Obrigado a todos que acompanham minha história, é um prazer saber que vocês curtem. Deixo claro que tudo é verdadeiro, e ainda tem muito mais pra contar, então vou continuar compartilhando:
Foi assim que comecei a ter encontros noturnos com o motorista de aplicativo Osmar, geralmente boquetes no carro dele e uma vez por mês ele me levava pro motel pra gente transar. Mas eu já tinha decidido seduzir meu amigo, era tudo ou nada.
Meu melhor e único amigo, Mati, de 18 anos, eu conhecia ele fazia uns dois anos e ele morava com os pais lá na região metropolitana. Ele tinha o quarto dele do lado do dos pais, que já desconfiavam da minha indefinição sexual até aquela época, mas me recebiam relativamente bem, além do mais eu chegava geralmente quando eles já iam dormir e ficava no quarto do Mati e ia embora quando eles já tinham saído pra trabalhar, ou um pouco antes no verão.
Obviamente, com os shortinhos que eu vinha usando (sempre de noite, tarde, óbvio, de dia eu não tinha coragem de sair assim nem fodendo), o Mati também tinha percebido, mas continuava me recebendo bem. Ele era um pouco mais baixo que eu, magro mas não tanto quanto eu, também tímido e virgem. O estilo dele era mais normal, mas tinha uma tendência meio patricinha alternativo, só que um pouco sem graça e sem muita personalidade, geralmente copiava e ia pra onde o vento soprasse em questão de estilo. Fanático por anime, obviamente por hentai, e essas coisas, muito quieto às vezes, por isso também tinha dificuldade de as garotas se aproximarem dele. Mas sempre demonstrava ter uma tendência bem fetichista com algumas coisas, tipo com uniformes escolares, ou lingerie, embora não deixasse transparecer que gostava de homens, mas eu adorava fantasiar com ele quando me masturbava.
Na época em que eu chegava no táxi do Osmar, que eu vinha fazendo um boquete e essas coisas antes de ele me deixar na casa do meu amigo, obviamente a Mati percebia algo estranho quando me cumprimentava.
O quarto dele era bem pequeno e só tinha a cama de solteiro encostada na parede pra gente sentar e ficar ali. Às vezes, quando a gente assistia um filme, ele dobrava as pernas de um jeito que eu dava pra ver a virilha dele de canto de olho, e eu dobrava as pernas pro lado, disfarçadamente, pra ele poder ver minha bunda. Inclusive, eu já tinha visto o pau dele um tempo atrás, quando ele me levou no terreno abandonado perto de casa pra me mostrar as revistas pornô dele, e não sei como ele se animou e se masturbou um pouco na minha frente, mas parecia que ele nunca mais faria aquilo. Eu, cada vez mais, tentava ficar em posições sugestivas. Se ele pedia pra eu pegar ou buscar alguma coisa, eu tentava me abaixar e levantar a bunda, ou, quando sentada, eu colocava as pernas de lado, deixando a bunda virada pro lado dele e coisas assim.
Ele nunca tinha me visto pelada, e como eu sabia que ele gostava de minas depiladas, comecei a depilar bem tudo, o pubis e o cu, com um aparelhinho elétrico que tinha em casa. Minhas pernas e corpo em geral já eram lisinhos por sorte, e assim fui seguindo em frente.
E chegou o dia do amigo... aquela noite no quarto dele, tomamos algumas cervejas que foram o suficiente pra gente ficar um pouco alterado. Perguntei o que ele tinha feito com as revistas pornô que escondia naquele terreno, e ele respondeu que ainda estavam escondidas lá, mas que não precisava mais, já que tinha internet, PC e celular. Aí eu disse que tava com vontade de ver um pornô, esperando que ele quisesse se masturbar como naquela vez. Então ele colocou um filme de sexo anal.
Estávamos os dois sentados na cama, encostados na parede, e vi que ele tinha apoiado a mão sobre o volume por cima da calça. Olhei pra ele e ele fez uma expressão e um som tipo "ai, não aguento mais". Aí eu disse que se ele quisesse "bater uma" não me incomodava, e ele me perguntou se eu tinha certeza. Obviamente eu disse que sim!! (se ele soubesse o quanto eu estava esperando por aquele momento).
Então ele abaixou a calça e a cueca, pegou no pau e começou a se masturbar lentamente com os olhos fixos na tela. Dessa vez, eu olhava com outros olhos, e em comparação com a do Osmar, que era bem maior e imponente, com uns 19 x 5. A do Mati tinha uns 17cm x 4, e não era tão morena quanto a do Osmar, e com pelos em volta e nas bolas. No entanto, eu ainda não queria tirar o short porque por baixo estava com uma calcinha preta de mulher, tipo vedete, de lycra, e não sabia como ele ia reagir a isso ainda.
Eu não conseguia parar de olhar pra pica dele toda hora enquanto ele se masturbava, daí depois de alguns minutos eu perguntei se ele não queria ajuda. Ele disse que não era gay, fiquei com vergonha, mas já tava nessa, então falei que como ele sempre me chamava pra casa, às vezes pra comer, e bancava tudo, não teria problema nenhum, que seria só dessa vez, e eu queria dar algo em troca da minha parte.
