do dia a dia. Antes de eu sair, ele disse que à noite ia jogar pôquer na casa de um amigo policial e que, se eu quisesse acompanhar, não tinha problema. Perguntei se eu tinha que me vestir gostosa, e ele disse que não precisava, mas que sempre que saía comigo, gostava de me exibir. Ele sorriu pra mim e, depois dessas palavras, cada um foi cuidar das suas coisas o dia inteiro. À noite, ele me mandou uma mensagem, disse que tava a caminho, e eu respondi que beleza, que tava pronto. Não me vesti super gostosa, só coloquei uma calça jeans justa, minha tanga branca que já era a mais confortável no geral, e uma camiseta com flores, além de perfume. Resumindo, aquelas coisinhas de sempre, embora também tivesse decidido delinear um pouco os olhos e passar um brilho nos lábios, mas nada além disso. Mesmo assim, quando meu tio me viu, definitivamente gostou, porque sorriu impressionado. Essas atitudes dele me faziam sentir super feminina, porque eu adorava agradar ele e qualquer homem que me interessasse, pra ser sincera.
Chegamos na casa do amigo do meu tio, uma casa grande e bonita, gostei muito e achei grande demais pra um homem que morava sozinho, mas fazer o que... gosto é gosto, né? Batemos na porta e, quando ele abriu, eu o conheci. Era um homem muito alto e gordo, de aparência descuidada e com um cheiro forte de cigarro, acho. Olhar rude e bem resistente no geral. Quando ele me olhou, fez uma microexpressão de nojo, mas meu tio se adiantou e disse quem era. Ele me cumprimentou de leve e entramos, enquanto ele me olhava de canto de olho o tempo todo, literalmente. Ofereceu algo pra beber, eu pedi água, e eles começaram com as cervejas deles, e também tinha uísque. A gente começou a conversar um pouco, eu tava sentado do lado do meu tio, que tava bem demonstrativo. comigo e o amigo dele do outro lado, longe de mim. embora a conversa não estivesse muito fluida comigo, em um momento ele me perguntou como estava minha vida e, entre outras coisas, se eu estava em um relacionamento. respondi que não tinha namorado e que estava solteiro. acho que naquele momento ele confirmou minha orientação sexual e foi quando ficou um pouco mais tenso comigo. aceitei esse encontro porque queria passar um tempo com meu tio fazendo algo diferente, mas também porque ia me encontrar com amigas à noite e queria que ele me levasse. estávamos relativamente perto e era mais conveniente pra mim. aos poucos, a conversa foi ficando mais descontraída e, embora os olhares preconceituosos sobre mim continuassem, todos estávamos um pouco mais relaxados. tanto que, em um momento em que fizeram uma piada, meu tio teve o impulso de me beijar e eu deixei. fiquei muito vermelha e o amigo dele riu de um jeito bem desdenhoso e disse algo como "tem muitas doenças novas ultimamente", dando a entender mais do que ele pensava. meu tio não deu a menor importância.
estavam demorando pra decidir o que fazer pro jantar, então de repente me ofereci pra cozinhar pra eles enquanto começavam a jogar cartas. meu tio me disse pra ficar com ele enquanto jogava, e eu falei que não tinha problema, que ia dar uma passada lá de vez em quando enquanto cozinhava. então ele acabou aceitando, enquanto o amigo perguntava pela esposa. começaram a jogar e eu comecei a cozinhar. queria me exibir pro meu tio, então me esforcei enquanto também começava a ouvir os gritos e as risadas, já que os dois tinham decidido apostar pesado naquela noite e levar o jogo a sério. não vou negar, queria um pouco provocar, então além de ir vê-los, sentar no colo do meu tio, fazer massagens e beijá-lo, também ia fazer ele provar meu molho e essas bobagens.
é uma neném, é uma mulherzinha.
essas coisas eu ouvia o amigo do meu tio falar toda vez que eu saía de perto deles, mas não tava nem aí. Certamente, era inevitável eu me tornar dócil e submissa com meu tio.
