Fala, galera! Depois de tantos dias, voltei pra continuar contando minhas aventuras. Quem me segue e lê meus relatos sabe que são histórias reais e que tô contando na ordem cronológica, exatamente como vivi.
Como prometi no meu último relato, hoje vou contar sobre o Ariel, um cara 10 anos mais velho que eu, que conheci num chat gay. Naquela época, o chat tava super na moda e lembro que, entediado no trampo, resolvi entrar num pra ver qual era. Sempre tive o problema de ser sincero e falar a verdade, e com o tempo descobri que a maioria das pessoas inventa e mente na virtualidade.
Dessa vez, me conectei com o Ariel. Ele me contou que era de Buenos Aires, mas tinha um apê em Mar del Plata e vinha direto. A gente ficou batendo papo por um tempão até que ele disse que ia viajar logo e me passou o número do celular pra marcar um encontro.
Até aquele momento, a gente só se conhecia virtualmente, nem tínhamos trocado fotos, então era um mistério total. Custei a decidir ligar pra ele porque não queria que ele tivesse meu número, mas a tentação sempre é mais forte. E ainda bem que liguei. Quando ele atendeu, não acreditei que tinha uma voz rouca, bem macho, que só de ouvir já me deixava todo excitado. Combinamos de nos encontrar numa esquina central. Ele pediu pra eu dizer como ia vestido e falou que eu ia reconhecê-lo porque ele estaria com uma camisa cinza e jeans.
Nervoso e muito excitado, cheguei uns minutos antes no lugar do encontro. É uma situação horrível ficar parado esperando alguém que você nem conhece. Com certeza muitos de vocês já passaram por isso. A gente olha pra todo lado, parece desesperado e acha que todo mundo sabe por que você tá ali... O fato é que esperei mais de meia hora e o Ariel nunca apareceu. No dia seguinte, meu celular toca e era ele se desculpando por não ter ido e perguntando se eu podia ir no apê naquela tarde. Ele me passou o endereço. Já falei. que só de ouvir ele falar já me dava um tesão do caralho... aquela voz eu imaginava no meu ouvido falando putaria.
Claro que fui, e quando cheguei no endereço que ele tinha me passado, vejo um senhor mais velho que eu na porta de um prédio, e ele se aproxima pra me cumprimentar. Assim que ouvi a voz dele, soube que era ele.
Ariel era 11 anos mais velho que eu, mas era muito gostoso fisicamente. Não era muito alto, mas também não era baixinho, tinha cabelo, era magro e bonito. Eu sabia que ele era casado e tinha filhos. Nos cumprimentamos com um beijo, ele me olhou de cima a baixo como se estivesse me inspecionando e me convidou pra subir no apê.
No elevador, ele não parava de olhar pra minha bunda, e quando entramos no apê, ele acariciou minha raba e disse: "tô gostando do que vejo e toco"... Eu já tava no pico!!! Ele me ofereceu uma bebida, conversamos um pouco, e depois ele se levantou e me chamou pra sentar na cama do lado dele.
Aí começamos a nos pegar pesado... eu amava como ele beijava, e também porque ele curtia muito um amasso. Quando toquei no volume dele, soube que por baixo da calça ia encontrar uma surpresa boa. Depois de um tempo nos apalpando, começamos a nos despir. E ele não me decepcionou: tinha uma rola morena, meio grossa e bem comprida... Eu me acabei e chupei ele até não aguentar mais. Acho que já contei que sou um bom chupador de pica.
Ele começou a dedar meu cu e eu me dilatei bem rápido porque tava muito excitado. Ele me colocou de quatro e começou a me comer. No começo doeu um pouco por causa do tamanho da rola dele, mas depois comecei a gozar. Num momento, ele tira a pica, senta na beirada da cama e pede pra eu sentar em cima dela... uhhh, eu tava no paraíso... enquanto me comia, ele perguntava no meu ouvido se eu tava gostando, se eu sentia a rola dele entrando e saindo, e não sei mais o quê, que me deixava ainda mais excitado, não só porque ele falava (coisa que eu amo enquanto tão me comendo), mas por causa da voz rouca dele. Eu gemia igual uma puta no cio; ele até teve que tampar minha boca por causa dos vizinhos, e assim que senti o gozo dele entrando no meu cu, gozei na hora.
