(RELATO) Meu chefe come minha bunda. REAL

Meu nome é Carlos, tenho 25 anos agora e tô empolgado pra contar a história de como perdi a virgindade anal aos 18 anos.

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Quando eu tinha 18 anos, comecei a trabalhar numa lan house pra pagar a faculdade. Decidi que ia trampar por um ano e gastar tudo que economizasse naquele ano com meus estudos.

Meu chefe se chamava Andrés, era um cara de uns 31 anos (nunca perguntei a idade dele), alto, uns 1,85m, moreno e com um corpão.

Naquela época, eu tava começando a ver porno gay. Tinha a fantasia de sentir uma rola gozando dentro do meu cu. Até então, só tinha me penetrado com bananas e meus próprios dedos. Eu me masturbava toda noite enquanto meus dedos me davam prazer anal.
Ninguém desconfiava de nada, nem minha própria namorada. Eu achava que era uma fase da minha vida e que ia passar rápido, mas tudo mudou num fim de semana.

Andrés me pediu pra abrir e fechar a lan house sozinho durante o fim de semana, porque ele ia pra Acapulco com a família. Ele me ofereceu uma grana extra e eu aceitei numa boa.
No sábado, cheguei às 7h da manhã no local e o dia passou numa boa. Quando caiu a noite e chegou a hora de fechar, às 22h30, eu baixei a cortina de metal e fui desligar todos os computadores. Mas aí me veio uma ideia safada de repente. Abri meu site de porno gay favorito no computador principal e comecei a me masturbar. Uns dois minutos depois, já tava de pernas abertas com o dedo do meio enfiado no meu cu, fazendo círculos. Tive um dos melhores orgasmos da minha vida por causa do tesão de me masturbar no trampo.

Meu leite espirrou pra todo lado, no teclado e na mesa. Demorei um pouco pra limpar tudo e deixar como tava. Depois, saí pela porta dos fundos e voltei pra casa com um sorriso de orelha a orelha.

Na segunda de manhã, Andrés Ele voltou, prestei contas dos dias em que ele tinha se ausentado e ele me pagou o dinheiro extra que tinha me prometido. De novo, toda a segunda-feira passou normal, até a terça.

Cheguei no local às 8h da manhã e o Andrés já estava me esperando. Notei ele meio estranho. Me cumprimentou sem olhar nos meus olhos, me deu umas ordens sobre os pendentes do local e foi embora, não sem antes dizer que tinha algo que queria conversar à noite, então voltaria mais cedo.

O dia inteiro passei com uma sensação estranha de preocupação. Mil ideias passaram pela minha cabeça, mas a mais frequente e lógica pra mim era que ele ia me mandar embora por um motivo ou outro.
As horas pareceram eternas e a noite chegou finalmente, assim como ele. O local estava quase lotado, ele me cumprimentou e nós dois ficamos atendendo os clientes até as 23h.
Eu tava tão ansioso que eu mesmo perguntei o que tava rolando assim que ele baixou a cortina de metal pra fechar o local.

— Não é nada de ruim, Carlos, pode ficar tranquilo — foi a primeira coisa que ele disse enquanto sentava do meu lado. — Espero que você não fique chateado, talvez eu devesse ter te falado isso antes — continuou, meio hesitante. — Tem um par de câmeras escondidas no local.

Na hora lembrei do que eu tinha feito na noite de sábado sentado na mesma cadeira onde ele tava sentado naquele momento, meu coração começou a bater tão rápido que achei que ia sair do meu peito.

— Me sinto muito mal por não ter te contado antes — ele disse, finalmente olhando nos meus olhos, mas eu desviei o olhar. — Não costumo ver as gravações, porque as câmeras são só pra ocasiões em que a gente é assaltado ou qualquer outra situação parecida — dava pra notar uma certa preocupação no tom de voz dele. — Mas eu vi as gravações do fim de semana pra ver como você tinha se virado sozinho.

Senti minha visão ficar embaçada e meu rosto queimar de vergonha.

— Desculpa, Andrés — murmurei, olhando pro chão — Não devia ter feito isso no seu local, tô muito envergonhado — minhas mãos estavam suando como nunca antes na minha vida. —Sei que você vai me mandar embora, não precisa me dizer, a partir de amanhã não venho mais, mas por favor, não mostre as gravações pra ninguém —concluí quase chorando.

