Me apresento, meu nome é Esequiel, tenho 34 anos, 1,68m de altura, 68kg, cabelo curto e escuro. Depois da minha primeira experiência com o Héctor, aos 16 anos, só fiquei com um garoto da minha idade e não foi tão prazeroso quanto eu esperava, então, a partir daí, parei de procurar sexo com homens. Conheci minha namorada, que depois virou minha esposa, e isso me fez segurar minhas vontades, embora eu ainda enfiasse coisas na minha bunda e assim fui passando os anos. Uns dois anos atrás, machuquei meu joelho, parei de fazer atividade física e engordei. Então, pra voltar ao meu peso normal, comecei a caminhar. Fazia isso dentro da minha cidade, mas era como andar em círculos pequenos, então decidi caminhar mais pela área rural. São campos de algodão praticamente desertos. Quase no final do meu percurso, tem uma casinha velha que os colhedores de algodão usavam, mas já não morava ninguém. Como meus turnos no trabalho variam, às vezes caminho de manhã cedo ou no fim da tarde. Numa dessas caminhadas matinais, vejo que atrás da casa saía fumaça e o mato ao redor, que antes estava alto, tinha sido cortado. Quando me aproximo, noto um homem sentado num tronco tomando chimarrão. Cumprimentei ele ao passar, e ele respondeu. Naquela tarde, um colega me disse que naquela casa estava morando um cara que saiu jovem da cidade pra viver na capital, chamado Carlos, mas que nunca falou com ele. Nos dias seguintes, não o vi de novo, mas percebia que a casinha continuava habitada. Uma semana depois, vejo ele sentado no mesmo lugar, mas brincando com um filhote de cachorro. O filhote, ao me ver, tenta sair pra latir ou algo assim, ele se levanta e chama o cachorro. Dessa vez, consigo ver bem ele: um cara de 1,95m, mais de 120kg, parecia um brutamontes, moreno, cabelo curto e com uns fios grisalhos. Minha buceta dilatou na hora, num reflexo. Nos cumprimentamos e sigo meu caminho (fiquei pensando no tamanhão que ele era). No sábado, que é meu último dia de caminhada da semana, vejo o filhote na beira da estrada, sangrando um pouco na pata. Também, e levou ele. Ele me atende, pega ele e me pergunta o que aconteceu. Falei que encontrei ele assim na beira da estrada. Ele me agradeceu. — Me chamo Carlos. — Eu sou Esequiel, moro na vila. Falo pra ele. — Já sei. — responde ele. — E como assim? — Não se preocupa, queria saber quem é o único que anda por essas ruas. — Ah, é, gosto de caminhar por aqui. — Vou levar o Chuky pra tratar, quer entrar? — Não, não posso, tenho que voltar. (Morrendo de vontade de ficar) — Beleza, a gente se vê. Essa foi a primeira conversa que a gente teve. Na segunda, queria saber como tava o Chuky, o cachorro dele, então bati na mão. Ele saiu e falou pra eu entrar. Entrei e o cachorro tava num canto, dentro de uma caixa. Ele disse que parecia que a ferida tava infeccionando. Olhei e parecia isso mesmo. Falei que eu tinha antibióticos, que se ele quisesse, eu trazia. Ele disse que sim e perguntou se eu queria um mate. Aceitei e a gente sentou. Ele me contou sobre a passagem dele pela cidade e que nos últimos três anos esteve preso por roubo, mas que se arrependia muito. Por estar preso, a mulher dele levou os filhos e ele não sabe pra onde, e teve que vir pra vila porque a cidade tava complicada pra quem quer mudar. Não sei por que, mas me pareceu sincero. Também falou que tava difícil arrumar trampo, que os bicos só davam pro dia a dia. Falei que ia falar com um conhecido meu de uma chácara pra ver se tinha algo. Ele agradeceu, a gente se cumprimentou e fui embora. Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi ligar pro meu conhecido. Ele disse que sim, que no outro dia era pra eu ir na chácara dele pra arrumar um curral. Quando saí do trampo já eram 20h, então já tava de noite, mas peguei os remédios pro cachorro e fui avisar ele que no outro dia tinha que estar na casa do meu conhecido. Cheguei de carro, ele me atendeu de shorts curto e justo e sem camisa. Entreguei os remédios e contei sobre o trampo. Ele ficou feliz e tentei explicar onde ficava. Depois acabei falando pra ele subir no carro que eu ia levar ele pra mostrar. Ele vestiu uma camisa e a gente foi. Mostrei o caminho e... No