Fala, pessoal! Quanto tempo, hein? Espero que estejam bem.
Vim trazer um relato de algo que rolou comigo bem recentemente.
Faz uns meses, 11 pra ser exato, compartilhei um "shout" onde contava que um primo-irmão meu queria transar comigo.
http://www.poringa.net/salliquelogay/mi/hzI0
No dia 13 de agosto, enquanto tava isolado, recebi um pedido de amizade no Facebook, e era meu primo, que depois de quase um ano, tava me mandando mensagem de novo.
Claro que aceitei o pedido, pra ver o que ele queria. Haha!
Assim que aceitei, ele me mandou mensagem no Messenger, pedindo meu WhatsApp, e óbvio que passei.
Deixo aqui os prints da conversa que tive no WhatsApp pra resumir a história. Pedi pra ele apagar a foto de perfil, e tive que deletar algumas mensagens, porque eram muito pessoais, e o que quero é preservar a privacidade. Haha.















Naquela noite, tava um vento do caralho, afinal, era agosto.
Cheguei e, por sorte, não tinha ninguém à vista.
Quem me abriu a porta foi o amigo do meu primo, que tem 27 anos, enquanto meu primo tem 29.
Como sempre, e como toda primeira vez, tava super nervoso, sentindo um frio na barriga, porque, apesar de sermos primos, fazia um tempão que a gente não se via com o "Rulo", meu primo.
Quando entrei, ele tava deitado num colchão no chão, com os cobertores e tal, porque tava um pouco frio.
Os caras tinham improvisado uma cama no chão. Tavam relaxados, vendo um filme na Netfl...
Eu fui direto sentar no sofá. O amigo do meu primo, "Gonzalo", tava sentado numa cadeira na frente da TV.
Ficamos lá conversando um pouco, enquanto cada um mexia no celular.
Já tinha passado quase meia hora desde que cheguei, e ninguém movia um dedo.
De repente, meu primo me manda um WhatsApp dizendo que iam desligar a TV pra gente começar.
E foi assim.
Ele desligou a TV e ficamos no escuro quase total, porque só entrava um pouco de luz pelas persianas, a luz da rua.
Meu primo, naquela hora, debaixo do cobertor, começou a tirar a calça e ficou só de cueca, com a camiseta ainda. Eu, vestido, me abaixei e fiquei de quatro pra começar a chupar a rola do meu primo.
O filho da puta me fez esperar 11 meses pra chupar a rola dele, e eu, depois de muito tempo isolado, tava com um tesão do caralho. Sou uma pessoa muito sexual, e tava precisando de uma rola.
Quando me abaixei, a primeira coisa que fiz foi pegar na rola do meu primo, que era curtinha e grossa. Muiito grossa. E também conferi o tamanho dos ovos, que eram bem grandes, cheios de porra, eu imaginei.
Abri a boca e me preparei pra chupar bem aquela rola que eu tanto queria provar.
Parece que ele já tava se tocando debaixo do cobertor enquanto via o filme, porque quando peguei na rola, já tinha pré-gozo saindo. a cabecinha da pica.
Comecei a chupar ela, com muita vontade, e mal cabia na minha boca, não sei se era porque era muito grossa, ou porque fazia tempo que não chupava uma pica. A questão é que, com um pouco de dor na mandíbula, me preparei pra fazer um boquete no meu primo, do jeito que ele queria.
Adoro, de vez em quando, cuspir a pica enquanto tô chupando, tipo igual nos pornôs. E enquanto eu tava fazendo isso, o Rulo fala:
- Gonza, no seu lugar eu vinha pra cá e começava a chupar sua pica.
Gonza responde:
- Pra quê, se ainda não ficou dura.
- Vem que ela fica dura rapidinho.
Gonza se aproximou e sentou no sofá que tava do lado do colchão. Começou a se despir, e quando terminou, ficou com um pequeno dilema, porque não sabia se deitava do lado do meu primo, enquanto chupava a pica dos dois, porque tava meio nervoso.
