Olá, me chamo Horacio Bustamante e sou, digamos, empresário de talentos esportivos — minha especialidade aqui na Colômbia. Nasci venezuelano, mas há alguns anos, por causa da situação do meu país, vim pra essa nação irmã, onde as portas dos negócios se abriram pra mim. Claro que, quando tem grana no meio, tudo é possível. Venho de uma família financeiramente estável, mas aqui me expandi ainda mais. Não sou o típico cara bonitão ou de corpo sarado — muito pelo contrário: sou gordo, baixinho, moreno, bochechudo com papada e uma barbicha de cavanhaque. Tenho 44 anos e, digamos, ninguém viraria a cabeça pra me olhar, mas, como eu disse antes, a grana move tudo; dinheiro mata o galã, como a gente fala no meu país.Aconteceu que uma tarde um amigo meu me ligou, querendo impulsionar a carreira fitness do filho dele, que já tinha uns 20 anos e começou no fisiculturismo aos 17. Meu amigo se chama Genaro e o filho dele, Hernán. Imaginei que, se o Hernán já tava na academia há quase três anos, devia ter um corpo do caralho. Respondi que sim, que não via problema em ajudar, mas queria vê-lo pra avaliar o potencial, já que não o via desde os 16 anos.
No dia seguinte, de manhã, Genaro chegou na minha casa com um rapaz bonitão, que logo percebi ser o pequeno Hernancito. Uns anos atrás ele ainda era um magrelo, mas agora media uns 1,80m, esguio, cara de macho gostoso, cabelo castanho escuro, olhos castanhos, pele branca e um corpo espetacular de quase 87 quilos de músculo bem proporcionado — um gato viril pra caralho.
Depois do cumprimento e de bater um papo besta, fomos direto ao assunto. Hernán queria orientação pra uma competição de fitness que tava chegando, faltando uns oito meses, e queria um preparador físico que o deixasse em condições ótimas pra vencer. Essas competições podem abrir portas pra oportunidades melhores no mundo fitness, então ter alguém com conhecimento em exercícios, alimentação e treino era essencial.
Falei que podia contar com minha ajuda, depois de pedir que ele tirasse a roupa e posasse pra mim, pra eu ver o corpo dele com mais detalhe, ali na sala da minha casa. Pedi o número de telefone dele pra ficarmos em contato. No fundo, pelo jeito ansioso da proposta, já sentia que o Hernán era uma buceta fácil.
Naquela noite, liguei pra ele e disse que já tinha o preparador físico num dos melhores ginásios daqui, mas que precisávamos conversar pra acertar alguns combinados. No dia seguinte, às 22h, me encontrei com o Hernán num restaurante bem conhecido da cidade, um dos melhores, pra tomar um café delicioso e bater um papo. Quando cheguei, obviamente chamava atenção pelo corpo esbelto e musculoso. Cada vez que via o filho do meu amigo, sentia mais vontade de comer ele. Ele veio sozinho, porque o que eu tinha pra dizer era uma decisão só dele.
Hernán: — Esse café tá muito gostoso, patrão —. Patrão, era assim que ele me chamava.
Horacio: — Sim, esse é o melhor café daqui de Bogotá. Vejo que você tá bem empolgado com a competição de fitness —. Respondi.
Hernán: — Sim, patrão, demais. Isso é minha vida. Meu velho e o senhor se conhecem há muito tempo, né? —. Perguntou, bem curioso.
O garçom trouxe o que a gente tinha pedido. Eu, uma simples xícara de café, e Hernán escolheu uma cerveja local.
Horacio: — Sim, é isso mesmo, Hernán. Seu pai é um excelente amigo e trabalhador —. Falei.
Hernán: — Olha, patrão, e quanto vai me custar tudo isso da academia e do personal trainer? —. Perguntou de um jeito bem curioso e ansioso.
Horacio: — Fica tranquilo, só quero algo em troca, Hernán —. Respondi, dando um gole na deliciosa xícara de café que tinha pedido.
Hernán: — E o que vai ser, patrão? Qualquer coisa que estiver ao meu alcance —. Disse, bem impaciente.
Horacio: — Quero te foder! —. Respondi de um jeito calmo, tranquilo e com segurança.
