E aí, como vocês estão? Eu tô aqui toda excitada como sempre, dessa vez vou contar como fazer um "bico" pode acabar com você de quatro sendo montada como uma putinha. Bom, a parada começou quando um homem viu meu anúncio no Facebook onde eu me oferecia pra limpar terrenos, cortar grama, etc. Ele me ligou dizendo que a casa dele tava bem abandonada porque fazia um tempo que a esposa tinha morrido. Depois de dar minhas sinceras condolências, combinamos pra eu ir numa sexta-feira umas 17h. Dei uma olhada no Facebook dele, que tinha várias fotos com a falecida esposa e os filhos na praia ou de quando as crianças eram pequenas, etc, nada de estranho. Mas o cara era um tio grisalho de uns 60 anos, com barba cheia e uma barriga enorme, o que não sei por que me deu uma espécie de tesão. Enfim, no dia fui de bicicleta com minha máquina, rastelo, etc. E quando vi ele, senti uma atração — era mais alto do que eu imaginava, talvez mais de 1,80m, e aquela barrigona que gostei ainda mais pessoalmente, talvez mais de 100kg. Ele me cumprimenta: G: E aí, como cê tá? Tá calor pra caralho. Eu: Oi, boa tarde, é, tá um dia bonito. Bora meter a mão na massa. G: É, vai fundo, eu vou tomar um banho e beber algo porque o dia tá insuportável. Quando terminar, entra na casa que vou te pagar. Eu: Ok, muito obrigada pela confiança, tá difícil a situação, pode ficar tranquilo. O homem foi pra dentro de casa e eu passei as próximas 2 horas limpando a "selva" que tinha na frente. Quando terminei o serviço, entrei na casa, que era de dois andares, uma sala enorme com um sofá branco e comprido na frente da TV de tela plana de umas quantas polegadas, onde o homem tava sentado como um rei no trono. Sem camisa e de shorts curtos, fiquei olhando pro peito peludo e grisalho e aquela barriga enorme que dava vontade de pular em cima. Nunca tinha ficado com um cara assim, maduro e gordo. Isso me dava um tesão e uma curiosidade, tentei disfarçar mas foi inevitável que ele Percebi.
Eu: Com licença, terminei o serviço, deu trabalho mas ficou um luxo.
G: Sim, pode entrar, senta aí, toma um gole de cerveja que tá bem gelada.
Eu aceitei porque a sede e o cansaço me obrigaram, depois ele começou a falar e falar igual aqueles velhos que faz tempo que não conversam com ninguém e não deixam você ir embora. Não sei como, mas chegamos no assunto da sexualidade de um jeito bem confiante e direto, por causa do álcool e da vontade que já tava meio no ar.
G: E você tem namorada? Com essa lábia que você tem, com certeza come toda hora.
Eu: Haha sim, tenho namorada e graças a Deus como com bastante frequência.
G: Pô, que sorte a sua, eu faz anos que não como ninguém e já tô ficando velho.
Eu: Bom, mas nunca é tarde pra se sentir um garanhão de novo e dar uma boa trepada.
G: Haha tomara que Deus te ouça e me dê uma alegria.
Eu: Quem sabe, essa alegria pode chegar a qualquer momento.
Eu me aproximo dele e olho fixamente com uma cara que eu achava que era de tarado, pra ele foi uma surpresa porque passou de uma conversa de hétero frustrado pra uma insinuação.
G: Ei, para aí, eu não sou gay.
Eu: Ah não? Não precisa ser.
E do nada eu beijo ele na boca e começo a apalpar ele todo, a barriga, os mamilos até chegar no pau dele, ele não resiste, só me beija com insegurança e fica imóvel, quando chego no pau dele já tava durinho e percebo por cima da calça que é bem grosso.
Eu: Olha só, já vai ficando dura a coisa.
Ele não fala nada, tá tipo em choque, talvez pensando se o que tá fazendo é errado ou tentando se convencer de que não é viado, mas eu não dou tempo pra ele pensar, tiro o pau dele da calça enquanto começo a bater uma punheta pra ele, é um pau grosso mas não muito comprido, o suficiente e cheio de veias com muito pelo, só de lembrar já fico com a buceta molhada. Vou beijando o corpo dele, chupo os mamilos dele e escuto uns gemidos, aí vou descendo passando a língua por toda a barriga linda dele e chego naquele pau grosso já bem duro, se Notei que tava há muito tempo sem receber contato nenhum, já tinha a cabeça coberta de precum, passei a língua nela, peguei a pica pela base com uma mão e comecei a chupar aquela cabeçona, era uma delícia, salgadinha e eu sentia ela pulsando na minha boca. O cara começou a gemer forte, sem acreditar no que eu tava fazendo com a boca. Comecei a tentar engolir aquele pedaço de carne, mas tinha que abrir muito a boca pra enfiar mais pra dentro, a metade da pica dele era mais grossa que a ponta, então eu ia até ali e voltava enquanto batia uma pra ele.
