Sou casado, mas sempre amei rola (parte 2)

No dia seguinte, saí do colégio e tava ansioso pra chegar às 3 da tarde e poder ir na casa do meu vizinho. Coloquei um shortinho e saí. Já na casa dele, começamos a falar um monte de besteira, ele dizia que era bom experimentar essas coisas, me tocou a pica e falava "é pequenininha, gosto de te tocar" (depois percebi que ele falava e fazia isso pra eu ficar à vontade), e aí ele puxava a porra do pauzão dele e perguntava "você gosta de me tocar?" e eu tocava. Com o tempo, entendi que ele fazia de passivo por dez segundos pra eu ser a putinha dele por anos. Ele começou a tirar minha roupa, fiquei sentado na cama e ele sentou em cima de mim, esfregando a bunda e amassando minha pica, que nem chegava perto de encostar no buraco dele, e disse: "gosta de me comer assim?" Respondi que sim. "Beleza, agora é minha vez, quer?" Balancei a cabeça que sim. Ele sentou e me colocou por cima dele, senti a dureza daquela porra. Ele esfregou e perguntou: "você se atreve a me chupar?" Olhei meio horrorizado e ele percebeu. "Fala sério, todo mundo faz isso?" Eu não tava afim, ele pediu com desespero, e já dava pra ver que eu ia virar um putinho submisso com o tempo. Levantei a cueca dele e coloquei a pica na boca, sim, teria sido muito mais higiênico chupar o pau dele direto do que enfiar aquele slip sujo cobrindo a pica inteira na boca. Mas fazer o quê, né, coisa de boy otário. Ainda bem que fiz isso, porque meu vizinho ficou tão tesudo que em dois minutos tava enchendo o pano de porra e eu achando que era minha saliva. Ele levantou e perguntou: "você volta amanhã?"

No dia seguinte, quando toquei a campainha, senti um frio na barriga, tava nervoso e ansioso. Quando ele abriu a porta, tava com um sorriso dominador e com a voz firme: "entra, promíscuo." E mal fechou a porta, passou a mão na minha bunda. Deixei fazer como se nada, e posso dizer que foi a primeira sensação de me sentir uma gostosa. No colégio, se alguém te tocasse a bunda pra zuar, era motivo pra sair na porrada. Aqui era diferente. Tava ali porque queria aquilo, porque pela primeira vez tava admitindo que gostava de rola e de ficar com um macho. Me sentir uma puta, tava gostando da ideia. Dessa vez não enrolou, me levou direto pra cama. Mandou eu tirar os tênis e, assim, com a roupa, falou pra ficar à vontade. Sentou na beirada da cama e começou a acariciar minhas pernas, enfiando os dedos por dentro da calça. Chegou pela primeira vez no meu cuzinho fechado. Tirou a mão, lambuzou os dedos de saliva e voltou pra carga. Sentir os dedos molhados me deixou doido demais. Ele percebeu. "Cê gosta, viado?", falou. "Demais", respondi sem rodeios. Ele mandou: "Deita de bruços." Começou a esfregar a rola inteira na minha racha. "Vi numa revista", disse. E aí desceu e tomei a primeira chupada de cu. Adorei como comeram meu rabo pela primeira vez. Ficou um tempão, e eu queria mais. Falei: "Já foi?" "Quer mais, viado?" E chupou de novo. Já todo excitado, se jogou em cima de mim e apoiou a rola no meu cu. Empurrou um pouco e perguntou: "Cê quer ela toda?" "Toda, sim." E avançou, quase me partindo no meio. Soltei um grito, e ele tirou. Senti uma coisa quente escorrendo no meu cu. A situação tava me dominando. Era a primeira vez que meu vizinho tinha o que queria e não conseguia se controlar. Eu tentava me recuperar da primeira arrombada que levaram no meu cu. Mesmo tendo durado segundos, me fez ver estrelas. Meu vizinho limpou todo o leite dele com uma toalha. Foi assim que começou minha vida de viado com aquele macho divino. Vai ter a terceira parte com mais detalhes. Deixo uma fotinha do meu cu recém-comido e cheio de porra pra ver o que acham.Sou casado, mas sempre amei rola (parte 2)

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