Ele se deitou, meio separado, porque era um colchão de dois lugares e meio. E eu fiquei ali no meio.
Enquanto chupava a pica do meu primo, batia uma pra ele no Gonza, e assim fui me virando.
Um tempo pra cada um.
A pica do Gonza foi tomando forma, e ficou meia dura, ainda faltava, e eu não sabia o que fazer pra ela ficar mais dura. Então chupei os ovos dele, e na hora comecei a fazer uma boa garganta profunda. A pica dele era mais comprida, mas mais fininha. Então, na perfeição, ela ocupava toda a minha garganta e até senti que tocava no céu da boca, porque comecei a engasgar.
Peguei a pica do meu primo e fiz a mesma coisa. E enquanto tava nessa, sinto que o Gonza me agarra por trás, e assim, vestido como eu tava, ele começou a massagear minha bunda. Ele abaixa minha calça e nisso nota que eu tava usando uma tanga. Nessa hora, escuto um pequeno "uff" assim que ele toca na raba e sente ela.
Geralmente não uso tangas, mas tem momentos em que isso me deixa com muito tesão.
Com a pica do meu primo na boca, o Gonza começa a dedilhar meu buraco por cima da tanga.
Consegui sentir que ele cuspe nos dedos e começa a enfiar eles. Doeu um pouco, porque como eu tinha contado, fiquei uns dias isolado, e isso me fez ver muito pornô. Sou muito punheteiro nesse sentido. Amo isso. E depois de muitos dias, meu buraco tinha fechado. E não conseguia manter ele aberto, porque o único dildo que eu tinha quebrou *carinha triste*.
Mesmo assim, com a dorzinha ou o incômodo, fui me abrindo aos poucos. Eu queria me jogar de cabeça no trio, porque gosto de sexo, e gosto de aproveitar.
Como também tava fazendo garganta profunda no meu primo, tinha um excesso de saliva, que me ajudou a lubrificar um pouco o buraco. Tinham mentido pra mim, sim, tinham camisinha, e pedi pro Gonza me dar. E aí quis testar se ainda tinha minhas habilidades.
Peguei a camisinha, e com a boca coloquei na pica dele. Não sei se ficou bem colocada e essas coisas, mas já tava dentro e seguro naquilo.
Peguei minha saliva, e com ajuda dos dedos joguei no meu cu. E fiz o mesmo com a pica do Gonza. Falei pra ele ir devagar, e ele foi.
Começou a me comer bem devagarinho, porque não queria me machucar, e não queria que a gente estragasse a noite.
Depois de uns minutos, começou a me comer um pouco mais forte, a dar umas estocadas mais fortes, me impedindo em alguns momentos de chupar a pica do meu Rulo.
Pedi pra gente se ajeitar e se posicionar bem no meio do colchão. E pedi pro meu primo abrir as pernas pra eu poder chupar bem as bolas dele, que eu tanto amava. Enquanto o Gonza me metia pica de quatro.
Eu tava esperando meu primo querer me comer, mas nada. Parecia que o sono tava vencendo ele, porque nem se mexia nem nada. Não tava botando energia. Digamos assim.
Depois de chupar a pica dele com toda a raiva, no bom sentido. O filho da puta encheu minha boca de porra. E quando começou a gozar, pude sentir as bolas se contraindo. Fiquei chupando a pica dele, na esperança de que continuasse dura, pra começar a Foder comigo. Mas nada.
Ele se levantou do colchão. E falou pra gente que ia nos deixar sozinhos, que ele ia pro quarto.
Aliás, não contei pra vocês, mas a gente tava transando na sala.
Ele subiu a cueca, pegou a calça e foi embora.
Ficamos sozinhos com o Gonza, que, apesar de eu conhecer ele da rua, não tinha tanta intimidade. Mas isso não impediu a gente de continuar no nosso rolê. Ele não tinha gozado.