Eu: Tá gostando, gordão?
Ele: Tô adorando, filha da puta.
Continuei chupando e finalmente consegui enfiar a pica toda na minha boca, porque não era tão comprida, mas custava pelo grosso. Quando consegui, ele bufou que nem um touro.
Ele: Ahhh, caralho, como você engole, filha da puta.
Ele falava isso e, se animando mais, agarrou minha cabeça com as mãos pesadas dele e começou a meter aquela pica na minha boca igual um louco. Me deu umas ânsias de vômito, mas ele continuava desesperado, fodendo minha boca. Já com a pica e os ovos pingando saliva, eu levantei e falei:
Eu: Me fode, gordão lindo.
Ele: Fica de quatro, viado.
Na hora, tirei a calça comprida e a camiseta, enquanto meu macho foi pegar uma camisinha que tinha na gaveta e colocou. Quando viu minha raba empinada no sofá dele, falou:
Ele: Que cu que tu tem, puta.
Eu: Você fazia isso na sua mulher?
Ele: Não, ela nunca deixou.
Eu: Imagina que é o cu dela esperando pra receber sua pica.
Nessa hora ele não falou mais nada, só chegou perto, deu uns tapas na minha bunda e cuspiu no meu cu, enquanto eu pensava: "Como é que ele vai meter uma pica dessas só com saliva?" Tava certo. Ele encostou a pica na minha entrada e empurrou um pouco. Eu senti a cabeçona gorda entrando e mordi os lábios de tanta dor.
Eu: Uf, caralho, para, deixa ela aí.
Ele: Agora aguenta, puta.
Ele começou a meter e tirar só a cabeça, o que foi me dilatando um pouco, mas de repente enfiou tudo até o fundo. Eu soltei um grito forte de dor, só sentia uma dor aguda no cu.
Eu: Aiii. hdp, você arrombou meu cu. Ele não dizia nada, deixou o pau todo dentro enquanto eu respirava fundo e me contorcia de dor, meu cu foi cedendo, eu não era virgem, mas senti como se estivesse sendo desvirginada, nunca tinha tido algo tão grosso no meu cu. Ele começou a tirar devagar e eu sentia meu cu apertando aquele pau. G: Uff, que apertado que você tá, hdp, adoro. Eu: Para, para, devagar, aii. Ele começou a acariciar minhas costas, tirou tudo, cuspiu de novo no meu cu e enfiou um dedo, depois dois, o que devia ter feito antes, haha, e eu comecei a relaxar enquanto me masturbava e já tava toda molhada e com o cu arrombado, então falei: Eu: Mete, gordito. Aí ele se posicionou atrás com o pau na minha entrada, cuspiu de novo no meu cu e empurrou tudo devagar, dessa vez deslizou, embora ainda doesse um pouco. Começou o vai e vem, mas logo se desesperou e me pegou pela cintura pra me comer bem forte, a dor virou prazer e eu só queria que me comesse do jeito que quisesse. Eu: Aii, sim, Sweetie, me come, me dá esse pau que já tô com a bunda arrombada pelo teu pau. G: Cê gosta, viado? Eu: Siiiim, gordito, me come bem, a bunda bem comida. Continuei sentindo aquele pedaço de carne abrindo minha bunda desesperadamente, ele bufava e empurrava com seus 100 quilos e a barriga caía nas minhas costas, sentir aquela força, aquele peso, aquela ferocidade enquanto me segurava pelos ombros pra me empalar mais do que eu aguentava, me deixou louco de prazer, só gemia e gozava, quando percebi, tava com o pau duríssimo e tinha me mijado igual uma puta enquanto ele me macetava, aí comecei a flutuar de prazer. Eu: Aii, gordito, você vai me fazer gozar com esse pau, me come mais forte, vai, vai. G: Isso, puta, goza toda, toma. Ele começou a meter mais rápido o quanto pôde e, pra minha surpresa, num instante, tirou o pau, tirou a camisinha e enfiou o pau todo dentro, nossa, senti um prazer único, todo o pau venudo apertado pelo meu cu e meu pau começou a jorrar porra sem nem eu me tocar, eu gritei e gemi como uma vadia e depois de mais umas enfiadas, senti o pau dele inchar dentro de mim e começar a jorrar litros de porra grossa e quente pra dentro de mim enquanto meu macho bufava de tesão. Sentia ele enchendo minha buceta e, quando tirou o pau, a porra escorria pelas minhas bolas e pernas, que começaram a tremer sozinhas. Ele me deu um tapa na bunda e disse: G: que buceta boa, hein, filha da puta, ficou toda arrombada, nunca tinha feito isso. Eu caí exausto no sofá com um baita vazio entre as pernas, me vesti como pude enquanto a gente conversava mais um pouco e ele se despediu. E fui andando pra casa porque não conseguia nem sentar na bicicleta. Depois disso, passei vários dias com dor pra sentar, mas mesmo assim, mal posso esperar o mato crescer de novo.
