Desde os 11 anos, sempre gostei de me masturbar. Meus pais não estavam sempre em casa, então eu conseguia ter privacidade. Aos poucos, fui descobrindo meu gosto por pornô gay, embora no começo só gostasse de ver e imaginar transando com um femboy passivo. Com o tempo, fui expandindo meus gostos, até considerar a versatilidade, e quando me dei conta, só pensava em ser o passivo. Isso não quer dizer que eu fosse gay, na verdade era e sou bi, mas quando estou com um cara, só consigo pensar em ser penetrado. Isso começou aos 15 anos. No começo, eram gostos normais, só transar com um cara, mas ele me penetrar, e aí comecei a enfiar os dedos. Depois, já fantasiava com caras mais velhos, com paus enormes me fodendo. Eu adorava me masturbar o cu, mas não tinha certeza se queria transar de verdade, mesmo com uma vontade doida. Um dia, estava sozinho e excitado, e pensei em vestir uma calcinha igual àqueles femboys dos vídeos, que eram comidos com mais força. Procurei nas roupas da minha mãe e achei uma calcinha preta normal, nada muito ousada. Coloquei, com medo de que ela percebesse se eu revirasse mais, e automaticamente meu pau ficou durasso. Era tão excitante ver minha bunda daquele jeito, igual a de uma gostosa. Me masturbei o cu e gozei em poucas carícias. Era tão divertido ser uma menina. Aos poucos, peguei o hábito de vestir calcinha, e achei uns fio-dentais que deixavam minha bunda de fora e apertavam meu pinto. Fui usando mais peças, como saias e blusas, e não conseguia evitar de me masturbar.
Eu tava desejando uma pica grande que me fizesse de putinha. Cheguei a fantasiar com vários homens, especialmente meu pai. Meu pai tinha 1,95, era grande e másculo, meio peludo e maduro. Nessa época eu já depilava toda a bunda, pra me ver mais afeminada. Um dia eu tava sozinho em casa, com uma saia preta, uma fio dental rosa, umas meias até o joelho e uma camiseta largona. Tava me masturbando, com dois dedos no meu cu e acariciando meu pau, vidrado num vídeo de 5 coroas dando uma lição num moleque submisso, proibindo ele de tocar no próprio pau enquanto arrombavam a bunda dele, falando que puta só goza com uma pica enfiada. Aquilo me deixava louco, então comecei a trabalhar meu cu mais rápido. De repente, meu pai entrou no quarto, e levei uns segundos pra perceber.
Ele me viu no ato, não tinha desculpa. Parei o vídeo, me cobri com a minissaia e simplesmente não falei nada. Ele não parecia bravo, nem feliz. Acho que por mais que você não tenha problema com gays, não deve ser divertido ver seu filho parecendo uma putinha. A gente se olhou por um tempo, sem dizer nada. Depois de um tempo, meu pai falou, e rolou uma conversa rápida.
— Quanto tempo você tá fazendo isso?
— Dois... a-anos. (Minha voz tava tremendo)
— Bom... você sabe que eu te aceito do jeito que você é.
— Valeu, pai.
— Sei que essa situação é estranha, mas posso te perguntar umas coisas?
— A-acho que sim.
— De onde você tirou as roupas?
— No começo usava as da mãe, essa eu comprei...
— Você já... sabe... transou com algum cara?
— N-não.
— Preciso tomar um banho pra voltar pro trabalho, a gente conversa depois.
Nem troquei de roupa, já tava pouco me fodendo. Me deitei na cama e não sabia como me sentir, uma parte de mim queria chorar, mas não era bem isso que eu tava sentindo. Tava tremendo de susto e minha garganta doía de tanto nó que formou, então fui pegar água.
No corredor, vi a porta do banheiro aberta — em casa a gente não fecha quando toma banho — e, por curiosidade, olhei pra dentro. Meu pai tava pelado. Nunca tinha visto ele, que eu me lembrasse, e, meu deus, ele tinha um pau enorme. A rola mole dele era um pouco maior que a minha dura.
Eu era um adolescente tarado de 15 anos e comecei a olhar pra ele. Fiquei me tocando no rabo, imaginando que era o pauzão dele. Gozei só de enfiar os dedos, era excitante demais. No meio da gozada, ele deve ter me visto, e quando percebi, ele tava vindo furioso na minha direção.
— Agora você passou dos limites, viadinho putinha! — ele falou enquanto me segurava firme pelo ombro.
— D-desculpa.
— Desculpa não adianta, você vai ver o que é bom. Ele me bateu, não muito forte, e continuou gritando. Eu tava de tanga, meio abaixada, e meu pau, já mole, tava meio de fora. Senti o pauzão dele roçando em mim, era tão gostoso. Me senti um lixo, mas não consegui evitar a ereção.
