Fala, pessoal, tudo bem? Espero que sim. Tô aqui pra trazer mais um relato pra vocês.
Meu nome é Matias, sou de Salliqueló, província de Buenos Aires. Tenho 29 anos e sou um gay versátil, mas mais passivo, com um tesão danado por caras super másculos.Já sabem, se um dia vierem pra Salliqueló (óbvio, quando tudo isso passar), não hesitem em me chamar no meu WhatsApp 2392315891.Se algum de vocês não leu, convido a ler meu relato anterior com o Pijicortihttp://www.poringa.net/posts/gay/3462708/Noche-de-sexo-con-el-Pijicorti-Re.htmlPeço desculpas pelo excesso de detalhes, que pra mim, são importantes.
Com o Pedro, já tem vários anos que a gente sai, e mesmo o tamanho da rola não sendo o "normal", o cara, ele se vira na cama… e de que jeito.
Vou descrever o Pedro mais ou menos: ele é um cara, uns 40 anos, hoje em dia. É caminhoneiro, muito gato, com uma barriga notável, por causa das cervejas e do vinho que ele toma, que quando não tá com camisa, deixa ver uns pelinhos pubianos que me excitam, uma barba linda e uma bunda melhor que a minha (literalmente, o que falta de pau ele tem de bunda). Um caminhoneiro bem tarado, muito sexual, bem macho, do jeito que eu gosto.
Vou começar.
Um dia, a gente começou a trocar mensagem pelo WhatsApp, desde bem cedo, e o cara queria que a gente se visse naquela noite, umas 22h. O que era estranho pra mim, porque a gente tava acostumado a se ver depois da meia-noite. Quase sempre. Aceitei.
Eu sempre costumava depilar (raspar) a buceta, mas naquela noite, ele pediu pra eu também raspar as pernas, o que é algo que não me agrada, porque amo minhas pernas do jeito que são. Mas no fim, acabei fazendo.
E também me pediu pra levar meu consolo (que quebrou faz pouco tempo).
Como ele não tinha dito o lugar, lá pelas 21:45 eu mandei mensagem perguntando onde a gente ia se ver. E aí, do nada, ele disse pra eu ir na casa dele. Me chamou muito a atenção, porque naquela época, ele ainda tava junto com alguém, mas ele tirou minhas dúvidas me dizendo que a mulher dele tinha ido uns dias pra Santa Rosa, La Pampa.
Cheguei na casa e o Pedro tava sentado, tomando um vinho com suco, na própria caixa do vinho. E uma coisa que me excita nos homens é a simplicidade. Ver eles no habitat deles me chama atenção e me gera mais tesão. Ele me ofereceu um pouco do elixir dele e eu tomei, mesmo não gostando muito de vinho, mas naquela hora tava misturado com um tang de pêra, que ia como uma delícia.
A gente ficou conversando um pouco sobre nossas coisas do dia a dia e pegando o controle. remoto, liga a TV com o decodificador já ligado e, para minha surpresa, já estava no Canal Vênus, num volume razoável. Vocês sabem, é um canal onde tão sempre transando e os gemidos são inevitáveis.
Esclarecimento: Amo pornô. Nossa—falei—que transa gostosa. Hahahaha, é assim que quero te pegar hoje – ele respondeu.
Eu fiquei mudo, rindo um pouco por dentro, e mesmo sem ser por zoação, custava acreditar que ele fizesse o mesmo com a pica que tinha, óbvio, comparada com a do cara no vídeo.
Ele vai até o quarto e traz uma saquinha. Me entrega e diz: Isso é pra você
Abro e vejo que dentro tinha três pacotinhos E isso?— perguntei a ele. Quero que você faça isso por mim, comprei no outro dia pelo Mercado Livre e chegou hoje. Não sei se tenho coragem— falei pra ela. Tá, você chupou minha pica. Eu chupei sua bunda e você não tem coragem de se vestir assim.
Fiquei pensando, e comecei a olhar com mais detalhe o que tinha na bolsa. Umas meias de rede, uma tanga vermelha e uma saia curta.
Ela me diz: Vai pro banheiro e fica toda putinha pra mim.
Peguei a sacolinha e fui me trocar. Deixa eu falar pra vocês que minha época de "twink" já era, e claramente eu não tinha corpo de mulher pra me vestir daquele jeito, igual uma promíscua. Mas como Pedro tinha me vencido no argumento, e além de ser um bom putinho obediente e faminto pela rola que eu sou, eu fiz. Não sei se era o tesão de me vestir daquele jeito, ou o atrito constante do tecido na minha pele, que não deu pra evitar uma parada de pau violenta, e por ser uma calcinha fio-dental de mulher, não tinha muito o que fazer pra esconder.
Me olhei no espelho e comecei a rir, porque não acreditava no que tava fazendo. Como ele não tinha me dado nada pra vestir por cima, coloquei a mesma camiseta que eu tava usando.
Quando saio do banheiro, vejo o Pedro sentado, vendo pornô, enquanto continuava bebendo o vinho. Já que não tô de sutiã, vesti a camiseta mesmo — falei. Que idiota, esqueci do sutiã — ela me disse
Ela volta pro quarto, tira um lenço grande da gaveta e me manda colocar como sutiã. Dobro ele, ajusto no peito e peço ajuda pra amarrar.
Quando termino, ela sentou, com a caixa de vinho na mão, começou a me olhar e a me fazer girar, mordendo os lábios enquanto me via. Vem, senta aqui—ela me ordenou.
Eu obedeci, e assim que me sentei, ela começou a acariciar minha cintura. Deixou o vinho na mesa e começou a massagear meus peitos, com a mão descendo pela barriga. E como eu tava muito excitado com a situação, meu pau tinha endurecido de novo. Uh, o que temos aqui? — ele diz — Sua buceta ficou dura, gostosa.
Detesto quando me chamam de gostosa, mas não sei se foi a voz do Pedro, o cheiro de álcool ou o que, mas eu deixei.
Ele começou a passar a mão na minha buceta, como se eu tivesse uma pussy naquele lugar. Eu podia sentir que ele também estava com o pau duro. A gente se levantou, e ele me pegou pela mão, me levando até o quarto.