Eu: Com licença, terminei o serviço, deu trabalho mas ficou um luxo.
G: Sim, pode entrar, senta aí, toma um gole de cerveja que tá bem gelada.
Eu aceitei porque a sede e o cansaço me obrigaram, depois ele começou a falar e falar igual aqueles velhos que faz tempo que não conversam com ninguém e não deixam você ir embora. Não sei como, mas chegamos no assunto da sexualidade de um jeito bem confiante e direto, por causa do álcool e da vontade que já tava meio no ar.
G: E você tem namorada? Com essa lábia que você tem, com certeza come toda hora.
Eu: Haha sim, tenho namorada e graças a Deus como com bastante frequência.
G: Pô, que sorte a sua, eu faz anos que não como ninguém e já tô ficando velho.
Eu: Bom, mas nunca é tarde pra se sentir um garanhão de novo e dar uma boa trepada.
G: Haha tomara que Deus te ouça e me dê uma alegria.
Eu: Quem sabe, essa alegria pode chegar a qualquer momento.
Eu me aproximo dele e olho fixamente com uma cara que eu achava que era de tarado, pra ele foi uma surpresa porque passou de uma conversa de hétero frustrado pra uma insinuação.
G: Ei, para aí, eu não sou gay.
Eu: Ah não? Não precisa ser.
E do nada eu beijo ele na boca e começo a apalpar ele todo, a barriga, os mamilos até chegar no pau dele, ele não resiste, só me beija com insegurança e fica imóvel, quando chego no pau dele já tava durinho e percebo por cima da calça que é bem grosso.
Eu: Olha só, já vai ficando dura a coisa.
Ele não fala nada, tá tipo em choque, talvez pensando se o que tá fazendo é errado ou tentando se convencer de que não é viado, mas eu não dou tempo pra ele pensar, tiro o pau dele da calça enquanto começo a bater uma punheta pra ele, é um pau grosso mas não muito comprido, o suficiente e cheio de veias com muito pelo, só de lembrar já fico com a buceta molhada. Vou beijando o corpo dele, chupo os mamilos dele e escuto uns gemidos, aí vou descendo passando a língua por toda a barriga linda dele e chego naquele pau grosso já bem duro, se Notei que tava há muito tempo sem receber contato nenhum, já tinha a cabeça coberta de precum, passei a língua nela, peguei a pica pela base com uma mão e comecei a chupar aquela cabeçona, era uma delícia, salgadinha e eu sentia ela pulsando na minha boca. O cara começou a gemer forte, sem acreditar no que eu tava fazendo com a boca. Comecei a tentar engolir aquele pedaço de carne, mas tinha que abrir muito a boca pra enfiar mais pra dentro, a metade da pica dele era mais grossa que a ponta, então eu ia até ali e voltava enquanto batia uma pra ele.
Eu: Tá gostando, gordão?
Ele: Tô adorando, filha da puta.
Continuei chupando e finalmente consegui enfiar a pica toda na minha boca, porque não era tão comprida, mas custava pelo grosso. Quando consegui, ele bufou que nem um touro.
Ele: Ahhh, caralho, como você engole, filha da puta.
Ele falava isso e, se animando mais, agarrou minha cabeça com as mãos pesadas dele e começou a meter aquela pica na minha boca igual um louco. Me deu umas ânsias de vômito, mas ele continuava desesperado, fodendo minha boca. Já com a pica e os ovos pingando saliva, eu levantei e falei:
Eu: Me fode, gordão lindo.