Hernán: — Como assim, patrão? —. Respondeu com uma cara de incredulidade.
Horacio: — O que você ouviu, meu filho. Quero muitas noites de sexo com você. Quero comer essa sua bunda, Hernancito, quero que você seja meu —. Respondi.
Hernán: — Não, patrão, isso não. Eu sou macho, como é que o senhor me propõe uma coisa dessas? Além disso, tenho namorada, patrão. Eu sou homem. Onde já se viu, patrão? Para com essas besteiras —. Disse, parecendo meio puto.
Horacio: — Calma, Hernán, não esquenta. Também não tô te pedindo uma coisa do outro mundo, nem vou te levar pra outro planeta. Nesse mundo, é absolutamente normal alguém te pedir isso. Se não for eu, vai ser outro. E o que é melhor do que ser com um conhecido de total confiança? —. Respondi.
Hernán: — Não, patrão, isso não é normal. E como é que eu falo que tenho namorada e sou um macho? — respondeu ele, ainda mais irritado e tentando se levantar da cadeira.
Horácio: — Calma — respondi, segurando a mão dele como sinal pra não se levantar. Dei uma risadinha ao ver a reação dele. — Kkkkkkkkkk. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, só porque você fica com um homem, isso não te faz viado. — respondi. — Quem coloca rótulo é o povo. — concluí meu discurso.
Hernán: — É que o senhor não me entende, patrão. — ele disse e voltou pro lugar dele.
Horácio: — Então, rapaz, minha intenção não era te escandalizar, mas sim te propor um trato justo. Além do treinador e uma mensalidade na melhor academia da cidade, pelo tempo que falta pra competição, tava pensando em incluir também as proteínas e aminoácidos que vocês precisam. — falei, dando mais um gole no meu café. — Mas a decisão é sua, você é livre pra escolher. Bom, vou indo, rapaz, tenho outros clientes pra atender. Ah! Olha só. Por acaso, acabei de receber uma mensagem de um jogador de futebol que precisa da minha consultoria — mostrei a mensagem no meu celular. — Bom, vou deixar a proposta na mesa. Pensa aí e qualquer coisa, cê tem meu número. — falei, enquanto chamava o garçom pra pedir a conta.
O garçom veio rápido e me deu a conta. Eu conferi e tava tudo certo. Comecei a juntar minhas coisas, uma pasta com algumas folhas que usei pra anotar e fazer os cálculos de quanto a gente ia gastar, etc., e fui embora, pagando a cerveja do Hernanzinho. Aquela mensagem era só um alarme que eu tinha programado pra botar mais pressão nele. Deixei o Hernanzinho meio puto, tomando a cerveja dele.
Passaram-se dois dias depois que Hernán e eu conversamos, e à noite, recebi um WhatsApp dele dizendo que tinha pensado na minha proposta e que aceitava. Todo feliz, sorri e falei que ele não ia se arrepender. Marquei com ele pra programar umas coisas alguns dias depois. Ele veio na minha casa pra gente fazer tudo no contrato e não dar chance de Arrependido. Assinei os papéis e disse a ele que começaríamos na segunda-feira com a preparação dele.
Começamos na semana seguinte conforme o combinado. Na segunda, marquei ele na minha casa pra levá-lo pra academia onde eu treinava, apresentá-lo aos novos instrutores e deixar ele conhecer as instalações. Embora a família do Hernan não fosse pobre, essa era uma academia que ele jamais sonharia em pagar. Quando entramos na academia, os olhos quase saltaram da cara dele. Os equipamentos eram super modernos e o atendimento de primeira. Hernan tava muito feliz, e eu sabia que logo teria aquela bunda pra meu prazer.
No dia seguinte, terça-feira, passei pra buscá-lo saindo da academia pra cumprir o acordo. Esse dia seria a primeira vez dele com outro homem. Disse que iríamos pra minha casa de campo pra ficar mais privado e, entre nós, a desvirginada dele. Ele entrou no carro e partimos.
Lembro que, ao chegar na minha casa e entrar, ele ficou de boca aberta com o quão elegante era a casa, e que sim, eu tinha gasto uma grana com os melhores designers, e, como ele diz, sexy da mansão. Ofereci uma soda dietética e depois fomos pro meu quarto. Ao subir as escadas, me coloquei atrás dele pra observar o balanço daquela bunda musculosa do caralho.