Ele começa a se despir, ficando só de cueca. Vai pro banheiro e traz um batom vermelho, que com certeza tinha outro nome tipo Paixão Tomate, ou alguma dessas besteiras. Pra mim era vermelho.
Me pediu pra me pintar, e como já tava no clima…
Ele começou a conversar comigo e falar que tava muito cansado, que tinha carregado um monte de sacolas, trabalhado pra caralho. Deita na cama, de barriga pra baixo, e me pede pra começar a massagear ele. Fiz o pouco que sabia e parece que ele gostou. Me pediu pra sentar na lombar dele (descobri como chamava) e de novo, por causa das minhas bundas, tocando as costas dele, meu pau tinha endurecido de novo. Falo que sou muito tarado.
Continuei massageando ele por mais um tempo até ele pedir pra eu deitar do lado dele. Começa a passar os dedos na minha barriga, brincando com meu umbigo, subindo devagar, pelos meus peitos, que ele apertou forte, e coloca um dos dedos nos meus lábios, que já estavam naquele vermelho intenso fosco. Me pede pra chupar o dedo dele, e fazendo uma brincadeira besta, eu mordi. Ele gostou e eu fiz de novo.
Ele tirou o dedo da minha boca e, sem aviso, se jogou em cima de mim, me dando um beijo de língua, bem profundo. Me beijava de um jeito muito apaixonado ou muito bruto, não dava pra diferenciar. Conseguiu tirar um pouco da mulher que existia em mim. Eu reclamava bem baixinho e isso parecia deixar ele mais excitado. Fazia eu abrir a boca, pra ele só enfiar a língua. E quando a gente separava os lábios, ficava um fiozinho de saliva.
Aos poucos foi descendo, enquanto me dava beijinhos curtos no pescoço, até chegar no meu peito. Levantou um pouco meu sutiã improvisado, e começou a Chupar minhas tetas. Enquanto passava a língua num mamilo, com uma mão ele massageava o outro. Ia alternando.
Depois, com as mãos de caminhoneiro, juntou minhas duas tetas, cuspiu no meio e massageava enquanto começava a me beijar de novo. Essa apalpadela me deixava mais tesuda do que já tava. Esse excesso de saliva me encantava. E só depois de um tempo, percebi que nossos volumes estavam se roçando, óbvio, com os paus mais duros que tudo.
Depois de uns beijos longos, compartilhando saliva na minha boca e nas minhas tetas, Pedro se abaixou, tirou a cueca, deixando aquele pau ao ar livre, soltando um cheirinho de sexo e líquido pré-seminal.
Ele se deitou por cima de mim, colocando o pau na altura da minha boca. Eu, todo desesperado por pica, queria chupar ele de cara, mas ele mandou eu me acalmar, que a noite inteira era só nossa. Então pediu pra eu beijar o pau dele, mas só o tronco.
Comecei a passar a língua devagar pelo tronco. Chupa minhas bolas, que eu sei que você adora — ele me disse.
E é verdade, eu amo chupar bolas, e ainda mais as bolas dele, que eram enormes, cheias de porra. Comecei a lamber as bolas dele, o tronco, passava a língua na cabecinha.
Depois de uns minutos de um beijo intenso no pau, ele pediu pra eu colocar o pau dele na minha boca, e foi o que eu fiz. Como já falei, a pica do Pedro é pequenininha, mas tem uma leve inclinação pra direita. E é por isso que esse pau faz sentir.
Comecei a chupar o pau dele, como alguém que não comia um há tempos. Com uma intensidade. Mesmo faltando muitos centímetros de pau, consegui fazer uma espécie de garganta profunda, que eu amo. E conseguia me engasgar a ponto de soltar lágrimas.
Sim, tem uma coisa que eu não me privo com o Pedro: é massagear o cu dele sempre que posso. É algo que ele me deixa fazer, e algo que eu curto toda vez que chupo o pau dele. Então, com o pau na boca, comecei a apalpar aquelas bundinhas macias.
Praticamente ele tava comendo minha boca, e eu fazendo barulho de saliva.
— Como você gosta de passar a mão na minha bunda, puta - ele me disse Sim, adoro, você tem uma raba melhor que a minha.
Ela riu da minha piada e me disse:
— Topa chupar ele pra mim? Mas vale—eu falei—tô com vontade faz tempo. Bom, mas chupa minha pica mais um pouco.
Eu já tinha chupado outras bundas, mas não eram tão gostosas quanto a do Pedro, então fiz sem hesitar.
Ele deitou de barriga pra cima e eu deitei sobre ele, encostando minha barriga na dele. E assim, sincronizamos pra fazer um 69 perfeito. Ele começou a beijar minha bunda, e eu chupava a pica dele.
Adorava quando ele cuspia na minha bunda, enchia ela de saliva, e enfiava uns dedos. Eu tava chupando a pica dele, enquanto ele ficava de pernas abertas. Enquanto eu cuspia na pica e nas bolas dele, minhas mãos iam separando as bandas que tampavam aquele buraquinho, com um pouco de pelo. E depois de garantir o acesso, meti a língua. Comecei a chupar o cu dele com muita paixão. Adorava. E mesmo sendo um pouco difícil de enfiar a língua lá, consegui. Deita de bruços — falei pra ela O que você quer fazer?" — ela me perguntou — "Não vai me acolher, hein. Não, nada a ver. Quero chupar bem essa buceta.
Ele se deitou, e com a bunda bem durinha à minha disposição, comecei a passar língua e saliva. Tava adorando aquele momento. Pedi pra ele levantar a bunda, pra eu poder bater uma pra ele enquanto isso. Fiquei ali mais uns minutos. Ele virou e eu fiquei alternando entre chupar a piroca e o cu dele. E de vez em quando, também massageava aquele peito peludinho.
Subi em cima dele e comecei a beijá-lo. Ele respondeu da melhor forma, me devolvendo um beijo mais profundo. E com as mãos, levantou a saia e puxou a tanga, pra ficar bem no meio da racha da bunda. E de quebra, me deu uns tapas na bunda, que me deixam com muito tesão.
Uns beijos depois, Pedro fala pra eu ficar de quatro. Eu, bem putinha, com a bunda bem empinada, pelada e de saia, fiquei de quatro.