Ele: Fica de quatro, viado.
Na hora, tirei a calça comprida e a camiseta, enquanto meu macho foi pegar uma camisinha que tinha na gaveta e colocou. Quando viu minha raba empinada no sofá dele, falou:
Ele: Que cu que tu tem, puta.
Eu: Você fazia isso na sua mulher?
Ele: Não, ela nunca deixou.
Eu: Imagina que é o cu dela esperando pra receber sua pica.
Nessa hora ele não falou mais nada, só chegou perto, deu uns tapas na minha bunda e cuspiu no meu cu, enquanto eu pensava: "Como é que ele vai meter uma pica dessas só com saliva?" Tava certo. Ele encostou a pica na minha entrada e empurrou um pouco. Eu senti a cabeçona gorda entrando e mordi os lábios de tanta dor.
Eu: Uf, caralho, para, deixa ela aí.
Ele: Agora aguenta, puta.
Ele começou a meter e tirar só a cabeça, o que foi me dilatando um pouco, mas de repente enfiou tudo até o fundo. Eu soltei um grito forte de dor, só sentia uma dor aguda no cu.
Eu: Aiii. hdp, você arrombou meu cu. Ele não dizia nada, deixou o pau todo dentro enquanto eu respirava fundo e me contorcia de dor, meu cu foi cedendo, eu não era virgem, mas senti como se estivesse sendo desvirginada, nunca tinha tido algo tão grosso no meu cu. Ele começou a tirar devagar e eu sentia meu cu apertando aquele pau. G: Uff, que apertado que você tá, hdp, adoro. Eu: Para, para, devagar, aii. Ele começou a acariciar minhas costas, tirou tudo, cuspiu de novo no meu cu e enfiou um dedo, depois dois, o que devia ter feito antes, haha, e eu comecei a relaxar enquanto me masturbava e já tava toda molhada e com o cu arrombado, então falei: Eu: Mete, gordito. Aí ele se posicionou atrás com o pau na minha entrada, cuspiu de novo no meu cu e empurrou tudo devagar, dessa vez deslizou, embora ainda doesse um pouco. Começou o vai e vem, mas logo se desesperou e me pegou pela cintura pra me comer bem forte, a dor virou prazer e eu só queria que me comesse do jeito que quisesse. Eu: Aii, sim, Sweetie, me come, me dá esse pau que já tô com a bunda arrombada pelo teu pau. G: Cê gosta, viado? Eu: Siiiim, gordito, me come bem, a bunda bem comida. Continuei sentindo aquele pedaço de carne abrindo minha bunda desesperadamente, ele bufava e empurrava com seus 100 quilos e a barriga caía nas minhas costas, sentir aquela força, aquele peso, aquela ferocidade enquanto me segurava pelos ombros pra me empalar mais do que eu aguentava, me deixou louco de prazer, só gemia e gozava, quando percebi, tava com o pau duríssimo e tinha me mijado igual uma puta enquanto ele me macetava, aí comecei a flutuar de prazer. Eu: Aii, gordito, você vai me fazer gozar com esse pau, me come mais forte, vai, vai. G: Isso, puta, goza toda, toma. Ele começou a meter mais rápido o quanto pôde e, pra minha surpresa, num instante, tirou o pau, tirou a camisinha e enfiou o pau todo dentro, nossa, senti um prazer único, todo o pau venudo apertado pelo meu cu e meu pau começou a jorrar porra sem nem eu me tocar, eu gritei e gemi como uma vadia e depois de mais umas enfiadas, senti o pau dele inchar dentro de mim e começar a jorrar litros de porra grossa e quente pra dentro de mim enquanto meu macho bufava de tesão. Sentia ele enchendo minha buceta e, quando tirou o pau, a porra escorria pelas minhas bolas e pernas, que começaram a tremer sozinhas. Ele me deu um tapa na bunda e disse: G: que buceta boa, hein, filha da puta, ficou toda arrombada, nunca tinha feito isso. Eu caí exausto no sofá com um baita vazio entre as pernas, me vesti como pude enquanto a gente conversava mais um pouco e ele se despediu. E fui andando pra casa porque não conseguia nem sentar na bicicleta. Depois disso, passei vários dias com dor pra sentar, mas mesmo assim, mal posso esperar o mato crescer de novo.
2 comentários - Cortei o mato de um coroa gostoso