Uma tarde, minha avó me levou pra aquele velho mãosanta "puxar meu couro" por causa do empacho. O velho solitário me mandou entrar no quarto dele, me deitou de bruços na cama e baixou meu short até deixar minha bunda nua à mostra. O cara percebeu meu nervosismo, mas também sacou meu gosto por outros homens.
Aquela sesta me "curou" e ele disse pra minha avó que eu precisava ir sete dias seguidos sem "cortar" a cura. No dia seguinte, fui sozinho. O cara me mandou entrar no quarto dele, todo na penumbra, e me deitou devagar na cama dele, baixou minha calça e jogou talco bem no começo da rachinha da bunda. Aliviado pela ausência da minha avó, ele se demorou esfregando minhas costas e a rabeta, observando minhas reações. Puta que pariu, naquela idade eu já era um putinho, deixava ele fazer e "empinava" a bunda ou me mexia no ritmo das massagens dele.
Durante esses sete dias, deixei aquele velho punheteiro e degenerado se aproveitar de mim enquanto eu sentia o prazer extremo de lamber e beijar o saco daquele par de ovos tão macio e sensível.








Consegui que o coroa sentasse na minha cara, deixando as bolas caírem sobre meu nariz e boca enquanto a ponta da minha língua curiosa e puta saboreava aquela pele, lambendo aquele gostinho de suor e de "homem"... O velho adorava minha submissão e a entrega que eu colocava quando o pedaço enorme de "linguiça" dele escorregava na minha boca e eu chupava igual "bezerro órfão".
Aquela sesta me "curou" e ele disse pra minha avó que eu precisava ir sete dias seguidos sem "cortar" a cura. No dia seguinte, fui sozinho. O cara me mandou entrar no quarto dele, todo na penumbra, e me deitou devagar na cama dele, baixou minha calça e jogou talco bem no começo da rachinha da bunda. Aliviado pela ausência da minha avó, ele se demorou esfregando minhas costas e a rabeta, observando minhas reações. Puta que pariu, naquela idade eu já era um putinho, deixava ele fazer e "empinava" a bunda ou me mexia no ritmo das massagens dele.
Durante esses sete dias, deixei aquele velho punheteiro e degenerado se aproveitar de mim enquanto eu sentia o prazer extremo de lamber e beijar o saco daquele par de ovos tão macio e sensível.








Consegui que o coroa sentasse na minha cara, deixando as bolas caírem sobre meu nariz e boca enquanto a ponta da minha língua curiosa e puta saboreava aquela pele, lambendo aquele gostinho de suor e de "homem"... O velho adorava minha submissão e a entrega que eu colocava quando o pedaço enorme de "linguiça" dele escorregava na minha boca e eu chupava igual "bezerro órfão".
4 comentários - Don Táka": os ovos do curandeiro