Olá, bom dia! Hoje queria começar com relatos fictícios. Sempre publiquei relatos, mas de experiências que vivi, dos meus encontros. Espero que curtam esse novo.
Sempre fui um garoto trancado no meu armário, com meus segredos e meus sonhos de, algum dia, ser uma garota. Me deixavam sozinho em casa e eu aproveitava cada momento para vasculhar o guarda-roupa das mulheres da casa. Experimentava os vestidos, as calças jeans, as calcinhas fio-dental. Me vestia de um jeito tão inocente e, outras vezes, tentava parecer uma putinha. Mas um dia esse segredo ia ser descoberto.
Foi uma tarde em que tive que passar o dia na casa da minha tia. Estava de férias e decidi passar uns dias com ela. "Tenho que sair para resolver umas coisas e já volto", disse ela. Fiquei com a casa só pra mim e aproveitei. Comecei a experimentar as calcinhas dela: vermelhas, pretas, brancas e até uma cinta-liga que ela tinha, que combinava com um vestido e fazia tudo ficar muito bem. Mas teve um detalhe que não levei em conta: o marido dela já tinha chegado. Ele trabalhava até o meio-dia e, ao entrar, me viu.
Fiquei mudo, com vontade de chorar. Não conseguia dizer uma palavra. Meu tio, ao me ver, disse: "Sempre te achei muito afeminado e me desagradava, mas você fica bonito vestido assim". Pedi desculpas e disse que não faria mais, mas notei na calça dele que ele estava excitado. Ele levou a mão até lá e disse: "Não vou contar nada, mas você tem que fazer algo com isso aqui. Já estou com ele duríssimo."
Ele se aproximou de mim, pôs a mão no meu ombro e me fez ajoelhar. Tirou o pau dele, marrom bem escuro, com a cabeça bem rosada, e, sem mais delongas, eu levei para a boca. "Não seja tímido, sobrinho. Faz ele ir mais fundo", ele dizia enquanto acariciava meu cabelo. Depois, com as mãos, começou a empurrar minha cabeça para conseguir enfiar o pau até a garganta, até me fazer engasgar e babar tudo.
Ele me levantou depois disso e me colocou contra a mesa, passando as mãos por todo meu corpo por baixo do vestido. "Que bunda macia e gostosa você tem (levantando o vestido). Tem uma bunda melhor que a da sua tia, e as calcinhas ficam melhores em você." Começou a enfiar os dedos, afastando um pouco a calcinha. "Mmm, isso... Tá bem apertadinho, não me diga que ainda tá virgem, vamos pra cama que lá eu deixo mais confortável." Ele me levou e me jogou na cama, se jogou em cima de mim. "Não, tio, por favor, assim não," eu dizia enquanto ele esfregava o pau na minha bunda. Ele puxou minha calcinha e começou a tentar me penetrar. "Mmm, que apertadinho isso aqui." Eu comecei a sentir a cabeça do pau dele entrando devagar, doía tanto que eu mordia e segurava os lençóis com força. Meu tio continuou metendo, entrando aos poucos até meu cu virgem ceder, e ele foi entrando todo, já sentia meu tigo colado em mim. Agora sim, meu tio me comia sem problemas, aquele pau todo entrava e saía, já não doía nada. O prazer me dominou e eu me deixei levar, minhas mãos soltaram os lençóis e comecei a curtir. Tava tão quente que meu tio tirou a camisa e jogou longe. "Tô vendo que tá curtindo, putinha. Gosta, né, putinha? Você é a putinha do tio." "Siiim!" eu gritei. Não imaginava que minha primeira vez seria assim, mas comecei a gozar. "Vai ser a putinha do tio agora? Vai deixar o tio te foder, sobrinha?" "Siiim, mas mais, tio, me dá mais," eu disse. "Abre mais as pernas que lá vem a porra." Depois disso, ele parou com aquele pau todo dentro de mim, comecei a sentir ele inchando até explodir de porra. Era tanta que eu sentia tudo vazando pra fora da minha bunda. "Que putinha que você é, é mais putinha que sua tia, parece que vem de família, haha." Meu tio se vestiu enquanto eu limpava tudo pra ninguém suspeitar. Depois disso, agora o único segredo é que a gente se vê sem ninguém saber, realizando as fantasias que ele não pode fazer com minha tia e com vontade de descobrir que mais taras ele tem. Bom, espero que tenham gostado, é meu primeiro conto fictício. Se for bem, eu continuo, ou sigo relatando minhas experiências com malhas ou cinemas pornô. Um beijo e bom dia.
