Continuação de "As Vias 1"
Resumo: Matías se muda de CABA para Avellaneda. Lá, ele é desvirgado pelo primo Jony nos terrenos baldios perto dos trilhos da área de manobras do trem. Os dois começam a descobrir um novo mundo.
Na ENET, tudo bem, seus parceiros como se nada, o macacão não marcava nada de novo. Pensava em encontrar o Joni nos recreios, mas também não. Naquela tarde, depois da cum, foi pra casa da tia. Entrou como sempre, como se fosse a casa dele, oi tia, oi tio, Joni? No quarto dele, fazendo uma lácutie. Subiu praquele único quarto no andar de cima, que era o bunker inexpugnável do primo. Fala, mano, como cê tá? Bem, Mati, com essa lácutie de merda. Mati varreu o quarto com o olhar, viu a cama, que sempre esteve ali, onde tinha se sentado centenas de vezes e onde muitas vezes tinha dormido com Joni, como dois bons amigos, falando besteira até de madrugada, mas dessa vez a visão da cama deu uma agonia estranha.
Foi tudo bem no sábado? – perguntou Mati. – Tudo bem, tudo bem – respondeu Joni, sem tirar os olhos do trabalho. Mati ficou meia hora conversando enquanto Joni reclamava com esquadros e lápis HB, do assunto nem uma palavra.
Naquela noite, antes de dormir, Mati bateu uma punheta, tava devendo desde sábado. Antes de começar a punheta, levou os dedos pro cu e ficou apalpando um pouco, tava gostoso, tão gostoso que a pica foi subindo, mas melhor não continuar ali.
Na cama, com a luz apagada, ficou pensando na atitude do Joni, o que que tava rolando? Ele não tinha gostado? Se no fim das contas ele tinha começado e insistido pra caralho, ou tava arrependido porque não era certo? O primo dele pensando assim? Nada, ele era um transgressor nato. Mmmn não, certeza que o pilantra deve achar que agora tá obrigado a dar o cu e não quer, por isso. Mas, você comeria o Joni? Não sabia, ainda tinha a pica sem estrear e tinha medo de estrear. – Se ele me pedir, eu dou, mas eu não peço – foi a conclusão dele. E se ele pedisse? O bum de volta? Agora já era, uma vez até vai, mas mais que isso não. Bom, uma segunda pode ser, mas depois nunca mais.
Não dava pra dormir, ficou pensando no Eze e no Norbi. Em certo momento passou pela cabeça dele que Joni e ele seriam um segundo Norbi e um segundo Eze, mas já tava convencido que não. Só mais uma vez e isso só se o primo dele insistisse. Lembrou da frase que escapou no momento de maior prazer e que preferiu não explicar pro primo: "como eu tô te entendendo, Eze". Se deixar levar era gostoso, não sabia se mais gostoso do que meter porque nunca tinha metido, mas era gostoso. E aí entendia por que o Eze engolia tudo toda vez que o Norbi queria. E então por que ele não? Porque não queria ser viado. Mas se ninguém descobre, não, não, não insiste, sou macho.
Precisava falar com alguém, com Joni não dava e com os amigos do bairro nem louco. Só com o Eze dava pra conversar, porque era o único que podia entender ele.
A semana passou rápido entre as aulas e o curso. A atividade ajudava a não pensar, mas à noite, já sozinho na cama, o do sábado voltava uma e outra vez. Tudo terminava ali ou teria mais? Falava com Joni ou melhor evitava o assunto? Eze, Eze era a chave, tinha que forçar um encontro com quem já tinha experiência.
Na sexta à tarde não tinha curso e lá pelas 3 sentou no muro da varanda de casa pra ver se passava algum mano e bater um papo. De repente, sim, lá vinha Ezequiel, com o sorriso aberto e o passo calmo. Oi Mati, oi Eze, aonde vai? Na casa do Norbi zoar um pouco. Te acompanho, vou na casa do meu primo que é ali na esquina.
