Meu melhor amigo por anos foi Damián, vulgo "O Osso"; um magro perfeito de pele branca que, nu, balançava uma piroca rosada, comprida e cabeçuda, equipada com um saco de carne enorme e pesado onde descansava um par de bolas definidas e magníficas... Ele era "o homem perfeito", o único problema entre meu vício em piroca e ele era que ele era heterossexual declarado e não curtia a ideia de comer um cara...
Ele sabia muito bem da minha condição e não se importava de ficar em casa por vários dias... Também sabia que eu o espiava enquanto ele tomava banho ou quando se trancava no quarto que eu dava pra ele.








Uma noite de verão eu trouxe ele do "El Estáblo" de Gonzáles Catán pra minha casa, apagado de bêbado... e minha lascívia instintiva fez com que eu me servisse à vontade daquela vara de carne enorme e grossa.
Na penumbra do quarto, tirei toda a roupa dela e, pela primeira vez, tive na minha cara aquele pedaço magnífico de carne que eu desejava com um tesão do caralho, aqueles ovos enormes e aquele prepúcio molhado e gostoso.






Esse putão terrível e "proibido" merecia o risco que eu corria me servindo "sem permissão".



Naquela madrugada, eu curti "sem querer, querendo", toda a virilha do meu amigo, que tava inconsciente mas era um gostoso, e se deixava fazer sem resistência.
Gastei minha língua nessa porra de machão.

Ele sabia muito bem da minha condição e não se importava de ficar em casa por vários dias... Também sabia que eu o espiava enquanto ele tomava banho ou quando se trancava no quarto que eu dava pra ele.








Uma noite de verão eu trouxe ele do "El Estáblo" de Gonzáles Catán pra minha casa, apagado de bêbado... e minha lascívia instintiva fez com que eu me servisse à vontade daquela vara de carne enorme e grossa.
Na penumbra do quarto, tirei toda a roupa dela e, pela primeira vez, tive na minha cara aquele pedaço magnífico de carne que eu desejava com um tesão do caralho, aqueles ovos enormes e aquele prepúcio molhado e gostoso.






Esse putão terrível e "proibido" merecia o risco que eu corria me servindo "sem permissão".



Naquela madrugada, eu curti "sem querer, querendo", toda a virilha do meu amigo, que tava inconsciente mas era um gostoso, e se deixava fazer sem resistência.
Gastei minha língua nessa porra de machão.
3 comentários - Homenagem ao Joker140, em memória do meu melhor amigo