Quando terminamos, ele me convidou pra Tomei um banho com ele e fiquei curtindo o corpo dele; o peito dele com uns pelinhos (que me deixam louca) e o Ariel não parava de passar a mão na minha bunda.
Saímos do chuveiro, caímos na cama e ficamos conversando pra nos conhecer melhor. Aí ele me confessou que no dia anterior tinha ido até o encontro na esquina que a gente combinou, mas não se aproximou porque queria me conhecer antes, pra ver se eu agradava ele. Isso, sinceramente, me quebrou, porque muitos devem fazer a mesma merda… e a gente fica parecendo um otário se exibindo pra ver se o outro gosta. Não falei nada porque não queria estragar o momento.
Com o Ariel, a gente se encontrou várias vezes; toda vez que ele vinha pra Mardel, ele me avisava e a gente marcava de se ver. A verdade é que a gente se divertia pra caralho. Só rolava encontro no apê; a gente nunca se viu fora dali. Era óbvio que ele só queria transar, e eu tava super a fim de satisfazer ele. Inclusive, uma vez ele pediu pra eu meter nele pra ver qual era a sensação, mas ele não aguentou a dor no começo (e olha que eu tenho um pau normal).
Ele me comeu em todas as posições por quase 4 anos. De repente, ele parou de me ligar; eu liguei várias vezes, e ele dizia que não tava vindo pra Mar del Plata, até que claramente trocou o número do celular e nunca mais tive notícias dele. Uma pena!!!
Claro que durante esses 4 anos que eu via o Ariel, também tive outros encontros…
Lembro do Gustavo, um cara alto que parecia um modelo. Mas essa história fica pra próxima.
Adoro ler os comentários de vocês… Abraços e se cuidem.
Como prometi no meu último relato, hoje vou contar sobre o Ariel, um cara 10 anos mais velho que eu, que conheci num chat gay. Naquela época, o chat tava super na moda e lembro que, entediado no trampo, resolvi entrar num pra ver qual era. Sempre tive o problema de ser sincero e falar a verdade, e com o tempo descobri que a maioria das pessoas inventa e mente na virtualidade.
Dessa vez, me conectei com o Ariel. Ele me contou que era de Buenos Aires, mas tinha um apê em Mar del Plata e vinha direto. A gente ficou batendo papo por um tempão até que ele disse que ia viajar logo e me passou o número do celular pra marcar um encontro.
Até aquele momento, a gente só se conhecia virtualmente, nem tínhamos trocado fotos, então era um mistério total. Custei a decidir ligar pra ele porque não queria que ele tivesse meu número, mas a tentação sempre é mais forte. E ainda bem que liguei. Quando ele atendeu, não acreditei que tinha uma voz rouca, bem macho, que só de ouvir já me deixava todo excitado. Combinamos de nos encontrar numa esquina central. Ele pediu pra eu dizer como ia vestido e falou que eu ia reconhecê-lo porque ele estaria com uma camisa cinza e jeans.
Nervoso e muito excitado, cheguei uns minutos antes no lugar do encontro. É uma situação horrível ficar parado esperando alguém que você nem conhece. Com certeza muitos de vocês já passaram por isso. A gente olha pra todo lado, parece desesperado e acha que todo mundo sabe por que você tá ali... O fato é que esperei mais de meia hora e o Ariel nunca apareceu. No dia seguinte, meu celular toca e era ele se desculpando por não ter ido e perguntando se eu podia ir no apê naquela tarde. Ele me passou o endereço. Já falei. que só de ouvir ele falar já me dava um tesão do caralho... aquela voz eu imaginava no meu ouvido falando putaria.