trajeto, acendi a luz interna do carro pra arrumar umas coisas e vi que ele tava com uma ereção que, com a calça que ele usava, ficava ainda mais evidente. Tentei disfarçar, mas ele percebeu que eu tava olhando porque ficava passando a mão ou ajustando o tempo todo. Chegamos na casa dele, ele desceu e eu, sem sair, me despedi e fui pra minha casa. Quando cheguei, não acreditei no tesão que tava. Enfiei meus brinquedos na buceta e gozei como não fazia há muito tempo. Me senti igual nos encontros com o Héctor e agora não conseguia parar de pensar naquela pica. Me masturbei a noite inteira. No dia seguinte, saí pra caminhar e quando voltei, notei que ele não tava. No fim, ele foi trabalhar mesmo. Passaram umas semanas e encontrei ele na cidade. A gente se cumprimentou e ele me agradeceu pelo trabalho, falou que são pessoas muito boas. Me disse que naquele fim de semana, à noite, ia fazer um churrasco na casa dele e que eu tinha que ir de qualquer jeito. Confirmei e perguntei que horas devia chegar. Ele falou pra ir às 20h pra ajudar um pouco. No sábado, às 20h, cheguei na casa dele. Tava sozinho, mas já tinha acendido o fogo. Mandou eu entrar que ele ia preparar a carne. A cozinha dele é muito pequena, ainda mais pro tamanho dele, então eu sentei na mesa, toda puta, e a gente só conversava. Ele me contou que a mesa, a cadeira e uma cama foram presentes do patrão da fazenda, e que também tinha uma luz ligada numa bateria, então o foco só iluminava onde a bateria tava. Depois de um tempo, ele me pediu pra cuidar da salada enquanto ele colocava a carne na grelha. Fui pro outro lado da mesa e, quando ele passou por trás de mim, virou de costas, então ficamos tipo costas com costas. Daí ele voltou dizendo que ia pegar uma faca e passou por trás de novo, mas dessa vez sem virar de costas. Senti a pica dele roçando por cima da minha bunda, bem onde começa a formar as nádegas. Não falei nada, nem ele, mas ele ficou daquele lado. A gente continuou conversando e bebendo cerveja até que ouvimos uma moto ao longe. — Esses devem ser meus amigos, vou lá fora. Por que o Chucky (o cachorro dele) vai latir pra gente. Quando passou por trás de novo, ele colocou o pau no mesmo lugar, mas dessa vez já tava mais duro, isso me excitou, eu fiz como se fosse na ponta dos pés e estiquei minha bunda pra trás, ele segurou minha cintura e se ajustou um pouco, como se fosse colocar o pau entre minhas nádegas, não conseguiu por causa do meu jeans, mas já tava tudo claro. Quando ouvimos a moto parar, ele se afastou e com uma mão agarrou uma das minhas nádegas, que cabia certinho na palma dele, e apertou tão forte que deixou uma marca (percebi quando cheguei em casa). Comemos e, como a cerveja acabou, Carlitos falou pro colega dele ir de moto buscar mais. Foram e, quando voltaram, o amigo disse entre risadas: "Sabe por que o Carlitos queria ir pra cidade? Comprar camisinha! Haha, qual puta você vai arrebentar?" Eu ri e falei: "É mesmo?" Ele só riu. Terminamos de beber e os colegas se despediram e foram embora. Ficamos em silêncio. Quando o barulho da moto sumiu, ele se levantou e apagou a luz, tudo ficou escuro, mas dava pra ver um pouco por causa da lua. Ele se aproximou de mim, abaixou a calça e mostrou o pau dele. Foi a primeira vez que vi um pau tão grande, mas sentado assim só dava pra ver até as coxas e as bolas. Beijei as coxas dele e acariciei as bolas, me ajeitei pra chupar ele e fiquei surpresa como era difícil enfiar a cabeça na minha boca, então foram mais lambidas do que chupadas. Ficamos assim por um tempo, até que ele disse pra irmos pra cama. Levantei e fui com ele pra dentro. Ele foi pro banheiro e eu fui pro quarto, já tinha me despido completamente quando ele voltou com a luz acesa e disse pra eu ir no banheiro me lavar. Fui e me lavei o máximo que pude, e tentei dilatar meu cu o máximo que consegui. Quando tava pronto, voltei pro quarto, me deitei e ele me beijou na boca com carinho, bem devagar, a língua dele era enorme. Pra mim, tava procurando o Héctor, mas isso era ainda mais excitante. Ele começou a beijar meus peitos e desceu pro meu pau, começou a chupar. Em questão de segundos, me deixou pronto pra gozar. Ele pediu