Parte 6: Finalmente comi meu melhor amigo



Bom, depois de uns dias pensando e esperando a situação certa com meu amigo Mati, chegou a noite de sexta em que os pais dele iam passar o fim de semana na casa de uns parentes, e a casa inteira ficou pra ele (e pra mim) por uns dias. Naquela noite, eu tava um pouco mais nervoso e animado, porque era a noite ideal pra conseguir meu objetivo de ficar com o Mati. Lá pelas 12:30, como de costume, fui até a remiseria buscar o Osmar pra ele me levar. Quando perguntei pelo Osmar, ele tava com uns vinte minutos de atraso, então esperei como sempre, parado na porta fumando um cigarro. Já dava pra sentir o olhar tarado do velho que tava no balcão, em cima de mim. Agora, sabendo que o coordenador da noite tava afim de mim, ficava meio estranho esperar o Osmar chegar da viagem. Depois, sentei lá dentro e, sabendo o que podia rolar se o Osmar insistisse, tentei observar ele bem. O velho devia ter uns 68 anos. Baixinho, com uma barriguinha típica da idade, quase careca, bigode grisalho. Roupa de velho: calça social clara, camisa xadrez, cara de ass natural. E pra completar, a gente tava sozinho, e eu sou de ficar vermelho fácil e rápido.


A situação de ir pra agência de táxi tinha passado do desconforto de ser malvisto, pro desconforto de saber que o velho babaca do telefone tava de olho em mim. Quando o Osmar finalmente chegou, já notei a atitude estranha dele, como se quisesse puxar papo na agência, mas meio que fugindo do assunto, me levantei e fui saindo pro carro, e o Osmar veio atrás de mim e a gente subiu no carro. Fizemos o caminho de sempre, e ele me perguntou se eu lembrava do que ele tinha dito da outra vez, sobre se eu topava ficar com o velho, o telefonista. A real é que sempre fui bem submisso e sabia que era só insistir o suficiente pra me deixar fazer qualquer merda. Pra não falar logo que não queria, respondi que ele me parecia muito velho, onde a gente ia fazer, se o Osmar ia estar presente, essas coisas, mas ele dava um jeito de me convencer a pelo menos tentar uma vez e tal. Naquela hora, eu ainda tinha uma certa inocência e não imaginava que a ideia do Osmar era realmente comer nós dois juntos ao mesmo tempo. Mas finalmente chegamos na casa do Mati, e depois do boquete de sempre, desci do carro e fui pra porta do meu amigo.


Já que a ideia era dormir lá e passar mais tempo com o Mati, na mochila levei a tanga que o Osmar tinha me dado, a vedete enfiada por baixo do shortinho, e outro short de microfibra, tipo corrida, preto com a costura branca, daqueles curtinhos, soltinhos e confortáveis. Na casa do Mati tava tudo tranquilo, ele tava vendo uns episódios de anime no computador e, como os pais não estavam, a gente se movia com total liberdade, e tinha cerveja e por ali andava o baseado que a gente tinha comprado da outra vez (ver Parte 4). Tinha várias cervejas e, como a gente não tinha muita tolerância ao álcool, logo ficamos "alegrinhos" e tentamos nos comportar como se as situações que tinham rolado não importassem. E chegou o grande momento de fumar maconha pela primeira vez pra nós dois, embora eu sempre tenha fumado igual a um gambá, o Mati não sabe nem segurar um cigarro, então tentei bolar e a gente acendeu.


No começo não rolava nada fora do normal, então pensando que a gente tinha apagado com o baseado, fomos com tudo, até que de repente a gente não entendia mais nada e só de se olhar a gente já começava a rir sem parar, bom... vocês já sabem. No começo deu um pouco de medo, então pra distrair e também por ansiedade, falei pro Mati, meio na zoeira: "Vamos ver porno de novo!? Juro que não faço nada!" pra ver se conseguia outro avanço igual da outra vez e melhor ainda nesse estado mútuo. E pra minha surpresa, ele topou na hora com entusiasmo e falou pra gente ir ver no quarto dos pais, que tinha uma TV de 54 polegadas e mais conforto: cama de casal!. Então a gente levou as coisas e se instalou lá.