A gente se ajeitou bem no colchão, mais pro meio, ocupando o espaço que o Rulo tinha deixado. E perguntei pro Gonza se ele podia tirar minha camiseta, porque eu já tava meio suado. Já tava sentindo o calor. E ele também tirou a dele. Praticamente, a gente ficou sem roupa por completo. Só que eu ainda tava de fio dental.
Ele continuou me comendo, e eu sentia a respiração dele bem perto das minhas costas. Ele subia e levantava o rosto. Assim, várias vezes. Parecia que tava testando meus limites. Porque aquilo me deixava com muito tesão.
Do nada, ele começou a me dar beijos nas costas, e eu, bem putinha, falava:
– Hmm, sim, que buceta gostosa.
– Você gosta? – ele perguntava.
– Sim, adoro.
Vou contar um pouco sobre o Gonza. Ele é um pouco mais baixo que eu, mas tem as costas largas. Um peito peludinho, e o corpo musculoso, misturado com uma barriguinha.
Ele pediu pra eu chupar a rola dele mais um pouco. E eu fiz isso. Me coloquei de lado e comecei a chupar o pau dele enquanto ele enfiava um ou dois dedos no meu cu. Eu tava adorando aquilo, e de vez em quando, ele dava uns tapas gostosos na minha bunda. O primeiro foi meio tímido, mas quando viu que eu gostava, já começou a bater sem parar. Com gosto.
Igual quando um enfermeiro dá uma palmada no braço antes da injeção pra relaxar, a mesma coisa aconteceu com meu cu. Fiquei de quatro mais relaxado, e o Gonza cuspiu no meu cu e, dessa vez, meteu sem camisinha. Ele tinha tirado quando eu chupei a rola dele, e com meu consentimento, e o dele também, claro, ele começou a me comer de novo.
Sinceramente, o cara se mexia muito bem. Sabia controlar os ritmos, e já tinha percebido as coisas que eu gostava. Continuava me dando tapas com a pica dentro, beijava minhas costas, e de vez em quando cuspia no meu buraco.
Depois de alguns minutos, ele se deita de novo no colchão pra eu chupar a pica dele. Dessa vez chupei a pica "de frente". Chupei os ovos dele também. E aí estávamos nós dois, curtindo o momento só. De vez em quando ele me perguntava coisas tipo se eu conhecia ele, e essas coisas. Se eu gostava da pica, se fazia muito tempo que era gay. E tudo mais.
Ele pediu pra eu deitar no colchão, e quando fui me ajeitar, ele me pega pela cabeça e, sem eu esperar, me enfia um beijo na boca. Como já tinha ficado isolado, respondi com a língua, já não me preocupava tanto com o vírus.
- Te incomoda ser beijado? - Ele pergunta
- Não, de jeito nenhum. Adoro.
E aí continuamos nos beijando.
Ele me jogou no colchão e sinto ele abrir minhas nádegas e cuspir nelas. Depois se inclina como se fosse me dar um beijo grego, ou melhor, uma boa chupada de cu, mas não. Foi só um amasso. Ele começou a morder minhas nádegas. E isso me deixou mais a mil.
Com o beijo de língua, supus que o Gonza tava mais que entregue, agora que estávamos sozinhos.
Ele meteu a pica, que já entrava sem problemas. Começou a dar umas estocadas pequenas no começo, e depois já tava me comendo. Enquanto metia e tirava, continuava me dando beijos nas costas, mas no nível de beijar. Já deixava saliva. Dava pra sentir.
Ele ficou me comendo assim por um bom tempo.
De novo comecei a chupar a pica e os ovos dele, e como tem uma coisa que me fascina demais, que são os pelos no peito, a primeira coisa que fiz foi passar minha mão nos mamilos dele, pra ver se ele resistia. E como não resistiu, comecei a brincar com os pelos. E depois fui beijando o umbigo dele, e perguntei se podia chupar os mamilos e os pelos (sério, adoro). Ele riu de nervoso, acho, e deixou.
