O tio Cachito contou "em segredo" pro Dom Javier que eu era um chupador de buceta da puta da minha mãe! - Melhor que uma gostosa!!!, Até engole a porra!!!, Mas ninguém pode ficar sabendo! Confio em você! -, ele disse pro velho punheteiro e degenerado que "não fazia nojo de nada"...







Dom Javier, um velho aposentado da ferrovia, exemplo de pai, marido e vizinho; na intimidade era um comedor ativo e discreto que não perdia a chance de meter; como os caras daquela época, não era gay, nem bissexual; era só um macho tarado e curioso, querendo experimentar o prazer que não tinha em casa; Eu era uma oportunidade de meter e gozar.


De vista, nunca imaginaria que aquele cara que parecia "homofóbico" fosse me oferecer o sexo e a intimidade dele. Mas, depois da "confissão" do meu tio Cachito, eu percebi a mudança de atitude, as demonstrações de simpatia e os convites pra "visitar o bar do clube" de noite.



Apesar dos "avisos" do meu tio, o cara não acreditava na minha habilidade de chupar pica, e eu, fazendo "a sonsa", fazia ele acreditar que tava entrando no jogo dele.




Até o exato momento em que engoli a cabeça da pica como um bezerro faminto, sentindo ele tremer quando minha língua esfomeada roçava o freio da pica enquanto, com a boca, eu chupava a pica até a metade do tronco e batia uma punheta firme e suave; fazendo o cara, na excitação, se despir por completo.














Aquele homem que mal tinha tirado a pica pra fora da cueca, se despia pra mim e pro meu prazer; dava pra sentir como ele se deliciava envenenado pelas minhas carícias íntimas.








Dom Javier, um velho aposentado da ferrovia, exemplo de pai, marido e vizinho; na intimidade era um comedor ativo e discreto que não perdia a chance de meter; como os caras daquela época, não era gay, nem bissexual; era só um macho tarado e curioso, querendo experimentar o prazer que não tinha em casa; Eu era uma oportunidade de meter e gozar.


De vista, nunca imaginaria que aquele cara que parecia "homofóbico" fosse me oferecer o sexo e a intimidade dele. Mas, depois da "confissão" do meu tio Cachito, eu percebi a mudança de atitude, as demonstrações de simpatia e os convites pra "visitar o bar do clube" de noite.



Apesar dos "avisos" do meu tio, o cara não acreditava na minha habilidade de chupar pica, e eu, fazendo "a sonsa", fazia ele acreditar que tava entrando no jogo dele.




Até o exato momento em que engoli a cabeça da pica como um bezerro faminto, sentindo ele tremer quando minha língua esfomeada roçava o freio da pica enquanto, com a boca, eu chupava a pica até a metade do tronco e batia uma punheta firme e suave; fazendo o cara, na excitação, se despir por completo.














Aquele homem que mal tinha tirado a pica pra fora da cueca, se despia pra mim e pro meu prazer; dava pra sentir como ele se deliciava envenenado pelas minhas carícias íntimas.
1 comentários - Fama Boa" 2, Pijões do Bairro