Pedro levantou a saia, afastou a tanga e, com a ponta da língua, começou a chupar o buraquinho da minha bunda. O roçar da barba arrepiou minha pele. Me dava taaanto tesão. Você gosta de putaria? - ele me dizia - quer que eu chupe sua bucetinha? Se pussy—respondi eu entre gemidos—adoro Quer saber o gosto da sua buceta? – ela me perguntou
Com muita saliva na boca, chupou minha buceta, juntou a saliva e me deu um beijo. Aí percebi que eu era um putinho. Aproveitando o sexo. Alcança o dildo pra mim - ela pediu
Alcancei e, cuspindo na minha bunda, começou a enfiar a cabeça do dildo. Enfiava e, quando tirava, aproveitava pra meter a língua. E como tinha muita saliva, começou aos poucos a enfiar o corpo inteiro. Eu já tava gemendo mais forte, mais puta no cio. Reclamava, mas de prazer.
Largou o dildo de lado, pegou um potinho de gel íntimo e começou a usar os dedos… um dedo, dois dedos… e três dedos. É o máximo que entra na minha bunda. Eu gritava, mas agora era um pouco de dor; o filho da puta não tinha as unhas bem cortadas. Eu me deixei continuar sendo comida com a mão.
Começou de novo a enfiar o dildo, mas dessa vez, mais até o fundo, quase até a base. Começou a me comer com o dildo bem forte. Já não tirava, só mexia com força. Naquele momento, deu vontade de fazer xixi, então fui no banheiro.
Quando voltei, ele tava deitado, de barriga pra cima, me dando instruções pra sentar na pica. Sentei, e como o viado que sou, comecei a cavalgar a pica. Me mexia de um jeito que a pica pudesse entrar mais fundo, algo praticamente impossível. Ele me agarrava pelas nádegas e apertava forte, e de quebra, me dava uns tapas.
Me deitava sobre ele, pra virar a cabeça de lado, mas me afundava num beijo de língua profundo. E de um jeito desconfortável, conseguia chupar meus peitos. Pegava o dildo e enfiava na minha boca, pra eu chupar.
Ele me pegou pela cintura, levantou a pélvis comigo em cima, e começou a furar minha buceta. Depois de me comer assim por um tempo, me mandou deitar de barriga pra cima. Na beirada da cama. Como já tava incomodando um pouco, tirou minha calcinha fio dental, e ele, ajoelhado, começou a chupar meu cu. Metia língua e saliva… muita. Buceta, bate uma pra minha buceta - eu pedi.
E como a gente tava super imerso nessa brincadeira de personagens, ele cuspiu na minha rola por cima, e começou a me masturbar enquanto continuava alargando minha Booty com saliva. Pegou o dildo de volta, cuspiu nele, e enfiou de novo na minha Booty. Começou a meter forte de novo, enfiando e tirando... e assim por mais um tempo. Até que bateu vontade de ir ao banheiro fazer xixi. De novo.
Fui ao banheiro, e quando saí, Pedro estava me esperando no mesmo lugar onde a gente tinha parado, ajoelhado na beira da cama, com a pica de borracha na mão, esperando pra enfiar de volta. Deitei, e agora em pé, ele enfiava o dildo com uma mão, enquanto com a outra se masturbava. Soltava e enfiava os dedos, e voltava com o dildo, assim por um tempo, alternando. Começou a me comer, agora com a rola dele, me deu o dildo pra eu segurar como se fosse uma pica de verdade, pra eu chupar.
Eu comecei a chupar o dildo, até o fundo, engasgando e babando tudo, enquanto ele me comia e me masturbava. Quando o dildo ficou cheio de saliva, ele pediu de volta, e começou a me comer. Metia com força até o fundo. Tinha entrado na minha cabeça que o Pedro, desde o começo, tinha algo em mente, que não queria me contar. Ele continuou enfiando o consolador;
- Por que que me deu vontade de fazer xixi de novo?" — falei pra ela. Para, para que falta pouco pra mim—ela me disse Mas eu me mijei….
Não tinha terminado de falar isso, já saiu um jato de mijo, com a pica bem dura. Uai, me desculpa- acabei falando sem querer. Tá bom, era isso que eu queria—ela me contou.
Fiquei matutando. Sério? — perguntei pra ela Sim, sim.
Assim, meio que escorrendo, fui até o banheiro mijar. E quando voltei, o Pedro tinha tirado todos os lençóis, cobertores… toda a roupa de cama. Pensei que eu tinha mijado na cama e por isso ele tinha tirado as coisas pra não pegar cheiro. Como se o cheiro da saliva e do gel íntimo fosse neutro.
Deitei na cama, e ele com os braços me ajeitou, de um jeito que eu ficasse todo dobrado, com a bunda pra cima. Começou a cuspir na minha bunda, e depois meteu a língua. Mandou eu deitar direitinho agora. Colocou minhas perninhas no ombro, e agora me comia com o pau dele.
Eu gostava da minha imagem, com as pernas pro ar de meia arrastão, enquanto um cara barbudo me dava o pau.
Depois de ter me comido nessa posição um tempo, pegou o dildo e começou a me comer. E vai que vai… agora virava ele, e enfiava até o fundo de uma vez. Bom, agora se bater vontade de fazer xixi, não vai no banheiro – ela me disse O que é que você quer? Que eu molhe o colchão pra você?" – perguntei a ela. Essa é a ideia.
Eu me fiz de besta e não falei nada. E como algo cronológico, me deu vontade de mijar de novo. Tava me chamando a atenção, porque não lembro de ter bebido tanto naquele dia a ponto de querer ir ao banheiro toda hora. Meu bem- foi a primeira coisa que eu disse pra ela Vai, solta o jato E fua, com o pau duro e feito uma fonte d'água, comecei a me encher de uma chuva dourada intensa, pela barriga, pelos peitos e pela boca. A primeira coisa que fiz, por instinto, foi fechar os olhos e a boca enquanto Pedro continuava me metendo com o dildo. Abri a boca, vadia, enche a cara de mijo – ele me ordenou
Já não dava mais pra evitar aquela chuva dourada, então abri a boca sem remorso. Todo aquele mijo entrou, percorrendo minha língua, e como eu não ia engolir, cuspia enquanto escorria por toda a minha bochecha. Siiii... promíscua— ele me chamou, Pedro.