O policial entrou na cozinha pra pegar mais cervejas, elogiou o cheiro do que eu estava preparando e me perguntou se eu não queria nada. Eu disse que não, e ele se aproximou um pouco mais de mim com a desculpa de pegar o abridor, mas me roçou de propósito. Disse que eu tinha um perfume gostoso e também falou que eu estava muito bonita cozinhando feito uma mulherzinha. Eu tentava segurar minha raiva.
Fui até onde eles estavam e falei que em meia hora a comida estaria pronta. Eles estavam no meio de uma partida que tinha se esticado quando meu tio se levantou da mesa, me puxou de lado e disse que a esposa dele estava perguntando por ele e que precisava ir, mas que voltava num instante. Pediu pra eu ficar com o amigo dele pra não mexer nas cartas ou algo assim, e porque não ia demorar nada. Eu disse que sim, sem problema.
Quando ele saiu com o carro, o amigo do meu tio veio rapidamente pra onde eu estava e tentou me encurralar. Era um homem grande, contra quem eu não tinha chance nenhuma, pra ser sincera.
— Então você é promíscua, hein?
Eu disse que sim. Às vezes achava que ele não fazia de propósito, que era só bruto, mas em outras ocasiões percebia que ele tinha consciência do jeito que me tratava. Agora ele estava quase encostado no meu pescoço, me cheirando.
— Nunca fiquei com uma como você. Sou macho demais pra isso.
Ele disse que ia me mostrar uma coisa e saiu pra algum lugar da casa que eu nunca tinha visitado. Eu estava nervoso, mas não assustado. Sabia que não ia me acontecer nada, mas estava intrigado com toda a situação e com vontade de me vingar de algum jeito por tudo que ele estava me dizendo. Quando ele voltou pra onde eu estava, vi ele completamente pelado e com uma arma na mão. Suponho que era a arma do trabalho. Na hora, eu me assustei, porque ele estava meio bêbado, mas a arma não estava carregada. Percebi porque ele disse que não tinha... prazer maior do que sair pra atirar no quintal pelado e quando puxei o gatilho não saiu nada, mas fazer o quê, a situação já era estranha. Tomei mais um gole de uísque antes de voltar pra onde eu estava e se aproximou de mim, me apoiando antes de perguntar como era estar com um homem. Falei que não podia responder porque eu me sentia uma mulher quando estava com um homem e que eu acreditava que um homem por ficar uma vez com outro não era gay. Ele respondeu que não estava doente, mas me virou até me colocar de frente pra ele e me deu um beijo. Ficamos um tempo em silêncio depois disso e ele disse que era verdade, era como beijar uma mulher.
Coloquei minhas mãos no peito dele e sorri antes de me ajoelhar na frente dele e lamber a glande. Perguntei se ele gostava e ele não respondeu, então continuei passando a língua por todo o tronco e coloquei os testículos dele na minha boca. Depois voltei pra ponta do pau dele e enfiei com força na minha boca. Claramente ele não sabia o que fazer naquele momento, então tentei levar a situação, já que ele tava no meu poder. Sabia que não podia tocar na bunda dele ou tentar beijar porque isso ia deixar ele agressivo comigo, então simplesmente me levantei, olhei pra ele e falei que meu tio ia voltar logo e que era pra ele aproveitar. Na hora o animal dele despertou e ele colocou as mãos na minha calça pra tirar, mas só conseguiu abaixar. Quando viu minha calcinha fio dental, não segurou, já me colocou em cima da ilha da cozinha pra me comer no pelo ali mesmo. A cada instante ele gemia dizendo que era verdade, que meu corpo era de uma mulherzinha, e eu gemia o mais agudo que podia pra incentivar ele.
Transamos umas uma hora até meu tio voltar. Ele decidiu gozar na minha boca e pediu pra eu engolir rápido antes de começarmos a nos arrumar pra meu tio não perceber.
A noite seguiu, comemos, meu tio ganhou tudo do policial, que tava mais cansado e calmo, como meu tio mesmo disse. O tratamento... Do policial comigo também tinha mudado claramente e, quando fomos embora, ele até me cumprimentou pelo meu nome.
