Parte 1: Minha primeira vez com um cara (Gay)


Oi, como é que vocês tão? Me chamam de Pol, e tenho 18 anos. Tenho 1,79m e peso 62kg. Pele branca, olhos castanhos, cabelo comprido passando do ombro, castanho escuro, ondulado e com risca no meio. Uso óculos e tenho o rosto meio alongadinho.

Mesmo sendo bem tímido, gosto de usar acessórios com tachas, pulseiras, colares com pontas, jeans apertados ou shorts curtinhos que ficavam bem em mim porque sou bem lisinho. E camisetas de bandas.

Tava morando na casa da minha vó no Parque Patricios, perto da Praça J. C. Paz, e tô sem trampo. Gosto de jogar videogame, beber umas, e claro, metal. Tenho um único amigo chamado Mati, e ele mora do outro lado, já na província, em Piñeyro, Avellaneda.

A primeira vez que vi a rola do meu amigo foi quando, um ano atrás, ele me levou num terreno abandonado onde ele tinha umas revistas pornô escondidas. A gente entrava pulando um muro. E lá, enquanto a gente olhava as revistas, ele baixou a calça e se masturbou um pouco, como se esperasse que eu fizesse o mesmo, mas sou muito tímido e ele acabou subindo a calça. Depois disso, ele não me levou mais, e eu só via de vez em quando, quando ele mijava numa árvore.

Ele morava com os pais. E no quarto dele tem uma cama de solteiro. Ele também era virgem. A gente sentava na cama dele encostada na parede. Às vezes ele ficava em posições que me provocavam sem querer enquanto jogava videogame ou via um filme. De vez em quando, ele se inclinava e deixava a bunda virada pro meu lado, e eu adorava, e eu fazia a mesma coisa, mas de propósito. E muitas vezes eu dormia lá, na mesma cama, bem apertados, mas de roupa.

Enquanto eu já fantasiava com meu amigo, uns anos atrás, numa primavera, aconteceu o seguinte. Eu tava indo uma noite pra casa do meu amigo, e fui roubado, então decidi começar a pegar táxi e depois uma remessa perto da casa da minha vó, onde eu tava morando na época. Assim, por um tempo, eu ia mais ou menos a cada três noites, sempre umas 00:30. Com o tempo, percebi que os motoristas me olhavam. Raro pelo meu estilo, então quando demorava, me sentia mais à vontade esperar na porta fumando um cigarro.

Dos que me levavam, tinha um com quem eu batia papo, chamava Osmar, era um cara de uns 58, meio gordo grandão, moreno, cabelo com risco do lado, boca grande, pele oleosa, mãos grandes, barriga, mais baixo que eu. E no carro dele muitas vezes tinha um cheiro desagradável, mas tolerável. Nunca imaginaria o que rolaria com o tempo. E no começo me incomodava um pouco falar porque não conhecia ele e, por natureza, falo muito pouco, mas ele puxava conversa, e era melhor do que aguentar a cara de cu que os outros motoristas faziam. Ele sugeriu que eu começasse a pedir pra viajar com ele.

Era uma viagem de no máximo uns 15 minutos, e ele me contava coisas sobre ele, da família, que tinha uma filha e morava com a esposa. E coisas assim. Às vezes falava de mulher, mas eu ficava desconfortável porque tenho pouca experiência com mulheres e, nas poucas vezes que tentei, a coisa não ia bem. E tinha vergonha de admitir. Um dia ele me perguntou se eu tinha namorada, ou namorado!, e eu fiquei meio travado. E acho que ele percebeu. Morri de vergonha, além disso fico vermelho muito fácil, e mesmo sendo de noite e dentro do carro, dá pra notar.

Nessa altura, quando a gente chegava, já tinha virado costume acender um cigarro e ficar terminando a conversa um tempo no carro. E já nos cumprimentávamos com beijo. Uma noite eu fui com um shortinho jeans preto que comprei num brechó, bem curtinho, e ele perguntou por que eu sempre usava essas roupas assim, ou as calças justas, e eu falei que gostava e me sentia mais confortável. Ele disse que ficava bem em mim e marcava a bunda, mas eu não sabia que podia chamar atenção dele naquele nível.

Com o tempo, sentia que ele tinha alguma intenção. E naquela noite, além de estar nervoso com a conversa, quando fui pegar a carteira na mochila e não achei, não sabia o que dizer. E ele falou pra eu pagar na próxima. Mas quando me aproximei Cara, pra me cumprimentar, ele tentou me beijar de boca aberta, e por reflexo eu me afastei porque não esperava por aquilo. Uma situação super desconfortável, total. Não esperava. Então pedi desculpas e ele também. Agradeci e desci. A verdade é que não sabia se voltava lá. Mas ainda tava devendo a corrida.

Confesso que, apesar de gostar de mulheres, acho, eu sempre me senti atraído pelo meu amigo, costumava me masturbar pensando e fantasiando com ele, que era bem diferente, tinha a minha idade e era magro, não tanto quanto eu. Pele branca, ou seja, nada a ver com esse cara, mas fiquei pensando muito, eu nunca tinha ficado com ninguém. E me causava impressão esse cara grandão, lá pelos cinquenta e poucos, moreno de pele grossa e brilhosa, além de boca e lábios grandes meio salientes, mas por algum motivo não conseguia parar de pensar, me dava curiosidade de como seria chupar uma rola como tanto fantasiava fazendo com meu amigo, e se poderia aproveitar pra experimentar. E assim fui me arrependendo de não ter deixado ele me beijar.

