Esta é a história do que aconteceu há alguns anos... Sou enfermeiro e geralmente trabalho à noite. Por causa disso e da insegurança que se vive hoje em dia, eu ia pro trabalho de carro de aplicativo. Tudo era normal, já conhecia vários dos motoristas do ponto que eu chamava sempre. Mas tinha um dos motoristas que me levava com muita frequência. Com o passar das viagens, as conversas foram ficando mais pessoais e estávamos formando uma "amizade", digamos assim. Um dia, quando voltava do trabalho, justamente a viagem caiu pra ele. Quando chegamos, ele me disse: "Anota meu número e me manda um WhatsApp quando precisar de viagem, assim você não gasta ligando pro ponto." Eu disse que beleza, que achava a ideia boa e guardei o número dele. Naquele dia, tomei banho e fui descansar. Quando voltei à vida (o dia anterior de trabalho foi exaustivo), enquanto cozinhava algo e já me preparava, lembrei que tinha o número e mandei um WhatsApp perguntando se ele podia me levar naquele dia. Almocei, tomei um banho e comecei a arrumar tudo e dar uma organizada, porque minha casa já estava uma bagunça. E ele ainda não tinha nem lido meu WhatsApp. Eram 18h e eu tinha que estar às 21h no trabalho. Lá pelas 18h30, meu celular começou a tocar, e era ele me ligando. Então combinamos e ele me levou naquele dia. Quando estávamos a caminho do meu trabalho, ele se desculpou por não ter respondido antes. E me contou que naquele momento estava discutindo com a mulher. Em uma das viagens, ele tinha me dito que a mulher dele estava dando chifre nele com um parente dele. E por isso discutiam com frequência. Naquele dia, acabou por aí, ele me deixou no trabalho e não soube mais dele por vários dias. Eu mandava mensagens pra ver se ele podia me levar ao trabalho e elas não chegavam. Imaginei que alguma coisa tinha acontecido. Achava que era algum problema com a mulher ou algo do tipo. Eu tinha acumulado vários dias de folga e pedi 3 dias pra descansar no fim de semana e colocar minha casa em ordem. Ou seja, eu tinha sexta, sábado e domingo, então ia poder descansar bem. Na quinta, troquei o turno com uma colega que Precisava trabalhar à noite. Então, às 22h30 já tava em casa preparando o jantar. Enquanto cozinhava, chega um WhatsApp. Era meu amigo, o motorista de aplicativo, perguntando como eu tava. Respondi que tava bem, em casa fazendo o jantar, já que naquele dia tinha trabalhado no turno da tarde.
Motorista: Hãã, cê tá em casa? Levo umas cervejas e a gente come alguma coisa?
Eu: Hmm, pode ser, mas cê vem? Assim preparo mais comida...
Motorista: Vou sim, tenho uma corrida marcada e depois dou uma pausa e vou.
Eu: Ok, te espero.
Jantamos, tomamos várias cervejas e ficamos vendo alguma coisa na TV. Não tava passando nada bom.
Motorista: Cê não tem porno pra ver?
Eu: Tenho, boto? (Tô com o PC ligado na TV)
Motorista: Bota, vai!
Tava no living, onde tenho um sofá em L, e num dos lados do sofá tem uma espécie de balcão onde a gente deixava as cervejas. Ele tava deitado na parte do sofá perto do balcão, então toda vez que eu pegava a cerveja, passava por cima dele. Depois de vários vídeos, dava pra ver que o clima tava bem quente. E dava pra notar um volume considerável.
Numa hora que fui pegar minha cerveja, perguntei:
Eu: Além de motorista, cê é bombeiro? (Pela piada dos desenhos)
Motorista: Hã? Não, por quê?
Eu: (pegando no pau dele) E essa mangueira aqui?
Ele ficou vermelho que nem tomate.
Eu: Cê não gosta que mexam nele?
Motorista: Gosto, gosto, mas fico meio sem graça.
Eu: Sem graça por quê? Pelo visto cê tem um pau bonito...
O celular do motorista começou a tocar, era a mulher dele querendo que ele fosse sei lá onde. Ele disse que precisava ir e saiu todo assustado. Fiquei com vontade de provar aquele pau, então antes de dormir, brinquei com aqueles brinquedinhos que vocês já conhecem...
Continua? Se gostaram, me avisem que conto a parte 2. Abraço!
Motorista: Hãã, cê tá em casa? Levo umas cervejas e a gente come alguma coisa?
Eu: Hmm, pode ser, mas cê vem? Assim preparo mais comida...
Motorista: Vou sim, tenho uma corrida marcada e depois dou uma pausa e vou.
Eu: Ok, te espero.
Jantamos, tomamos várias cervejas e ficamos vendo alguma coisa na TV. Não tava passando nada bom.
Motorista: Cê não tem porno pra ver?
Eu: Tenho, boto? (Tô com o PC ligado na TV)
Motorista: Bota, vai!
Tava no living, onde tenho um sofá em L, e num dos lados do sofá tem uma espécie de balcão onde a gente deixava as cervejas. Ele tava deitado na parte do sofá perto do balcão, então toda vez que eu pegava a cerveja, passava por cima dele. Depois de vários vídeos, dava pra ver que o clima tava bem quente. E dava pra notar um volume considerável.
Numa hora que fui pegar minha cerveja, perguntei:
Eu: Além de motorista, cê é bombeiro? (Pela piada dos desenhos)
Motorista: Hã? Não, por quê?
Eu: (pegando no pau dele) E essa mangueira aqui?
Ele ficou vermelho que nem tomate.
Eu: Cê não gosta que mexam nele?
Motorista: Gosto, gosto, mas fico meio sem graça.
Eu: Sem graça por quê? Pelo visto cê tem um pau bonito...
O celular do motorista começou a tocar, era a mulher dele querendo que ele fosse sei lá onde. Ele disse que precisava ir e saiu todo assustado. Fiquei com vontade de provar aquele pau, então antes de dormir, brinquei com aqueles brinquedinhos que vocês já conhecem...
Continua? Se gostaram, me avisem que conto a parte 2. Abraço!
3 comentários - Meu amigo, o motorista de app (relato)