Claro que fui, e quando cheguei no endereço que ele tinha me passado, vejo um senhor mais velho que eu na porta de um prédio, e ele se aproxima pra me cumprimentar. Assim que ouvi a voz dele, soube que era ele.
Ariel era 11 anos mais velho que eu, mas era muito gostoso fisicamente. Não era muito alto, mas também não era baixinho, tinha cabelo, era magro e bonito. Eu sabia que ele era casado e tinha filhos. Nos cumprimentamos com um beijo, ele me olhou de cima a baixo como se estivesse me inspecionando e me convidou pra subir no apê.
No elevador, ele não parava de olhar pra minha bunda, e quando entramos no apê, ele acariciou minha raba e disse: "tô gostando do que vejo e toco"... Eu já tava no pico!!! Ele me ofereceu uma bebida, conversamos um pouco, e depois ele se levantou e me chamou pra sentar na cama do lado dele.
Aí começamos a nos pegar pesado... eu amava como ele beijava, e também porque ele curtia muito um amasso. Quando toquei no volume dele, soube que por baixo da calça ia encontrar uma surpresa boa. Depois de um tempo nos apalpando, começamos a nos despir. E ele não me decepcionou: tinha uma rola morena, meio grossa e bem comprida... Eu me acabei e chupei ele até não aguentar mais. Acho que já contei que sou um bom chupador de pica.
Ele começou a dedar meu cu e eu me dilatei bem rápido porque tava muito excitado. Ele me colocou de quatro e começou a me comer. No começo doeu um pouco por causa do tamanho da rola dele, mas depois comecei a gozar. Num momento, ele tira a pica, senta na beirada da cama e pede pra eu sentar em cima dela... uhhh, eu tava no paraíso... enquanto me comia, ele perguntava no meu ouvido se eu tava gostando, se eu sentia a rola dele entrando e saindo, e não sei mais o quê, que me deixava ainda mais excitado, não só porque ele falava (coisa que eu amo enquanto tão me comendo), mas por causa da voz rouca dele. Eu gemia igual uma puta no cio; ele até teve que tampar minha boca por causa dos vizinhos, e assim que senti o gozo dele entrando no meu cu, gozei na hora.
Quando terminamos, ele me convidou pra Tomei um banho com ele e fiquei curtindo o corpo dele; o peito dele com uns pelinhos (que me deixam louca) e o Ariel não parava de passar a mão na minha bunda.
Saímos do chuveiro, caímos na cama e ficamos conversando pra nos conhecer melhor. Aí ele me confessou que no dia anterior tinha ido até o encontro na esquina que a gente combinou, mas não se aproximou porque queria me conhecer antes, pra ver se eu agradava ele. Isso, sinceramente, me quebrou, porque muitos devem fazer a mesma merda… e a gente fica parecendo um otário se exibindo pra ver se o outro gosta. Não falei nada porque não queria estragar o momento.
Com o Ariel, a gente se encontrou várias vezes; toda vez que ele vinha pra Mardel, ele me avisava e a gente marcava de se ver. A verdade é que a gente se divertia pra caralho. Só rolava encontro no apê; a gente nunca se viu fora dali. Era óbvio que ele só queria transar, e eu tava super a fim de satisfazer ele. Inclusive, uma vez ele pediu pra eu meter nele pra ver qual era a sensação, mas ele não aguentou a dor no começo (e olha que eu tenho um pau normal).
Ele me comeu em todas as posições por quase 4 anos. De repente, ele parou de me ligar; eu liguei várias vezes, e ele dizia que não tava vindo pra Mar del Plata, até que claramente trocou o número do celular e nunca mais tive notícias dele. Uma pena!!!
Claro que durante esses 4 anos que eu via o Ariel, também tive outros encontros…
Lembro do Gustavo, um cara alto que parecia um modelo. Mas essa história fica pra próxima.
Adoro ler os comentários de vocês… Abraços e se cuidem.
2 comentários - Ariel, maduro con voz ronca - Relato