Parte 8: Mati se pone de novio



Passaram-se alguns meses em que eu continuei me encontrando com o Osmar e vendo o Mati na casa dele. Mas eram relações informais, porque não dava pra saber de nada. Mesmo os pais do Mati sendo bem abertos, não se sabia até que ponto eles aceitariam que o Mati tivesse um relacionamento com outro cara. Embora, de certa forma, eles já desconfiassem, não era a mesma coisa que sentar na frente deles e contar ou mostrar. Além disso, o Mati ainda curtia mulheres e levava o relacionamento comigo como algo que dava segurança pra ele quando chegasse a hora de ficar com uma mulher.


  
Uma noite, entediados, resolvemos fazer algo diferente e decidimos sair, ir a uma balada gay conhecida. Chamamos um táxi (outro), e era a primeira vez que saíamos pra um lugar assim. Ficamos umas horas lá, e aconteceu algo que eu não esperava. Passamos a maior parte do tempo juntos, mas às vezes nos separávamos pra dar uma volta sozinhos. Num desses momentos, vejo o Mati de longe se beijando com uma mina. Obviamente fiquei com ciúmes e puto, mas não podia falar nada. Além disso, era estranho: estávamos numa balada gay e o Mati pega uma mina.


Mesmo gostando de rolos casuais, não tive coragem de ficar com ninguém naquela noite. E mesmo sabendo que era um lugar onde dava pra pegar geral em certa área, não me animei. E o Mati passou a noite inteira se beijando com aquela mina, até do meu lado. No meio disso tudo, ficamos mais uma hora e fomos embora. Na volta, perguntei sobre a garota e ele disse que conheceu ela ali mesmo e que trocaram os números. Eu sentia ciúme e medo de perder a intimidade com o Mati, e já odiava ela antes mesmo de conhecer.


Em poucos dias, a gente não tinha combinado de se encontrar com o Mati como sempre, e ele me contou que começou a se ver com aquela mina, mas disse que eu precisava conhecê-la. Então, um mês depois, a gente marcou dela ir na casa do Mati. E naquela noite, ele tava com ela. A mina se chamava Gimena e era dois anos mais velha que o Mati, mas não era uma garota muito bonita de rosto, baixinha, rabão bonito, peitos bons e também usava óculos igual eu. Eles formavam um casal bonito. Eu me sentia excluído, mas conversando e nos conhecendo naquela noite, ela não me caiu mal e me tratava super bem, dava pra ver que já tinham conversado e que ela sabia da relação que eu tinha com o Mati. Além disso, por ter conhecido ela frequentando uma balada gay, ela era claramente mente aberta, embora sem muita experiência, mas ao mesmo tempo cheia de vontade. Daí em diante, eles quase sempre estavam juntos, e eu, quando ia ver ele, não podia fazer nada. Só ficava um pouco e ia embora porque eles queriam ficar juntos.


Quando eu ia, a Gimena praticamente falava comigo como falaria com outra garota, me mostrava coisas femininas que comprava, lingerie, saias curtas e coisas assim, e eu de certa forma gostava desse tratamento, era algo novo pra mim. Era evidente minha passividade sexual por causa dos shorts que eu sempre usava pra ir na casa do Mati. Com o tempo, a gente criou intimidade e eu contei abertamente sobre minha tendência sexual e que usava lingerie feminina, ela até deixou eu experimentar roupas íntimas dela e chegou a me contar coisas que fazia com o Mati com um certo ar de cumplicidade. E ela me contou que não tinha ficado com muitos caras antes do Mati, e deu a entender que com ele estavam realizando a vontade de fazer muitas coisas juntos no sexo. Eu já imaginava, conhecendo o Mati, que a gente via pornô e ele tinha vários fetiches. Eu sentia ciúmes, mas ao mesmo tempo era consciente de que eu estava me encontrando com o Osmar pelas costas do Mati. Então isso fazia com que a situação me incomodasse um pouco menos.


E depois de uns meses, a Gimena e eu já éramos bem amigas. Ela sabia que eu tinha tido um rolo com o Mati. Depois de terem matado a vontade um do outro durante todo esse tempo, especialmente o Mati, que tava conhecendo o que era ficar com uma mulher de verdade, com sentimento rolando entre eles, e sempre querendo fazer umas paradas novas, ela que tava vidrada nele, e por ciúmes, ela me contou que o Mati já tava insinuando fazer ménage, mas que não queria fazer isso com outra mina ou puta, e ao mesmo tempo ela também queria ficar com outro cara e com o Mati. Achei que era pra ele realizar a fantasia dele.


A grande noite:
En meio a isso, eu tava indo menos na casa do Mati, e por consequência também tava vendo menos o Osmar. Uma noite cheguei como sempre na casa do Mati. Quando entrei na sala, a Gimena tava sentada no sofá e levantou pra vir me cumprimentar. Ela tava usando uma camisa branca com gravata e uma saia plissada escocesa — eu sabia que o Mati amava aquilo, era o uniforme de verdade que ela usava no colégio — e meias até o joelho. Percebi que eles tavam sozinhos em casa, os pais tinham saído. Eles tinham comprado umas cervejas e um vinho. Sentamos nós três no sofá, vimos TV e começamos a beber cerveja.


