A história que vou contar nunca contei pra ninguém, e é sobre a primeira vez que transei. Fui virgem durante toda a adolescência, tava quase nos 20 quando isso aconteceu. Pra alguns pode parecer meio mórbido, talvez pra outros não, mas pra mim é a situação mais erótica que já vivi na vida e nunca vou esquecer. Naquele verão, minha situação financeira tava bem ruim, então não ia ter férias naquele ano. Eu morava com meus pais e meu irmão mais velho. Naquela época, eu tinha certeza de que era gay, e embora meu irmão não falasse sobre a sexualidade dele, ele costumava trazer minas e caras pra casa e se trancava no quarto por várias horas quando meus pais não estavam. Um desses caras era o Sebastián. Eu não falava muito com ele (nem com ninguém, na real), mas por algum motivo ele me dava um tesão absurdo. Ele era o protagonista de quase todas as minhas punhetas. Finalmente, um dia de fevereiro, meu pai falou de um colega de trabalho que tinha oferecido alugar um sítio pra ele. Era perto de Buenos Aires, e a viagem de carro levava pouco mais de uma hora, mas era melhor que nada. Ele também disse que o lugar era grande, então se a gente ajudasse um pouco com os gastos, dava pra levar algum amigo. A maioria dos meus amigos já tinha ido viajar, mas meu irmão, que no começo não tava muito a fim da ideia do sítio, acabou topando e levou um amigo. Adivinha quem. Sim, o Sebastián. Eu não sabia que ele ia vir, pensei que ele fosse trazer outro amigo, mas quando a gente parou na porta da casa dele e ele apareceu, meu coração acelerou e minha cara ficou vermelha. Queria que ele sentasse do meu lado, mas no final ficou no meio o idiota do meu irmão, que naquele momento subiu vários degraus na escala do meu ódio. Quando a gente chegou no lugar, a gente se acomodou. A casa era bem grande e tinha 3 quartos, então eu fiquei com um e os outros com os outros. Teria dado meu sangue pra dormir com o Seba, mas era impossível. Enfim, não sabia se ia aguentar contente de ficar só com ele por uns dias ou fugir dali sem olhar pra trás. Desde aquele dia, uma mistura de alegria e terror me acompanhou, que ainda lembro bem. Depois de comer, fomos todos tirar um cochilo. À tarde, fomos pra piscina. Seba usava aquelas sungas horríveis estilo surfista que eram populares no fim dos anos 90/início dos anos 2000. Era enorme e não marcava nada, então fiquei bem decepcionado. Começamos a brincar com uma bola e depois ele, meu irmão e eu jogamos Marco Polo. Me deixei pegar várias vezes pelo Sebastian, adorava quando ele me tocava. Quando era minha vez de pegar os outros, claro que ia atrás dele primeiro, e quando o peguei, como um reflexo, passei a mão nele inteiro. Me dava muita taquicardia e me deixava muito nervoso, mas era algo que não conseguia controlar. E assim passaram os primeiros dias. Tentava espiar ele quando tomava banho e se trocava, espiava ele enquanto dormia, passava a mão nele o máximo que podia na piscina, mesmo que o medo de alguém perceber me paralisasse. Uma vez tomei banho depois dele e ele tinha esquecido a cueca no chuveiro. Passei a língua, esfreguei no corpo todo, cheirei... vivi de pau duro esses dias, parecia que ia explodir a qualquer momento. Mas no quarto dia tudo mudou. Naquela época, meu avô paterno ainda era vivo, e como era muito velho, meu pai não gostava de deixá-lo sozinho por muito tempo, então ele e minha mãe decidiram ir ver como ele estava. Na última hora, meu irmão pediu pra ir porque queria pegar algumas coisas em casa que tinha esquecido e de quebra visitar o avô, já que o pai do meu pai sempre foi o avô favorito dele. Quando percebi que estava sozinho com Sebastião, fiquei paralisado. Se eu duvidava da existência de Deus, naquela tarde me tornei mais crente do que nunca. Eu não tinha falado muito com ele. Na verdade, não falava muito com ninguém, era bem tímido e calado. Meu coração parecia que ia sair do peito, e meu pau ia rasgar a calça. Tinha que aproveitar a de alguma forma. Como tava calor, obviamente não precisou falar nada pra que pouco depois nós dois tivéssemos na piscina. Mas tinha algo diferente daquela vez. Pra começar, em vez daquela malha horrível de surfista, ele vestiu um short tipo futebol pra nadar. Se desculpou dizendo que a malha ainda tava molhada, mas quem sabe. Aquele short caía muito melhor nele. Brincamos um pouco de bola e de novo de marco polo. Quando peguei ele, minhas mãos, quase possuídas, foram direto na bunda dele. Já tinha tentado