No dia seguinte, saí do colégio e tava ansioso pra chegar umas 3 da tarde pra poder ir na casa do meu vizinho. Coloquei um shortinho e fui. Já na casa dele, começamos a falar um monte de besteira, ele falava que era bom experimentar essas coisas, me tocou a pica e falava que era pequenininha, gosto de te tocar (depois percebi que ele falava e fazia isso pra eu ficar à vontade), e aí ele puxava a porra do pauzão dele e perguntava: você gosta de me tocar? E eu tocava. Com o tempo, entendi que ele fazia de passivo por dez segundos pra eu ser a putinha dele por anos. Ele começou a tirar minha roupa, fiquei sentado na cama e ele sentou em cima de mim, esfregando a bunda e amassando minha pica que nem chegava perto do buraco dele, e falou: você gosta de me comer assim? Sim, respondi. Beleza, agora é minha vez, quer? Sim, falei balançando a cabeça. Ele sentou e me colocou em cima dele, senti a dureza daquele pedaço. Ele esfregou e perguntou: você se atreve a me chupar? Olhei meio horrorizado e ele percebeu. Fala sério, todo mundo faz isso? Eu não tava afim, ele pediu com desespero, e já dava pra ver que com o tempo eu ia virar um putinho submisso. Levantei a cueca dele e coloquei a pica na boca, sim, teria sido muito mais higiênico chupar a pica dele direto do que enfiar aquele slip sujo cobrindo a pica inteira na boca. Mas fazer o quê, né, coisa de boy otário. Ainda bem que fiz isso, porque meu vizinho ficou tão excitado que em dois minutos encheu o pano de porra e eu achando que era minha saliva. Ele levantou e perguntou: você volta amanhã?
No dia seguinte, quando toquei a campainha, senti um frio na barriga, tava nervoso e ansioso. Quando ele abriu a porta, tava com um sorriso dominador e com a voz firme: entra, promíscuo. E mal fechou a porta, passou a mão na minha bunda, eu deixei como se nada, e posso dizer que foi a primeira sensação de me sentir uma gostosa. Se no colégio te passassem a mão na bunda pra zuar, era motivo pra sair na porrada. Aqui era diferente. Tava ali porque queria aquilo, porque pela primeira vez tava reconhecendo que gostava de rola e de ficar com um macho. Me sentir uma puta, a ideia tava me agradando. Dessa vez não enrolou, me levou direto pra cama. Mandou eu tirar os tênis e, assim, com a roupa, falou pra ficar à vontade. Sentou na beirada da cama e começou a acariciar minhas pernas, enfiando os dedos por baixo da calça. Chegou pela primeira vez no meu cuzinho fechado. Tirou a mão, lambuzou os dedos de saliva e voltou pra ação. Sentir os dedos molhados me deu um tesão danado, ele percebeu. "Cê gosta, viado?", falou. "Demais", respondi sem rodeios, e ele mandou: "Deita de bruços." Começou a esfregar a rola inteira na minha racha, "vi numa revista", disse, e depois desceu e recebi a primeira chupada de cu. Adorei como comeram meu rabo pela primeira vez. Ficou um tempão e eu queria mais, e falei: "Já foi?" "Quer mais, viado?" E voltou a chupar. Já excitado, se jogou em cima de mim e apoiou a rola no meu cu, empurrou um pouco e perguntou: "Cê quer ela toda?" "Toda, sim." E avançou, quase me partindo no meio. Dei um grito e ele tirou, e senti algo quente escorrendo no meu cu. A situação tava me dominando, era a primeira vez que meu vizinho tinha o que queria e não conseguia se controlar. Eu tentava me recuperar da primeira arrombada que levaram em mim. Mesmo tendo durado segundos, me fez ver estrelas. Meu vizinho limpou todo o leite dele com uma toalha. Assim começou minha história de viado com aquele macho divino. Vai ter a terceira parte com mais detalhes. Deixo uma fotinha do meu cu recém-comido e cheio de leite pra ver o que acham.
No dia seguinte, quando toquei a campainha, senti um frio na barriga, tava nervoso e ansioso. Quando ele abriu a porta, tava com um sorriso dominador e com a voz firme: entra, promíscuo. E mal fechou a porta, passou a mão na minha bunda, eu deixei como se nada, e posso dizer que foi a primeira sensação de me sentir uma gostosa. Se no colégio te passassem a mão na bunda pra zuar, era motivo pra sair na porrada. Aqui era diferente. Tava ali porque queria aquilo, porque pela primeira vez tava reconhecendo que gostava de rola e de ficar com um macho. Me sentir uma puta, a ideia tava me agradando. Dessa vez não enrolou, me levou direto pra cama. Mandou eu tirar os tênis e, assim, com a roupa, falou pra ficar à vontade. Sentou na beirada da cama e começou a acariciar minhas pernas, enfiando os dedos por baixo da calça. Chegou pela primeira vez no meu cuzinho fechado. Tirou a mão, lambuzou os dedos de saliva e voltou pra ação. Sentir os dedos molhados me deu um tesão danado, ele percebeu. "Cê gosta, viado?", falou. "Demais", respondi sem rodeios, e ele mandou: "Deita de bruços." Começou a esfregar a rola inteira na minha racha, "vi numa revista", disse, e depois desceu e recebi a primeira chupada de cu. Adorei como comeram meu rabo pela primeira vez. Ficou um tempão e eu queria mais, e falei: "Já foi?" "Quer mais, viado?" E voltou a chupar. Já excitado, se jogou em cima de mim e apoiou a rola no meu cu, empurrou um pouco e perguntou: "Cê quer ela toda?" "Toda, sim." E avançou, quase me partindo no meio. Dei um grito e ele tirou, e senti algo quente escorrendo no meu cu. A situação tava me dominando, era a primeira vez que meu vizinho tinha o que queria e não conseguia se controlar. Eu tentava me recuperar da primeira arrombada que levaram em mim. Mesmo tendo durado segundos, me fez ver estrelas. Meu vizinho limpou todo o leite dele com uma toalha. Assim começou minha história de viado com aquele macho divino. Vai ter a terceira parte com mais detalhes. Deixo uma fotinha do meu cu recém-comido e cheio de leite pra ver o que acham.
3 comentários - Sou casado, mas sempre gostei de pau (parte 2)