Já tenho mais de três meses trabalhando remoto em casa, e pra ser sincero, tô cheio de serviço... Na quinta, tava conversando com um amigo que já tava há um tempão sem dar uma foda, e ele me disse que conhecia um senhor que adorava comer uns caras e ainda por cima era bem conservado. Pedi pra ele me apresentar, e ficou por isso. Umas meia hora depois, chega uma mensagem: "Oi, sou o Mathias, me passaram seu número e queria te conhecer." A gente conversou um bom tempo, ele disse que tinha 48 anos, que era ativo e que queria me ver. A gente continuou falando, mas eu parei de responder porque tava fazendo uns relatórios. Umas 22h30, o celular toca: era uma videochamada dele. Não sabia o que fazer, não tava apresentável kkk. Atendi, e ele logo disse: "Queria te ver e saber se você queria continuar conversando, já que não respondeu mais." Dava pra ver uns fios brancos no cabelo dele, um homem branco, de corpo mais encorpado pelo que dava pra ver, e uma barba de uns dias sem fazer. A gente conversou um pouco sobre o frio, e eu falei: "Quer um chocolate quente pra esquentar?" Ele respondeu: "Queria mais que isso, mas hoje tá complicado. Amanhã à tarde, se o convite ainda estiver de pé, posso." Ficamos de nos ver no dia seguinte depois das 17h. Acordei cedo, me conectei no trabalho e despachei tudo o mais rápido que pude. Falei pro meu chefe que precisava ficar online só até as 15h porque tinha uns assuntos pessoais pra resolver. Ele, sem reclamar, disse que não tinha problema. Terminei o trabalho e logo chegou uma mensagem dele: "Tudo bem se eu chegar umas 18h? Deu um imprevisto. Preciso levar alguma coisa?" Falei que não tinha problema e fui ver o que ia vestir. Nesse meio tempo, tomei um banho bem caprichado, me depilei e vesti uma sunga de renda que tenho, com uma calça jeans que deixava minha bunda uffff kkk. Às 18h04, o interfone tocou. Esperei ele bater na porta, embora eu já soubesse que era ele. Já tinha ouvido falar até quando ele desceu do elevador kkkkkk, abri a porta, ele estendeu a mão e apertou a minha — prazer em conhecê-la, ele disse — entra, passa, não fica aí parada. "Trouxe umas cervejas e uns cigarros, teu amigo falou que tu fumava e bebia dessa marca." Coloquei as cervejas na geladeira e peguei duas das que eu já tinha bem geladas. Ele, um cara branco, tinha tirado a barba. Dei a cerveja pra ele e sentei no sofá da frente. Bebemos aquelas e fui pegar mais duas. Quando entreguei, ele falou: "Você cheira uma delícia, gata." Isso arrepiou meu corpo inteiro. Quando sentei no meu lugar, ele disse: "Vem, senta mais perto, tá muito longe", com um sorriso bem safado. Levantei e, quando ia sentar do lado dele, ele me pegou pela cintura e fez eu sentar no colo dele. "Aqui você pode ficar mais confortável, Sweetie, não acha?" Ele segurou meu rosto e me deu um beijo na bochecha. Me aproximei mais, fazendo minha bunda sentir o volume dele. Ele tirou minha camisa, me levantou e mandou eu tirar a calça. Sentei de novo em cima dele e dava pra sentir que tava duríssimo. Ele acariciou minhas costas, minhas pernas. "Que delícia, você tá bem depiladinha, parece que tava me esperando." Enquanto ele falava e me acariciava, eu ficava mais excitada. Ele me virou e me colocou de joelhos, deixando minha bunda no ar, e começou a acariciar. "Você gosta de palmadas, Sweetie? Porque eu adoro dar." "Vai, me dá uma." E pá, acertou uma palmada bem gostosa. Ele acariciou e deu outra, agora na outra nádega. "Tão ficando vermelhinhas, Sweetie, mas quero elas mais vermelhas ainda, sim?" Pá, deu mais umas quantas. Eu sentia a bunda quente, e as carícias dele depois de cada palmada me enchiam de calma. "Sabe, seu amiguinho, o que me deu seu número, falou pra eu te tratar muito bem." Eu tava adorando as mãos dele no meu rabo, mãos grandes e fortes. Depois ele me puxou pelo cabelo. "Agora você vai chupar ele todinho." O olhar dele era de superioridade, na voz dava pra ver que ele mandava. Eu tava ali pro prazer dele, eu era dele. Nem eu sabia ainda. Ela tirou a camisa, o peito peludo dela tava um tesão. Passei a mão no peito dela e desci até a calça, senti o volume duríssimo. Continuei descendo, tirei os sapatos e as meias dela, abri o zíper e puxei a calça com a ajuda dela. Detalhe: ela cheirava uma delícia, tinha um perfume que, uffa. Ela tirou a cueca, pegou o pau dela com uma mão: "Vou ver como você chupa". O pau dela tava durasso, a cabeça vermelha, vermelha. Me ajoelhei na frente dela e segurei ele com as mãos. Me aproximei e passei nas minhas bochechas. Da cabecinha saiu uma gota de líquido que lambi e saboreei. Comecei a beijar ele devagar, desci até as bolas e lambi elas. Depois subi com a língua pelo pau dela e meti na boca, comecei a chupar tudo. Ele entrava e saía da minha boca, com a língua lambia a cabeça toda e metia de novo. Ela me puxou pelo cabelo e começou a foder minha boca. Foi aumentando o ritmo e empurrava até a garganta. "Vou gozar, e nem pense em derrubar uma gota, ok?" Eu concordei. Continuei chupando e ela tremeu, deixou todo o leite sair na minha boca, eu engolindo tudo. Continuei lambendo e limpando tudo