Então não perdi mais tempo e, antes que ele pensasse mais, levei minha mão direita até o pau dele, e ele soltou e eu agarrei... na verdade, não queria que ele percebesse que eu já tinha certa experiência, graças ao Osmar. Comecei a masturbá-lo devagar, os dois olhando para a tela, mas eu de olho no pau dele, não aguentava de tanta excitação, mas tentei disfarçar, e além disso não aguentava mais a vontade de chupá-lo, molhava os lábios com a língua toda hora porque literalmente estava com água na boca, e me ajoelhei entre as pernas dele e fiquei de frente pro pau dele, com o rosto bem pertinho, e continuei punhetando, e ainda comecei a sentir o cheiro do pau dele que gerava aquelas gotinhas de pré-gozo e escorriam um pouco nos meus dedos.
Continuei assim por uns 5 minutos, e estava um pouco desconfortável porque estava ajoelhado no chão e as calças dele estavam pela metade, então sugeri que eu me sentasse atrás dele, com ele apoiado de costas em mim, entre minhas pernas, eu apoiado na parede, e com a direita eu o masturbava numa posição parecida com a que eu me masturbava. Com a esquerda eu queria acariciá-lo, mas só pegava nas bolas dele, já que se tratava de "uma exceção", embora nessa posição estivéssemos bem colados um no outro, e meu rosto estava praticamente grudado na orelha dele, ideal para beijar sua bochecha e orelha. Sentia sua respiração pela boca e gemidinhos de prazer que ele tentava reprimir.
No total, ficamos uns 15 minutos, até ele gozar, e respingou, minha mão ficou cheia de porra, eu queria chupar meus dedos, e continuei masturbando ele bem devagar até ele amolecer completamente, e ele já estava entregue e eu dei um beijo, pressionando bem meus lábios na bochecha dele sentindo seu suor salgado, e perguntei (sabendo a resposta) se ele nunca tinha beijado uma garota, e ele disse que não, e como ainda estávamos naquela posição, ele em cima de mim, de costas, virei o rosto dele de lado e ele se deixou beijar na boca, e ficamos assim, se beijando um tempinho. E quando nos ajeitamos cada um no seu lugar, eu disse "viu, agora somos mais amigos que antes" e ele riu sem graça, com um certo ar de culpa e confusão. Ele colocou um filme na TV a cabo e quase não falamos mais nada até eu ir embora.
Se quiserem, eu conto como a gente acabou transando.
Foi assim que comecei a ter encontros noturnos com o motorista de aplicativo Osmar, geralmente boquetes no carro dele e uma vez por mês ele me levava pro motel pra gente transar. Mas eu já tinha decidido seduzir meu amigo, era tudo ou nada.
Meu melhor e único amigo, Mati, de 18 anos, eu conhecia ele fazia uns dois anos e ele morava com os pais lá na região metropolitana. Ele tinha o quarto dele do lado do dos pais, que já desconfiavam da minha indefinição sexual até aquela época, mas me recebiam relativamente bem, além do mais eu chegava geralmente quando eles já iam dormir e ficava no quarto do Mati e ia embora quando eles já tinham saído pra trabalhar, ou um pouco antes no verão.
Obviamente, com os shortinhos que eu vinha usando (sempre de noite, tarde, óbvio, de dia eu não tinha coragem de sair assim nem fodendo), o Mati também tinha percebido, mas continuava me recebendo bem. Ele era um pouco mais baixo que eu, magro mas não tanto quanto eu, também tímido e virgem. O estilo dele era mais normal, mas tinha uma tendência meio patricinha alternativo, só que um pouco sem graça e sem muita personalidade, geralmente copiava e ia pra onde o vento soprasse em questão de estilo. Fanático por anime, obviamente por hentai, e essas coisas, muito quieto às vezes, por isso também tinha dificuldade de as garotas se aproximarem dele. Mas sempre demonstrava ter uma tendência bem fetichista com algumas coisas, tipo com uniformes escolares, ou lingerie, embora não deixasse transparecer que gostava de homens, mas eu adorava fantasiar com ele quando me masturbava.
Na época em que eu chegava no táxi do Osmar, que eu vinha fazendo um boquete e essas coisas antes de ele me deixar na casa do meu amigo, obviamente a Mati percebia algo estranho quando me cumprimentava.
O quarto dele era bem pequeno e só tinha a cama de solteiro encostada na parede pra gente sentar e ficar ali. Às vezes, quando a gente assistia um filme, ele dobrava as pernas de um jeito que eu dava pra ver a virilha dele de canto de olho, e eu dobrava as pernas pro lado, disfarçadamente, pra ele poder ver minha bunda. Inclusive, eu já tinha visto o pau dele um tempo atrás, quando ele me levou no terreno abandonado perto de casa pra me mostrar as revistas pornô dele, e não sei como ele se animou e se masturbou um pouco na minha frente, mas parecia que ele nunca mais faria aquilo. Eu, cada vez mais, tentava ficar em posições sugestivas. Se ele pedia pra eu pegar ou buscar alguma coisa, eu tentava me abaixar e levantar a bunda, ou, quando sentada, eu colocava as pernas de lado, deixando a bunda virada pro lado dele e coisas assim.