Parece que ele gostou. porque ela começou a dar uns gemidos leves de safada. Muito diferentes dos gemidos de puta que eu soltava. Eu ia me revezando pra chupar a rola e as bolas dela, e o peito também.
Deitei, e ela mandou eu abrir as pernas, pra colocar elas no ombro dela. Aí ela começou a me comer, e com uma paixão e uma vontade tremenda. Em nenhum momento ela tocou na minha rola, só nas pernas.
Começou a apalpar meus peitinhos, que claro, são sem pelos. Enquanto me comia, ela "brincava" com meus peitinhos e minhas pernas. Juntava elas e colocava no ombro direito dela.
Parou de me comer, ajeitou minhas pernas pra ficarem abertas, e se jogou em cima de mim, pra continuar me beijando. Me beijava e chupava meus peitos. Gonza, parecia estar curtindo meu corpo. Me beijava o pescoço, descia pelas costas, até chegar nas nádegas, e mordia elas. Uma vez de quatro, ela me comia de novo na mesma posição.
Ficamos um tempão repetindo essas chupadas e comidas, quase sempre nas mesmas posições.
Comecei a chupar a rola dela e escuto ela me falando:
- Me morde a rola se quiser.
Me surpreendi, mas topei. Mordi um pouco, parecia que ela tinha esses fetiches, igual a mim. 😉 Quando comecei a morder a cabecinha, ela soltou uns gemidos, e automaticamente, a rola ficou mais dura do que já tava. Dava pra sentir as veias inchando.
Tirava a rola da minha boca, batia uma punheta e cuspia nela. Adoro sentir minha própria saliva no contato com a rola. Sentir o líquido pré-gozado fazendo um fiozinho. E tudo isso. Sou muito nojento e tarado no sexo.
Agora era minha vez de montar naquela rola linda. Dei uma boa cuspida na rola e sentei em cima. Comecei a me mexer com muita confiança e com toda minha putaria. Enquanto fazia isso, aproveitava pra acariciar o peito dela e aqueles pelos que me deixam louco. Nunca tinha ficado com alguém mais novo que eu, com tanto pelo no peito, então curtia muito. Pegava eles e puxava um pouco.
Com os joelhos um pouco Flexionada, o Gonza começou a meter mais forte.
Nem tinha percebido o tempo passar, mas a gente tava fudendo fazia quase 3 horas. Peguei o celular pra ver as horas e aí pedi pra ele gozar logo porque já era tarde. Quase 4 da manhã.
Fiquei de quatro, com a bunda bem levantada e aberta. Ele começou a me comer de novo.
- Onde você quer a porra?
- Onde você quiser - respondi.
Quando ele ia gozar, me deu um tapa na bunda, e aí soltou toda a porra em cima de mim.
Sei que é errado. Mas não vamos julgar. Lembrem que também chupei o pau do meu primo.
Com a bunda cheia de porra, fui pro banheiro me limpar.
Voltei pra sala onde tava o colchão, e o Gonza ainda não tinha se vestido. Ele ia dormir ali, então não precisava se vestir mesmo.
Me abaixei pra pegar minhas coisas e ele começou a me beijar de novo. Já com o pau todo mole.
Não queria que eu fosse embora, e ficava falando isso entre um beijo e outro. Eu entrei na brincadeira.
Ficamos nos beijando um bom tempo enquanto eu me vestia.
Quando já tava de tênis, falei que ia embora porque era muito tarde.
E naquele último beijo, ele pediu meu número de telefone. E também disse pra eu não "meter os chifres" nele. Ri e passei o número.
Me agasalhei e saí. Com uma sensação estranhíssima da foda que tinha levado.
No caminho todo pra casa, a gente foi se falando pelo celular, combinando um próximo encontro só nós dois. Gosto da ideia, mas também tô com vontade de provar o pau do meu primo na minha bunda.
Espero que tenham gostado do relato.
E aí, já sabem, se um dia passarem por Salliqueló, não hesitem em me chamar no WhatsApp 2392315891.