Quando chegamos na casa das minhas amigas, meu tio me deu um beijo e me deu metade do que tinha ganhado pra eu fazer o que quisesse. Quando desci do carro e já ia entrar na casa da minha amiga, ele me perguntou se eu tinha dado pra ele, e eu respondi que sim. Aí ele continuou dizendo que o policial queria que a gente fosse de novo outro dia. Meu tio sorriu pra mim e foi embora. Foi tipo uma piada entre nós dois, que significava muito mais.
Chegamos na casa do amigo do meu tio, uma casa grande e bonita, gostei muito e achei grande demais pra um homem que morava sozinho, mas fazer o que... gosto é gosto, né? Batemos na porta e, quando ele abriu, eu o conheci. Era um homem muito alto e gordo, de aparência descuidada e com um cheiro forte de cigarro, acho. Olhar rude e bem resistente no geral. Quando ele me olhou, fez uma microexpressão de nojo, mas meu tio se adiantou e disse quem era. Ele me cumprimentou de leve e entramos, enquanto ele me olhava de canto de olho o tempo todo, literalmente. Ofereceu algo pra beber, eu pedi água, e eles começaram com as cervejas deles, e também tinha uísque. A gente começou a conversar um pouco, eu tava sentado do lado do meu tio, que tava bem demonstrativo. comigo e o amigo dele do outro lado, longe de mim. embora a conversa não estivesse muito fluida comigo, em um momento ele me perguntou como estava minha vida e, entre outras coisas, se eu estava em um relacionamento. respondi que não tinha namorado e que estava solteiro. acho que naquele momento ele confirmou minha orientação sexual e foi quando ficou um pouco mais tenso comigo. aceitei esse encontro porque queria passar um tempo com meu tio fazendo algo diferente, mas também porque ia me encontrar com amigas à noite e queria que ele me levasse. estávamos relativamente perto e era mais conveniente pra mim. aos poucos, a conversa foi ficando mais descontraída e, embora os olhares preconceituosos sobre mim continuassem, todos estávamos um pouco mais relaxados. tanto que, em um momento em que fizeram uma piada, meu tio teve o impulso de me beijar e eu deixei. fiquei muito vermelha e o amigo dele riu de um jeito bem desdenhoso e disse algo como "tem muitas doenças novas ultimamente", dando a entender mais do que ele pensava. meu tio não deu a menor importância.
estavam demorando pra decidir o que fazer pro jantar, então de repente me ofereci pra cozinhar pra eles enquanto começavam a jogar cartas. meu tio me disse pra ficar com ele enquanto jogava, e eu falei que não tinha problema, que ia dar uma passada lá de vez em quando enquanto cozinhava. então ele acabou aceitando, enquanto o amigo perguntava pela esposa. começaram a jogar e eu comecei a cozinhar. queria me exibir pro meu tio, então me esforcei enquanto também começava a ouvir os gritos e as risadas, já que os dois tinham decidido apostar pesado naquela noite e levar o jogo a sério. não vou negar, queria um pouco provocar, então além de ir vê-los, sentar no colo do meu tio, fazer massagens e beijá-lo, também ia fazer ele provar meu molho e essas bobagens.
é uma neném, é uma mulherzinha.
essas coisas eu ouvia o amigo do meu tio falar toda vez que eu saía de perto deles, mas não tava nem aí. Certamente, era inevitável eu me tornar dócil e submissa com meu tio.
O policial entrou na cozinha pra pegar mais cervejas, elogiou o cheiro do que eu estava preparando e me perguntou se eu não queria nada. Eu disse que não, e ele se aproximou um pouco mais de mim com a desculpa de pegar o abridor, mas me roçou de propósito. Disse que eu tinha um perfume gostoso e também falou que eu estava muito bonita cozinhando feito uma mulherzinha. Eu tentava segurar minha raiva.
