Não sei por que odiava o sr. Alberto, simples e puramente ele me irritava. Ele era de altura média, magro, desengonçado, cabelo e bigode encaracolados, com um hálito horrível por causa do vício em cigarro. Não dava pra acreditar que ele tinha uma mulher tão gostosa como esposa; Sandra, a esposa dele, era tipo a Salma Hayek, daquelas que faz você olhar mesmo não sendo hétero.
Na noite da ceia de fim de ano do trabalho, fiquei a sós com ele no banheiro. Estávamos mijando ao mesmo tempo quando ele me pegou olhando pra pica dele. A partir daí, toda vez que passava na minha frente, ele pegava no pacote, ou então passava com o pau duro dentro da calça, até que uma sexta à tarde, ao sair do trabalho, ele me convidou pra subir no carro dele. Dirigiu até um motel e, durante o trajeto, minha mão foi até a virilha dele, onde acariciei o pau dele até ficar duro.
Entramos no quarto do motel e um tapa forte do sr. Alberto sacudiu minha bunda, enquanto ele dizia:
— Fica à vontade, promíscuo, que vou arrebentar essa bunda de mulher que você tem.
Submisso, fui ao banheiro tirar a calça. Como sempre ando bem preparado pra qualquer coisa que possa rolar, como naquela ocasião, tirei da mochila uma camisinha e óleo de bebê. Abaixei a calça e afastei a tanga pra passar o óleo. Ao sair do banheiro, o sr. Alberto já esperava nu, deitado na cama com a TV ligada no canal pornô. Ele abriu as pernas e disse:
— Chupa, promíscuo.
Me acomodei entre as pernas dele, peguei o pau mole dele e levei à boca. Assim que sentiu minhas primeiras chupadas, começou a endurecer. Subi e desci com a boca e os lábios por aquele tronco, dando o melhor das minhas chupadas pra satisfazê-lo. Queria superar de alguma forma a Sandra, a esposa dele, porque sentia uma certa inveja de como os homens olhavam pra ela e frustração por não ser mulher como ela.
— Aaah, aaah, como você faz bem, promíscuo. Agora chupa minhas bolas.
Obediente, desci até as bolas dele, beijei e lambi até que um leve O mau cheiro da bunda dele chegou no meu nariz, voltei pro pau dele, dei umas chupadinhas e me levantei pra pedir que ele me fudesse.
Ele me colocou de quatro na beira da cama, eu aproximei a camisinha pra ele colocar, não gosto que gozem dentro de mim, nem no primeiro “encontro”, nem no segundo, nem no terceiro, não deixo até o macho ser da minha total confiança.
Mas ele pegou a camisinha e jogou fora, me dizendo:
– Machos como eu comem no pelo, vagabunda
Eu ia reclamar quando senti meio pau enterrar em mim:
– AAHHH… mas… AAAHHH
Acabou de meter tudo, peguei o travesseiro e afundei a cabeça nele pra abafar meus gemidos de dor, logo meu cu se dilatou de vez e, como sempre acontece comigo, a dor inicial virou sensação de prazer, meu tesão me inundou e comecei a gemir que nem uma louca:
– MMMMMMMMahhh MMMMMMM me dá me dá MMMMMMM
– Jejejeje você gosta, vagabunda
– Sim, adoro… AHHH…. MMMMMM, mas tira antes de gozar, por favor
– Jejejeje relaxa, você não vai sair prenha jejejeje
Por 10 minutos ele continuou me bombando sem parar até que senti as mãos dele segurarem firme minha cintura
– AAHHHH AHHHHHH vou gozar vou gozar, vagabunda
– Não.. MMMMMMM.. tira.. tira… MMMMMMM não goza dentro de mim....MMMMmm
Tentei me soltar dele, mas as mãos ossudas dele me seguravam firme; a excitação que eu sentia acabou me vencendo, me deitei na cama com ele por cima de mim; Senti o pau dele tremer dentro de mim, os colhões dele esvaziando todo o leite bem no fundo do meu ser.