pra eu virar e ficar de joelhos, eu fiz isso, tentei entregar meu cu. O melhor que pude fazer foi incrível, a chupada de cu que ela me deu me dava arrepios. Ela parou e eu pude ouvir quando abriu um preservativo, mas na verdade era o gel que vem junto. Ela colocou no buraco do meu cu e começou a enfiar um dedo, depois enfiou outro (o máximo que dilatei minha buceta foi um desodorante roll-on). Eu disse que tava doendo, ela deixou os dedos parados. Depois de alguns segundos, me acostumei com a dor e comecei a me mexer pra eles entrarem e saírem. Ela se levantou e terminou de passar gel no pau dela. Encostou no meu cu, mas eu não conseguia relaxar e não entrava, até que num momento ela começou a fazer pressão no lugar certo e eu senti meu cu se abrindo. Senti medo e dor quando percebi que entrou, pedi pra ela esperar um pouco. Consegui sentir meu cu envolvendo o pau dela. Ela saiu bem devagar e disse: "já tá aberto". Toquei com meus dedos e notei que tava bem aberto, um dedo entrava sem nem tocar a borda. Vi que tinha um pouco de sangue, me assustei e falei que não ia continuar. Ela me segurou com força e colocou minha cabeça contra a cama. "Fica de joelhos e levanta essa raba, puta", ela disse. Com medo, fiz o que ela mandou. Ela pressionava minhas costas contra o colchão. "Abre essas nádegas". Do jeito que dava, estiquei meus braços e abri o máximo que pude. Dessa vez ela se ajeitou melhor e achou a altura certa. Com um pouco de pressão, de novo a cabeça do pau dela tava dentro do meu pobre cu. Ela não se mexeu. Depois de alguns segundos, disse: "sabia que ia te foder uma hora dessas. Você gosta, gosta, sua puta?" Isso me excitou e, aos poucos, fui ganhando milímetro por milímetro do pau dela, até que ela começou a fazer força. Senti a entrada do meu cu rasgando. Pedi pra parar, mas ela não ligou. Com duas estocadas, senti as bolas dela batendo nas minhas. O ar que eu respirava não era suficiente e a dor era terrível. Ela continuava bombando com força. Num momento, ela me ajeitou melhor e o pau dela mudou de direção dentro de mim. Não sei o que aconteceu, mas tocou em algo que me deixou em branco, foi tipo um orgasmo sem gozar. Consegui gemer pela primeira vez na minha vida, mas Ele continuou com a bombada forte e a experiência foi bem curta. Depois, ele disse que ia gozar e fez algo que eu não esperava: num movimento rápido e forte, tirou o pau inteiro. Senti um vazio e suspirei. Ele se abaixou e chupou meu cu com força, depois apertou com os lábios a borda do meu cu, que estava pra fora e inchado. Ele se deitou na cama, pediu pra eu colocar meu cu na boca dele e chupar o pau dele. Eu fiz, e ficamos assim por pouco tempo. Levantei e tentei sentar no pau dele, não pensei que fosse tão difícil enfiar daquele jeito. Tive que lubrificar bastante. Num momento, entrou e, apesar da minha inexperiência, consegui me mexer — aquele pau não ia sair. Num desses movimentos, fui muito pra trás e senti de novo a roçada do pau dele com algo dentro (a mesma sensação de antes), só que dessa vez eu tinha o controle do movimento, então só fazia me mexer pra roçar aquela parte. Acelerando o ritmo, consegui aquele orgasmo que eu queria, mas dessa vez gozei tanto que espirrei até o peito dele. Senti um jato forte e quente dentro de mim, e o pau dele se mexendo, soltando os últimos jatos de porra. Esperei um pouco com o pau dele no meu cu, depois me levantei, deixando a porra dele escorrer no pau dele. "Me limpa", ele disse. Eu pensei que era com um pano ou algo assim. "Com a boca", ele falou. Olhei pro pau dele, já não estava tão duro, mas sujo de porra e meio pegajoso. Primeiro provei um pouquinho com a língua, até que terminei limpando tudo enquanto ele olhava. Limpei até o que caiu no colchão. Ele, com o dedo, juntou minha porra e colocou na boca dele. Fiquei um tempinho parada, olhei pra ele, beijei ele na boca e comecei a me vestir como dava. Quando cheguei em casa, descobri que ainda tinha porra do Carlos dentro do meu cu e um roxinho na minha bunda. Tomei banho e dormi como pude. No dia seguinte, não conseguia andar de tanta dor nas pernas e no cu. Mas feliz.
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