Disse pra ele se despir devagar, enquanto eu observava ele deitado na cama. Ele, meio nervoso e desconfortável, me olhava. Tava vestindo um moletom sem mangas. Como tinha trabalhado os peitorais e os bíceps, os músculos dele estavam estourando. Depois, tirou a calça esportiva pra revelar umas lycra preta, que foi abaixando devagar a meu pedido. Ficou só numa cueca apertada branca linda, que fazia o pacote dele e aquelas nádegas divinas se destacarem.
Disse pra ele deixar os tênis brancos da Adidas, que eu também tinha dado de presente. O corpo dele era um espetáculo. Grande, imponente, musculoso, maciço. As pernas fortes dele adornavam o pau e as bolas, digamos que no geral eram normais. Pedi que ele se desse uma virei, e embora já tivesse visto antes, dessa vez, a bunda dele era uma delícia musculosa. Umas nádegas grandes, firmes e bem trabalhadas, prontas pra serem desvirginadas. Essas nádegas escondiam um cu virgem, talvez desejando uma pica.
Me aproximei e comecei a passar a mão naquela delícia de corpo, enfiando minhas mãos na cueca dele pra acariciar tudo sem censura, que, no final, acabei tirando, incluindo os sapatos. Não teve lugar onde eu não tocasse. Depois, comecei a esfregar de leve aqueles lindos mamilos rosados, que, ao contato com meus dedos, ficaram duros e um gemido ao fechar os olhos saiu da boca dele. Aí comecei a mordiscar os peitorais dele e a chupar aqueles mamilos gostosos. Pensei comigo: "se o Genaro soubesse que tô comendo o filho dele agora."
Mandei ele levantar os braços e me mostrar as axilas. Comecei a deslizar minha língua por todo o comprimento dos bíceps suados dele até terminar lambendo as axilas dele com três dias de barba. Depois continuei passando a língua no pescoço até chegar na boca dele. Tentei beijar ele, mas ele desviou, o que me deixou meio incomodado, mas ele ia cair logo.
Mandei ele ficar de quatro em cima da cama, que eu queria dedar o cu dele um pouco. Ele hesitou um pouco, mas finalmente obedeceu, lembrando que ele tinha um contrato assinado e que eu podia processar ele por quebra de contrato. Minha nossa!, ter um macho assim me excitou pra caralho, dominado pelas minhas palavras, musculoso e lindo em todos os sentidos, ali, fazendo o que eu quisesse.
Em vez de chegar meus dedos, cheguei minha boca naquela coisa linda da natureza e comecei, literalmente, a comer a bunda enorme do Hernán. Eu tinha que fazer bastante pressão pra separar as nádegas duras e salientes dele pra conseguir chegar naquele buraquinho rosado. De longe, pareceu que ouvi um gemidinho de prazer daquele rapaz viril.
Depois de pegar um pouco de gel lubrificante, enfiei o dedo do meio no cu dele, que lutava pra não deixar eu entrar, pra continuar sendo Fechado, mas quando apertei um pouco, ele cedeu à minha perversão.
Ao entrar, Hernán apertou as bundas vigorosas, prendendo meu dedo dentro dele. Já o tinha enfiado com meu dedo, comecei o vai e vem naquele cu lindo que resistia em ser dominado. Isso me excitava demais, ver como as nádegas de Hernán resistiam a ser invadidas por outro homem. Depois de um tempo, enfiei um segundo dedo e depois um terceiro, lubrificando e dilatando mais o cu dele. Já tava pronto pra levar o piru do bom.
Já nu eu, atrás de Hernán, tirei a única peça que faltava, minha calça. Apesar da minha barriga ser grande, eu tinha um piru de 19 cm que fazia qualquer um gozar. Aproximei da ponta do cu musculoso de Hernán, puxando ele pra beirada da cama pra entrar tudo. E lembrando do que ele me disse no café, que ele era muito machão e essas merdas, enfiei até a metade, e depois, sem dar tempo de respirar, enfiei tudo até minhas bolas baterem nas nádegas musculosas dele.