Exausto, ele descansava em cima de mim, com o bafo dele batendo na minha orelha, sentia o peito suado dele colado nas minhas costas, a pelagem pubiana dele molhada de suor encharcando minha bunda, de vez em quando ele mexia o quadril em círculo como se quisesse descarregar até a última gota de leite dos colhões dele na minha buceta, até que o pau dele começou a perder a dureza dentro de mim e eu senti ele sair murcho, leitoso, do meu cu. ……… Continua


Na noite da ceia de fim de ano do trabalho, fiquei a sós com ele no banheiro. Estávamos mijando ao mesmo tempo quando ele me pegou olhando pra pica dele. A partir daí, toda vez que passava na minha frente, ele pegava no pacote, ou então passava com o pau duro dentro da calça, até que uma sexta à tarde, ao sair do trabalho, ele me convidou pra subir no carro dele. Dirigiu até um motel e, durante o trajeto, minha mão foi até a virilha dele, onde acariciei o pau dele até ficar duro.
Entramos no quarto do motel e um tapa forte do sr. Alberto sacudiu minha bunda, enquanto ele dizia:
— Fica à vontade, promíscuo, que vou arrebentar essa bunda de mulher que você tem.
Submisso, fui ao banheiro tirar a calça. Como sempre ando bem preparado pra qualquer coisa que possa rolar, como naquela ocasião, tirei da mochila uma camisinha e óleo de bebê. Abaixei a calça e afastei a tanga pra passar o óleo. Ao sair do banheiro, o sr. Alberto já esperava nu, deitado na cama com a TV ligada no canal pornô. Ele abriu as pernas e disse:
— Chupa, promíscuo.
Me acomodei entre as pernas dele, peguei o pau mole dele e levei à boca. Assim que sentiu minhas primeiras chupadas, começou a endurecer. Subi e desci com a boca e os lábios por aquele tronco, dando o melhor das minhas chupadas pra satisfazê-lo. Queria superar de alguma forma a Sandra, a esposa dele, porque sentia uma certa inveja de como os homens olhavam pra ela e frustração por não ser mulher como ela.
— Aaah, aaah, como você faz bem, promíscuo. Agora chupa minhas bolas.
Obediente, desci até as bolas dele, beijei e lambi até que um leve O mau cheiro da bunda dele chegou no meu nariz, voltei pro pau dele, dei umas chupadinhas e me levantei pra pedir que ele me fudesse.
Ele me colocou de quatro na beira da cama, eu aproximei a camisinha pra ele colocar, não gosto que gozem dentro de mim, nem no primeiro “encontro”, nem no segundo, nem no terceiro, não deixo até o macho ser da minha total confiança.
Mas ele pegou a camisinha e jogou fora, me dizendo:
– Machos como eu comem no pelo, vagabunda
Eu ia reclamar quando senti meio pau enterrar em mim:
– AAHHH… mas… AAAHHH
Acabou de meter tudo, peguei o travesseiro e afundei a cabeça nele pra abafar meus gemidos de dor, logo meu cu se dilatou de vez e, como sempre acontece comigo, a dor inicial virou sensação de prazer, meu tesão me inundou e comecei a gemir que nem uma louca:
– MMMMMMMMahhh MMMMMMM me dá me dá MMMMMMM
– Jejejeje você gosta, vagabunda
– Sim, adoro… AHHH…. MMMMMM, mas tira antes de gozar, por favor
– Jejejeje relaxa, você não vai sair prenha jejejeje
Por 10 minutos ele continuou me bombando sem parar até que senti as mãos dele segurarem firme minha cintura
– AAHHHH AHHHHHH vou gozar vou gozar, vagabunda
– Não.. MMMMMMM.. tira.. tira… MMMMMMM não goza dentro de mim....MMMMmm
Tentei me soltar dele, mas as mãos ossudas dele me seguravam firme; a excitação que eu sentia acabou me vencendo, me deitei na cama com ele por cima de mim; Senti o pau dele tremer dentro de mim, os colhões dele esvaziando todo o leite bem no fundo do meu ser.
Exausto, ele descansava em cima de mim, com o bafo dele batendo na minha orelha, sentia o peito suado dele colado nas minhas costas, a pelagem pubiana dele molhada de suor encharcando minha bunda, de vez em quando ele mexia o quadril em círculo como se quisesse descarregar até a última gota de leite dos colhões dele na minha buceta, até que o pau dele começou a perder a dureza dentro de mim e eu senti ele sair murcho, leitoso, do meu cu. ……… Continua



2 comentários - Follado x un casado (relato)