Eze era viciado em bicicleta, então Mati atacou por esse lado. Ei, por que a gente não vai amanhã dar um rolê de bike até os trilhos? Outro dia fui até o fundo e foi maneiro. O olho do Eze brilhou. Tenho uma ideia melhor — disse —, por que a gente não vai pra costa de Sarandí? É meio longe e em casa vão encher o saco — rebateu Mati, que já via os planos complicarem. — A Também, boludo, mas a gente fala que vai na laguinha dos trilhos, total que vai fazer calor com certeza. Pelo visto, Ezequiel resolvia os problemas rápido. Combinado, no outro dia às 9, Eze passava na casa do Matías e iam de bike pra costa de Sarandí, ele cuidava dos sanduíches e o Mati da coca. Chegaram na porta da casa do Norbi, tchau Eze até amanhã, nos vemos Mati, se prepara pra pedalar pesado. Matías seguiu até a casa da tia, como sempre a porta sem chave, mas não tinha ninguém lá dentro. — Tia?... —, — sobe Mati, tô em cima —, respondeu o Jonathan. A família tinha ido em bando pro supermercado e de lá jantar numa pizzaria da Avenida Mitre. Joni ficou com os lácuties, tinha que levantar desenho técnico. — Que que cê tá fazendo, primo? — Nada! Tô de bobeira. — Joni enfiou a Rotring no estojo e olhou nos olhos do Matías. — Me emprestaram um disco dos Rolling, vamos ouvir? — Dale. Pelas caixas de som começou a tocar o papa, paravá... e a voz do Jagger gritando o "I can't get nooo, satisfaction.." Joni começou a cantar e balançar a cabeça, o ritmo chegou nos pés dele e ele começou a chutar aquele rock and roll, sorriu pro Mati, pegou na mão dele e começaram a dançar juntos, cantando os dois, girando Mati no impulso do Joni e puxando Joni cada vez que Mati se afastava. Ele aproximava e ao girar passava a mão na cintura dele... — and I try, and I try, and I try.... A mão do Joni começou a descer e acariciar a bunda do Mati em cada giro, que se assustou no primeiro tapa, mas depois aceitou porque, por mais que negasse e tivesse vergonha, ele também tava afim da segunda vez. Finalmente, num dos giros, Joni segurou Mati junto ao peito e lábio quase com lábio, cuspiu, dessa vez sem medo nem voz trêmula: — A gente faz de novo, Mati? Mati, sério, muito sério, disse simplesmente "tá bom". — Tira o tênis — ordenou. Mal as flechas saíram, com grosseria tirou a calça e a cueca dele. — Fica de quatro na cama — ordenou de novo. Mati obedecia, um Meio surpreso com o domínio do primo. Sentiu quando o primo, de joelhos atrás dele, abriu suas nádegas e começou a lamber seu esfíncter. — O que cê tá fazendo, Joni? — Tô chupando teu cu, Mati. — E cê gosta disso? — Sei lá, Mati, e você? — Na real, não sinto nada, mas se assim cê molha, continua. Uns instantes depois, sem avisar, Joni enfiou. — Ai, bruto, para!!! Joni parou com 3/4 da pica já dentro de Mati. — O que cê pensa que eu sou? Devagar! — Beleza, desculpa. Segundos depois, outra enfiada, outro grito e a pica de Joni foi até o fundo no cu dolorido de Mati. — Já foi, Mati, já foi, calma. — Claro, porque é meu cu e não o teu, — cuspiu Matías, irritado mas sem vontade de acabar a foda. Sua excitação era zero, a pica completamente mole e aumentava a cada instante a raiva do primo que tava estragando aquela trepada pela primeira vez numa cama. Joni, mais com medo de que mandasse tirar do que por culpa, começou a meter e tirar bem devagar, segurando Matías ora pelas cadeiras, ora pelos ombros. Conforme o cuzinho ia dilatando e lubrificando, já conseguia soltar Mati na hora de entrar, porque a pica deslizava sem esforço dentro do cu do primo, então acariciava suas costas com a mão pesada, os lados, as nadeguinhas. Todos esses carinhos reavivaram o tesão de Mati, que foi endurecendo e começou a gemer baixinho. — Viu que cê gosta, Mati? — Sim, primo, gosto, adoro, cada vez que chega no fundo cê me deixa louco, ahh, sim, ahh, sim. A última coisa que Joni precisava pra perder o controle eram as palavras e os gemidos de Matías. Não aguentou mais e gozou entre espasmos no delicioso ânus do primo. Mal acabou de gozar, tirou a pica e começou a limpar com Carilina. Mati ficou com um vazio quente no cu, seu aninho pulsava, tava no melhor quando a pica o abandonou. Mas, fazer o quê? Joni já tinha acabado. Depois de limpar o esperma que escorria, se vestiu e foi. Sentou na cama, enquanto Joni não parava de olhar pro pau dele saindo da braguilha da calça jeans, já que nem tinha abaixado as calças.