até não sobrar nem uma gotinha de porra. "Pega umas cervejas." Levantei e peguei duas cervejas. Bebemos enquanto ela descansava um pouco, recuperava a ereção de novo. Assim, conversamos um tempinho e fumamos uns cigarros. Depois de uns 20 minutos ou algo assim, ela me disse: "Onde você quer que eu te coma? Aqui nesse sofá ou vamos pro seu quarto?" Peguei meu celular e levei ela pro meu quarto. Ela vinha atrás de mim. Ao entrar no quarto, me pegou pela cintura e encostou o pau dela. "Agora sim vou fazer você gemer." Me fez inclinar, fiquei com as mãos na cama e a bunda no ar, com as pernas esticadas. Ela separou um pouco minhas pernas, se abaixou e beijou minhas nádegas. A língua dela foi percorrendo até chegar no meu cu, onde moveu a língua em círculos e de cima pra baixo. Eu tremia enquanto ela chupava. Empurrou com um dos dedos e entrou. Você tem lubrificante?" Procurei onde ele disse e ele passou no pau e colocou um pouco na minha buceta. Ele me pegou pela cintura e posicionou o pau. Foi empurrando e minha bunda foi se abrindo, deixando aquele pau entrar em mim. Senti ele chegando até o fundo, com o quadril colado na minha bunda. Ele começou a se mover devagar e eu gemendo, enquanto minhas mãos apertavam o lençol e eu mordia os lábios. Ele foi aumentando o ritmo e eu pedindo mais. Ele parou, tirou e me deu umas palmadas na bunda. Eu mexia a bunda pedindo pra ele meter de novo. Ele meteu de novo. "Agora é sua vez, gostosa. Se diverte e me diverte." Comecei a me mover pra frente e pra trás, e quando sentia o quadril dele, voltava pra frente. Assim, numa dessas, fui muito pra frente e o pau saiu. Ele me agarrou pelo quadril e *Pá* uma palmada fortíssima, doeu mas foi uma delícia. "Se fizer sair de novo, vou te castigar." Ele meteu de novo e eu comecei a me mover pra aproveitar. Quando ia pra frente, ficava com medo de sair e voltava rápido pra trás. Depois de umas quantas entradas e saídas, fiz de novo, dessa vez de propósito, e *Pá* ele me deu uma palmada forte. "Você gosta, né? E tirou de propósito." E *Pá* mais palmadas. "Deita de bruços e abre as pernas." Deitei e abri as pernas. Ele se aproximou e começou a meter. Aumentou o ritmo até que eu sentia que cada estocada era como se o pau dele fosse bem fundo, como se quisesse me partir ao meio. Enquanto ele me comia, eu gemia e gemia. Era a glória ter um pau me atravessando depois de tanto tempo. Não queria que acabasse. Ele diminuiu o ritmo, estava suado. Pedi pra ele deitar e montei em cima. Peguei o pau dele com as mãos e fui sentando devagar, me enfiando naquele pedaço enorme. Comecei a cavalgar gostoso. Ele me segurava pela cintura e eu ficava mais excitada, cavalgando cada vez mais forte. Nisso, ele me puxou com força e enfiou fundo, deixando todo o leite dele me encher. Fiquei sentada em cima dele. Quando levantei devagar, o pau dele... O pau dele saiu e atrás fiquei eu, derramando o gozo dele. Peguei umas toalhas, me limpei um pouco e limpei ele também. Ficamos conversando um tempinho e ele pediu pra tomar um banho porque tava ficando tarde. Dei uma toalha pra ele e falei que no banheiro tinha sabonete e o que precisasse. Ele foi tomar banho, eu coloquei uma tanguinha e fui catar a roupa na sala. Peguei as coisas dele e, enquanto fazia isso, ouvi: "Neném, vem aqui me ajudar com isso". Fui rápido pro banheiro e, quando entrei, ele tava lá na maior paz debaixo d'água. "Vem, entra aqui me ajudar com isso". Quando abri a porta, ele tava com o pau na mão: "Olha, subiu de novo, me ajuda aí". Entrei no chuveiro, ele chegou perto, me virou de costas, baixou minha tanguinha e meteu sem muita cerimônia. Senti a ponta entrando, ele enfiou tudo de uma vez, o que me fez soltar um gemido de dor e prazer. Começou a meter e tirar rápido, me colocou debaixo d'água e, quando me inclinei pra dar mais abertura, a água caía nas minhas costas e escorria pro meu cu. A cada estocada, a água espirrava pra todo lado. Ele me apertou forte e meteu ainda mais duro. Nessa altura, minha buceta já tava doendo, sentia que ele tava arrebentando, mas não queria que parasse. Senti ele ficar rígido e me penetrar com tanta loucura que, em poucos segundos, ele explodiu e deixou dentro de mim o pouco que tinha sobrado. Tirou o pau e se encostou na parede, recuperando o fôlego. Eu coloquei ele debaixo do chuveiro, peguei o sabonete e lavei o pau dele, já mole e vermelhinho, uma graça. Enxaguei o peito dele e passei sabonete nas costas. Ele não disse nada, só fechou os olhos debaixo d'água enquanto minhas mãos o acariciavam. Terminamos de tomar banho, saímos, ele se vestiu, eu também. Fumamos um cigarro conversando sobre o trabalho dele e o meu, como se dez minutos antes ele não estivesse arrebentando meu cu... Chegou a hora de ir. Acompanhei ele até a porta, ele me deu a mão e disse: "Foi um prazer te conhecer, espero que seja mútuo. Aliás, domingo eu não trabalho, se quiser me chamar pra almoçar, por mim, topo". Claro, vem quando quiser, só avisar. pra deixar sua comida bem quentinha... Espero que vocês curtam e se aqueçam bastante.
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