— Tá me ouvindo?! - Ela viu minha ereção e riu de leve, ainda com raiva - Não acredito que você seja tão piranha. Ela me jogou no chão com um empurrão e enfiou o pau dela na minha boca à força, que, mesmo ainda mole, não cabia inteiro.
- Era isso que você queria, né? Viado. Foi ficando dura, não dava conta dela. Depois de um tempo, com mais insultos, já tava muito excitado. Eu tava com o pau bem duro, embora não sei se dá pra chamar assim comparado com a monstruosidade dele. Ele me agarrou pelo pescoço e me levou pro quarto, onde me empurrou bruscamente na cama. - Sua puta foxy! Ele afastou a calcinha deixando minha bunda recém-depilada à mostra e me colocou de barriga pra baixo. Enfiou inteira de uma vez, sem lubrificante nem proteção. Era bom demais ser estuprada pelo meu pai, por aquele pauzão finalmente. No começo doía, mas depois de algumas estocadas eu não conseguia parar de gemer. - É isso que você gosta, vagabunda? - S-sim - Repete mais alto. - Siimm papai, quero que você continue~ahhh. - Boa garota. Agora me satisfaz, puta.
Nesse ponto, eu tinha gozado sem precisar tocar na minha buceta. Meu pai se deitou na cama e mandou eu começar. Chupei ele de novo, e ele pediu pra eu tirar a roupa, deixando à mostra minha bucetinha de menina e meus bicos duros.
— Isso aí você chama de buceta?
— D-desculpa.
Sentei naquela bucetona enorme que entrou inteira, e comecei a pular em cima dela, deixando meu pai ver meu cuzinho sendo arrebentado. Era tão gostoso, finalmente eu tinha uma buceta pra mim. Só conseguia gemer. Ainda não tocava na minha bucetinha, adorava ser igual àquelas putinhas dos vídeos. Meu pai pediu pra eu me virar, mostrando meu pau ereto, ele pegou com a mão enorme dele e acariciou um pouco. Não demorei pra gozar de novo.
— Você é igualzinha uma mulher de verdade, goza só de ser penetrada. A maioria dura mais que você, mas acho que não são tão putas. Vou te tratar como a vadia que você é.
— Sim, papai, faz de mim sua putinha.
Ele me colocou de quatro e começou a meter forte. Me deu palmadas enquanto dizia que eu era uma boa menina. Gozou dentro do meu cu.
— Gostou?
— Muito, papai, quero repetir.
— Agora é sua vez de limpar.
Ele me puxou pelo cabelo e me fez limpar a buceta dele com o esperma. Fiquei deitada lá, depois de mais duas gozadas, e acariciei meu buraquinho dilatado pra sentir o leite do meu pai. Foi aí que dormi, e acordei pouco depois, quando meu pai já tinha ido embora.
VOU FAZER PARTE 2, ONDE VOU COLOCAR FEMDOM, MAS O PAI VAI CONTINUAR.
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO, DEIXEM PONTOS E ME MOSTREM SUAS ERECÇÕES 😍😍😍.
Eu tava desejando uma pica grande que me fizesse de putinha. Cheguei a fantasiar com vários homens, especialmente meu pai. Meu pai tinha 1,95, era grande e másculo, meio peludo e maduro. Nessa época eu já depilava toda a bunda, pra me ver mais afeminada. Um dia eu tava sozinho em casa, com uma saia preta, uma fio dental rosa, umas meias até o joelho e uma camiseta largona. Tava me masturbando, com dois dedos no meu cu e acariciando meu pau, vidrado num vídeo de 5 coroas dando uma lição num moleque submisso, proibindo ele de tocar no próprio pau enquanto arrombavam a bunda dele, falando que puta só goza com uma pica enfiada. Aquilo me deixava louco, então comecei a trabalhar meu cu mais rápido. De repente, meu pai entrou no quarto, e levei uns segundos pra perceber.
Ele me viu no ato, não tinha desculpa. Parei o vídeo, me cobri com a minissaia e simplesmente não falei nada. Ele não parecia bravo, nem feliz. Acho que por mais que você não tenha problema com gays, não deve ser divertido ver seu filho parecendo uma putinha. A gente se olhou por um tempo, sem dizer nada. Depois de um tempo, meu pai falou, e rolou uma conversa rápida. — Quanto tempo você tá fazendo isso?
— Dois... a-anos. (Minha voz tava tremendo)
— Bom... você sabe que eu te aceito do jeito que você é.
— Valeu, pai.
— Sei que essa situação é estranha, mas posso te perguntar umas coisas?
— A-acho que sim.