— Parece que a gente tá quentinho, primo, hein? — Joni sacou a deixa, enfiou a mão em cima do guarda-roupa e deu pro Mati um envelope preto com uma revista dentro. Chamava "Backdoor Extasys" e tava cheia de fotos de caras com paus impressionantes comendo o cu de mulheres de bundas enormes, peitos fabulosos e caras de expressão vulgar. Mati conseguiu apreciar aqueles primeiros planos de paus meio enfiados dentro de um esfíncter e percebeu que aquilo mesmo podia ser a bunda dele quando Joni enfiasse o pau. Claro, com essa leitura, o primo dele tava a mil, se não estuprou foi só por respeito à família, hehe.
Se faltava algo pro Matias perceber que pela primeira vez tava morrendo de vontade de pau, foi ver aquelas fotos. A bunda dele mal comida, abandonada quando tava no auge do prazer, coçava, ele sentia a molhada nas bordas, precisava que o primo enchesse ele de novo de pau. Pensou em pedir, mas deu vergonha de falar, melhor pensou em agir e provocar. Se sentiu cheio de audácia, tanto que esqueceu que os tios podiam chegar. Enquanto Joni continuava sentado numa cadeira olhando pro próprio pau, ele se levantou, tirou 100% da roupa e, enquanto tocava "Mujeres de Honky Tonk", começou a dançar na frente do primo, levantando os braços, girando, rebolando a bunda e gemendo diante do olhar atônito de Joni. Foi até a cadeira dele e, de joelhos no chão, começou a acariciar o pau dele, a bater uma, a simular um beijo na pontinha. Sempre rebolando o quadril, enfiou as mãos debaixo dos braços dele e o fez levantar, virou de costas e começou a esfregar a bunda no pau do Jonatan que, apavorado com essa reação do Matias, não conseguia fazer nada. Finalmente começou a reagir e a acariciar o corpo perfeito do Matias que, com cada carícia, ronronava igual uma gata. O Winco tava ao alcance, então ele se abaixou apertando bem a bunda contra a carne. ainda mole do Joni pra colocar a agulha de novo no começo de Honky Tonk Women. Ele se virou, apertando o pau duro contra o púbis do primo enquanto com a mão esfregava aquele pau que se recusava a crescer, talvez porque o Jonatan não saía do espanto ou talvez porque, homem de pouco tesão, depois de gozar, só queria um cigarro e dormir.
Matías não parava, a ardência no cu e a música sensual dos Rolling não deixavam. Pelou o primo por completo e jogou ele na cama, já decidido a comer ele de qualquer jeito e o mais rápido possível. Começou a bater uma forte no Jonatan, que, atônito, só deixava rolar, às vezes parava e, fechando os olhos, deitava do lado dele com as pernas abertas e enfiava os dedos no cu pra depois continuar animando o pau do primo. Era demais pra qualquer homem, finalmente Joni, gritando — Priiimo, como vou arrebentar teu cuuu —, se levantou e, de ladinho como estavam, enfiou de uma vez no Matías, que só soltou um SIIIIM, bem longo, e buscou as nádegas do Joni pra empurrar ele mais fundo no cu. A metida e tirada era intensa, mas Mati precisava de mais.
