O dia que arrombaram minha buceta

E aí, galera, como vocês estão? Como comentei no post anterior, vou contar a vez que perdi a virgindade. Espero que gostem e que batam muita punheta lendo isso.


Tudo isso rolou mais ou menos por volta de 2019. Um dia, eu tava em casa entediado e decidi mandar mensagem pro meu amigo Santiago (o do primeiro relato). Fechamos de nos ver lá em casa umas 2 da tarde pra dar um rolê. Meu puto tava no pique naquele dia, e quando a gente falava de minas, soltava umas frases tipo "que gostosa!" ou "deve chupar muito bem!" — aí eu não conseguia segurar e respondia: "minha buceta tá mais empinada, e cê sabe que eu chupo delicioso". Ele ficou gelado, com uma cara de pôquer, e falou: "é, eu sei, mas não vamos falar disso aqui". Questão que o tempo passou e já era noite.


Lá pelas 8:30 da noite chegamos na casa dele. A mãe, como a boa solteirona que era, tinha ido dançar ou encontrar algum cara, imagino. As horas passam e, igual na primeira vez, depois de um tempinho de ter jantado, o clima esquenta. A gente não tinha filtro nenhum, então era super normal eu falar "Que vontade de te fazer um boquete" ou ele me soltar umas tipo "Quero sua língua acariciando minhas bolas" — direto, sem rodeios.


Naquela noite, enquanto como de costume eu tava chupando a pica dele, mais ou menos no terceiro ou quarto gozo dentro da minha boca, ele pede pra eu parar e me pergunta: "O que foi aquilo que você disse hoje sobre a sua bunda?" — "Que coisa?
ao que me responde "Que tava mais dura" - "Ah, e sim, tenho ela bem mais redonda e grande que muitas mulheres hahaha" - "Posso ver?" ele pergunta sério, meio tímido.


Eu, sem responder nada, desabotoo a calça jeans e mostro pra ele. Minha bunda é uma coisa linda, quase a parte mais gostosa do meu corpo. Cuido dela como se fosse um tesouro, com cremes e bem depilada. Meu amigo coloca uma mão nas minhas costas (eu tava sem camiseta) e vai descendo até chegar na minha bunda, onde, sem pensar, acaricia meu cu e depois continua descendo até onde minhas bolas deveriam estar (ver relato anterior).


Não tava mentindo, hein? Ela é bem fodedora mesmo, sério" — e eu continuava chupando ela, quando de repente parei pra responder: "Essa aqui é virgem, nunca tive chance de ser comida." Meu amigo riu, e eu, enquanto isso, continuei chupando ela.


Cerca de 3 minutos depois, mais ou menos, ela me diz "Eu quero fazer isso", o que me faz parar de chupar ela e falar "Vai pro quarto da sua mãe que com certeza tem algum lubrificante". Enquanto meu amigo procurava, eu aproveitei pra me vestir feito uma puta: batom preto, nada no torso, uma calça de látex e uns stilettos de 12cm brancos da mãe dele.


Achei!" ele grita pra mim, e eu não respondo nada. "Migué! achei" e eu continuei sem responder, aí ele vai pro quarto sozinho e me encontra sentado numa cadeira de couro marrom, vestido feito uma puta, esperando pra saciar ele. "Ah, já entendi, haha" ele fala, enquanto abaixa as calças e se masturba pra ficar duro. Eu me deito na cama dele de pernas abertas, esperando aquela pica linda.


Ele se ajoelha na cama e, na posição de papai e mamãe, apoia a cabeça da pica na porta do meu cu e, passando um pouco de lubrificante no tronco e entre minhas nádegas, me segura pelas pernas e começa a empurrar. Eu sentia aquela ereção me rasgando por dentro, destruindo todo o meu cu, deixando ele vermelho e pulsando. A pica dele era tão grande e fazia tanta força que parecia mais um cavalo do que uma pessoa. Enquanto ele descontava tudo em mim, me beijava o pescoço e as orelhas. Passaram-se 5 minutos de dor intensa quando, de repente...


Santiago se desgrudou do meu tronco e, numa última investida, foi o mais fundo que conseguiu, descarregando dentro de mim todo o sêmen que esses ovos lindos podem armazenar. Me senti no céu, sabendo que um garanhão daqueles estava se esvaziando dentro de mim. "AHhhhhh", ele gritou com toda a força, deixando bem claro que teve um orgasmo dos bons. Quando ele tentou tirar o pau, eu segurei ele pela cintura e enfiei de novo dentro de mim, implorando pra ele ficar ali mais um pouco. Ele deu mais umas duas estocadas e tirou, coberto de porra como se fosse um sorvete. Me levantei pra ir ao banheiro, quando de repente sinto o esperma grosso escorrendo do meu cu, descendo pelas minhas nádegas até as pernas, chegando nos meus pés e pingando sutilmente na ponta do meu salto.


Sem conseguir resistir à tentação de um macho daqueles, me ajoelho de novo e, como um favor, limpo a pica dele com a língua, engolindo todo o esperma que meu cu não deu conta de armazenar. Dei um último beijo na cabeça da pica, coloquei ela de volta na cueca e subi a braguilha.


DepoisDepois disso, fui rapidinho pro banheiro tirar a maquiagem e limpar minha buceta daquele leite grosso e divino. Enquanto eu tava no banheiro, a mãe do meu amigo chegou em casa. Saí do banheiro um tempinho depois, cumprimentei ela como se nada tivesse acontecido, e só recebi um amigável "Migueee! Como cê tá?" da parte dela. Já era bem tarde, então fiquei pra dormir. Vocês já imaginam o que rolou quando ela pegou no sono.


Deixo pra vocês uma foto bem parecida com o que rolou naquele momento.
O dia que arrombaram minha buceta

Mando um beijo na base da rola pra todos vocês, que tenham boas punhetas e a gente se vê no próximo post.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.

1 comentários - O dia que arrombaram minha buceta