Cerveja, baseado, cigarro, pornô na TV de 54", cama de casal, calor, e dois caras de 18 anos sem experiência com mulher e eu cada vez mais promíscua. Tava tudo no ponto. Sentados os dois na cama de casal dos pais deles vendo pornô e enchendo a cara de cerveja e maconha, em poucos minutos vi que o Mati fez o mesmo gesto da outra vez; passou a mão por cima do volume na calça e fez uma cara de "aff, já tô muito tesudo"... Nessa altura, percebi que ele passou o tempo todo bolando isso desde que a gente não se via, pensando na punheta que eu bati pra ele e sabendo que chupei o pau de um desconhecido, confirmando as suspeitas dele sobre mim, ele tinha se decidido a repetir a experiência.


EstávamosSentados um do lado do outro na frente da TV, e aí eu falei: "se quiser bater uma, prometo que não te incomodo, mas te incomoda se eu bater uma também?" E ele disse que não sujasse nada. Então ele baixou o bermudão que tava usando e a cueca, e eu me desabotoei, levantei as pernas e tirei o short junto com a calcinha. Quando levantei as pernas, percebi que ele deu uma olhada de canto no meu rabo. Mesmo de camiseta, pela primeira vez fiquei pelada na frente dele. E começamos a nos masturbar, um do lado do outro. Daí, depois de um tempo, falei que gostava de bater uma enfiando um dedo no cu, e que ele experimentasse também. Mas ele não fez, só sorriu com aquele sorriso torto, e eu levantei os joelhos, chupei meu dedo... da mão e enfiei no cu, enquanto batia uma com a direita. Como minha boca tava seca por causa do baseado, tinha que chupar o dedo direto. Os dois olhando pro pornô, mas também se olhando a rola um do outro de vez em quando. Ele via como eu enfiava o dedo e começava a mexer cada vez mais forte, tirava e levava de volta na boca e na buceta, sem parar. A respiração dos dois ficou mais pesada, e eu me permitia gemer um pouco.


Em certo momento, a gente só se olhava, e eu perguntei se ele não queria me ajudar com o dedo. Sem dizer sim nem não, virei de bruços, de bunda pra cima e joelhos no ombro, enquanto continuava me masturbando. Ele esticou o dedo... da mão esquerda, e enquanto se punhetava com a direita, começou a passar o dedo no meu cu, meio sem jeito. Eu sabia que ele não tinha experiência, então falei: "Mete sem medo, enfia pra dentro sem medo, vai pra dentro e pra fora, como se tivesse me comendo igual você vê nos pornôs." Eu também me mexia um pouco pra acompanhar o movimento. Minha emoção de estar naquele passo com meu amigo era enorme. Ainda mais com as sensações intensificadas pelo baseado. Num momento, peguei ele pelo pulso, me virei um pouco e levei o dedo dele até minha boca, chupei como se fosse uma rolinha pequena e passei a língua. Depois me joguei pra trás de novo, com as pernas levantadas, pra ele continuar me dedando enquanto eu me masturbava. E ele também. Até que, uns 20 minutos depois, gozei com mais força do que nunca, e enquanto ele começava a se concentrar pra gozar, continuava com o dedo no meu cu, e eu incentivei. Até que ele acabou com um gemido bem alto.


AssimDepois que gozamos, ficamos os dois largados na cama. Eu, obviamente, acendi um cigarro e curti como se fosse uma barra de chocolate. Aí, simplesmente acordei e tava tudo escuro e silencioso, deitado na cama dos pais do Mati. Procurei meus óculos que tinham caído em algum lugar, e ele tava do meu lado, dormindo de barriga pra cima, sem coberta — a gente tinha apagado. Eu ainda tava pelado da cintura pra baixo, e ele também. Eu nem tinha tirado as pulseiras nem o colar de espinhos, e deixei eles. Tava começando a clarear, e com a luz fraca que entrava lá de fora, pude me deliciar vendo a rola dele. Fui no banheiro mijar e me senti meio tonto. Continuei dormindo. E mais tarde acordei de novo com a luz do dia, eram 8h da manhã, e quando virei e olhei pro meu amigo, vi que ele tava dormindo de barriga pra cima, mas com a rola dura...