Se forem caminhoneiros, são bem-vindos. E eu não me visto de mulher, só uso fio dental.
Um beijão pra todas essas rolas.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
http://www.poringa.net/salliquelogay/mi/hzI0
No dia 13 de agosto, enquanto tava isolado, recebi um pedido de amizade no Facebook, e era meu primo, que depois de quase um ano, tava me mandando mensagem de novo.
Claro que aceitei o pedido, pra ver o que ele queria. Haha!
Assim que aceitei, ele me mandou mensagem no Messenger, pedindo meu WhatsApp, e óbvio que passei.
Deixo aqui os prints da conversa que tive no WhatsApp pra resumir a história. Pedi pra ele apagar a foto de perfil, e tive que deletar algumas mensagens, porque eram muito pessoais, e o que quero é preservar a privacidade. Haha.















Naquela noite, tava um vento do caralho, afinal, era agosto.
Cheguei e, por sorte, não tinha ninguém à vista.
Quem me abriu a porta foi o amigo do meu primo, que tem 27 anos, enquanto meu primo tem 29.
Como sempre, e como toda primeira vez, tava super nervoso, sentindo um frio na barriga, porque, apesar de sermos primos, fazia um tempão que a gente não se via com o "Rulo", meu primo.
Quando entrei, ele tava deitado num colchão no chão, com os cobertores e tal, porque tava um pouco frio.
Os caras tinham improvisado uma cama no chão. Tavam relaxados, vendo um filme na Netfl...
Eu fui direto sentar no sofá. O amigo do meu primo, "Gonzalo", tava sentado numa cadeira na frente da TV.
Ficamos lá conversando um pouco, enquanto cada um mexia no celular.
Já tinha passado quase meia hora desde que cheguei, e ninguém movia um dedo.
De repente, meu primo me manda um WhatsApp dizendo que iam desligar a TV pra gente começar.
E foi assim.
Ele desligou a TV e ficamos no escuro quase total, porque só entrava um pouco de luz pelas persianas, a luz da rua.
Meu primo, naquela hora, debaixo do cobertor, começou a tirar a calça e ficou só de cueca, com a camiseta ainda. Eu, vestido, me abaixei e fiquei de quatro pra começar a chupar a rola do meu primo.
O filho da puta me fez esperar 11 meses pra chupar a rola dele, e eu, depois de muito tempo isolado, tava com um tesão do caralho. Sou uma pessoa muito sexual, e tava precisando de uma rola.
Quando me abaixei, a primeira coisa que fiz foi pegar na rola do meu primo, que era curtinha e grossa. Muiito grossa. E também conferi o tamanho dos ovos, que eram bem grandes, cheios de porra, eu imaginei.
Abri a boca e me preparei pra chupar bem aquela rola que eu tanto queria provar.
Parece que ele já tava se tocando debaixo do cobertor enquanto via o filme, porque quando peguei na rola, já tinha pré-gozo saindo. a cabecinha da pica.
Comecei a chupar ela, com muita vontade, e mal cabia na minha boca, não sei se era porque era muito grossa, ou porque fazia tempo que não chupava uma pica. A questão é que, com um pouco de dor na mandíbula, me preparei pra fazer um boquete no meu primo, do jeito que ele queria.
Adoro, de vez em quando, cuspir a pica enquanto tô chupando, tipo igual nos pornôs. E enquanto eu tava fazendo isso, o Rulo fala:
- Gonza, no seu lugar eu vinha pra cá e começava a chupar sua pica.
Gonza responde:
- Pra quê, se ainda não ficou dura.
- Vem que ela fica dura rapidinho.
Gonza se aproximou e sentou no sofá que tava do lado do colchão. Começou a se despir, e quando terminou, ficou com um pequeno dilema, porque não sabia se deitava do lado do meu primo, enquanto chupava a pica dos dois, porque tava meio nervoso.
Ele se deitou, meio separado, porque era um colchão de dois lugares e meio. E eu fiquei ali no meio.
