Isso aconteceu comigo quando eu tinha 20 anos. Durante um tempo, eu estava deprimido e puto, porque tinha brigado com meu primeiro namorado oficial. Embora não tenha sido o primeiro no sexo, ele tinha sido o mais importante, e eu tava decidido a me vingar com todo mundo que aparecesse na minha frente.
Uma dessas noites, fui num bar com um colega da faculdade. Ele era mais velho que eu, devia ter uns 40 anos, e, mesmo não me atraindo, como não tinha outra opção por perto, decidi que ia tentar comer ele. Quando já tínhamos bebido bastante, ele falou que ia no banheiro, então fui junto.
Ficamos um do lado do outro e, sem disfarçar, pra ele sacar o que eu queria, me inclinei no mictório pra ver a pica dele.
— O que cê tá fazendo? — ele perguntou.
— Nada, só queria ver como cê tava, e cê tá bem.
Ele provavelmente tava bem bêbado, porque não pareceu se importar. Deu um sorrisinho e, quando terminou de mijar, saiu.
Voltamos pra mesa, já era quase uma da manhã, e ele falou que precisava ir pra casa, porque tinha combinado com um amigo de sair pra dançar. Aí eu disse pra ele ligar pro amigo e falar que os planos tinham mudado, que a gente se encontrava na casa dele. Ele respondeu que não, que a ideia era ir pra balada pegar mina. Falei que não precisava, que naquela noite eles não iam se preocupar, que tinham a foda garantida. Ele riu e disse que não, que o amigo dele provavelmente não ia gostar da ideia. A gente tava sentado um do lado do outro no balcão, então pensei: vou convencer ele. Passei a mão na perna dele, até chegar na pica e tocar por cima da calça jeans, até sentir que ele tava endurecendo. Ele engoliu seco, pegou o celular e ligou pro amigo.
Meia hora depois, a gente tava na casa dele. O amigo chegou uns minutos depois, e também já tinha vindo de um esquenta, então já tava meio bêbado. Ele tinha mais ou menos a mesma idade, mas o corpo era melhor.
Servimos mais algumas cervejas, e depois de um tempo, o amigo falou: "E aí, vamos pra balada?"
Eu respondi que Não, a gente tinha mudado de ideia e ia ficar.
Ele obviamente não gostou, mas eu falei que ele ia se divertir mais se ficasse com a gente. Passei a mão no peito dele e ele recuou, irritado.
Aí fui até meu amigo da faculdade, que tava largado no sofá, meio bêbado. Abri a braguilha dele e tirei o pau pra fora, tava mole, mas no toque começou a endurecer.
Falei — Viu? Seu amiguinho não liga de eu tocar nele...
Ele jogou a cabeça pra trás e disse — Chupa.
Obedeci e meti o pau dele na boca, que começou a endurecer. Tirei e, enquanto batia uma pra ele, falei pro outro — Chega mais, sei fazer um monte de coisinhas.
E pode até um cara dizer que é hétero, mas ninguém resiste a sexo fácil, então ele chegou.
Abaixou a calça e mostrou um pau de bom tamanho, dava pra ver que tinha ficado excitado.
Eu levantei e comecei a tirar a roupa, deixando só a parte de cima. Falei — Seu amigo vai primeiro.
Ele se recostou mais no sofá, eu subi em cima pra montar e guiei com a mão a rola dele pra entrar sem problema no meu cu.
Dava pra ver que ele tinha adorado entrar em mim, mesmo estando tão bêbado. Depois que tava bem dentro, me inclinei sobre o peito dele pra poder sentar, subindo e descendo a bunda, o que deixava meu rabo bem exposto pro outro curtir o espetáculo. E ele tava gostando, sentia a respiração ofegante dele atrás da gente.
— Depois é sua vez — falei.
Nessa hora, percebi que ele tava passando a mão nas minhas nádegas. Isso me excitou ainda mais, então pensei — por que não dois ao mesmo tempo?
Falei — Bota agora, não espera não —
Ele chegou mais perto e passou o pau na minha buceta, eu me inclinei um pouco mais pra dar espaço...
E aí senti a ponta dele entrando, me preparei e veio a dor e o prazer, tinha dois paus dentro de mim e a cabeça tava rodando. Não conseguia me mexer e meu cu tava doendo pra caralho.
Falei — Espera, sai que não consigo me mexer, não aguento.
O que tinha entrado depois disse — Não, Relaxa, a gente se mexe.
- Não, não, não posso, saiam.
- Espera um pouco, não se faz de difícil...
O que estava embaixo de mim tentava se mexer levantando a pélvis, e o que estava em cima se movia rápido, super tesudo.
Meu estômago doía e uma parte de mim queria que parassem, mas outra estava tão excitada que não conseguia evitar o prazer.
Não duraram muito, dava pra ver que tinham ficado excitados demais, só soltaram um gemido leve e ficaram parados. O de cima saiu devagar, eu fiquei deitado sobre meu amigo por um momento, que ainda estava dentro de mim. Senti que o pau dele foi murchando, então, como pude, me levantei e me joguei de lado no sofá.