Fui até onde eles estavam e falei que em meia hora a comida estaria pronta. Eles estavam no meio de uma partida que tinha se esticado quando meu tio se levantou da mesa, me puxou de lado e disse que a esposa dele estava perguntando por ele e que precisava ir, mas que voltava num instante. Pediu pra eu ficar com o amigo dele pra não mexer nas cartas ou algo assim, e porque não ia demorar nada. Eu disse que sim, sem problema.
Quando ele saiu com o carro, o amigo do meu tio veio rapidamente pra onde eu estava e tentou me encurralar. Era um homem grande, contra quem eu não tinha chance nenhuma, pra ser sincera.
— Então você é promíscua, hein?
Eu disse que sim. Às vezes achava que ele não fazia de propósito, que era só bruto, mas em outras ocasiões percebia que ele tinha consciência do jeito que me tratava. Agora ele estava quase encostado no meu pescoço, me cheirando.
— Nunca fiquei com uma como você. Sou macho demais pra isso.
Ele disse que ia me mostrar uma coisa e saiu pra algum lugar da casa que eu nunca tinha visitado. Eu estava nervoso, mas não assustado. Sabia que não ia me acontecer nada, mas estava intrigado com toda a situação e com vontade de me vingar de algum jeito por tudo que ele estava me dizendo. Quando ele voltou pra onde eu estava, vi ele completamente pelado e com uma arma na mão. Suponho que era a arma do trabalho. Na hora, eu me assustei, porque ele estava meio bêbado, mas a arma não estava carregada. Percebi porque ele disse que não tinha... prazer maior do que sair pra atirar no quintal pelado e quando puxei o gatilho não saiu nada, mas fazer o quê, a situação já era estranha. Tomei mais um gole de uísque antes de voltar pra onde eu estava e se aproximou de mim, me apoiando antes de perguntar como era estar com um homem. Falei que não podia responder porque eu me sentia uma mulher quando estava com um homem e que eu acreditava que um homem por ficar uma vez com outro não era gay. Ele respondeu que não estava doente, mas me virou até me colocar de frente pra ele e me deu um beijo. Ficamos um tempo em silêncio depois disso e ele disse que era verdade, era como beijar uma mulher.
Coloquei minhas mãos no peito dele e sorri antes de me ajoelhar na frente dele e lamber a glande. Perguntei se ele gostava e ele não respondeu, então continuei passando a língua por todo o tronco e coloquei os testículos dele na minha boca. Depois voltei pra ponta do pau dele e enfiei com força na minha boca. Claramente ele não sabia o que fazer naquele momento, então tentei levar a situação, já que ele tava no meu poder. Sabia que não podia tocar na bunda dele ou tentar beijar porque isso ia deixar ele agressivo comigo, então simplesmente me levantei, olhei pra ele e falei que meu tio ia voltar logo e que era pra ele aproveitar. Na hora o animal dele despertou e ele colocou as mãos na minha calça pra tirar, mas só conseguiu abaixar. Quando viu minha calcinha fio dental, não segurou, já me colocou em cima da ilha da cozinha pra me comer no pelo ali mesmo. A cada instante ele gemia dizendo que era verdade, que meu corpo era de uma mulherzinha, e eu gemia o mais agudo que podia pra incentivar ele.
Transamos umas uma hora até meu tio voltar. Ele decidiu gozar na minha boca e pediu pra eu engolir rápido antes de começarmos a nos arrumar pra meu tio não perceber.
A noite seguiu, comemos, meu tio ganhou tudo do policial, que tava mais cansado e calmo, como meu tio mesmo disse. O tratamento... Do policial comigo também tinha mudado claramente e, quando fomos embora, ele até me cumprimentou pelo meu nome.
Quando chegamos na casa das minhas amigas, meu tio me deu um beijo e me deu metade do que tinha ganhado pra eu fazer o que quisesse. Quando desci do carro e já ia entrar na casa da minha amiga, ele me perguntou se eu tinha dado pra ele, e eu respondi que sim. Aí ele continuou dizendo que o policial queria que a gente fosse de novo outro dia. Meu tio sorriu pra mim e foi embora. Foi tipo uma piada entre nós dois, que significava muito mais.

1 comentários - Policial que odiava homem