Enquanto chupava a pica do meu primo, batia uma pra ele no Gonza, e assim fui me virando.
Um tempo pra cada um.
A pica do Gonza foi tomando forma, e ficou meia dura, ainda faltava, e eu não sabia o que fazer pra ela ficar mais dura. Então chupei os ovos dele, e na hora comecei a fazer uma boa garganta profunda. A pica dele era mais comprida, mas mais fininha. Então, na perfeição, ela ocupava toda a minha garganta e até senti que tocava no céu da boca, porque comecei a engasgar.
Peguei a pica do meu primo e fiz a mesma coisa. E enquanto tava nessa, sinto que o Gonza me agarra por trás, e assim, vestido como eu tava, ele começou a massagear minha bunda. Ele abaixa minha calça e nisso nota que eu tava usando uma tanga. Nessa hora, escuto um pequeno "uff" assim que ele toca na raba e sente ela.
Geralmente não uso tangas, mas tem momentos em que isso me deixa com muito tesão.
Com a pica do meu primo na boca, o Gonza começa a dedilhar meu buraco por cima da tanga.
Consegui sentir que ele cuspe nos dedos e começa a enfiar eles. Doeu um pouco, porque como eu tinha contado, fiquei uns dias isolado, e isso me fez ver muito pornô. Sou muito punheteiro nesse sentido. Amo isso. E depois de muitos dias, meu buraco tinha fechado. E não conseguia manter ele aberto, porque o único dildo que eu tinha quebrou *carinha triste*.
Mesmo assim, com a dorzinha ou o incômodo, fui me abrindo aos poucos. Eu queria me jogar de cabeça no trio, porque gosto de sexo, e gosto de aproveitar.
Como também tava fazendo garganta profunda no meu primo, tinha um excesso de saliva, que me ajudou a lubrificar um pouco o buraco. Tinham mentido pra mim, sim, tinham camisinha, e pedi pro Gonza me dar. E aí quis testar se ainda tinha minhas habilidades.
Peguei a camisinha, e com a boca coloquei na pica dele. Não sei se ficou bem colocada e essas coisas, mas já tava dentro e seguro naquilo.
Peguei minha saliva, e com ajuda dos dedos joguei no meu cu. E fiz o mesmo com a pica do Gonza. Falei pra ele ir devagar, e ele foi.
Começou a me comer bem devagarinho, porque não queria me machucar, e não queria que a gente estragasse a noite.
Depois de uns minutos, começou a me comer um pouco mais forte, a dar umas estocadas mais fortes, me impedindo em alguns momentos de chupar a pica do meu Rulo.
Pedi pra gente se ajeitar e se posicionar bem no meio do colchão. E pedi pro meu primo abrir as pernas pra eu poder chupar bem as bolas dele, que eu tanto amava. Enquanto o Gonza me metia pica de quatro.
Eu tava esperando meu primo querer me comer, mas nada. Parecia que o sono tava vencendo ele, porque nem se mexia nem nada. Não tava botando energia. Digamos assim.
Depois de chupar a pica dele com toda a raiva, no bom sentido. O filho da puta encheu minha boca de porra. E quando começou a gozar, pude sentir as bolas se contraindo. Fiquei chupando a pica dele, na esperança de que continuasse dura, pra começar a Foder comigo. Mas nada.
Ele se levantou do colchão. E falou pra gente que ia nos deixar sozinhos, que ele ia pro quarto.
Aliás, não contei pra vocês, mas a gente tava transando na sala.
Ele subiu a cueca, pegou a calça e foi embora.
Ficamos sozinhos com o Gonza, que, apesar de eu conhecer ele da rua, não tinha tanta intimidade. Mas isso não impediu a gente de continuar no nosso rolê. Ele não tinha gozado.
A gente se ajeitou bem no colchão, mais pro meio, ocupando o espaço que o Rulo tinha deixado. E perguntei pro Gonza se ele podia tirar minha camiseta, porque eu já tava meio suado. Já tava sentindo o calor. E ele também tirou a dele. Praticamente, a gente ficou sem roupa por completo. Só que eu ainda tava de fio dental.