Doía tudo, as costas e a bunda, e eu podia sentir o sêmen escorrendo pelas nádegas, mas nunca me senti tão completo como naquela vez.
Uma dessas noites, fui num bar com um colega da faculdade. Ele era mais velho que eu, devia ter uns 40 anos, e, mesmo não me atraindo, como não tinha outra opção por perto, decidi que ia tentar comer ele. Quando já tínhamos bebido bastante, ele falou que ia no banheiro, então fui junto.
Ficamos um do lado do outro e, sem disfarçar, pra ele sacar o que eu queria, me inclinei no mictório pra ver a pica dele.
— O que cê tá fazendo? — ele perguntou.
— Nada, só queria ver como cê tava, e cê tá bem.
Ele provavelmente tava bem bêbado, porque não pareceu se importar. Deu um sorrisinho e, quando terminou de mijar, saiu.
Voltamos pra mesa, já era quase uma da manhã, e ele falou que precisava ir pra casa, porque tinha combinado com um amigo de sair pra dançar. Aí eu disse pra ele ligar pro amigo e falar que os planos tinham mudado, que a gente se encontrava na casa dele. Ele respondeu que não, que a ideia era ir pra balada pegar mina. Falei que não precisava, que naquela noite eles não iam se preocupar, que tinham a foda garantida. Ele riu e disse que não, que o amigo dele provavelmente não ia gostar da ideia. A gente tava sentado um do lado do outro no balcão, então pensei: vou convencer ele. Passei a mão na perna dele, até chegar na pica e tocar por cima da calça jeans, até sentir que ele tava endurecendo. Ele engoliu seco, pegou o celular e ligou pro amigo.
Meia hora depois, a gente tava na casa dele. O amigo chegou uns minutos depois, e também já tinha vindo de um esquenta, então já tava meio bêbado. Ele tinha mais ou menos a mesma idade, mas o corpo era melhor.
Servimos mais algumas cervejas, e depois de um tempo, o amigo falou: "E aí, vamos pra balada?"
Eu respondi que Não, a gente tinha mudado de ideia e ia ficar.
Ele obviamente não gostou, mas eu falei que ele ia se divertir mais se ficasse com a gente. Passei a mão no peito dele e ele recuou, irritado.
Aí fui até meu amigo da faculdade, que tava largado no sofá, meio bêbado. Abri a braguilha dele e tirei o pau pra fora, tava mole, mas no toque começou a endurecer.
Falei — Viu? Seu amiguinho não liga de eu tocar nele...
Ele jogou a cabeça pra trás e disse — Chupa.
Obedeci e meti o pau dele na boca, que começou a endurecer. Tirei e, enquanto batia uma pra ele, falei pro outro — Chega mais, sei fazer um monte de coisinhas.
E pode até um cara dizer que é hétero, mas ninguém resiste a sexo fácil, então ele chegou.
Abaixou a calça e mostrou um pau de bom tamanho, dava pra ver que tinha ficado excitado.
Eu levantei e comecei a tirar a roupa, deixando só a parte de cima. Falei — Seu amigo vai primeiro.
Ele se recostou mais no sofá, eu subi em cima pra montar e guiei com a mão a rola dele pra entrar sem problema no meu cu.
Dava pra ver que ele tinha adorado entrar em mim, mesmo estando tão bêbado. Depois que tava bem dentro, me inclinei sobre o peito dele pra poder sentar, subindo e descendo a bunda, o que deixava meu rabo bem exposto pro outro curtir o espetáculo. E ele tava gostando, sentia a respiração ofegante dele atrás da gente.
— Depois é sua vez — falei.
Nessa hora, percebi que ele tava passando a mão nas minhas nádegas. Isso me excitou ainda mais, então pensei — por que não dois ao mesmo tempo?
Falei — Bota agora, não espera não —
Ele chegou mais perto e passou o pau na minha buceta, eu me inclinei um pouco mais pra dar espaço...
E aí senti a ponta dele entrando, me preparei e veio a dor e o prazer, tinha dois paus dentro de mim e a cabeça tava rodando. Não conseguia me mexer e meu cu tava doendo pra caralho.
Falei — Espera, sai que não consigo me mexer, não aguento.
O que tinha entrado depois disse — Não, Relaxa, a gente se mexe.
- Não, não, não posso, saiam.
- Espera um pouco, não se faz de difícil...
O que estava embaixo de mim tentava se mexer levantando a pélvis, e o que estava em cima se movia rápido, super tesudo.
Meu estômago doía e uma parte de mim queria que parassem, mas outra estava tão excitada que não conseguia evitar o prazer.
Não duraram muito, dava pra ver que tinham ficado excitados demais, só soltaram um gemido leve e ficaram parados. O de cima saiu devagar, eu fiquei deitado sobre meu amigo por um momento, que ainda estava dentro de mim. Senti que o pau dele foi murchando, então, como pude, me levantei e me joguei de lado no sofá.
Doía tudo, as costas e a bunda, e eu podia sentir o sêmen escorrendo pelas nádegas, mas nunca me senti tão completo como naquela vez.
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