Ele se jogou em cima de mim e começou a me beijar com paixão, misturando saliva com xixi. Era algo super obsceno, nojento e quente. MUITO QUENTE. Ele chupava meus peitos, massageava eles, enquanto conseguia enfiar o pau no meu buraco que já tava mais do que aberto.
Ele me acomodou na beirada da cama e mandou eu enfiar a pica de borracha, enquanto ele olhava. De pernas abertas, comecei a meter com o dildo. Deixa quieto — ele disse enquanto se aproximava.
Pegou ele com a mão, puxou pra fora mais ou menos até a metade, dobrou e começou a ameaçar que ia meter a cabeça. Eu tava disposta a tentar a dupla penetração com ele e o dildo, mesmo que minha fantasia fosse com dois paus de verdade. Mas, por algo se começa.
Ele enfiou a cabeça, e pra mim aquilo era muito doloroso, eu não tava preparada. Tirava e tentava enfiar de novo, e olha que o pau dele não era grande. Por mais que tentamos, não conseguiu meter as duas coisas ao mesmo tempo. Pegou o dildo e jogou no chão, e começou a me comer.
A gente trocava de posição toda hora. Ele me comeu de quatro, com as perninhas no ombro, de conchinha enquanto beijava meu pescoço e me batia uma. Me fez sentar em cima dele pra poder me beijar, e era meio difícil, porque o pau era meio curto — quando eu me jogava pra beijar ele, a rola saía do meu cu. Ele mordia meus peitos, que no dia seguinte ficaram roxos e doíam, mas não tinha o que fazer.
Pedro me pediu pra fazer um boquete, porque queria gozar. Comecei a chupar o pau dele com muita paixão, aquela noite aquele homem era só meu, e eu tava aproveitando como nunca.
Ele segurava minha cabeça, comia minha boca com força, e entre gemidos e meus engasgos, encheu minha boca de porra. Porra que eu cuspi no pau dele, e voltei a chupar enquanto batia uma.
A gente tava os dois todo sujo de mijo, eu de porra, então pedi licença pro Pedro pra tomar um banho. Olha, vai tomar banho, falta o segundo — ele disse, se deitando no colchão mijado.
Olhei pra ele, e como se eu nunca tivesse dito nada, de calcinha e meia arrastão, deitei do lado dele, em cima do peito dele. Bem romântico, meio irônico depois da bagunça que a gente tinha feito.
Pedro levantou pra ir no banheiro, e quando voltou, já tava de pau duro de novo. Deitou do meu lado, e comecei a beijar os peitinhos dele, que estavam durinhos por causa do frio que tava fazendo ali. Passei a língua naqueles bicos, enquanto batia uma pra ele, pra depois descer pela barriga e começar a chupar o pau dele.
Ele me virou de bruços e começou a chupar minha bunda de volta. Enfiava a língua, enquanto dava uns tapas na minha bunda. Tirava a língua e enfiava uns dedos, e eu, todo putinho, com as mãos, ajudava a abrir minhas nádegas.
Ele me virou de barriga pra cima e começou a comer minha boca, enquanto tampava meu nariz. Aí percebi que ele tava influenciado por toda a pornografia que assistia. Eu tava adorando a situação. Deixava ele comer minha boca.
Ele me encaixou na beira da cama e começou a me comer pelo cu, enquanto acariciava minhas pernas com a meia arrastão. buceta, eu também quero gozar - pedi pra ela. Beleza, sua puta, já já é sua vez.
Pegou na minha pica e começou a bater uma pra mim. Cuspiu na minha pica pra ficar mais escorregadia.
- Chupa minha buceta enquanto bate uma pra mim - ordenei
Cumprindo, ela se abaixou e começou a chupar meu cu enquanto batia uma pra mim ao mesmo tempo.
Ela se levantou e começou a me comer de novo. E de repente, tirou o pau do meu cu e começou a mijar em mim. Eu tava tão excitada que abri a boca e deixei a chuva dela entrar na minha boca.
Quando eu senti que ia gozar: Vem, vamos pro banheiro — ele me disse, me levantando da cama.
Ele se abaixou pra pegar o dildo que tava largado no chão, e aí fomos pro banheiro. Abriu as torneiras e deixou a água na temperatura certa. Colocou o dildo com a ventosa no chão e mandou eu sentar. Abri as pernas e sentei naquela rola de borracha.
Enquanto eu cavalgava, o Pedro chegou perto com o pau na mão, pra eu chupar ele. E foi assim que comecei a chupar o pau dele enquanto eu me masturbava. Tá afim de gozar, sua putinha? Se eu buceta... respondi pra ele
Pedro tirou o pau da minha boca e começou a mijar em mim de novo, e eu de boca aberta, igual alguém esperando água no deserto. Depois de mijar, ele começou a bater uma de novo.
Pediu pra eu abrir a boca, e me encheu de porra. Ele se abaixou e começou a bater uma pra mim, tipo eu tava dando de quatro no chão, com as mãos apoiadas, enquanto ele me punhetava.
Tirei a mão dele e comecei a bater uma sozinha. Não aguentei muito e, de repente, tava com a barriga toda cheia de porra. Minha porra. Pedro fechou a torneira.
Aí bateu vontade de mijar, e como já tava ali, comecei a mijar em mim mesmo. Me enchi de mijo.
Pedro me deita no chão, e pegando a porra do meu umbigo, começa a usar como lubrificante pra me comer. Começa a me comer com muita força, cada vez mais forte... E enche meu cu de porra. Já com o pau fora do cu, ele pede pra eu fazer força pra tirar a porra de dentro. Fiz, e começou a escorrer porra. Porra que ele pegou com os dedos e enfiou na minha boca.
Levantamos do chão, e nos perdemos num beijo foda, que acabou quando ele abriu a torneira e eu tirei toda a roupa pra gente tomar banho.
Se vocês tão se perguntando se eu fiz a mesma coisa com outra pessoa, a resposta é não. Umas paradas parecidas, mas noites de sexo como aquela nunca mais se repetiram. E também nunca mais me vesti daquele jeito pra ninguém.
Espero que tenham curtido essa história, mesmo sendo MUITO LONGA. Não hesitem em me chamar no whatsapp se um dia vierem pra Salliqueló.