fazer isso antes, mas ele sabia se esquivar depois do primeiro tapa. Dessa vez ele deixou eu tocar, mesmo que o jogo nem exigisse. Quando percebi o que tava fazendo, me toquei e pulei pra trás, hiperventilando um pouco. "Tá bem?" ele me perguntou. "Sim, é que cansei. Acho que tô com sede." Ele falou pra sairmos e bebermos algo. Se secou e entrou em casa pra pegar algo pra beber, enquanto eu arrastava duas cadeiras de praia pra sombra. Coloquei elas o mais perto possível, quase sem espaço uma da outra. Daí a pouco ele apareceu com duas garrafas d'água e me passou uma. Sem nem sentar, destampou e tomou quase tudo de uma vez. Ver ele ali parado com um short molhado e bebendo água me pareceu estranhamente excitante. Terminou de beber e não disse nada, só sentou. Fez um comentário sobre como aquilo era bonito e tranquilo, e fechou os olhos, como se estivesse tentando dormir. Eu não tentei continuar a conversa. Fiquei olhando pra ele. Realmente me parecia um cara muito gostoso, e eu adorava ver ele. Os minutos passaram, e ele continuava de olhos fechados, e a parte pervertida da minha mente assumiu o controle. O que eu podia fazer? Puxar o short dele pra baixo. A resposta foi automática. O elástico não era muito apertado, mas ele tava de cueca por baixo. Olhei pros olhos dele, ainda fechados, como se estivesse dormindo. Mas não roncava, mal dava pra ouvir a respiração dele. E se ele abrisse bem na hora? Mas já não ligava mais pra nada. Coloquei os dedos disfarçadamente sobre o elástico do short e da cueca. Puxei pra baixo. Suavemente e o pau dele logo apareceu. Eu quase desmaiei. Tava vendo o pau do homem que mais me deixava com tesão no universo. Notei que ele tava meio duro. E agora? Pego? Chupo? Por algum motivo, pensei que cheirar era uma boa ideia. Tinha cheiro de água de piscina, claro. Fracasso total. E bem na hora ele abriu os olhos. "O que cê tá fazendo, idiota?" Tava entre pular em cima dele ou sair correndo. Comecei a gaguejar. "Desculpa, é que eu queria ver." Ele me olhou com uma cara de total confusão. E eu achando que ele tinha vestido o short pra mim, que ilusão. Ou talvez ele fosse um bom ator. Quem sabe. "É que... eu sou virgem... todos meus amigos me zoam por eu ser o Virgem. Mas eu não gosto de garotas. Gosto de você desde o primeiro dia que te vi, é isso. Me perdoa, sério." Ele se levantou e entrou em casa. Por um lado, eu morria de vergonha; por outro, sentia que a sorte tava lançada e que nem tudo tava perdido. Entrei no quarto dele. Ele tinha trocado o short por um seco. "Chega, Mati", ele disse. Ignorei e me deitei do lado dele. Ele bufou forte. "Vai, por favor. Só um pouquinho." "Não, e se seus pais chegarem? Eles me matam. Seu irmão também, me mata." Eu me recusava a deixar assim. Já não era mais eu, toda minha timidez e medo tinham sumido. Fiz o que nunca pensei que faria: enfiei a mão dentro do short dele e comecei a tocar o pau dele. "Mati..." "Vai, ninguém vai saber. Fica aqui. Além disso, você também tá meio duro." Ele me olhou e virou a cabeça pro outro lado, como se estivesse pensando. Continuei tocando o pau dele enquanto me perguntava se tava fazendo direito. "Por favor..." Ele me olhou de novo e não disse nada. Me aproximei um pouco do rosto dele, e ele virou a cabeça mais uma vez. Depois me olhou de novo e, sem uma palavra, me beijou na boca. "Se doer, incomodar ou você não gostar de algo, me avisa." "Siiim", respondi com uma alegria mais típica de um garoto que acabou de ganhar um brinquedo novo. Sem ele me dizer nada, me sentei. e tirei o short dele. Minha mente não conseguia processar o momento. Ali estava ele, o homem que eu mais desejei, deitado e pelado pra mim. Ele me deitou de bruços e tirou minha sunga. Passou a mão por toda minha costa, pernas e bunda. Mandou eu levantar o quadril, separou minhas nádegas e começou a chupar meu cu. Por algum motivo, isso me deu muita cócega. Tentei segurar o riso, mas acabei soltando uma gargalhada. "Tá com cócega?" Ele perguntou. "Sim" respondi entre risadinhas. Não vi a cara dele porque tava de cara no travesseiro, mas certeza que revirou os olhos. "Espera" ele falou e levantou. Abriu a mochila dele e tirou uma camisinha e uns sachês de gel. Me virou de lado e ele também. Me abriu e colocou o pau dele dentro de mim. Primeiro mexeu um pouco e depois começou a meter pra dentro. Gritei de dor. "Tá doendo?" "Um pouquinho, mas continua". Ele fez um pouco mais de força e entrou mais um pouco. Doía pra