Então decidi, criei coragem e voltei depois de algumas noites pra ver qual era, coloquei meus acessórios, uma camiseta e um shortinho preto como ele disse que gostava. E fui e pedi pelo Osmar de novo. Me sentia mais desconfortável que o normal. Esperei um pouco e ele chegou de uma corrida. Me levou e não falamos nada, depois do que aconteceu esperava uma certa má vontade. No meio do caminho, passando a ponte num canto da rua, ele desceu e mijou. Não consegui evitar olhar, mas tava escuro e não vi nada além do jato de mijo. E chegamos.

Fiquei nervoso. Decidi que, ao cumprimentá-lo, ia aproximar só a boca pra ver se dessa vez ele tentava de novo. Paguei essa corrida e a que tava devendo, e não sabia como cumprimentá-lo. E quando aproximei o rosto quase de frente, ele se aproximou e, bem, me comeu a boca. No começo me senti bem estranho e com nojo, ele tinha língua grande e invasiva. Me senti culpado e dominado, mas mesmo assim, me deixei levar. Também não. Ele tinha um hálito forte, mas dava pra aturar. Passou o braço direito por trás da minha nuca pra me segurar e com a esquerda acariciava minha perna.

Ficamos um tempão assim, o cara percebeu minha falta de experiência que eu tentava disfarçar, e pegou minha mão direita e foi me fazendo acariciar o peito dele e depois as pernas, até chegar na piroca dele. Ele tava de bermuda esportiva de tecido fininho e dava pra ver muito o volume, sentia demais. E tava meia dura e era grandona. Aí ele baixou a bermuda e deixou a piroca pra fora, tava úmida e com muito pelo preto em volta. Dava até pra sentir o cheiro. Era bem maior e mais grossa que a minha (19 x 4), e a minha tem 15 x 3,50, definitivamente era um cara mais grandão que eu em tudo, menos em altura. E eu me assustei com aquela coisa, uma morena úmida e peluda que ficava cada vez maior. Nada a ver com a piroca que eu tinha visto do meu amigo uns anos atrás.

Ele me fez masturbar ele enquanto a gente se beijava. Eu, ingênuo, não esperava muito que fosse rolar nada além de uns beijos, e me senti dominado. Sentia o cheiro de piroca e excitação dele. E com a mão direita na minha nuca começou a fazer força pra me abaixar, eu falei que era minha primeira vez com um homem, mas ele continuou até me colocar de frente com a piroca dele. Não tinha mais jeito, tinha que chupar. E comecei provando com a língua a pontinha e a cabeça, como se fosse um sorvete. Aí enfiei a cabeça na boca. Era salgada e com gosto de mijo que ele tinha soltado um tempo antes. Ele, com a mão direita, me pegou pelo cabelo na nuca e foi me guiando pra cima e pra baixo ritmadamente, mas de vez em quando eu tinha que tirar e lamber porque cansava a mandíbula. Não era tão fácil como eu tinha visto nos pornôs.

Ele me fez lamber a piroca dele de cima a baixo. Aí me pegou pelo cabelo com a esquerda pra continuar me guiando e com a direita acariciava minha bunda. Eu tava começando a ficar excitado. Umas duas vezes ele fazia força pra eu descer muito e me fazia engasgar. arcadas, e quando me afastei, caiu da minha boca muita saliva grossa e lágrimas escorreram por causa das ânsias. Ele me fez chupar os ovos peludos dele. Me segurou pelo cabelo e passou a pica no meu rosto, todo babado e fedorento. Eu sentia nojo e tesão ao mesmo tempo. Ele me segurava firme pra eu não me afastar e metia na minha boca de vez em quando. Ele não parecia se importar muito se eu tava gostando ou não, porque dava pra ver que ele tava curtindo e aproveitando ao máximo. Umas vezes olhei pra cara dele e ele tava de olhos fechados ou semiabertos me encarando, com a boca aberta como se estivesse ofegante. Até me senti meio abusado. E assim ficamos uns quinze minutos até que, de repente, ele gozou. Engoli a primeira porra e tentei me afastar, mas não fui longe porque ele me segurou firme e era mais forte que eu fisicamente, então tive que fechar os olhos e a boca com força e receber as outras porradas. Ele sujou minha cara toda, o cabelo e os óculos.

Quando finalmente soltou meu cabelo, me endireitei no banco e me olhei no espelhinho do para-sol. Tava tudo babado ao redor da boca. Já não dava mais pra distinguir se era minha saliva, o líquido pré-seminal dele, ou porra, ou tudo junto. Tive que limpar a cara e os óculos com a camiseta. Acendi um cigarro. E, pra ser sincero, não era como eu imaginava. Ele me deu uns beijos e eu desci.

Ele ficou me olhando por trás até eu atravessar a rua e tocar a campainha do meu amigo. Depois ele abriu a porta e eu o cumprimentei como de costume com um beijo no rosto, mas não sei se ele não sentiu o cheiro de pica encostada na minha cara. Na casa do meu amigo, foi tudo normal, mas eu passei a noite inteira sem parar de pensar no que tinha feito. Me sentia culpado por querer que aquilo se repetisse. E pensava sem parar na pica do meu amigo, mas também na do motorista.

Obviamente, continuei viajando com ele. E virou um hábito fazer boquete nele, e fui aprendendo a chupar pica, e com o tempo uma coisa levou à outra...

Se vocês tão gostando, eu continuo contando.

3 comentários - Parte 1: Minha primeira vez com um cara (Gay)

me gustó mucho, 10 puntos, te sigo, favoritos y que ganas de tener un remiss