Com tudo o que já tinha rolado entre a gente, não aguentava mais e resolvi avançar. Silenciosamente, levantei, fui mijar, tomei meio copo de cerveja, peguei o baseado e dei uns dois tragos, e voltei pra cama com Mati ainda dormindo. Coloquei os óculos e me deitei de lado, com o rosto na altura da pica do Mati, passei meu braço direito por cima da barriga dele e finalmente comecei a chupar a pica dele enquanto ele dormia. Com muita suavidade e carinho. Às vezes chupando de cima pra baixo, às vezes brincando só com a língua na cabeça dele, ou batendo uma punhetinha nele. Além disso, como era menor que a do Osmar, era muito mais fácil pra mim e era um verdadeiro prazer chupar aquela pica. Em um minuto ele foi acordando e colocou as mãos na minha cabeça, mas não empurrou nem nada pra me tirar dali. Então me acomodei de bruços entre as pernas dele, podendo olhar nos olhos um do outro enquanto chupava ele.


Aí comecei a brincar com os testículos dele, com minha língua e movia ela bem esticada entre as bolas dele e depois enfiava bem devagarinho uma de cada vez na boca. Tanto ele quanto eu estávamos curtindo muito, e quando continuei chupando ele e comecei com a garganta profunda, com a saliva grossa e as lagriminhas, ele gozou inesperadamente antes do tempo que eu tava acostumado a chupar pica, porque com o Osmar as mamadas duravam muito mais. Obviamente ele não conseguiu se controlar por falta de experiência, afinal era a primeira vez que alguém chupava a pica dele. Então lambi uma a uma as gotinhas espalhadas do leite dele sobre a barriga e uma poça de leite dentro do umbigo dele, e também as que estavam nos lençóis, e continuei chupando ele devagar. A pica dele tinha ficado muito sensível, então tirei a camiseta dele e subi dando beijos desde o púbis até chegar na boca dele e fiquei transando com ele um tempinho. Depois comecei a descer de novo dando beijinhos por todo o pescoço, peito, mamilos e barriga, e pra acelerar a recuperação dele, com minhas duas mãos debaixo das coxas dele dei um empurrãozinho pra ele levantar as duas pernas pra cima e me ajeitei pra chupar o cu dele, até que ele endurecesse de novo. Num momento ele foi mijar e não fiz ele ficar de quatro pra chupar o cu dele porque ele não ia topar, então chupei o cu dele como no começo, comendo ele com a língua. Delícia demais.


Continuei uns dez minutos assim, até que foi endurecendo de novo. Comecei a chupar a pica dele de novo por mais um tempo, dessa vez com mais energia pra tentar enfiar na minha bunda. Mas, infelizmente, quando eu me ajeitava e começava a sentar em cima da pica dele, ele não tava preparado pra isso e murchava. Tentei duas ou três vezes, mas não teve jeito, só endurecia quando eu chupava. Aí perguntei se ele queria gozar de novo na minha boca, e ele concordou com a cabeça. Então terminei fazendo o boquete até o fim, tirando a vontade de fazer garganta profunda — aliás, era bem mais fácil que a pica do Osmar pra isso. Depois que ele gozou, me deitei de conchinha com ele atrás, peguei as mãos dele pra ele me abraçar pelas costas, e ficamos um tempão assim. Era umas 9h30 da manhã de sábado, ainda tinha o dia inteiro juntos e o domingo!


Claro que rolou mais coisas lindas com ele naquele fim de semana! Em breve continuo compartilhando minhas experiências com vocês.

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