Hernán:
—Puta merda, patrão, tira. Tá doendo pra caralho, vai rasgar meu cu. Ai… ai… ai…—. Começou a gritar aquele atleta machão.
Horácio:
—Calma, Hernanzinho, já vai se acostumar a levar no cu. Essa sua bunda é muito gostosa—. Respondi.
No quarto só se ouvia as estocadas e os gemidos e pedidos de Hernán. Flap, flap, flap, ecoava por todo lado. Minhas estocadas eram selvagens, eram rápidas. Não dava trégua pro cu apertado de Hernán, que era uma delícia.
Hernán:
—Não faz assim, patrão. Tá doendo muito—. Ele repetia sem parar.
Eu ignorava os pedidos dele e só focava em aproveitar aquela putaria gostosa que tava dando nele.
Hernán:
Ao ver que eu não tava ligando, ele disse: —Então, mete devagar, patrão, que tá doendo e ardendo muito—. Ele falou de novo na última tentativa de parar aquela penetração.
Fiquei metendo forte em Hernán e pensei, de novo, na cara de bunda que ele ia fazer. O pai do Hernán e a namorada dele, vendo que eu tava passando a rola no cu do moleque.
Continuei por mais uns 30 minutos depois que o Hernán me perguntou quando eu ia gozar.
As costas largas e musculosas dele, e aquele rabo com uns melões gigantes de nalgas me deixavam louco. Não aguentei mais e gozei, enchendo a barriga dele de porra, depois de uns 50 minutos de metelança. O Hernán se deitou na cama pra descansar enquanto eu tirava devagar meu pau do cu dolorido dele.
Depois disso, a gente tomou banho, almoçou alguma coisa e eu levei ele pra casa dele. Falei que ele tinha sido um bom garoto e que, se continuasse tão cooperativo, ia ganhar mais presentes meus, apontando pros tênis que ele tava usando.
E assim se repetia duas vezes por semana, terça e quinta eram os dias em que eu comia o Hernancinho. A gente fazia um monte de coisa e, agora, o rapagão já tava se soltando comigo. Quando chegava na minha casa, ele mesmo se despia. Às vezes dançava erótico pra mim, outras vezes eu enchia o cu dele de chantilly e lambia tudo. Mandava ele se masturbar com um vibrador ou simplesmente colocava ele de joelhos pra chupar meu pau até gozar na boca dele. Numa ocasião, dei um puta beijo de língua nele, e ele colaborou super bem, possuindo ele de todas as formas.
Finalmente, chegou o momento esperado, Hernán. Ele se dedicou ao treino e a tudo que eu tinha comprado pra ele. Competiu e levou o primeiro lugar, com uma ajudinha do júri, claro. As notas verdes ajudam nessas situações.
Naquela noite, no evento, conheci a namorada linda dele. Também encontrei o Genaro, que tava orgulhoso da conquista do filho, e alguns amigos dele também tinham vindo pra comemorar. Tudo era festa pro Hernán naquela noite. Conheci outros garotos que queriam seguir no fisiculturismo e precisavam de orientação. Esses seriam, com o tempo, parte dos meus troféus.
Naquela noite, ao me despedir, quase 11 da noite, o Hernán chega perto de mim e fala:
Hernán: — Ô, patrão. Apareço aí. —Na casa dela até meio-dia—. Ele disse, colocando a mão nas minhas costas, ainda com a tanga que usava pra treinar.
Horácio:
—E aí, e sua namorada? E seu pai? Seus amigos? Não vai comemorar a vitória hoje à noite?—. Perguntei, bem curioso.
Hernán:
—Minha namorada quer que eu leve ela cedo pra casa, porque amanhã tem coisa pra fazer com minha sogra. Meu pai tá com uns amigos e acho que vai embora rápido pra casa dele. Vou fazer uma viagem com uns parceiros, mas só depois de amanhã, então vou passar a noite com o senhor, patrão—. Ele explicou.
E se aproximando do meu ouvido, meio disfarçado, ele fala:
Hernán:
—Essa noite vou passar com o senhor, patrão, porque o que eu quero é que me meta com força nessa bunda de novo—. Ele disse.
Horácio:
—Combinamos assim então—. Respondi.