Ele continuou me comendo, e eu sentia a respiração dele bem perto das minhas costas. Ele subia e levantava o rosto. Assim, várias vezes. Parecia que tava testando meus limites. Porque aquilo me deixava com muito tesão.
Do nada, ele começou a me dar beijos nas costas, e eu, bem putinha, falava:
– Hmm, sim, que buceta gostosa.
– Você gosta? – ele perguntava.
– Sim, adoro.
Vou contar um pouco sobre o Gonza. Ele é um pouco mais baixo que eu, mas tem as costas largas. Um peito peludinho, e o corpo musculoso, misturado com uma barriguinha.
Ele pediu pra eu chupar a rola dele mais um pouco. E eu fiz isso. Me coloquei de lado e comecei a chupar o pau dele enquanto ele enfiava um ou dois dedos no meu cu. Eu tava adorando aquilo, e de vez em quando, ele dava uns tapas gostosos na minha bunda. O primeiro foi meio tímido, mas quando viu que eu gostava, já começou a bater sem parar. Com gosto.
Igual quando um enfermeiro dá uma palmada no braço antes da injeção pra relaxar, a mesma coisa aconteceu com meu cu. Fiquei de quatro mais relaxado, e o Gonza cuspiu no meu cu e, dessa vez, meteu sem camisinha. Ele tinha tirado quando eu chupei a rola dele, e com meu consentimento, e o dele também, claro, ele começou a me comer de novo.
Sinceramente, o cara se mexia muito bem. Sabia controlar os ritmos, e já tinha percebido as coisas que eu gostava. Continuava me dando tapas com a pica dentro, beijava minhas costas, e de vez em quando cuspia no meu buraco.
Depois de alguns minutos, ele se deita de novo no colchão pra eu chupar a pica dele. Dessa vez chupei a pica "de frente". Chupei os ovos dele também. E aí estávamos nós dois, curtindo o momento só. De vez em quando ele me perguntava coisas tipo se eu conhecia ele, e essas coisas. Se eu gostava da pica, se fazia muito tempo que era gay. E tudo mais.
Ele pediu pra eu deitar no colchão, e quando fui me ajeitar, ele me pega pela cabeça e, sem eu esperar, me enfia um beijo na boca. Como já tinha ficado isolado, respondi com a língua, já não me preocupava tanto com o vírus.
- Te incomoda ser beijado? - Ele pergunta
- Não, de jeito nenhum. Adoro.
E aí continuamos nos beijando.
Ele me jogou no colchão e sinto ele abrir minhas nádegas e cuspir nelas. Depois se inclina como se fosse me dar um beijo grego, ou melhor, uma boa chupada de cu, mas não. Foi só um amasso. Ele começou a morder minhas nádegas. E isso me deixou mais a mil.
Com o beijo de língua, supus que o Gonza tava mais que entregue, agora que estávamos sozinhos.
Ele meteu a pica, que já entrava sem problemas. Começou a dar umas estocadas pequenas no começo, e depois já tava me comendo. Enquanto metia e tirava, continuava me dando beijos nas costas, mas no nível de beijar. Já deixava saliva. Dava pra sentir.
Ele ficou me comendo assim por um bom tempo.
De novo comecei a chupar a pica e os ovos dele, e como tem uma coisa que me fascina demais, que são os pelos no peito, a primeira coisa que fiz foi passar minha mão nos mamilos dele, pra ver se ele resistia. E como não resistiu, comecei a brincar com os pelos. E depois fui beijando o umbigo dele, e perguntei se podia chupar os mamilos e os pelos (sério, adoro). Ele riu de nervoso, acho, e deixou.
Parece que ele gostou. porque ela começou a dar uns gemidos leves de safada. Muito diferentes dos gemidos de puta que eu soltava. Eu ia me revezando pra chupar a rola e as bolas dela, e o peito também.