Meu nome é Matias, sou de Salliqueló, província de Buenos Aires. Tenho 29 anos e sou um gay versátil, mas mais passivo, com um tesão danado por caras super másculos.Já sabem, se um dia vierem pra Salliqueló (óbvio, quando tudo isso passar), não hesitem em me chamar no meu WhatsApp 2392315891.Se algum de vocês não leu, convido a ler meu relato anterior com o Pijicortihttp://www.poringa.net/posts/gay/3462708/Noche-de-sexo-con-el-Pijicorti-Re.htmlPeço desculpas pelo excesso de detalhes, que pra mim, são importantes.
Com o Pedro, já tem vários anos que a gente sai, e mesmo o tamanho da rola não sendo o "normal", o cara, ele se vira na cama… e de que jeito.
Vou descrever o Pedro mais ou menos: ele é um cara, uns 40 anos, hoje em dia. É caminhoneiro, muito gato, com uma barriga notável, por causa das cervejas e do vinho que ele toma, que quando não tá com camisa, deixa ver uns pelinhos pubianos que me excitam, uma barba linda e uma bunda melhor que a minha (literalmente, o que falta de pau ele tem de bunda). Um caminhoneiro bem tarado, muito sexual, bem macho, do jeito que eu gosto.
Vou começar.
Um dia, a gente começou a trocar mensagem pelo WhatsApp, desde bem cedo, e o cara queria que a gente se visse naquela noite, umas 22h. O que era estranho pra mim, porque a gente tava acostumado a se ver depois da meia-noite. Quase sempre. Aceitei.
Eu sempre costumava depilar (raspar) a buceta, mas naquela noite, ele pediu pra eu também raspar as pernas, o que é algo que não me agrada, porque amo minhas pernas do jeito que são. Mas no fim, acabei fazendo.
E também me pediu pra levar meu consolo (que quebrou faz pouco tempo).
Como ele não tinha dito o lugar, lá pelas 21:45 eu mandei mensagem perguntando onde a gente ia se ver. E aí, do nada, ele disse pra eu ir na casa dele. Me chamou muito a atenção, porque naquela época, ele ainda tava junto com alguém, mas ele tirou minhas dúvidas me dizendo que a mulher dele tinha ido uns dias pra Santa Rosa, La Pampa.
Cheguei na casa e o Pedro tava sentado, tomando um vinho com suco, na própria caixa do vinho. E uma coisa que me excita nos homens é a simplicidade. Ver eles no habitat deles me chama atenção e me gera mais tesão. Ele me ofereceu um pouco do elixir dele e eu tomei, mesmo não gostando muito de vinho, mas naquela hora tava misturado com um tang de pêra, que ia como uma delícia.
A gente ficou conversando um pouco sobre nossas coisas do dia a dia e pegando o controle. remoto, liga a TV com o decodificador já ligado e, para minha surpresa, já estava no Canal Vênus, num volume razoável. Vocês sabem, é um canal onde tão sempre transando e os gemidos são inevitáveis.
Esclarecimento: Amo pornô. Nossa—falei—que transa gostosa. Hahahaha, é assim que quero te pegar hoje – ele respondeu.
Eu fiquei mudo, rindo um pouco por dentro, e mesmo sem ser por zoação, custava acreditar que ele fizesse o mesmo com a pica que tinha, óbvio, comparada com a do cara no vídeo.
Ele vai até o quarto e traz uma saquinha. Me entrega e diz: Isso é pra você
Abro e vejo que dentro tinha três pacotinhos E isso?— perguntei a ele. Quero que você faça isso por mim, comprei no outro dia pelo Mercado Livre e chegou hoje. Não sei se tenho coragem— falei pra ela. Tá, você chupou minha pica. Eu chupei sua bunda e você não tem coragem de se vestir assim.
Fiquei pensando, e comecei a olhar com mais detalhe o que tinha na bolsa. Umas meias de rede, uma tanga vermelha e uma saia curta.
Ela me diz: Vai pro banheiro e fica toda putinha pra mim.
Peguei a sacolinha e fui me trocar. Deixa eu falar pra vocês que minha época de "twink" já era, e claramente eu não tinha corpo de mulher pra me vestir daquele jeito, igual uma promíscua. Mas como Pedro tinha me vencido no argumento, e além de ser um bom putinho obediente e faminto pela rola que eu sou, eu fiz. Não sei se era o tesão de me vestir daquele jeito, ou o atrito constante do tecido na minha pele, que não deu pra evitar uma parada de pau violenta, e por ser uma calcinha fio-dental de mulher, não tinha muito o que fazer pra esconder.
Me olhei no espelho e comecei a rir, porque não acreditava no que tava fazendo. Como ele não tinha me dado nada pra vestir por cima, coloquei a mesma camiseta que eu tava usando.
Quando saio do banheiro, vejo o Pedro sentado, vendo pornô, enquanto continuava bebendo o vinho. Já que não tô de sutiã, vesti a camiseta mesmo — falei. Que idiota, esqueci do sutiã — ela me disse
Ela volta pro quarto, tira um lenço grande da gaveta e me manda colocar como sutiã. Dobro ele, ajusto no peito e peço ajuda pra amarrar.
Quando termino, ela sentou, com a caixa de vinho na mão, começou a me olhar e a me fazer girar, mordendo os lábios enquanto me via. Vem, senta aqui—ela me ordenou.
Eu obedeci, e assim que me sentei, ela começou a acariciar minha cintura. Deixou o vinho na mesa e começou a massagear meus peitos, com a mão descendo pela barriga. E como eu tava muito excitado com a situação, meu pau tinha endurecido de novo. Uh, o que temos aqui? — ele diz — Sua buceta ficou dura, gostosa.
Detesto quando me chamam de gostosa, mas não sei se foi a voz do Pedro, o cheiro de álcool ou o que, mas eu deixei.
Ele começou a passar a mão na minha buceta, como se eu tivesse uma pussy naquele lugar. Eu podia sentir que ele também estava com o pau duro. A gente se levantou, e ele me pegou pela mão, me levando até o quarto.
Ele começa a se despir, ficando só de cueca. Vai pro banheiro e traz um batom vermelho, que com certeza tinha outro nome tipo Paixão Tomate, ou alguma dessas besteiras. Pra mim era vermelho.
