Ontem, tipo meia-noite, veio um cara, o mais fixo que tenho, a gente fode há uns 4 anos mais ou menos, uma vez a cada 10 dias ele passa aqui em casa. Quando conheci ele, era o típico casado pseudo-heterossexual, só ativo, não beijava porque achava que era coisa de viado, não chupava, nada, mas fisicamente é um dos caras que eu curto, é bem machão, fuma maconha, quando vem sempre me traz um beck, sempre curtiu que eu usasse tanguinha e essas coisas, o que eu quase não fazia e acabei pegando o gosto.
O tempo foi passando, beijinho vai, beijinho vem, e agora quando ele chega a gente se beija de boca aberta pra caralho. Uma vez chupei o cu dele, e pra quê, ele pirou, adorou pra caralho, e eu tenho uma fraqueza por cus de machão, aqueles cuzinhos peludos, apertadinhos, me dá um desespero meter a língua no cu e ouvir eles gemendo, tão machões e de quatro aproveitando a bunda me deixa louco; e uma vez finalmente desvirginei o cu dele, apertado, quentinho, lindo, enchi de porra e ele ficou doido.
Ontem ele chegou e a gente começou a se pegar enquanto eu amassava a pica dele por cima da calça e ele metia a mão na minha bunda, entre um beijo e outro eu contei que passei a semana toda com o cu sensível por culpa dele, ele me arrombou pra caralho na última vez que veio. Ele pegou minha tanguinha e ficou puxando, enfiando no meu cu, eu baixei um pouco a calça jeans pra deixar a bunda bem à disposição dele, ele baixou um pouco a calça de moletão que tava vestindo, mostrando a pica já bem dura, e abriu o zíper da jaqueta, não tinha nada por baixo, adoro aquele peito peludo bem de machão, comecei a beijar ele e fui descendo até chegar na piroca grossa dele e meti tudo de uma vez na boquinha, me ajeitei de quatro e continuei chupando ele enquanto ele me dava uns tapas fortes na bunda.
Fomos pro meu quarto, nos despimos, e ele acendeu um baseado, me passou, dei uma tragada bem forte, e me ajoelhei pra chupar ele, depois de um tempo tirei a boca e soltei a fumaça, como sempre foi e Se acomodou na cadeira de pernas abertas enquanto eu, de quatro, fui continuar chupando ele. Ele acendeu um cigarro e eu fumei até acabar. Depois, ele se deitou na cama, eu me joguei em cima e comecei a beijar a boca dele enquanto eu mesma tirava a minha calcinha fio dental. Minha piroca dura pulou feito mola e ficou apoiada na perna dele. Fui descendo, dando beijinhos no peito, na barriga, até chegar de novo naquela piroca gostosa. Me posicionei de lado, devagar, enquanto ia apalpando a minha rola. Me ajeitei melhor e fizemos um 69 maravilhoso. Ele adora se afogar na minha piroca. Eu seguro ele pela nuca ou cruzo uma perna atrás da cabeça dele e afogo ele de verdade — isso me deixa dura pra caralho. Uma vez, afoguei ele tanto que fiz ele vomitar.
Depois, comecei a lamber os ovos dele, subindo e descendo da piroca, descendo cada vez mais, lambendo o períneo até chegar no cuzinho dele. — Fica de quatro, amor, quero chupar essa bunda. — Fiz ele se posicionar na beira da cama com a bunda bem empinada e devorei ele. Devo ter passado meia hora, sério, lambendo o cu dele. Ele não parava de suspirar, mexia a bunda devagar, esfregava ela na minha cara toda, mordiscava. Tirei a calcinha e comecei a bater uma pra ficar bem, mas bem dura. Encostei a piroca e tentei enfiar, mas foi difícil. Continuei chupando ele, devagar já ia cuspindo bastante pra lubrificar. — Abre o cuzinho pra fora. — Isso me deixa louca quando ele faz. Ele faz força e abre bem o buraquinho, e eu fico desesperada pra meter a língua. — De novo, de novo, amor. — E o filho da puta ficava mostrando a bunda. Não aguentei mais. Segurei ele com uma mão na cintura e com a outra enfiei a piroca toda de uma vez. Ele deu um grito de puta, o cuzinho tava quentinho e apertado. Segurei ele pela cintura com as duas mãos. — Se entrega, puta, empina essa bunda, aguenta, se você gosta... — E comecei a arrebentar bem a bunda dele enquanto dava uns tapas bons. Tirei a piroca do cu dele e chupei de novo. Que gostoso comer aquele cu. bunda toda arregaçada, toda dilatada, soltou um gemido quando sentiu minha língua no cu arrombado dela, enfiei de novo, apoiei os dois pés na cama, montei em cima dele e meti uma senhora foda ''ai amor, que pau que você tem, tá rasgando minha buceta'' não parava de falar enquanto eu bombava com raiva
Depois de um tempão, tirei o pau do cu dele, sentei de pernas abertas na cama encostada na parede e comecei a bater uma ''vem, chupa minhas bolas, hoje você vai provar a porra'' ele obedeceu e eu bati até jorrar porra na bochecha dele, com o pau fui levando até a boca e ele foi provando timidamente, passei os dedos no rosto dele e enfiei na boca, ele pegou minha pica e começou a chupar até deixar brilhando.