Sempre fui um garoto trancado no meu armário, com meus segredos e meus sonhos de, algum dia, ser uma garota. Me deixavam sozinho em casa e eu aproveitava cada momento para vasculhar o guarda-roupa das mulheres da casa. Experimentava os vestidos, as calças jeans, as calcinhas fio-dental. Me vestia de um jeito tão inocente e, outras vezes, tentava parecer uma putinha. Mas um dia esse segredo ia ser descoberto.
Foi uma tarde em que tive que passar o dia na casa da minha tia. Estava de férias e decidi passar uns dias com ela. "Tenho que sair para resolver umas coisas e já volto", disse ela. Fiquei com a casa só pra mim e aproveitei. Comecei a experimentar as calcinhas dela: vermelhas, pretas, brancas e até uma cinta-liga que ela tinha, que combinava com um vestido e fazia tudo ficar muito bem. Mas teve um detalhe que não levei em conta: o marido dela já tinha chegado. Ele trabalhava até o meio-dia e, ao entrar, me viu.
Fiquei mudo, com vontade de chorar. Não conseguia dizer uma palavra. Meu tio, ao me ver, disse: "Sempre te achei muito afeminado e me desagradava, mas você fica bonito vestido assim". Pedi desculpas e disse que não faria mais, mas notei na calça dele que ele estava excitado. Ele levou a mão até lá e disse: "Não vou contar nada, mas você tem que fazer algo com isso aqui. Já estou com ele duríssimo."
Ele se aproximou de mim, pôs a mão no meu ombro e me fez ajoelhar. Tirou o pau dele, marrom bem escuro, com a cabeça bem rosada, e, sem mais delongas, eu levei para a boca. "Não seja tímido, sobrinho. Faz ele ir mais fundo", ele dizia enquanto acariciava meu cabelo. Depois, com as mãos, começou a empurrar minha cabeça para conseguir enfiar o pau até a garganta, até me fazer engasgar e babar tudo.
Ele me levantou depois disso e me colocou contra a mesa, passando as mãos por todo meu corpo por baixo do vestido. "Que bunda macia e gostosa você tem (levantando o vestido). Tem uma bunda melhor que a da sua tia, e as calcinhas ficam melhores em você." Começou a enfiar os dedos, afastando um pouco a calcinha. "Mmm, isso... Tá bem apertadinho, não me diga que ainda tá virgem, vamos pra cama que lá eu deixo mais confortável." Ele me levou e me jogou na cama, se jogou em cima de mim. "Não, tio, por favor, assim não," eu dizia enquanto ele esfregava o pau na minha bunda. Ele puxou minha calcinha e começou a tentar me penetrar. "Mmm, que apertadinho isso aqui." Eu comecei a sentir a cabeça do pau dele entrando devagar, doía tanto que eu mordia e segurava os lençóis com força. Meu tio continuou metendo, entrando aos poucos até meu cu virgem ceder, e ele foi entrando todo, já sentia meu tigo colado em mim. Agora sim, meu tio me comia sem problemas, aquele pau todo entrava e saía, já não doía nada. O prazer me dominou e eu me deixei levar, minhas mãos soltaram os lençóis e comecei a curtir. Tava tão quente que meu tio tirou a camisa e jogou longe. "Tô vendo que tá curtindo, putinha. Gosta, né, putinha? Você é a putinha do tio." "Siiim!" eu gritei. Não imaginava que minha primeira vez seria assim, mas comecei a gozar. "Vai ser a putinha do tio agora? Vai deixar o tio te foder, sobrinha?" "Siiim, mas mais, tio, me dá mais," eu disse. "Abre mais as pernas que lá vem a porra." Depois disso, ele parou com aquele pau todo dentro de mim, comecei a sentir ele inchando até explodir de porra. Era tanta que eu sentia tudo vazando pra fora da minha bunda. "Que putinha que você é, é mais putinha que sua tia, parece que vem de família, haha." Meu tio se vestiu enquanto eu limpava tudo pra ninguém suspeitar. Depois disso, agora o único segredo é que a gente se vê sem ninguém saber, realizando as fantasias que ele não pode fazer com minha tia e com vontade de descobrir que mais taras ele tem. Bom, espero que tenham gostado, é meu primeiro conto fictício. Se for bem, eu continuo, ou sigo relatando minhas experiências com malhas ou cinemas pornô. Um beijo e bom dia.
1 comentários - El tío sabe mi secreto (relato)