Me pediu pra me pintar, e como já tava no clima…
Ele começou a conversar comigo e falar que tava muito cansado, que tinha carregado um monte de sacolas, trabalhado pra caralho. Deita na cama, de barriga pra baixo, e me pede pra começar a massagear ele. Fiz o pouco que sabia e parece que ele gostou. Me pediu pra sentar na lombar dele (descobri como chamava) e de novo, por causa das minhas bundas, tocando as costas dele, meu pau tinha endurecido de novo. Falo que sou muito tarado.
Continuei massageando ele por mais um tempo até ele pedir pra eu deitar do lado dele. Começa a passar os dedos na minha barriga, brincando com meu umbigo, subindo devagar, pelos meus peitos, que ele apertou forte, e coloca um dos dedos nos meus lábios, que já estavam naquele vermelho intenso fosco. Me pede pra chupar o dedo dele, e fazendo uma brincadeira besta, eu mordi. Ele gostou e eu fiz de novo.
Ele tirou o dedo da minha boca e, sem aviso, se jogou em cima de mim, me dando um beijo de língua, bem profundo. Me beijava de um jeito muito apaixonado ou muito bruto, não dava pra diferenciar. Conseguiu tirar um pouco da mulher que existia em mim. Eu reclamava bem baixinho e isso parecia deixar ele mais excitado. Fazia eu abrir a boca, pra ele só enfiar a língua. E quando a gente separava os lábios, ficava um fiozinho de saliva.
Aos poucos foi descendo, enquanto me dava beijinhos curtos no pescoço, até chegar no meu peito. Levantou um pouco meu sutiã improvisado, e começou a Chupar minhas tetas. Enquanto passava a língua num mamilo, com uma mão ele massageava o outro. Ia alternando.
Depois, com as mãos de caminhoneiro, juntou minhas duas tetas, cuspiu no meio e massageava enquanto começava a me beijar de novo. Essa apalpadela me deixava mais tesuda do que já tava. Esse excesso de saliva me encantava. E só depois de um tempo, percebi que nossos volumes estavam se roçando, óbvio, com os paus mais duros que tudo.
Depois de uns beijos longos, compartilhando saliva na minha boca e nas minhas tetas, Pedro se abaixou, tirou a cueca, deixando aquele pau ao ar livre, soltando um cheirinho de sexo e líquido pré-seminal.
Ele se deitou por cima de mim, colocando o pau na altura da minha boca. Eu, todo desesperado por pica, queria chupar ele de cara, mas ele mandou eu me acalmar, que a noite inteira era só nossa. Então pediu pra eu beijar o pau dele, mas só o tronco.
Comecei a passar a língua devagar pelo tronco. Chupa minhas bolas, que eu sei que você adora — ele me disse.
E é verdade, eu amo chupar bolas, e ainda mais as bolas dele, que eram enormes, cheias de porra. Comecei a lamber as bolas dele, o tronco, passava a língua na cabecinha.
Depois de uns minutos de um beijo intenso no pau, ele pediu pra eu colocar o pau dele na minha boca, e foi o que eu fiz. Como já falei, a pica do Pedro é pequenininha, mas tem uma leve inclinação pra direita. E é por isso que esse pau faz sentir.
Comecei a chupar o pau dele, como alguém que não comia um há tempos. Com uma intensidade. Mesmo faltando muitos centímetros de pau, consegui fazer uma espécie de garganta profunda, que eu amo. E conseguia me engasgar a ponto de soltar lágrimas.
Sim, tem uma coisa que eu não me privo com o Pedro: é massagear o cu dele sempre que posso. É algo que ele me deixa fazer, e algo que eu curto toda vez que chupo o pau dele. Então, com o pau na boca, comecei a apalpar aquelas bundinhas macias.
Praticamente ele tava comendo minha boca, e eu fazendo barulho de saliva.
— Como você gosta de passar a mão na minha bunda, puta - ele me disse Sim, adoro, você tem uma raba melhor que a minha.
Ela riu da minha piada e me disse:
— Topa chupar ele pra mim? Mas vale—eu falei—tô com vontade faz tempo. Bom, mas chupa minha pica mais um pouco.
Eu já tinha chupado outras bundas, mas não eram tão gostosas quanto a do Pedro, então fiz sem hesitar.
Ele deitou de barriga pra cima e eu deitei sobre ele, encostando minha barriga na dele. E assim, sincronizamos pra fazer um 69 perfeito. Ele começou a beijar minha bunda, e eu chupava a pica dele.
Adorava quando ele cuspia na minha bunda, enchia ela de saliva, e enfiava uns dedos. Eu tava chupando a pica dele, enquanto ele ficava de pernas abertas. Enquanto eu cuspia na pica e nas bolas dele, minhas mãos iam separando as bandas que tampavam aquele buraquinho, com um pouco de pelo. E depois de garantir o acesso, meti a língua. Comecei a chupar o cu dele com muita paixão. Adorava. E mesmo sendo um pouco difícil de enfiar a língua lá, consegui. Deita de bruços — falei pra ela O que você quer fazer?" — ela me perguntou — "Não vai me acolher, hein. Não, nada a ver. Quero chupar bem essa buceta.
Ele se deitou, e com a bunda bem durinha à minha disposição, comecei a passar língua e saliva. Tava adorando aquele momento. Pedi pra ele levantar a bunda, pra eu poder bater uma pra ele enquanto isso. Fiquei ali mais uns minutos. Ele virou e eu fiquei alternando entre chupar a piroca e o cu dele. E de vez em quando, também massageava aquele peito peludinho.
Subi em cima dele e comecei a beijá-lo. Ele respondeu da melhor forma, me devolvendo um beijo mais profundo. E com as mãos, levantou a saia e puxou a tanga, pra ficar bem no meio da racha da bunda. E de quebra, me deu uns tapas na bunda, que me deixam com muito tesão.
Uns beijos depois, Pedro fala pra eu ficar de quatro. Eu, bem putinha, com a bunda bem empinada, pelada e de saia, fiquei de quatro.