E naquela noite, aquele macho, aquele garanhão, foi meu de novo na minha cama. No fim, Hernán e eu viramos grandes amigos, e hoje em dia ele trabalha pra mim na seleção de garotos com potencial e talento, e nos fins de semana, à noite, como acompanhante pra alguns dos meus amigos empresários que pagam pelos serviços dele.Valeu por ter lido esse conto. Como sempre, a gente deixa um vídeo que lembra as situações que foram contadas aqui, curte ele clicando nesse link:https://ladosensible.blogspot.com/2020/06/relato-el-empresario-desvirginador-de.htmlAgradeço seus comentários, opiniões e sugestões.
Se quiser comentar ou me contar algo, pode me escrever para:LadoSensivel@Live.com
No dia seguinte, de manhã, Genaro chegou na minha casa com um rapaz bonitão, que logo percebi ser o pequeno Hernancito. Uns anos atrás ele ainda era um magrelo, mas agora media uns 1,80m, esguio, cara de macho gostoso, cabelo castanho escuro, olhos castanhos, pele branca e um corpo espetacular de quase 87 quilos de músculo bem proporcionado — um gato viril pra caralho.
Depois do cumprimento e de bater um papo besta, fomos direto ao assunto. Hernán queria orientação pra uma competição de fitness que tava chegando, faltando uns oito meses, e queria um preparador físico que o deixasse em condições ótimas pra vencer. Essas competições podem abrir portas pra oportunidades melhores no mundo fitness, então ter alguém com conhecimento em exercícios, alimentação e treino era essencial.
Falei que podia contar com minha ajuda, depois de pedir que ele tirasse a roupa e posasse pra mim, pra eu ver o corpo dele com mais detalhe, ali na sala da minha casa. Pedi o número de telefone dele pra ficarmos em contato. No fundo, pelo jeito ansioso da proposta, já sentia que o Hernán era uma buceta fácil.
Naquela noite, liguei pra ele e disse que já tinha o preparador físico num dos melhores ginásios daqui, mas que precisávamos conversar pra acertar alguns combinados. No dia seguinte, às 22h, me encontrei com o Hernán num restaurante bem conhecido da cidade, um dos melhores, pra tomar um café delicioso e bater um papo. Quando cheguei, obviamente chamava atenção pelo corpo esbelto e musculoso. Cada vez que via o filho do meu amigo, sentia mais vontade de comer ele. Ele veio sozinho, porque o que eu tinha pra dizer era uma decisão só dele.
Hernán: — Esse café tá muito gostoso, patrão —. Patrão, era assim que ele me chamava.
Horacio: — Sim, esse é o melhor café daqui de Bogotá. Vejo que você tá bem empolgado com a competição de fitness —. Respondi.
Hernán: — Sim, patrão, demais. Isso é minha vida. Meu velho e o senhor se conhecem há muito tempo, né? —. Perguntou, bem curioso.
O garçom trouxe o que a gente tinha pedido. Eu, uma simples xícara de café, e Hernán escolheu uma cerveja local.
Horacio: — Sim, é isso mesmo, Hernán. Seu pai é um excelente amigo e trabalhador —. Falei.
Hernán: — Olha, patrão, e quanto vai me custar tudo isso da academia e do personal trainer? —. Perguntou de um jeito bem curioso e ansioso.
Horacio: — Fica tranquilo, só quero algo em troca, Hernán —. Respondi, dando um gole na deliciosa xícara de café que tinha pedido.
Hernán: — E o que vai ser, patrão? Qualquer coisa que estiver ao meu alcance —. Disse, bem impaciente.
Horacio: — Quero te foder! —. Respondi de um jeito calmo, tranquilo e com segurança.
Hernán: — Como assim, patrão? —. Respondeu com uma cara de incredulidade.
Horacio: — O que você ouviu, meu filho. Quero muitas noites de sexo com você. Quero comer essa sua bunda, Hernancito, quero que você seja meu —. Respondi.
Hernán: — Não, patrão, isso não. Eu sou macho, como é que o senhor me propõe uma coisa dessas? Além disso, tenho namorada, patrão. Eu sou homem. Onde já se viu, patrão? Para com essas besteiras —. Disse, parecendo meio puto.
