Parte 4: Seduzindo meu melhor amigo

Valeu pra quem tá acompanhando minha história, é um prazer saber que vocês tão curtindo. Só esclarecendo que tudo é real, e ainda tem mais pra contar, então vou continuar compartilhando:

Assim, eu tava tendo encontros noturnos de putaria com o motorista Osmar, geralmente boquetes no carro dele e uma vez por mês ele me levava pro motel pra me foder. Mas eu já tinha decidido seduzir meu amigo, tudo ou nada.
Meu melhor e único amigo, Mati, de 18 anos, eu conhecia ele há uns anos e ele morava com os pais do lado do interior. Ele tinha o quarto dele do lado do dos pais, que já desconfiavam da minha indefinição sexual naquela época, mas me recebiam relativamente bem. Além disso, eu geralmente chegava quando eles já iam dormir, ficava no quarto do Mati e ia embora quando eles já tinham ido trabalhar, ou um pouco antes no verão.

Obviamente que com os shortinhos como os que eu tava usando (sempre de noite tarde, claro, de dia eu não tinha coragem de sair assim nem louco), o Mati também tinha percebido, mas continuava me recebendo bem. Ele era um pouco mais baixo que eu, magro mas não tanto quanto eu, também tímido e virgem. O estilo dele era mais normal, mas tinha uma tendência meio patricinha alternativa, meio sem graça e sem muita personalidade, geralmente copiava e ia pra onde o vento soprasse em questão de estilo. Fã de anime, obviamente de hentai, e dessas coisas, muito calado às vezes, por isso também tinha dificuldade pra chegar nas minas. Mas sempre mostrava ter uma tendência bem fetichista com algumas coisas, tipo uniformes escolares ou lingerie, embora não desse a entender que curtia caras, mas eu adorava fantasiar com ele quando me masturbava.


Na época em que eu chegava no carro do Osmar, pra quem eu vinha praticando sexo oral e essas paradas antes de me deixar na casa do meu amigo, obviamente o Mati percebia algo estranho quando me cumprimentava.



O quarto dela era meio pequeno, só tinha a cama de casal encostada na parede pra gente sentar e ficar ali. Às vezes quando a gente via um filme, ele dobrava as pernas de um jeito que eu conseguia ver a virilha dele de relance, e eu dobrava as pernas pro lado, disfarçando, pra ele poder ver minha bunda. Aliás, eu já tinha visto o pau dele um tempo atrás, quando ele me levou pro terreno baldio perto da casa pra me mostrar as revistas pornô dele, e não sei como ele criou coragem e se masturbou um pouco na minha frente, mas parecia que nunca mais faria isso. Eu cada vez tentava me colocar em posições provocantes. Se ele pedia pra eu pegar ou buscar alguma coisa, eu tentava me abaixar e levantar a bunda, ou quando tava sentada, colocava as pernas de lado deixando a bunda virada pra ele e coisas assim.


Ele nunca tinha me visto pelado, e pelo que eu sabia, ele curtia mina depilada, então comecei a me depilar direitinho toda a buceta e o cuzinho com um aparelhinho elétrico que tinha lá em casa. Minhas pernas e o corpo no geral já eram lisinhos por sorte, e assim fui tocando o barco.
E chegou o dia do amigo... naquela noite no quarto dele, a gente tomou umas cervejas que foram o suficiente pra dar uma alterada. Perguntei o que ele tinha feito com as revistas pornô que ele escondia naquele terreno, e ele respondeu que ainda estavam escondidas lá, mas que não precisava mais delas, já que tinha internet, PC e celular. Aí eu falei que tava com vontade de ver pornô, na esperança de que ele quisesse bater uma como daquela vez, e então ele colocou um filme de sexo anal. A gente tava sentado na cama, encostado na parede, e vi que ele tinha apoiado a mão no volume dele por cima da calça. Olhei pra ele, e ele fez um gesto e um som tipo "ahh, não aguento mais". Falei que se ele quisesse "se tocar", não me incomodava, e ele perguntou se eu tinha certeza, e obviamente eu disse que sim!! (se ele soubesse o quanto eu tava esperando por aquele momento).


Então ele baixou a calça e a cueca, pegou na pica e começou a se masturbar devagar, com os olhos fixos na tela. Dessa vez eu olhava pra ela com outros olhos. Comparada com a do Osmar, que era bem maior e imponente, tipo uns 19 x 5, a do Mati tinha uns 17cm x 4, não tão morena quanto a do Osmar, e com pelos ao redor e nas bolas. Mesmo assim, eu ainda não queria tirar o short porque por baixo eu tava usando uma calcinha preta de mulher, tipo de vedete, de lycra, e não sabia como ele ia reagir àquilo.
Eu não conseguia parar de olhar pra rola dele toda hora enquanto ele se masturbava, aí depois de uns minutos perguntei se ele não queria que eu ajudasse, e ele disse que não era gay, fiquei com vergonha, mas já tava nessa então falei que como ele sempre me chamava pra casa dele, às vezes pra comer, e pagava tudo, não teria nada de errado, que seria só uma vez, e eu queria dar algo da minha parte pra ele.


Então não perdi mais tempo e, antes que eu pensasse demais, levei minha mão direita até o pau dele. Ele soltou a mão e eu peguei... verdade, não queria que ele percebesse que eu já tinha certa experiência, graças ao Osmar. Comecei a masturbar ele devagar, os dois olhando pra tela, mas eu, de olho no pau dele, não aguentava de tanta emoção, mas tentei disfarçar. E, além disso, não aguentava a vontade de chupar ele, ficava passando a língua nos lábios toda hora porque literalmente minha boca encheu d'água. Aí me ajoelhei entre as pernas dele e fiquei de frente pro pau dele, com meu rosto bem, bem perto, e continuei batendo uma pra ele. E ainda comecei a sentir o cheiro do pau dele, que soltava umas gotinhas de pré-gozo e escorriam um pouco nos meus dedos.


Fiquei assim uns 5 minutos, e tava meio desconfortável porque tava ajoelhado no chão com a calça dele meio abaixada, então falei pra sentar tipo atrás dele, ele apoiando as costas em mim, entre minhas pernas, eu encostado na parede, e com a direita masturbava ele numa posição parecida com quando eu me masturbava. Com a esquerda queria acariciar ele, mas só pegava nas bolas dele, já que era "uma exceção", mesmo nessa posição a gente tava bem colado um no outro, e minha cara tava praticamente grudada na orelha dele, ideal pra beijar a bochecha e a orelha. Sentia a respiração dele pela boca e uns gemidinhos de prazer que ele tentava segurar.


No total, a gente deve ter ficado uns 15 minutos, até ele gozar, e espirrou, minha mão ficou cheia de porra, eu queria lamber os dedos, e continuei batendo uma pra ele devagarzinho até ele broxar de vez, e ele já tava entregue, e eu dei um beijo nele, encostando bem os lábios na bochecha dele, sentindo o suor salgado, e perguntei (sabendo a resposta) se ele nunca tinha beijado uma mina, e ele disse que não, e como a gente ainda tava naquela posição, ele por cima de mim, de costas, virei o rosto dele de lado e ele deixou eu beijar ele na boca, e aí a gente ficou se pegando um tempinho. E quando a gente se ajeitou cada um no seu lugar, eu falei "viu, agora a gente é mais amigo do que antes" e ele riu sem graça, com um certo ar de culpa e confusão. Ele colocou um filme na TV a cabo e a gente quase não conversou o resto da noite até eu ir embora.




Se quiserem, eu conto como a gente acabou transando.

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