Pedro levantou a saia, afastou a tanga e, com a ponta da língua, começou a chupar o buraquinho da minha bunda. O roçar da barba arrepiou minha pele. Me dava taaanto tesão. Você gosta de putaria? - ele me dizia - quer que eu chupe sua bucetinha? Se pussy—respondi eu entre gemidos—adoro Quer saber o gosto da sua buceta? – ela me perguntou
Com muita saliva na boca, chupou minha buceta, juntou a saliva e me deu um beijo. Aí percebi que eu era um putinho. Aproveitando o sexo. Alcança o dildo pra mim - ela pediu
Alcancei e, cuspindo na minha bunda, começou a enfiar a cabeça do dildo. Enfiava e, quando tirava, aproveitava pra meter a língua. E como tinha muita saliva, começou aos poucos a enfiar o corpo inteiro. Eu já tava gemendo mais forte, mais puta no cio. Reclamava, mas de prazer.
Largou o dildo de lado, pegou um potinho de gel íntimo e começou a usar os dedos… um dedo, dois dedos… e três dedos. É o máximo que entra na minha bunda. Eu gritava, mas agora era um pouco de dor; o filho da puta não tinha as unhas bem cortadas. Eu me deixei continuar sendo comida com a mão.
Começou de novo a enfiar o dildo, mas dessa vez, mais até o fundo, quase até a base. Começou a me comer com o dildo bem forte. Já não tirava, só mexia com força. Naquele momento, deu vontade de fazer xixi, então fui no banheiro.
Quando voltei, ele tava deitado, de barriga pra cima, me dando instruções pra sentar na pica. Sentei, e como o viado que sou, comecei a cavalgar a pica. Me mexia de um jeito que a pica pudesse entrar mais fundo, algo praticamente impossível. Ele me agarrava pelas nádegas e apertava forte, e de quebra, me dava uns tapas.
Me deitava sobre ele, pra virar a cabeça de lado, mas me afundava num beijo de língua profundo. E de um jeito desconfortável, conseguia chupar meus peitos. Pegava o dildo e enfiava na minha boca, pra eu chupar.
Ele me pegou pela cintura, levantou a pélvis comigo em cima, e começou a furar minha buceta. Depois de me comer assim por um tempo, me mandou deitar de barriga pra cima. Na beirada da cama. Como já tava incomodando um pouco, tirou minha calcinha fio dental, e ele, ajoelhado, começou a chupar meu cu. Metia língua e saliva… muita. Buceta, bate uma pra minha buceta - eu pedi.
E como a gente tava super imerso nessa brincadeira de personagens, ele cuspiu na minha rola por cima, e começou a me masturbar enquanto continuava alargando minha Booty com saliva. Pegou o dildo de volta, cuspiu nele, e enfiou de novo na minha Booty. Começou a meter forte de novo, enfiando e tirando... e assim por mais um tempo. Até que bateu vontade de ir ao banheiro fazer xixi. De novo.
Fui ao banheiro, e quando saí, Pedro estava me esperando no mesmo lugar onde a gente tinha parado, ajoelhado na beira da cama, com a pica de borracha na mão, esperando pra enfiar de volta. Deitei, e agora em pé, ele enfiava o dildo com uma mão, enquanto com a outra se masturbava. Soltava e enfiava os dedos, e voltava com o dildo, assim por um tempo, alternando. Começou a me comer, agora com a rola dele, me deu o dildo pra eu segurar como se fosse uma pica de verdade, pra eu chupar.
Eu comecei a chupar o dildo, até o fundo, engasgando e babando tudo, enquanto ele me comia e me masturbava. Quando o dildo ficou cheio de saliva, ele pediu de volta, e começou a me comer. Metia com força até o fundo. Tinha entrado na minha cabeça que o Pedro, desde o começo, tinha algo em mente, que não queria me contar. Ele continuou enfiando o consolador;
- Por que que me deu vontade de fazer xixi de novo?" — falei pra ela. Para, para que falta pouco pra mim—ela me disse Mas eu me mijei….
Não tinha terminado de falar isso, já saiu um jato de mijo, com a pica bem dura. Uai, me desculpa- acabei falando sem querer. Tá bom, era isso que eu queria—ela me contou.
Fiquei matutando. Sério? — perguntei pra ela Sim, sim.
Assim, meio que escorrendo, fui até o banheiro mijar. E quando voltei, o Pedro tinha tirado todos os lençóis, cobertores… toda a roupa de cama. Pensei que eu tinha mijado na cama e por isso ele tinha tirado as coisas pra não pegar cheiro. Como se o cheiro da saliva e do gel íntimo fosse neutro.
Deitei na cama, e ele com os braços me ajeitou, de um jeito que eu ficasse todo dobrado, com a bunda pra cima. Começou a cuspir na minha bunda, e depois meteu a língua. Mandou eu deitar direitinho agora. Colocou minhas perninhas no ombro, e agora me comia com o pau dele.
Eu gostava da minha imagem, com as pernas pro ar de meia arrastão, enquanto um cara barbudo me dava o pau.
Depois de ter me comido nessa posição um tempo, pegou o dildo e começou a me comer. E vai que vai… agora virava ele, e enfiava até o fundo de uma vez. Bom, agora se bater vontade de fazer xixi, não vai no banheiro – ela me disse O que é que você quer? Que eu molhe o colchão pra você?" – perguntei a ela. Essa é a ideia.
Eu me fiz de besta e não falei nada. E como algo cronológico, me deu vontade de mijar de novo. Tava me chamando a atenção, porque não lembro de ter bebido tanto naquele dia a ponto de querer ir ao banheiro toda hora. Meu bem- foi a primeira coisa que eu disse pra ela Vai, solta o jato E fua, com o pau duro e feito uma fonte d'água, comecei a me encher de uma chuva dourada intensa, pela barriga, pelos peitos e pela boca. A primeira coisa que fiz, por instinto, foi fechar os olhos e a boca enquanto Pedro continuava me metendo com o dildo. Abri a boca, vadia, enche a cara de mijo – ele me ordenou
Já não dava mais pra evitar aquela chuva dourada, então abri a boca sem remorso. Todo aquele mijo entrou, percorrendo minha língua, e como eu não ia engolir, cuspia enquanto escorria por toda a minha bochecha. Siiii... promíscua— ele me chamou, Pedro.
