Um amigo me convidou pra uma festa à fantasia, eu falei que adoraria, mas que não tinha fantasia pra vestir. Ele respondeu que também não tinha, que ele e a irmã dele iam alugar uma, e perguntou se eu não queria ir com eles até a loja alugar uma também. Combinamos de nos encontrar na porta da loja. Quando cheguei, ele já tava lá. Ele falou: "Vamos entrar e ir vendo". "Beleza", respondi, "e sua irmã?" "Já tá chegando", ele disse. Entramos e começamos a olhar. Eu escolhi uma de pirata e ele uma de mágico. Quando já tínhamos as nossas, ele me falou: "E minha irmã, que não chega, vou ligar pra ela". Percebo que ele liga e diz: "Ah, tá atrasada! Que eu leve a fantasia pra você, mas onde cê disse que tá? Num corredor lá atrás? Beleza, espera aí." Caminhamos uns metros e ele fala: "Ah, acho que é essa aqui." Então eu vejo: uma fantasia completa de mulher num manequim, com máscara de látex, peruca, saia, blusa, meia de lycra e salto alto. Fiquei de boca aberta, comecei a imaginar um monte de coisa. Ele me diz: "O que foi? Ficou hipnotizado? Vem, vamos ao balcão levar essas nossas e pedir aquela." No balcão, entregamos as fantasias e ele pediu a de mulher que tava no manequim. Pagamos o depósito e saímos da loja. Ele fala: "Vem, vamos lá em casa levar essa pra minha irmã e talvez experimentar as nossas." Quando chegamos na casa dele, percebo que não tinha ninguém. Vamos pro quarto dele, ele tira as fantasias da sacola, coloca em cima da cama, e eu começo a olhar pra de mulher. Ele me diz: "Parece que você gostou. E se você experimentar?" "Sei não", falei timidamente, "e se sua irmã chegar?" "Não, fica tranquilo, ela vai demorar. Vai, tira a roupa que eu te ajudo." Eu começo a tirar a roupa devagar. Ele me ajuda a vestir as meias de lycra, o peito de silicone, a blusa, a saia e, por último, a máscara e a peruca. Quando já tava tudo vestido, ele abre a porta do guarda-roupa e tinha um espelho de corpo inteiro lá. "Se olha", ele fala. Eu fiquei me olhando e tava ficando excitado, quando percebo que ele coloca as mãos nos meus ombros e... depois ela gruda nas minhas costas e eu senti a ereção enorme que ele tinha contra minhas nádegas.
— O que você tá fazendo? — pergunto — e se sua irmã vier?
— Não, ela não vai vir. Eu aluguei essa fantasia de propósito pra ver você vestida, e a da festa também é mentira? — pergunto.
— Não, isso é verdade — ele diz — daqui a duas horas a gente pode ir, mas você assim com essa fantasia de mulher? Ah, não sei, e se me reconhecerem?
— Acho que não — ele diz — além disso, eu adoraria que você fosse minha bonequinha. Ele pega minha mão e faz eu passar por cima da calça dele, sentindo o membro bem grande e duro.
Ele abaixa o zíper da calça, tira pra fora e faz eu segurar. Depois de alguns minutos acariciando, ele faz pressão nos meus ombros pra eu me abaixar. Eu me ajoelho na frente dele, e ele enfia o pau... pelo buraco da boca da máscara. Começo a chupar com vontade, eu tava muito excitada e ele também. Ele diz: — Levanta. Eu levanto, ele me vira de frente pro espelho. — Fica assim — ele diz. Vejo ele ir até uma gaveta de uma escrivaninha, pegar camisinhas, colocar e voltar. — Inclina pra frente. Eu me inclino e apoio as mãos no espelho. Ele levanta minha saia e abaixa minha calcinha, começa a meter. Que delícia, adoro sentir ele dentro de mim, e eu me olhando no espelho com a fantasia e a peruca. Fiquei tão excitada que escaparam umas gotas de gozo... Quando ele gozou, foi se limpar, depois vestiu a fantasia dele. — Vem, vamos pra garagem — ele diz. Saímos assim e entramos no carro. Durante o trajeto, ele tira o pau... e eu ia acariciando ou chupando quando via que não tinha ninguém na rua. Chegamos na festa e fui a bonequinha dele a noite toda. Dançamos, às vezes ele me apoiava por trás, ou quando sentávamos, eu em cima dele, e sentia a ereção dele de novo.
A gente curtiu essa fantasia o fim de semana inteiro. Na segunda-feira seguinte, devolvemos. Tô pensando em comprar uma pra mim.
— O que você tá fazendo? — pergunto — e se sua irmã vier?
— Não, ela não vai vir. Eu aluguei essa fantasia de propósito pra ver você vestida, e a da festa também é mentira? — pergunto.
— Não, isso é verdade — ele diz — daqui a duas horas a gente pode ir, mas você assim com essa fantasia de mulher? Ah, não sei, e se me reconhecerem?
— Acho que não — ele diz — além disso, eu adoraria que você fosse minha bonequinha. Ele pega minha mão e faz eu passar por cima da calça dele, sentindo o membro bem grande e duro.
Ele abaixa o zíper da calça, tira pra fora e faz eu segurar. Depois de alguns minutos acariciando, ele faz pressão nos meus ombros pra eu me abaixar. Eu me ajoelho na frente dele, e ele enfia o pau... pelo buraco da boca da máscara. Começo a chupar com vontade, eu tava muito excitada e ele também. Ele diz: — Levanta. Eu levanto, ele me vira de frente pro espelho. — Fica assim — ele diz. Vejo ele ir até uma gaveta de uma escrivaninha, pegar camisinhas, colocar e voltar. — Inclina pra frente. Eu me inclino e apoio as mãos no espelho. Ele levanta minha saia e abaixa minha calcinha, começa a meter. Que delícia, adoro sentir ele dentro de mim, e eu me olhando no espelho com a fantasia e a peruca. Fiquei tão excitada que escaparam umas gotas de gozo... Quando ele gozou, foi se limpar, depois vestiu a fantasia dele. — Vem, vamos pra garagem — ele diz. Saímos assim e entramos no carro. Durante o trajeto, ele tira o pau... e eu ia acariciando ou chupando quando via que não tinha ninguém na rua. Chegamos na festa e fui a bonequinha dele a noite toda. Dançamos, às vezes ele me apoiava por trás, ou quando sentávamos, eu em cima dele, e sentia a ereção dele de novo.
A gente curtiu essa fantasia o fim de semana inteiro. Na segunda-feira seguinte, devolvemos. Tô pensando em comprar uma pra mim.
4 comentários - La fiesta de disfraces gay