— Jony, me come igual na foto, com as pernas no ombro.
— Como quiser, putinha!
Jonatan se levantou e ficou na beira da cama, arrastou Mati pra borda do colchão e levantou as perninhas dele. Que lindo que tava o buraco arrombado do primo, as bolinhas dele, o pau duro e reto! Enfiou fundo sem esforço.
— Agora siiiim — disse Mati enquanto levava a mão pro buraco pra tocar o pau do macho dele e ver que nada, nada, nada ficava fora do corpo dele, pra tocar o cu e sentir como a carne gostosa do primo entrava nele. Joni, a mil, tava partindo ele ao meio, estocada atrás de estocada, enchendo ele de putaria: come essa porra, viado, engole tudo, bicha, vou te partir ao meio, putinha, como tu gosta do pau, viadão, toma, toma, toma.
Dessa vez Matías não ia ficar só no tesão. Começou a bater uma forte enquanto o pau do primo Isso o enchia de sensações gloriosas. Não demorou muito pra gozar na própria cara, e as contrações do cu dele ordenharam o Joni, que também se esvaziou de porra entre gemidos.
Os primos se olharam nos olhos, com a respiração ofegante, as bochechas vermelhas, as marcas das mãos do Joni nas coxas do Matías.
— Que transa, mano — exclamou Jonatan. — Que transa, primo, agora sim você me arrombou de verdade o cu.
— Gostou, priminho? — Ai, Jonas, você tá me viciando na sua pica. — O sorriso do Jonathan mostrava o orgulho de machão que arrombava o cu de um viado, já tinha esquecido que na verdade era o Mati quem tinha comido ele, mesmo sendo passivo.
Depois de limpar as manchas de porra pra todo lado, foram tomar banho juntos, isso já não tinha nada de mais, já que muitas vezes tinham feito isso porque "entre homens, qual o problema?", mas dessa vez foi o Jony quem ensaboou a bunda do Mati, não por romantismo, mas porque queria enfiar os dedos no buraco dele pra ver como tinha deixado aberto com a sua machice excepcional, hehe.
Missão cumprida, saudação como sempre, beijos na prima e nos tios e tchau.
À noite, o Mati anunciou em casa os planos pro dia seguinte: sair cedo com o Eze, com um pouco de comida e passar o dia tomando sol e pescando na lagoinha. — O Joni vai? — Não, ele não vai, tem que estudar, só eu e o Ezequiel. — Tudo arranjado.
(continua)
Resumo: Matías se muda de CABA para Avellaneda. Lá, ele é desvirgado pelo primo Jony nos terrenos baldios perto dos trilhos da área de manobras do trem. Os dois começam a descobrir um novo mundo.
Na ENET, tudo bem, seus parceiros como se nada, o macacão não marcava nada de novo. Pensava em encontrar o Joni nos recreios, mas também não. Naquela tarde, depois da cum, foi pra casa da tia. Entrou como sempre, como se fosse a casa dele, oi tia, oi tio, Joni? No quarto dele, fazendo uma lácutie. Subiu praquele único quarto no andar de cima, que era o bunker inexpugnável do primo. Fala, mano, como cê tá? Bem, Mati, com essa lácutie de merda. Mati varreu o quarto com o olhar, viu a cama, que sempre esteve ali, onde tinha se sentado centenas de vezes e onde muitas vezes tinha dormido com Joni, como dois bons amigos, falando besteira até de madrugada, mas dessa vez a visão da cama deu uma agonia estranha.
Foi tudo bem no sábado? – perguntou Mati. – Tudo bem, tudo bem – respondeu Joni, sem tirar os olhos do trabalho. Mati ficou meia hora conversando enquanto Joni reclamava com esquadros e lápis HB, do assunto nem uma palavra.