Ele nunca tinha me visto pelada, e como eu sabia que ele gostava de minas depiladas, comecei a depilar bem tudo, o pubis e o cu, com um aparelhinho elétrico que tinha em casa. Minhas pernas e corpo em geral já eram lisinhos por sorte, e assim fui seguindo em frente.
E chegou o dia do amigo... aquela noite no quarto dele, tomamos algumas cervejas que foram o suficiente pra gente ficar um pouco alterado. Perguntei o que ele tinha feito com as revistas pornô que escondia naquele terreno, e ele respondeu que ainda estavam escondidas lá, mas que não precisava mais, já que tinha internet, PC e celular. Aí eu disse que tava com vontade de ver um pornô, esperando que ele quisesse se masturbar como naquela vez. Então ele colocou um filme de sexo anal.
Estávamos os dois sentados na cama, encostados na parede, e vi que ele tinha apoiado a mão sobre o volume por cima da calça. Olhei pra ele e ele fez uma expressão e um som tipo "ai, não aguento mais". Aí eu disse que se ele quisesse "bater uma" não me incomodava, e ele me perguntou se eu tinha certeza. Obviamente eu disse que sim!! (se ele soubesse o quanto eu estava esperando por aquele momento).
Então ele abaixou a calça e a cueca, pegou no pau e começou a se masturbar lentamente com os olhos fixos na tela. Dessa vez, eu olhava com outros olhos, e em comparação com a do Osmar, que era bem maior e imponente, com uns 19 x 5. A do Mati tinha uns 17cm x 4, e não era tão morena quanto a do Osmar, e com pelos em volta e nas bolas. No entanto, eu ainda não queria tirar o short porque por baixo estava com uma calcinha preta de mulher, tipo vedete, de lycra, e não sabia como ele ia reagir a isso ainda.
Eu não conseguia parar de olhar pra pica dele toda hora enquanto ele se masturbava, daí depois de alguns minutos eu perguntei se ele não queria ajuda. Ele disse que não era gay, fiquei com vergonha, mas já tava nessa, então falei que como ele sempre me chamava pra casa, às vezes pra comer, e bancava tudo, não teria problema nenhum, que seria só dessa vez, e eu queria dar algo em troca da minha parte.
Então não perdi mais tempo e, antes que ele pensasse mais, levei minha mão direita até o pau dele, e ele soltou e eu agarrei... na verdade, não queria que ele percebesse que eu já tinha certa experiência, graças ao Osmar. Comecei a masturbá-lo devagar, os dois olhando para a tela, mas eu de olho no pau dele, não aguentava de tanta excitação, mas tentei disfarçar, e além disso não aguentava mais a vontade de chupá-lo, molhava os lábios com a língua toda hora porque literalmente estava com água na boca, e me ajoelhei entre as pernas dele e fiquei de frente pro pau dele, com o rosto bem pertinho, e continuei punhetando, e ainda comecei a sentir o cheiro do pau dele que gerava aquelas gotinhas de pré-gozo e escorriam um pouco nos meus dedos.
Continuei assim por uns 5 minutos, e estava um pouco desconfortável porque estava ajoelhado no chão e as calças dele estavam pela metade, então sugeri que eu me sentasse atrás dele, com ele apoiado de costas em mim, entre minhas pernas, eu apoiado na parede, e com a direita eu o masturbava numa posição parecida com a que eu me masturbava. Com a esquerda eu queria acariciá-lo, mas só pegava nas bolas dele, já que se tratava de "uma exceção", embora nessa posição estivéssemos bem colados um no outro, e meu rosto estava praticamente grudado na orelha dele, ideal para beijar sua bochecha e orelha. Sentia sua respiração pela boca e gemidinhos de prazer que ele tentava reprimir.
No total, ficamos uns 15 minutos, até ele gozar, e respingou, minha mão ficou cheia de porra, eu queria chupar meus dedos, e continuei masturbando ele bem devagar até ele amolecer completamente, e ele já estava entregue e eu dei um beijo, pressionando bem meus lábios na bochecha dele sentindo seu suor salgado, e perguntei (sabendo a resposta) se ele nunca tinha beijado uma garota, e ele disse que não, e como ainda estávamos naquela posição, ele em cima de mim, de costas, virei o rosto dele de lado e ele se deixou beijar na boca, e ficamos assim, se beijando um tempinho. E quando nos ajeitamos cada um no seu lugar, eu disse "viu, agora somos mais amigos que antes" e ele riu sem graça, com um certo ar de culpa e confusão. Ele colocou um filme na TV a cabo e quase não falamos mais nada até eu ir embora.
Se quiserem, eu conto como a gente acabou transando.
2 comentários - Parte 4: Seduciendo a mi mejor amigo.