Ele se jogou em cima de mim e começou a me beijar com paixão, misturando saliva com xixi. Era algo super obsceno, nojento e quente. MUITO QUENTE. Ele chupava meus peitos, massageava eles, enquanto conseguia enfiar o pau no meu buraco que já tava mais do que aberto.
Ele me acomodou na beirada da cama e mandou eu enfiar a pica de borracha, enquanto ele olhava. De pernas abertas, comecei a meter com o dildo. Deixa quieto — ele disse enquanto se aproximava.
Pegou ele com a mão, puxou pra fora mais ou menos até a metade, dobrou e começou a ameaçar que ia meter a cabeça. Eu tava disposta a tentar a dupla penetração com ele e o dildo, mesmo que minha fantasia fosse com dois paus de verdade. Mas, por algo se começa.
Ele enfiou a cabeça, e pra mim aquilo era muito doloroso, eu não tava preparada. Tirava e tentava enfiar de novo, e olha que o pau dele não era grande. Por mais que tentamos, não conseguiu meter as duas coisas ao mesmo tempo. Pegou o dildo e jogou no chão, e começou a me comer.
A gente trocava de posição toda hora. Ele me comeu de quatro, com as perninhas no ombro, de conchinha enquanto beijava meu pescoço e me batia uma. Me fez sentar em cima dele pra poder me beijar, e era meio difícil, porque o pau era meio curto — quando eu me jogava pra beijar ele, a rola saía do meu cu. Ele mordia meus peitos, que no dia seguinte ficaram roxos e doíam, mas não tinha o que fazer.
Pedro me pediu pra fazer um boquete, porque queria gozar. Comecei a chupar o pau dele com muita paixão, aquela noite aquele homem era só meu, e eu tava aproveitando como nunca.
Ele segurava minha cabeça, comia minha boca com força, e entre gemidos e meus engasgos, encheu minha boca de porra. Porra que eu cuspi no pau dele, e voltei a chupar enquanto batia uma.
A gente tava os dois todo sujo de mijo, eu de porra, então pedi licença pro Pedro pra tomar um banho. Olha, vai tomar banho, falta o segundo — ele disse, se deitando no colchão mijado.
Olhei pra ele, e como se eu nunca tivesse dito nada, de calcinha e meia arrastão, deitei do lado dele, em cima do peito dele. Bem romântico, meio irônico depois da bagunça que a gente tinha feito.
Pedro levantou pra ir no banheiro, e quando voltou, já tava de pau duro de novo. Deitou do meu lado, e comecei a beijar os peitinhos dele, que estavam durinhos por causa do frio que tava fazendo ali. Passei a língua naqueles bicos, enquanto batia uma pra ele, pra depois descer pela barriga e começar a chupar o pau dele.
Ele me virou de bruços e começou a chupar minha bunda de volta. Enfiava a língua, enquanto dava uns tapas na minha bunda. Tirava a língua e enfiava uns dedos, e eu, todo putinho, com as mãos, ajudava a abrir minhas nádegas.
Ele me virou de barriga pra cima e começou a comer minha boca, enquanto tampava meu nariz. Aí percebi que ele tava influenciado por toda a pornografia que assistia. Eu tava adorando a situação. Deixava ele comer minha boca.
Ele me encaixou na beira da cama e começou a me comer pelo cu, enquanto acariciava minhas pernas com a meia arrastão. buceta, eu também quero gozar - pedi pra ela. Beleza, sua puta, já já é sua vez.
Pegou na minha pica e começou a bater uma pra mim. Cuspiu na minha pica pra ficar mais escorregadia.
- Chupa minha buceta enquanto bate uma pra mim - ordenei
Cumprindo, ela se abaixou e começou a chupar meu cu enquanto batia uma pra mim ao mesmo tempo.
Ela se levantou e começou a me comer de novo. E de repente, tirou o pau do meu cu e começou a mijar em mim. Eu tava tão excitada que abri a boca e deixei a chuva dela entrar na minha boca.
Quando eu senti que ia gozar: Vem, vamos pro banheiro — ele me disse, me levantando da cama.
Ele se abaixou pra pegar o dildo que tava largado no chão, e aí fomos pro banheiro. Abriu as torneiras e deixou a água na temperatura certa. Colocou o dildo com a ventosa no chão e mandou eu sentar. Abri as pernas e sentei naquela rola de borracha.
Enquanto eu cavalgava, o Pedro chegou perto com o pau na mão, pra eu chupar ele. E foi assim que comecei a chupar o pau dele enquanto eu me masturbava. Tá afim de gozar, sua putinha? Se eu buceta... respondi pra ele
Pedro tirou o pau da minha boca e começou a mijar em mim de novo, e eu de boca aberta, igual alguém esperando água no deserto. Depois de mijar, ele começou a bater uma de novo.
Pediu pra eu abrir a boca, e me encheu de porra. Ele se abaixou e começou a bater uma pra mim, tipo eu tava dando de quatro no chão, com as mãos apoiadas, enquanto ele me punhetava.
Tirei a mão dele e comecei a bater uma sozinha. Não aguentei muito e, de repente, tava com a barriga toda cheia de porra. Minha porra. Pedro fechou a torneira.
Aí bateu vontade de mijar, e como já tava ali, comecei a mijar em mim mesmo. Me enchi de mijo.
Pedro me deita no chão, e pegando a porra do meu umbigo, começa a usar como lubrificante pra me comer. Começa a me comer com muita força, cada vez mais forte... E enche meu cu de porra. Já com o pau fora do cu, ele pede pra eu fazer força pra tirar a porra de dentro. Fiz, e começou a escorrer porra. Porra que ele pegou com os dedos e enfiou na minha boca.
Levantamos do chão, e nos perdemos num beijo foda, que acabou quando ele abriu a torneira e eu tirei toda a roupa pra gente tomar banho.
Se vocês tão se perguntando se eu fiz a mesma coisa com outra pessoa, a resposta é não. Umas paradas parecidas, mas noites de sexo como aquela nunca mais se repetiram. E também nunca mais me vesti daquele jeito pra ninguém.
Espero que tenham curtido essa história, mesmo sendo MUITO LONGA. Não hesitem em me chamar no whatsapp se um dia vierem pra Salliqueló.
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