Uns segundos de silêncio tomaram o lugar até ele falar.

—Você está enganado, não vou te mandar embora —respondeu. —Mesmo não sendo um comportamento certo, acho que todos somos humanos e precisamos... —Ficou calado de novo.

Se não ia me mandar embora, então devia estar pensando em me punir ou talvez me dar um tempo de umas semanas.

—Aceito qualquer castigo pelas minhas ações —falei, ainda com o olhar no chão.

—Também não vou te castigar —respondeu.

O que ele queria, então? Se não ia me castigar ou me mandar embora, por que me dizer o que viu? Teria sido melhor continuar como se nada tivesse acontecido pra nós dois.

—Não pensei que você fosse... bem, desses caras —disse com uma certa dúvida na voz.

—Desses caras? —perguntei.

—É... Não pensei que você fosse gay —concluiu.

O que ele disse me deixou confuso. Eu era gay?

—Nem eu pensava... quer dizer, não sei se sou. —falei.

—Como assim não sabe? Te vi curtindo.

A pergunta dele me deixou envergonhado e irritou um pouco.

—Posso ter curtido e ser perfeitamente hétero —respondi.

Ele ficou calado por uns segundos.

—Tem razão, me desculpa.

Eu começava a me sentir desconfortável, além de envergonhado.

—Andrés, agradeço por não me mandar embora, mas não acho que consiga continuar te olhando depois disso, então prefiro pedir demissão.

Ele suspirou. O que significava aquilo?

—O que você acharia se eu dissesse que me sinto igual a você? —A pergunta dele me deixou gelado.

—Como assim?

—Não sei se sou gay, mas às vezes sinto atração por homens.

—Mas você tem esposa e filhos —falei —Isso não é possível.

—Posso ser gay e ter uma família perfeitamente —respondeu usando minhas próprias palavras.

Fiquei calado, processando as palavras dele. Onde ele queria chegar?

—A questão é que nunca tive a oportunidade de ficar com um Cara, por isso eu não sei o que sou. Talvez eu não goste, ou talvez sim. Talvez seja bi, gay ou hétero. Você já ficou com um homem?

A pergunta dele me pegou de surpresa.

— Não — respondi.

— Entendo...

De repente, a mão dele pousou na minha perna esquerda e começou a acariciar. A ação me deixou paralisado, sem conseguir fazer ou dizer nada.

— Sei que é meio precipitado e provavelmente um erro, mas a gente podia se fazer um favor e finalmente descobrir o que somos.

A mão dele continuava na minha coxa. Levantei o olhar pra encarar ele e vi sinceridade nos olhos dele. Não sabia como me sentir. Tinha mil sentimentos em mim naquele momento. Desconforto, confusão... curiosidade... tesão...

— Acho que sou passivo — sussurrei, esperando que ninguém além dele me ouvisse.

— Acho que sou ativo — ele sussurrou de volta.

A mão dele subiu pra minha virilha e começou a acariciar por cima da calça enquanto os olhos dele ficavam fixos nos meus. Criei coragem e levei minha mão também pra virilha dele, sentindo um volume bem grande por baixo da calça. Fiquei surpreso, mas não tirei a mão.

Ele começou a se aproximar do meu rosto até ficar perto o bastante pra sentir a respiração dele nos meus lábios. Fechou os olhos e os lábios dele roçaram os meus. Fechei os olhos também.

"Se deixa levar", pensei.

Ele começou a me beijar devagar, os lábios dele eram grossos e macios. A mão dele começou a se mover mais rápido na minha virilha, e eu fiz o mesmo com a minha.

Senti o pau dele endurecendo aos poucos, e o meu fazia o mesmo. Nosso beijo ficou mais apaixonado, nossas respirações cada vez mais ofegantes, e a língua dele tentou encontrar a minha até conseguir. Não dava mais pra parar, não tinha volta.

Me afastei dele e nos olhamos por uns segundos. Sorri pra ele enquanto me levantava. Sem tirar os olhos dele, me ajoelhei na frente dele, entre as pernas, e comecei a desabotoar a calça dele. Abri o zíper e enfiei a mão por baixo da cueca dele.

