Esta semana não me usei porque ele tinha viajado e hoje me ligou pra dizer que na sexta me espera no local dele. Me disse que voltou muito tarado da viagem e pra eu ir preparado, porque em Buenos Aires esteve com um amigo dele que compartilhou o escravo dele e o convenceu de que não devia ter clemência. Hoje me contou o quão pesado o amigo dele foi com o escravo e o quanto isso o excitou. Me disse que a gente tinha que rever os limites que tínhamos, porque ele não quer mais limites e quer ter um escravo assim, disposto a tudo. Me perguntou se eu estava. Se eu estava disposto a ser marcado em cada sessão. A ter controle da minha sexualidade ao extremo. A sofrer e aguentar uma dor que eu nem imagino. E a aceitar basicamente toda perversão que passar pela cabeça dele. Se eu não estivesse disposto, a gente devia terminar essa relação. Fiquei pasmo, porque mesmo me assustando com o que ele disse, minha vida já não se imagina sem ele, então me vi obrigado a dizer que sim, que tô disposto a tudo que ele quiser. Ele disse: "Na sexta te espero aqui. Tchau." Foi só isso. Na sexta vou ver o que me espera.
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