caralho, mas tentei aguentar. Ele empurrou de novo, e eu me queixei de novo, aí ele tirou. "Doeu?" Parecia preocupado. "Um pouco" respondi. Doía pra cacete, mas não ia falar isso. "Você topa chupar ele?" Não me perguntem por que, mas hesitei. "Vem" ele falou quando viu minha hesitação, e tirou a camisinha. Deitou de barriga pra cima e me deitou por cima dele. Comecei a esfregar meu pau no dele, e pensei que aquilo foi a coisa mais gostosa que a gente tinha feito até então. Amava fazer aquilo, mas era pouco, então tentei ter mais determinação. "Quero chupar seu pau" falei com segurança. "Tem certeza?" Assenti com a cabeça e desci. Na hora, parecia um pau enorme, mas certeza que não era tão grande assim. Ele segurou e puxou a pele. Passei a língua na cabeça dele e coloquei suavemente na boca. Fui passando a língua pelo pau dele, desci até a base e chupei as bolas também. Depois coloquei ele inteiro na boca e continuei chupando um tempo, até minha mandíbula começar a doer. "Mete de novo em mim". "Tem certeza?" Ele perguntou de novo. "Sim... Viramos de lado de novo, ele passou mais lubrificante e enfiou de novo. Tentei relaxar. Doía, mas eu gostava também. Era uma sensação muito estranha. Quando percebi, ele já tinha enfiado metade da pica pra dentro. Pedi pra ele continuar. Ele continuou me comendo devagar por mais um tempo, e a sensação da pica dele se movendo dentro do meu cu era maravilhosa. A melhor coisa que já tinha me acontecido na vida. O quarto e a casa estavam em completo silêncio, exceto pelos nossos gemidos e respirações ofegantes. Ele tirou a pica e deitou de barriga pra cima. Automaticamente, desci e chupei ele por mais um tempo, me levantei e deitei do lado dele de novo. Ele pegou minha mão e levou até a pica dele, e ele segurou a minha com três dedos. Ele fazia isso muito bem. Eu soltei a dele e ele a minha, e começou a bater punheta sozinho. De repente, começou a gemer alto. "Vai gozar?" perguntei. Ele assentiu com a cabeça. "Goza na minha boca." Dessa vez ele não disse "Tem certeza?". Enfiei a pica na boca bem na hora que ele ia gozar. Na hora, minha boca encheu de porra quente, que decidi engolir com cara de nojo. "Engoliu?" Assenti e deitei do lado dele, e comecei a me tocar. Sem eu pedir, ele decidiu me ajudar, e os três dedos mágicos dele assumiram o controle. Sentia que ia desmaiar, até que de repente, como uma panela de pressão, explodi. Soltei um gemido longo que ecoou por cada canto da casa. Toda a porra que vinha acumulando esse tempo todo saiu de uma vez, fazendo uma bagunça. O Seba também ficou todo melado de porra. "Uffa, tava guardada hein. Acho que ganhei o direito de tomar banho primeiro." Ri e concordei. Quando ele se levantou, percebi que a sunga e a calça que ele usava não faziam justiça ao rabo ostentoso que ele tinha. Levantei e andei atrás dele. Antes do chuveiro, ele abriu a geladeira e pegou outra garrafa d'água. Ver ele pelado, depois do sexo que a gente tinha tido e bebendo água, me pareceu muito safado. Lembro de ter batido várias punhetas lembrando dessa cena. Ele me passou a garrafada e dei um gole bom. Ele entrou no banheiro e eu voltei pro quarto. Voltou 10 minutos depois, banhado. Tirou a toalha na minha frente e se trocou. Ali estava ele, de novo pelado. Nunca me cansava de olhar pra ele. Sentia que nunca ia ter o suficiente daquele cara. "Vai, toma banho e se troca, senão seus pais chegam e te veem assim". Levantei e fui pro banheiro. Não conseguia acreditar no que tinha vivido, tava com uma felicidade que não cabia dentro de mim. Saí do banho e quis dar espaço pra ele, então como ele tinha ficado no quarto, fiquei na sala. Na hora ele apareceu. "Nunca pra ninguém. Sério, isso não aconteceu. E não vai acontecer de novo." Concordei de novo, e falei pra ele não se preocupar, que não tinha intenção de contar. Ele ainda tava meio tímido, mas não resisti em soltar mais uma: "Seba, usa umas calças mais justas, que tu tem uma bunda muito gostosa." Ele me olhou e deu um meio sorriso. Fez um fuck you e voltou pro quarto. Daqui a pouco meus pais chegaram e tentei disfarçar minha alegria enorme o melhor que pude. Vou contar um segredo: Seba se enganou, porque depois disso a gente transou muitas vezes mais, e até nos 3 dias que restavam de férias chupei ele duas vezes no banheiro enquanto todo mundo dormia. Mas isso é outra história.
5 comentários - Mi Primera Vez (Relato Gay)
Muy bien contado el relato. Me identifico mucho.... Genial