Minha mão encontrou um pedaço de carne. enorme. Era a primeira rola que eu segurava na minha mão (que não fosse a minha, claro).
Tirei ela com cuidado da cueca dele e aquele pedaço de carne saltou na minha vista. Calculei que tinha uns 19 centímetros. Comparada com a minha, de 11 centímetros, era enorme.
Olhei pra ela e acho que ele percebeu a surpresa no meu rosto, porque sorriu divertido.
Comecei a masturbar ele devagar, ele soltava uns suspiros casuais enquanto fechava os olhos. Eu não conseguia parar de olhar praquela rola enorme na minha frente. As veias marcavam o tronco inteiro e a cabeça aparecia cada vez que minha mão chegava no fundo da rola dele.
Depois de pouco mais de dois minutos usando minha mão, não aguentei mais a vontade e coloquei a cabeça dele na minha boca, ele deu um empurrãozinho que me fez engasgar um pouco.

—Desculpa, foi instintivo— ele se desculpou acariciando minha bochecha.

A ação dele me fez sentir estranho. Ele tinha se desculpado com carinho, acariciando minha bochecha. Me fez sentir seguro, protegido... querido.
Com essas sensações novas na cabeça, coloquei a rola dele de volta na minha boca e comecei a mexer minha língua em volta da cabeça. A respiração dele acelerou e ele começou a gemer.
Eu tava dando prazer a um homem,
"Pro seu homem" pensei.

—Você faz melhor que minha esposa— ele disse entre gemidos.

As palavras dele me excitaram mais do que eu gostaria de admitir. Eu tava fazendo ele gemer e aproveitar mais que a esposa dele. Agora eu era a mulher dele? A rola dele entrava e saía da minha boca enquanto eu pensava. Se eu consigo fazer melhor que uma mulher, o que me impede de ser uma ou pelo menos me sentir como uma?

—Não para, por favor— os gemidos dele estavam cada vez mais constantes e profundos.

Aumentei a velocidade com que a rola dele entrava e saía da minha boca. Nunca tinha feito isso antes, mas tinha praticado com bananas.
Comecei a enfiar a rola dele na minha boca o máximo que conseguia e minha língua continuava envolvendo e acariciando a cabeça dele.
Meu próprio pau tava cheio de fluidos, minha excitação tava além do limite. Eu queria fazer meu homem gozar e provar o sêmen.
Aos poucos, fui aumentando o ritmo até que uns espasmos no pau dele anunciaram a gozada. Segundos depois, minha boca já tava recebendo o sêmen dele sem parar de chupar. Umas duas descargas foram direto pro fundo da minha garganta, e outras duas ficaram na minha boca. Ele suspirou quando terminou, e eu tirei o pau dele da minha boca.
O sêmen viscoso dentro da minha boca tava quente. Saboreei por uns segundos e, finalmente, engoli com orgulho. Tinha feito um pau de 19 centímetros gozar na minha boca. Tinha dado prazer com minha boca pra um homem. Me senti feliz... embora faltasse algo.

Levantei, apoiando as mãos nas pernas dele, e me aproximei do ouvido dele:

— Ainda tem energia pra estrear minha bunda? — sussurrei.

Não sabia quem eu era naquele momento. A única coisa que sabia é que tinha adorado chupar o pau dele até fazer ele gozar e queria mais prazer, tanto pra ele quanto pra mim.

— Mostra essa bunda, amor — respondeu ele, sorrindo.

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Até aqui a primeira parte do meu relato. Demorei mais do que esperava pra escrever isso, por isso resolvi dividir em duas partes.

Espero que me desculpem pelos erros, lembrem que é meu primeiro relato 😞

Só pra esclarecer, queria dizer que esse relato é 98% real. Tem umas coisinhas que adicionei pra deixar mais excitante. Lembrando desse momento, fiquei muito excitado ❤️

Muito obrigado por lerem, em breve a segunda parte.

4 comentários - (RELATO) Meu chefe come minha bunda. REAL

te felicito es lo mas lindo estar con un hombre que nos mima y nos posee +7
me encanto el relato ahora queiro leer como te hcieron la colita...van 10