— De onde você tirou as roupas?
— No começo usava as da mãe, essa eu comprei...
— Você já... sabe... transou com algum cara?
— N-não.
— Preciso tomar um banho pra voltar pro trabalho, a gente conversa depois.
Nem troquei de roupa, já tava pouco me fodendo. Me deitei na cama e não sabia como me sentir, uma parte de mim queria chorar, mas não era bem isso que eu tava sentindo. Tava tremendo de susto e minha garganta doía de tanto nó que formou, então fui pegar água.
No corredor, vi a porta do banheiro aberta — em casa a gente não fecha quando toma banho — e, por curiosidade, olhei pra dentro. Meu pai tava pelado. Nunca tinha visto ele, que eu me lembrasse, e, meu deus, ele tinha um pau enorme. A rola mole dele era um pouco maior que a minha dura.
Eu era um adolescente tarado de 15 anos e comecei a olhar pra ele. Fiquei me tocando no rabo, imaginando que era o pauzão dele. Gozei só de enfiar os dedos, era excitante demais. No meio da gozada, ele deve ter me visto, e quando percebi, ele tava vindo furioso na minha direção.
— Agora você passou dos limites, viadinho putinha! — ele falou enquanto me segurava firme pelo ombro.
— D-desculpa.
— Desculpa não adianta, você vai ver o que é bom. Ele me bateu, não muito forte, e continuou gritando. Eu tava de tanga, meio abaixada, e meu pau, já mole, tava meio de fora. Senti o pauzão dele roçando em mim, era tão gostoso. Me senti um lixo, mas não consegui evitar a ereção.
— Tá me ouvindo?! - Ela viu minha ereção e riu de leve, ainda com raiva - Não acredito que você seja tão piranha. Ela me jogou no chão com um empurrão e enfiou o pau dela na minha boca à força, que, mesmo ainda mole, não cabia inteiro.
- Era isso que você queria, né? Viado. Foi ficando dura, não dava conta dela. Depois de um tempo, com mais insultos, já tava muito excitado. Eu tava com o pau bem duro, embora não sei se dá pra chamar assim comparado com a monstruosidade dele. Ele me agarrou pelo pescoço e me levou pro quarto, onde me empurrou bruscamente na cama. - Sua puta foxy! Ele afastou a calcinha deixando minha bunda recém-depilada à mostra e me colocou de barriga pra baixo. Enfiou inteira de uma vez, sem lubrificante nem proteção. Era bom demais ser estuprada pelo meu pai, por aquele pauzão finalmente. No começo doía, mas depois de algumas estocadas eu não conseguia parar de gemer. - É isso que você gosta, vagabunda? - S-sim - Repete mais alto. - Siimm papai, quero que você continue~ahhh. - Boa garota. Agora me satisfaz, puta.
Nesse ponto, eu tinha gozado sem precisar tocar na minha buceta. Meu pai se deitou na cama e mandou eu começar. Chupei ele de novo, e ele pediu pra eu tirar a roupa, deixando à mostra minha bucetinha de menina e meus bicos duros. — Isso aí você chama de buceta?
— D-desculpa.
Sentei naquela bucetona enorme que entrou inteira, e comecei a pular em cima dela, deixando meu pai ver meu cuzinho sendo arrebentado. Era tão gostoso, finalmente eu tinha uma buceta pra mim. Só conseguia gemer. Ainda não tocava na minha bucetinha, adorava ser igual àquelas putinhas dos vídeos. Meu pai pediu pra eu me virar, mostrando meu pau ereto, ele pegou com a mão enorme dele e acariciou um pouco. Não demorei pra gozar de novo.
— Você é igualzinha uma mulher de verdade, goza só de ser penetrada. A maioria dura mais que você, mas acho que não são tão putas. Vou te tratar como a vadia que você é.
— Sim, papai, faz de mim sua putinha.
Ele me colocou de quatro e começou a meter forte. Me deu palmadas enquanto dizia que eu era uma boa menina. Gozou dentro do meu cu.
— Gostou?
— Muito, papai, quero repetir.
— Agora é sua vez de limpar.
Ele me puxou pelo cabelo e me fez limpar a buceta dele com o esperma. Fiquei deitada lá, depois de mais duas gozadas, e acariciei meu buraquinho dilatado pra sentir o leite do meu pai. Foi aí que dormi, e acordei pouco depois, quando meu pai já tinha ido embora.
VOU FAZER PARTE 2, ONDE VOU COLOCAR FEMDOM, MAS O PAI VAI CONTINUAR.
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO, DEIXEM PONTOS E ME MOSTREM SUAS ERECÇÕES 😍😍😍.
9 comentários - Mi padre... (Relato gay)