Deitei, e ela mandou eu abrir as pernas, pra colocar elas no ombro dela. Aí ela começou a me comer, e com uma paixão e uma vontade tremenda. Em nenhum momento ela tocou na minha rola, só nas pernas.
Começou a apalpar meus peitinhos, que claro, são sem pelos. Enquanto me comia, ela "brincava" com meus peitinhos e minhas pernas. Juntava elas e colocava no ombro direito dela.
Parou de me comer, ajeitou minhas pernas pra ficarem abertas, e se jogou em cima de mim, pra continuar me beijando. Me beijava e chupava meus peitos. Gonza, parecia estar curtindo meu corpo. Me beijava o pescoço, descia pelas costas, até chegar nas nádegas, e mordia elas. Uma vez de quatro, ela me comia de novo na mesma posição.
Ficamos um tempão repetindo essas chupadas e comidas, quase sempre nas mesmas posições.
Comecei a chupar a rola dela e escuto ela me falando:
- Me morde a rola se quiser.
Me surpreendi, mas topei. Mordi um pouco, parecia que ela tinha esses fetiches, igual a mim. 😉 Quando comecei a morder a cabecinha, ela soltou uns gemidos, e automaticamente, a rola ficou mais dura do que já tava. Dava pra sentir as veias inchando.
Tirava a rola da minha boca, batia uma punheta e cuspia nela. Adoro sentir minha própria saliva no contato com a rola. Sentir o líquido pré-gozado fazendo um fiozinho. E tudo isso. Sou muito nojento e tarado no sexo.
Agora era minha vez de montar naquela rola linda. Dei uma boa cuspida na rola e sentei em cima. Comecei a me mexer com muita confiança e com toda minha putaria. Enquanto fazia isso, aproveitava pra acariciar o peito dela e aqueles pelos que me deixam louco. Nunca tinha ficado com alguém mais novo que eu, com tanto pelo no peito, então curtia muito. Pegava eles e puxava um pouco.
Com os joelhos um pouco Flexionada, o Gonza começou a meter mais forte.
Nem tinha percebido o tempo passar, mas a gente tava fudendo fazia quase 3 horas. Peguei o celular pra ver as horas e aí pedi pra ele gozar logo porque já era tarde. Quase 4 da manhã.
Fiquei de quatro, com a bunda bem levantada e aberta. Ele começou a me comer de novo.
- Onde você quer a porra?
- Onde você quiser - respondi.
Quando ele ia gozar, me deu um tapa na bunda, e aí soltou toda a porra em cima de mim.
Sei que é errado. Mas não vamos julgar. Lembrem que também chupei o pau do meu primo.
Com a bunda cheia de porra, fui pro banheiro me limpar.
Voltei pra sala onde tava o colchão, e o Gonza ainda não tinha se vestido. Ele ia dormir ali, então não precisava se vestir mesmo.
Me abaixei pra pegar minhas coisas e ele começou a me beijar de novo. Já com o pau todo mole.
Não queria que eu fosse embora, e ficava falando isso entre um beijo e outro. Eu entrei na brincadeira.
Ficamos nos beijando um bom tempo enquanto eu me vestia.
Quando já tava de tênis, falei que ia embora porque era muito tarde.
E naquele último beijo, ele pediu meu número de telefone. E também disse pra eu não "meter os chifres" nele. Ri e passei o número.
Me agasalhei e saí. Com uma sensação estranhíssima da foda que tinha levado.
No caminho todo pra casa, a gente foi se falando pelo celular, combinando um próximo encontro só nós dois. Gosto da ideia, mas também tô com vontade de provar o pau do meu primo na minha bunda.
Espero que tenham gostado do relato.
E aí, já sabem, se um dia passarem por Salliqueló, não hesitem em me chamar no WhatsApp 2392315891.
Se forem caminhoneiros, são bem-vindos. E eu não me visto de mulher, só uso fio dental.
Um beijão pra todas essas rolas.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
4 comentários - Com meu primo... e o amigo dele.