Horacio: — Calma, Hernán, não esquenta. Também não tô te pedindo uma coisa do outro mundo, nem vou te levar pra outro planeta. Nesse mundo, é absolutamente normal alguém te pedir isso. Se não for eu, vai ser outro. E o que é melhor do que ser com um conhecido de total confiança? —. Respondi.
Hernán: — Não, patrão, isso não é normal. E como é que eu falo que tenho namorada e sou um macho? — respondeu ele, ainda mais irritado e tentando se levantar da cadeira.
Horácio: — Calma — respondi, segurando a mão dele como sinal pra não se levantar. Dei uma risadinha ao ver a reação dele. — Kkkkkkkkkk. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, só porque você fica com um homem, isso não te faz viado. — respondi. — Quem coloca rótulo é o povo. — concluí meu discurso.
Hernán: — É que o senhor não me entende, patrão. — ele disse e voltou pro lugar dele.
Horácio: — Então, rapaz, minha intenção não era te escandalizar, mas sim te propor um trato justo. Além do treinador e uma mensalidade na melhor academia da cidade, pelo tempo que falta pra competição, tava pensando em incluir também as proteínas e aminoácidos que vocês precisam. — falei, dando mais um gole no meu café. — Mas a decisão é sua, você é livre pra escolher. Bom, vou indo, rapaz, tenho outros clientes pra atender. Ah! Olha só. Por acaso, acabei de receber uma mensagem de um jogador de futebol que precisa da minha consultoria — mostrei a mensagem no meu celular. — Bom, vou deixar a proposta na mesa. Pensa aí e qualquer coisa, cê tem meu número. — falei, enquanto chamava o garçom pra pedir a conta.
O garçom veio rápido e me deu a conta. Eu conferi e tava tudo certo. Comecei a juntar minhas coisas, uma pasta com algumas folhas que usei pra anotar e fazer os cálculos de quanto a gente ia gastar, etc., e fui embora, pagando a cerveja do Hernanzinho. Aquela mensagem era só um alarme que eu tinha programado pra botar mais pressão nele. Deixei o Hernanzinho meio puto, tomando a cerveja dele.
Passaram-se dois dias depois que Hernán e eu conversamos, e à noite, recebi um WhatsApp dele dizendo que tinha pensado na minha proposta e que aceitava. Todo feliz, sorri e falei que ele não ia se arrepender. Marquei com ele pra programar umas coisas alguns dias depois. Ele veio na minha casa pra gente fazer tudo no contrato e não dar chance de Arrependido. Assinei os papéis e disse a ele que começaríamos na segunda-feira com a preparação dele.
Começamos na semana seguinte conforme o combinado. Na segunda, marquei ele na minha casa pra levá-lo pra academia onde eu treinava, apresentá-lo aos novos instrutores e deixar ele conhecer as instalações. Embora a família do Hernan não fosse pobre, essa era uma academia que ele jamais sonharia em pagar. Quando entramos na academia, os olhos quase saltaram da cara dele. Os equipamentos eram super modernos e o atendimento de primeira. Hernan tava muito feliz, e eu sabia que logo teria aquela bunda pra meu prazer.
No dia seguinte, terça-feira, passei pra buscá-lo saindo da academia pra cumprir o acordo. Esse dia seria a primeira vez dele com outro homem. Disse que iríamos pra minha casa de campo pra ficar mais privado e, entre nós, a desvirginada dele. Ele entrou no carro e partimos.
Lembro que, ao chegar na minha casa e entrar, ele ficou de boca aberta com o quão elegante era a casa, e que sim, eu tinha gasto uma grana com os melhores designers, e, como ele diz, sexy da mansão. Ofereci uma soda dietética e depois fomos pro meu quarto. Ao subir as escadas, me coloquei atrás dele pra observar o balanço daquela bunda musculosa do caralho.
Disse pra ele se despir devagar, enquanto eu observava ele deitado na cama. Ele, meio nervoso e desconfortável, me olhava. Tava vestindo um moletom sem mangas. Como tinha trabalhado os peitorais e os bíceps, os músculos dele estavam estourando. Depois, tirou a calça esportiva pra revelar umas lycra preta, que foi abaixando devagar a meu pedido. Ficou só numa cueca apertada branca linda, que fazia o pacote dele e aquelas nádegas divinas se destacarem.
