Continuando com o primeiro relato, meu relacionamento com o Hamid era muito bom, ele era muito grato pelo que eu e minha mãe fizemos pelas notas dele. Além disso, a irmã mais velha do Hamid, junto com minha mãe e outras mulheres, todas casadas com homens de boa posição social, tinham uma fundação que ajudava garotos, especialmente os de rua, com comida e educação. Uma dessas mulheres, casada com um advogado e leiloeiro da região, estava casando a filha única dela, e todos nós fomos convidados para o casamento. A festa foi num condomínio fechado que tinha uma casa usada para eventos. Meu relacionamento com ele era muito bom. Uma tarde, fui com minha mãe na casa dele; ele estava de shorts, mostrando umas pernas grossas e um torso muito gostoso. A gente se cumprimentou, e o Jalil ficou enchendo o saco pra ele levar a gente pra ver ele jogar rugby. "Ele quer te levar, sem problema." Isso nunca aconteceu, e fomos os primos dele, um melhor que o outro, especialmente um tal de Siro. Chegou o dia do casamento. Ele estava elegantérrimo de smoking, a mulher linda com um vestido de seda, bem típico da cultura deles. Minha mãe foi com meus irmãos e a tia Dora, que era prima da minha amada avó Coca. Ela se apresentava como "tia Dora, solteira mas não trouxa". Era uma figura. A noite estava linda, os noivos também. Ele dançou a noite toda com as filhas menores, ele amava elas, até dançou com minha irmã. A festa estava muito gostosa. Minha mãe foi embora porque de manhã tinha um compromisso. Ele ouviu, se aproximou: "Coca, se a senhora autorizar e ela quiser ficar, eu me comprometo a levar ela." Bom, passei a noite. Ele cuidou de levar a família dele, não cabia todo mundo no carro porque a irmã dele trouxe as filhas de uma prima. Ele voltou e me disse pra esperar. Eu falei que sim, mas acho que aquela noite já estava preparada pra ele me levar. A gente saiu e, pra chegar em casa, ele pegou outro caminho. Fomos para uma área muito especial, onde os carros param pra ficar de love. Num momento, ele estacionou num lugar tipo uma curva, bem afastado dos outros. Ele me olhou: "Você está bem? Nervoso? Olha, tem uma coisa que acontece comigo quando estou com você, não sei explicar, mas é muito forte. Ficar a sós com você me leva a isso... ela mostra a entreperna e notei que estava crescendo. Não demorei pra colocar minha mão sobre ele. Ela me olhou, desabotoou a braguilha e tirou um pau espetacular de tamanho e grossura. Me olhava, ele se masturbava. Me abaixei e, como pude, coloquei na boca. Ele delirava de prazer e, com a outra mão, procurava minha bunda e não parava de acariciar. Depois dessa situação, estava decidido a tudo. Passaram-se alguns dias, ele veio me buscar e não dizia nada, só me olhava. Eu fui mais direto: peguei minha mão e coloquei no membro dele. Ele olhava. Chegamos a um depósito que ele tinha e, lá em cima, havia tipo um apartamento: cozinha, banheiro, quarto. Olhei pra ele e comecei a beijá-lo. Ele fez o mesmo. Tirei a roupa dele, fiz o mesmo comigo e me dediquei ao pênis dele, do jeito que ele adorava o prazer que estava recebendo. Ele me pegou e me jogou no sofá, com minhas pernas pra trás, e se dedicou à minha bunda com a língua. Foi algo muito especial. Na hora, ele pegou um gel, passou no pau dele e colocou na minha bunda. Brincou com os dedos pra me dilatar, e começou. Só quando ele apoiou e penetrou, senti algo como se uma barra incandescente queimasse. Ele notou minha dor, mas não parou. Fez tudo com muito cuidado, mas a dor me dominava. Até que, num mecanismo da minha mente, recebi a ordem pra não parar aquele prazer. Foi assim: ele deu a estocada final e senti aquele pedaço todo dentro de mim. Não tinha experiência, mas tentava mexer meus quadris pra dor diminuir. Sei que senti o gozo dele dentro de mim. O que mais me excitou foi quando ele tirou e passou a língua na minha bunda. Que prazer! Fomos tomar banho juntos, ficamos um tempo. Depois daquele momento, minha vida mudou. Não conseguia expressar o que sentia pra ninguém. Tinha coisas que eu não entendia: hoje, um cara casado, hétero, tendo sexo com um homossexual, e numa cultura homofóbica. Mas ele me ajudou a entender que, na cultura dele, aquilo era pecado. que não ligavam pra quem iam casar, era tudo por obrigação, com homens que conheciam no dia do casamento e mais ainda à noite. Só o homem sente prazer; se o marido pede coisas sexuais diferentes da obrigação, sempre acreditam nele. A mulher é submissa, não fala e nem pode expressar se o marido satisfaz ela. Mas na sua cultura não existe homossexualidade? Claro que sim! Pelo menos a nossa cultura é diferente. No próximo relato, vou continuar contando minha vida — o melhor ainda está por vir!!!!
1 comentários - Mi experincia Gay que conocí el amor (1)