Olá amig@s.
Nessa época de festa sempre surgem lembranças que a gente achava que já tinha esquecido.
Isso aconteceu num ano atípico em que se reuniu grande parte da família da minha mãe.
Um dos irmãos dela, Carlos, chamavam de Lito, era um solteirão de cinquenta anos que vivia na putaria. Também era o nosso Papai Noel, tava sempre disposto a ajudar todo mundo, mas tinha um detalhe.
O tio Lito adorava encher o saco de todos da família com palavras e atitudes sem noção. Até com as irmãs (como minha mãe) ele passava a mão, tipo pegava na bunda ou nos peitos e falava umas merdas tipo – se você não fosse minha irmã –
Hoje em dia denunciariam como abusador, mas naquela época tudo era tratado como piada.
A questão: meia-noite, todo mundo brindando, depois botaram música e começaram a dançar. Trouxeram um monte de coisa pra fantasiar: perucas coloridas, maquiagem, máscaras, aquelas tetas de borracha... de tudo.
Mais álcool, luzes coloridas, amigos chegando. Juntou uma galera.
Já nessa época, minha mãe me deixava usar coisas mais femininas. A família me olhava de lado, mas ninguém falava nada. Eu tava de shortinho jeans, tênis e uma regatinha bem colada no corpo que, molhada (porque também jogaram água), deixava tudo transparente.
Num dado momento, o tio Lito me trouxe uma peruca rosa e um copo de ananá fiss. Pouco depois, me deu uma daquelas máscaras que cobrem metade do rosto, também rosa, e um copo de sidra. Depois trouxe uma daquelas saias de odalisca com correntinhas e tudo, também rosa. E por último, me deu um batom rosa que colocou na minha mão enquanto com a outra ele pegava na minha bunda. Mas não foi aquela pegada de brincadeira que ele sempre dava, não. Foi mais uma coisa erótica, ele acariciou e me deixou com tesão.
Ali eu me soltei. Entre o álcool, a excitação e a fantasia, comecei a passar a mão em todo mundo. Quase ninguém deixou. Mas alguns deixaram, e entre eles o tio Lito.
A gente ia e voltava pelo quintal, e toda vez que se cruzava, a gente se apalpava. Eu também, peguei na pica dele, parecia um Potro empinado, que puta calura que tava.
Numa das minhas idas ao banheiro, ele me seguiu, quando saí, tava parado na porta do banheiro, do lado do quarto da mãe. Me agarrou pelo braço e me deu um beijo na boca que me deixou sem ar, enquanto me enfiava no quarto com a luz apagada.
Eu não ia ficar murcha ali. Tirei a pica dele da calça e comecei a bater uma pra ele, enquanto ele ia tirando o shortinho que eu tava. Daí, quando percebeu que eu tava de fio dental (rosa, mesmo que não desse pra ver no escuro), começou a berrar que nem um touro.
— Cê tá de fio dental — ele fala.
E eu, botando voz de putinha, respondi — Sim, tio, as meninas usam tanga.
O tio tava solto, me apalpava toda.
E eu continuei acariciando a pica devagar, porque não queria que ele gozasse assim. Até que ele pediu.
— Me entrega a raba — ele fala entre os resfôlegos.
Aí eu sentei na cama da mãe, no escuro, chupei um pouco a pica dele, depois fiquei de quatro na beirada da cama, e o tio chupou minha bucetinha e encheu de cuspe.
— Vai, tio — falei com voz de bebona.
Pra ele dar a primeira estocada e enfiar meio tronco na raba. Minhas pernas e braços tremiam, de tanto me fazer de durona. Aí ele me segurou pela cintura, cuspiu na pica e começou a meter o resto, eu tremia.
— Gosta de brincar com o tio? — ele falou — Aqui tem o tio, chora, putinha.
Ele me comeu rápido, porque a situação pedia, mas deixou meu cu aberto que nem uma rosa. Ainda por cima, quando gozou, encheu minha barriga de porra.
Ele tirou e foi lavar. Depois saiu do banheiro, acendeu um cigarro e voltou pra festa. Eu continuei de cu pra cima.
Me agarrei timidamente na minha pica e me masturbei. Foi uma das melhores gozadas da minha vida.
Depois me recomponho e voltei pra festa, o tio tinha caído no sono numa cadeira.
Passaram dançando um chamamé minha outra tia e minha mãe. Minha tia fala — Finalmente esse aí parou de encher o saco — apontando pro irmão dela, e a mãe, piscando o olho, diz — Se esgotou. Eu fiquei vermelha, mas não disse nada. "Foi um feliz Natal rosa.https://notehentai.xxx/wp-content/uploads/2018/08/japanese-gay-hentai-328x185.jpg?x94917
Nessa época de festa sempre surgem lembranças que a gente achava que já tinha esquecido.