Disse pra ele deixar os tênis brancos da Adidas, que eu também tinha dado de presente. O corpo dele era um espetáculo. Grande, imponente, musculoso, maciço. As pernas fortes dele adornavam o pau e as bolas, digamos que no geral eram normais. Pedi que ele se desse uma virei, e embora já tivesse visto antes, dessa vez, a bunda dele era uma delícia musculosa. Umas nádegas grandes, firmes e bem trabalhadas, prontas pra serem desvirginadas. Essas nádegas escondiam um cu virgem, talvez desejando uma pica.
Me aproximei e comecei a passar a mão naquela delícia de corpo, enfiando minhas mãos na cueca dele pra acariciar tudo sem censura, que, no final, acabei tirando, incluindo os sapatos. Não teve lugar onde eu não tocasse. Depois, comecei a esfregar de leve aqueles lindos mamilos rosados, que, ao contato com meus dedos, ficaram duros e um gemido ao fechar os olhos saiu da boca dele. Aí comecei a mordiscar os peitorais dele e a chupar aqueles mamilos gostosos. Pensei comigo: "se o Genaro soubesse que tô comendo o filho dele agora."
Mandei ele levantar os braços e me mostrar as axilas. Comecei a deslizar minha língua por todo o comprimento dos bíceps suados dele até terminar lambendo as axilas dele com três dias de barba. Depois continuei passando a língua no pescoço até chegar na boca dele. Tentei beijar ele, mas ele desviou, o que me deixou meio incomodado, mas ele ia cair logo.
Mandei ele ficar de quatro em cima da cama, que eu queria dedar o cu dele um pouco. Ele hesitou um pouco, mas finalmente obedeceu, lembrando que ele tinha um contrato assinado e que eu podia processar ele por quebra de contrato. Minha nossa!, ter um macho assim me excitou pra caralho, dominado pelas minhas palavras, musculoso e lindo em todos os sentidos, ali, fazendo o que eu quisesse.
Em vez de chegar meus dedos, cheguei minha boca naquela coisa linda da natureza e comecei, literalmente, a comer a bunda enorme do Hernán. Eu tinha que fazer bastante pressão pra separar as nádegas duras e salientes dele pra conseguir chegar naquele buraquinho rosado. De longe, pareceu que ouvi um gemidinho de prazer daquele rapaz viril.
Depois de pegar um pouco de gel lubrificante, enfiei o dedo do meio no cu dele, que lutava pra não deixar eu entrar, pra continuar sendo Fechado, mas quando apertei um pouco, ele cedeu à minha perversão.
Ao entrar, Hernán apertou as bundas vigorosas, prendendo meu dedo dentro dele. Já o tinha enfiado com meu dedo, comecei o vai e vem naquele cu lindo que resistia em ser dominado. Isso me excitava demais, ver como as nádegas de Hernán resistiam a ser invadidas por outro homem. Depois de um tempo, enfiei um segundo dedo e depois um terceiro, lubrificando e dilatando mais o cu dele. Já tava pronto pra levar o piru do bom.
Já nu eu, atrás de Hernán, tirei a única peça que faltava, minha calça. Apesar da minha barriga ser grande, eu tinha um piru de 19 cm que fazia qualquer um gozar. Aproximei da ponta do cu musculoso de Hernán, puxando ele pra beirada da cama pra entrar tudo. E lembrando do que ele me disse no café, que ele era muito machão e essas merdas, enfiei até a metade, e depois, sem dar tempo de respirar, enfiei tudo até minhas bolas baterem nas nádegas musculosas dele.
Hernán:
—Puta merda, patrão, tira. Tá doendo pra caralho, vai rasgar meu cu. Ai… ai… ai…—. Começou a gritar aquele atleta machão.
Horácio:
—Calma, Hernanzinho, já vai se acostumar a levar no cu. Essa sua bunda é muito gostosa—. Respondi.
No quarto só se ouvia as estocadas e os gemidos e pedidos de Hernán. Flap, flap, flap, ecoava por todo lado. Minhas estocadas eram selvagens, eram rápidas. Não dava trégua pro cu apertado de Hernán, que era uma delícia.