Depois foi minha vez, ele calçou as luvas de látex, enfiou os dedos, enfiou uma cenoura, pau pra caralho, tava com o cu arrombado da última vez mas aguentei até ele gozar na minha cara
O tempo foi passando, beijinho vai, beijinho vem, e agora quando ele chega a gente se beija de boca aberta pra caralho. Uma vez chupei o cu dele, e pra quê, ele pirou, adorou pra caralho, e eu tenho uma fraqueza por cus de machão, aqueles cuzinhos peludos, apertadinhos, me dá um desespero meter a língua no cu e ouvir eles gemendo, tão machões e de quatro aproveitando a bunda me deixa louco; e uma vez finalmente desvirginei o cu dele, apertado, quentinho, lindo, enchi de porra e ele ficou doido.
Ontem ele chegou e a gente começou a se pegar enquanto eu amassava a pica dele por cima da calça e ele metia a mão na minha bunda, entre um beijo e outro eu contei que passei a semana toda com o cu sensível por culpa dele, ele me arrombou pra caralho na última vez que veio. Ele pegou minha tanguinha e ficou puxando, enfiando no meu cu, eu baixei um pouco a calça jeans pra deixar a bunda bem à disposição dele, ele baixou um pouco a calça de moletão que tava vestindo, mostrando a pica já bem dura, e abriu o zíper da jaqueta, não tinha nada por baixo, adoro aquele peito peludo bem de machão, comecei a beijar ele e fui descendo até chegar na piroca grossa dele e meti tudo de uma vez na boquinha, me ajeitei de quatro e continuei chupando ele enquanto ele me dava uns tapas fortes na bunda.
Fomos pro meu quarto, nos despimos, e ele acendeu um baseado, me passou, dei uma tragada bem forte, e me ajoelhei pra chupar ele, depois de um tempo tirei a boca e soltei a fumaça, como sempre foi e Se acomodou na cadeira de pernas abertas enquanto eu, de quatro, fui continuar chupando ele. Ele acendeu um cigarro e eu fumei até acabar. Depois, ele se deitou na cama, eu me joguei em cima e comecei a beijar a boca dele enquanto eu mesma tirava a minha calcinha fio dental. Minha piroca dura pulou feito mola e ficou apoiada na perna dele. Fui descendo, dando beijinhos no peito, na barriga, até chegar de novo naquela piroca gostosa. Me posicionei de lado, devagar, enquanto ia apalpando a minha rola. Me ajeitei melhor e fizemos um 69 maravilhoso. Ele adora se afogar na minha piroca. Eu seguro ele pela nuca ou cruzo uma perna atrás da cabeça dele e afogo ele de verdade — isso me deixa dura pra caralho. Uma vez, afoguei ele tanto que fiz ele vomitar.
Depois, comecei a lamber os ovos dele, subindo e descendo da piroca, descendo cada vez mais, lambendo o períneo até chegar no cuzinho dele. — Fica de quatro, amor, quero chupar essa bunda. — Fiz ele se posicionar na beira da cama com a bunda bem empinada e devorei ele. Devo ter passado meia hora, sério, lambendo o cu dele. Ele não parava de suspirar, mexia a bunda devagar, esfregava ela na minha cara toda, mordiscava. Tirei a calcinha e comecei a bater uma pra ficar bem, mas bem dura. Encostei a piroca e tentei enfiar, mas foi difícil. Continuei chupando ele, devagar já ia cuspindo bastante pra lubrificar. — Abre o cuzinho pra fora. — Isso me deixa louca quando ele faz. Ele faz força e abre bem o buraquinho, e eu fico desesperada pra meter a língua. — De novo, de novo, amor. — E o filho da puta ficava mostrando a bunda. Não aguentei mais. Segurei ele com uma mão na cintura e com a outra enfiei a piroca toda de uma vez. Ele deu um grito de puta, o cuzinho tava quentinho e apertado. Segurei ele pela cintura com as duas mãos. — Se entrega, puta, empina essa bunda, aguenta, se você gosta... — E comecei a arrebentar bem a bunda dele enquanto dava uns tapas bons. Tirei a piroca do cu dele e chupei de novo. Que gostoso comer aquele cu. bunda toda arregaçada, toda dilatada, soltou um gemido quando sentiu minha língua no cu arrombado dela, enfiei de novo, apoiei os dois pés na cama, montei em cima dele e meti uma senhora foda ''ai amor, que pau que você tem, tá rasgando minha buceta'' não parava de falar enquanto eu bombava com raiva
Depois de um tempão, tirei o pau do cu dele, sentei de pernas abertas na cama encostada na parede e comecei a bater uma ''vem, chupa minhas bolas, hoje você vai provar a porra'' ele obedeceu e eu bati até jorrar porra na bochecha dele, com o pau fui levando até a boca e ele foi provando timidamente, passei os dedos no rosto dele e enfiei na boca, ele pegou minha pica e começou a chupar até deixar brilhando.
Depois foi minha vez, ele calçou as luvas de látex, enfiou os dedos, enfiou uma cenoura, pau pra caralho, tava com o cu arrombado da última vez mas aguentei até ele gozar na minha cara
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