Isso aconteceu num ano atípico em que se reuniu grande parte da família da minha mãe.
Um dos irmãos dela, Carlos, chamavam de Lito, era um solteirão de cinquenta anos que vivia na putaria. Também era o nosso Papai Noel, tava sempre disposto a ajudar todo mundo, mas tinha um detalhe.
O tio Lito adorava encher o saco de todos da família com palavras e atitudes sem noção. Até com as irmãs (como minha mãe) ele passava a mão, tipo pegava na bunda ou nos peitos e falava umas merdas tipo – se você não fosse minha irmã –
Hoje em dia denunciariam como abusador, mas naquela época tudo era tratado como piada.
A questão: meia-noite, todo mundo brindando, depois botaram música e começaram a dançar. Trouxeram um monte de coisa pra fantasiar: perucas coloridas, maquiagem, máscaras, aquelas tetas de borracha... de tudo.
Mais álcool, luzes coloridas, amigos chegando. Juntou uma galera.
Já nessa época, minha mãe me deixava usar coisas mais femininas. A família me olhava de lado, mas ninguém falava nada. Eu tava de shortinho jeans, tênis e uma regatinha bem colada no corpo que, molhada (porque também jogaram água), deixava tudo transparente.
Num dado momento, o tio Lito me trouxe uma peruca rosa e um copo de ananá fiss. Pouco depois, me deu uma daquelas máscaras que cobrem metade do rosto, também rosa, e um copo de sidra. Depois trouxe uma daquelas saias de odalisca com correntinhas e tudo, também rosa. E por último, me deu um batom rosa que colocou na minha mão enquanto com a outra ele pegava na minha bunda. Mas não foi aquela pegada de brincadeira que ele sempre dava, não. Foi mais uma coisa erótica, ele acariciou e me deixou com tesão.
Ali eu me soltei. Entre o álcool, a excitação e a fantasia, comecei a passar a mão em todo mundo. Quase ninguém deixou. Mas alguns deixaram, e entre eles o tio Lito.
A gente ia e voltava pelo quintal, e toda vez que se cruzava, a gente se apalpava. Eu também, peguei na pica dele, parecia um Potro empinado, que puta calura que tava.
Numa das minhas idas ao banheiro, ele me seguiu, quando saí, tava parado na porta do banheiro, do lado do quarto da mãe. Me agarrou pelo braço e me deu um beijo na boca que me deixou sem ar, enquanto me enfiava no quarto com a luz apagada.
Eu não ia ficar murcha ali. Tirei a pica dele da calça e comecei a bater uma pra ele, enquanto ele ia tirando o shortinho que eu tava. Daí, quando percebeu que eu tava de fio dental (rosa, mesmo que não desse pra ver no escuro), começou a berrar que nem um touro.
— Cê tá de fio dental — ele fala.
E eu, botando voz de putinha, respondi — Sim, tio, as meninas usam tanga.
O tio tava solto, me apalpava toda.
E eu continuei acariciando a pica devagar, porque não queria que ele gozasse assim. Até que ele pediu.
— Me entrega a raba — ele fala entre os resfôlegos.
Aí eu sentei na cama da mãe, no escuro, chupei um pouco a pica dele, depois fiquei de quatro na beirada da cama, e o tio chupou minha bucetinha e encheu de cuspe.
— Vai, tio — falei com voz de bebona.
Pra ele dar a primeira estocada e enfiar meio tronco na raba. Minhas pernas e braços tremiam, de tanto me fazer de durona. Aí ele me segurou pela cintura, cuspiu na pica e começou a meter o resto, eu tremia.
— Gosta de brincar com o tio? — ele falou — Aqui tem o tio, chora, putinha.
Ele me comeu rápido, porque a situação pedia, mas deixou meu cu aberto que nem uma rosa. Ainda por cima, quando gozou, encheu minha barriga de porra.
Ele tirou e foi lavar. Depois saiu do banheiro, acendeu um cigarro e voltou pra festa. Eu continuei de cu pra cima.
Me agarrei timidamente na minha pica e me masturbei. Foi uma das melhores gozadas da minha vida.
Depois me recomponho e voltei pra festa, o tio tinha caído no sono numa cadeira.
Passaram dançando um chamamé minha outra tia e minha mãe. Minha tia fala — Finalmente esse aí parou de encher o saco — apontando pro irmão dela, e a mãe, piscando o olho, diz — Se esgotou. Eu fiquei vermelha, mas não disse nada. "Foi um feliz Natal rosa.https://notehentai.xxx/wp-content/uploads/2018/08/japanese-gay-hentai-328x185.jpg?x94917
0 comentários - Natal Gostoso da Rosa