Hernán:
—Não faz assim, patrão. Tá doendo muito—. Ele repetia sem parar.
Eu ignorava os pedidos dele e só focava em aproveitar aquela putaria gostosa que tava dando nele.
Hernán:
Ao ver que eu não tava ligando, ele disse: —Então, mete devagar, patrão, que tá doendo e ardendo muito—. Ele falou de novo na última tentativa de parar aquela penetração.
Fiquei metendo forte em Hernán e pensei, de novo, na cara de bunda que ele ia fazer. O pai do Hernán e a namorada dele, vendo que eu tava passando a rola no cu do moleque.
Continuei por mais uns 30 minutos depois que o Hernán me perguntou quando eu ia gozar.
As costas largas e musculosas dele, e aquele rabo com uns melões gigantes de nalgas me deixavam louco. Não aguentei mais e gozei, enchendo a barriga dele de porra, depois de uns 50 minutos de metelança. O Hernán se deitou na cama pra descansar enquanto eu tirava devagar meu pau do cu dolorido dele.
Depois disso, a gente tomou banho, almoçou alguma coisa e eu levei ele pra casa dele. Falei que ele tinha sido um bom garoto e que, se continuasse tão cooperativo, ia ganhar mais presentes meus, apontando pros tênis que ele tava usando.
E assim se repetia duas vezes por semana, terça e quinta eram os dias em que eu comia o Hernancinho. A gente fazia um monte de coisa e, agora, o rapagão já tava se soltando comigo. Quando chegava na minha casa, ele mesmo se despia. Às vezes dançava erótico pra mim, outras vezes eu enchia o cu dele de chantilly e lambia tudo. Mandava ele se masturbar com um vibrador ou simplesmente colocava ele de joelhos pra chupar meu pau até gozar na boca dele. Numa ocasião, dei um puta beijo de língua nele, e ele colaborou super bem, possuindo ele de todas as formas.
Finalmente, chegou o momento esperado, Hernán. Ele se dedicou ao treino e a tudo que eu tinha comprado pra ele. Competiu e levou o primeiro lugar, com uma ajudinha do júri, claro. As notas verdes ajudam nessas situações.
Naquela noite, no evento, conheci a namorada linda dele. Também encontrei o Genaro, que tava orgulhoso da conquista do filho, e alguns amigos dele também tinham vindo pra comemorar. Tudo era festa pro Hernán naquela noite. Conheci outros garotos que queriam seguir no fisiculturismo e precisavam de orientação. Esses seriam, com o tempo, parte dos meus troféus.
Naquela noite, ao me despedir, quase 11 da noite, o Hernán chega perto de mim e fala:
Hernán: — Ô, patrão. Apareço aí. —Na casa dela até meio-dia—. Ele disse, colocando a mão nas minhas costas, ainda com a tanga que usava pra treinar.
Horácio:
—E aí, e sua namorada? E seu pai? Seus amigos? Não vai comemorar a vitória hoje à noite?—. Perguntei, bem curioso.
Hernán:
—Minha namorada quer que eu leve ela cedo pra casa, porque amanhã tem coisa pra fazer com minha sogra. Meu pai tá com uns amigos e acho que vai embora rápido pra casa dele. Vou fazer uma viagem com uns parceiros, mas só depois de amanhã, então vou passar a noite com o senhor, patrão—. Ele explicou.
E se aproximando do meu ouvido, meio disfarçado, ele fala:
Hernán:
—Essa noite vou passar com o senhor, patrão, porque o que eu quero é que me meta com força nessa bunda de novo—. Ele disse.
Horácio:
—Combinamos assim então—. Respondi.
E naquela noite, aquele macho, aquele garanhão, foi meu de novo na minha cama. No fim, Hernán e eu viramos grandes amigos, e hoje em dia ele trabalha pra mim na seleção de garotos com potencial e talento, e nos fins de semana, à noite, como acompanhante pra alguns dos meus amigos empresários que pagam pelos serviços dele.Valeu por ter lido esse conto. Como sempre, a gente deixa um vídeo que lembra as situações que foram contadas aqui, curte ele clicando nesse link:https://ladosensible.blogspot.com/2020/06/relato-el-empresario-desvirginador-de.htmlAgradeço seus comentários, opiniões e sugestões.
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