Pouco depois, nós três já estávamos meio altos e soltos. Ela foi e voltou do banheiro, montou no colo do Mati, que estava do meu lado, e começou a beijá-lo. Eu me senti muito deslocado. Dez minutos depois, ela desceu, ajoelhou na frente dele — que continuava do meu lado —, abriu a calça dele, puxou a rola pra fora e começou a chupar ele na minha frente. Eu não esperava que ela fosse fazer aquilo e não conseguia acreditar no que via. Aí tentei levantar pra ir pro quarto e deixar os dois sozinhos, mas a Gimena me segurou pela camiseta, me puxou de volta e me sentei de novo. Ela se levantou, montou em cima de mim e começou a me beijar. Só pra deixar claro, até aquele momento eu nunca tinha tocado numa mulher na vida — aliás, aquele foi meu primeiro beijo com uma garota. Eu estava em choque. Enquanto ela me beijava, o Mati do meu lado se masturbava. Ela pegou minha mão e colocou nos peitos dela, na buceta dela e na raba dela. Eu estava apavorado. Daí ela desceu também, puxou meu short e minha calcinha fio dental, e enfiou minha rola na boca dela. Na real, ninguém nunca tinha me chupado antes, nem o Mati — ele só chupava meu cu. Eu tava gostando, mas, de nervoso, a rola não subia. Mas isso não ia fazer muita diferença.


Logo depois, ela continuou chupando o pau do Mati, que tava excitado, e aí a Gimena parou, se virou e enfiou o pau do Mati na buceta dela. Eles já tinham parado de usar camisinha, sabendo da curta trajetória dos dois. E a Gimena me pegou e me fez ficar de pé na frente dela pra chupar meu pau enquanto ela mexia as pernas pra cima e pra baixo, sentando no pau do Mati. Mas o bom mesmo começou quando ela tirou o pau do Mati e continuou chupando ele, e me colocou pra chupar junto com ela. Isso eu curti pra caralho. Na real, no começo eu queria competir com ela, chupando os dois juntos. O Mati tava louco de tanto prazer. Num momento, enquanto eu chupava o Mati, a Gimena ficou atrás de mim e começou a chupar minha bunda e enfiar o dedo no meu cu, coisa que já vinha fazendo com o Mati. E aí comecei a ficar bem excitado. A Gimena disse que ia buscar uma coisa e foi pro quarto do Mati, trouxe um consolo grande, parecido com o pau do Osmar, e foi enfiando no meu cu, e me comeu com aquilo enquanto chupava o pau do Mati. Lembrei do menage com o Osmar e o velho. Depois, o Mati também ficou de quatro pra gente chupar o cu dele, e ela começou a penetrar ele com o consolo. E passava pra mim, e a gente brincava um pouco com o cu do Mati, era a primeira vez que eu via, na minha frente, um cu bem aberto. Depois fomos pra cama e ele deitou de barriga pra cima e a gente chupou o pau dele juntas. Aí a Gimena chupava meu pau enquanto o Mati me penetrava. Também chupei o cu da Gimena enquanto o Mati penetrava ela por ali, e depois, quando ele saía ou ela tirava, eu chupava o pau do Mati pra lubrificar ele.


No meio disso tudo, o Mati gozou duas vezes. Numa dessas, lambi a porra do Mati do rosto da Gimena. E por último, a Gimena me chupou junto com o Mati, que era a primeira vez dele chupando. E assim elas me fizeram gozar. Toda essa experiência me fez perceber que eu precisava de mais ainda, e ficava pensando o tempo todo no Osmar e no velho. Queria ter todo mundo junto ali, mas não dava pra misturar tudo. Era impossível isso. A gente manteve esse tipo de encontro. Fazíamos de tudo; ou comíamos a Gimena entre os dois, ou os dois em mim, ou no Mati, e por aí vai. Aprendemos a fazer todas as combinações. Assistíamos pornô e copiávamos o que víamos. Íamos realizando fantasias.


Mas o melhor de tudo foi que a Gimena me convenceu a começar a me vestir de mulher pros encontros com eles e a ficar assim vestido. E além dos shorts, tanguinhas e vedetes que eu já usava, pra ficar junto com eles, quando os pais não estavam, eu me vestia de forma mais completa, e comecei com lingerie, fantasias de empregada e enfermeira, que eu adorava usar. A Gimena me emprestava o uniforme da escola, depois a gente comprava pela internet minhas próprias roupas de verdade de mulher que eu podia vestir, e assim eu tive meus próprios vestidos, lingerie, saias curtas, etc, e até maquiagem, que ela foi me ensinando a usar de vez em quando. E a gente já tava planejando sair uma noite pra dar uma volta, eu, o Mati e a Gimena, eu vestido de mulher.


em breve conto pra vocês como tudo isso terminou, se quiserem. espero não entediar vocês.

4 comentários - Parte 8: Mati se pone de novio

Para cuándo otro relato?!!! 😊👌👏👏👏
Holaaaa, El finde subo otro, gracias x leer y comentar, me alegro q te calienten😍
@Angelssish Me reee calientan!!! Gracias a vossss! Besos en esa colita!