Naquela noite, antes de dormir, Mati bateu uma punheta, tava devendo desde sábado. Antes de começar a punheta, levou os dedos pro cu e ficou apalpando um pouco, tava gostoso, tão gostoso que a pica foi subindo, mas melhor não continuar ali.
Na cama, com a luz apagada, ficou pensando na atitude do Joni, o que que tava rolando? Ele não tinha gostado? Se no fim das contas ele tinha começado e insistido pra caralho, ou tava arrependido porque não era certo? O primo dele pensando assim? Nada, ele era um transgressor nato. Mmmn não, certeza que o pilantra deve achar que agora tá obrigado a dar o cu e não quer, por isso. Mas, você comeria o Joni? Não sabia, ainda tinha a pica sem estrear e tinha medo de estrear. – Se ele me pedir, eu dou, mas eu não peço – foi a conclusão dele. E se ele pedisse? O bum de volta? Agora já era, uma vez até vai, mas mais que isso não. Bom, uma segunda pode ser, mas depois nunca mais.
Não dava pra dormir, ficou pensando no Eze e no Norbi. Em certo momento passou pela cabeça dele que Joni e ele seriam um segundo Norbi e um segundo Eze, mas já tava convencido que não. Só mais uma vez e isso só se o primo dele insistisse. Lembrou da frase que escapou no momento de maior prazer e que preferiu não explicar pro primo: "como eu tô te entendendo, Eze". Se deixar levar era gostoso, não sabia se mais gostoso do que meter porque nunca tinha metido, mas era gostoso. E aí entendia por que o Eze engolia tudo toda vez que o Norbi queria. E então por que ele não? Porque não queria ser viado. Mas se ninguém descobre, não, não, não insiste, sou macho.
Precisava falar com alguém, com Joni não dava e com os amigos do bairro nem louco. Só com o Eze dava pra conversar, porque era o único que podia entender ele.
A semana passou rápido entre as aulas e o curso. A atividade ajudava a não pensar, mas à noite, já sozinho na cama, o do sábado voltava uma e outra vez. Tudo terminava ali ou teria mais? Falava com Joni ou melhor evitava o assunto? Eze, Eze era a chave, tinha que forçar um encontro com quem já tinha experiência.
Na sexta à tarde não tinha curso e lá pelas 3 sentou no muro da varanda de casa pra ver se passava algum mano e bater um papo. De repente, sim, lá vinha Ezequiel, com o sorriso aberto e o passo calmo. Oi Mati, oi Eze, aonde vai? Na casa do Norbi zoar um pouco. Te acompanho, vou na casa do meu primo que é ali na esquina.
Eze era viciado em bicicleta, então Mati atacou por esse lado. Ei, por que a gente não vai amanhã dar um rolê de bike até os trilhos? Outro dia fui até o fundo e foi maneiro. O olho do Eze brilhou. Tenho uma ideia melhor — disse —, por que a gente não vai pra costa de Sarandí? É meio longe e em casa vão encher o saco — rebateu Mati, que já via os planos complicarem. — A Também, boludo, mas a gente fala que vai na laguinha dos trilhos, total que vai fazer calor com certeza. Pelo visto, Ezequiel resolvia os problemas rápido. Combinado, no outro dia às 9, Eze passava na casa do Matías e iam de bike pra costa de Sarandí, ele cuidava dos sanduíches e o Mati da coca. Chegaram na porta da casa do Norbi, tchau Eze até amanhã, nos vemos Mati, se prepara pra pedalar pesado. Matías seguiu até a casa da tia, como sempre a porta sem chave, mas não tinha ninguém lá dentro. — Tia?... —, — sobe Mati, tô em cima —, respondeu o Jonathan. A família tinha ido em bando pro supermercado e de lá jantar numa pizzaria da Avenida Mitre. Joni ficou com os lácuties, tinha que levantar desenho técnico. — Que que cê tá fazendo, primo? — Nada! Tô de bobeira. — Joni enfiou a Rotring no estojo e olhou nos olhos do Matías. — Me emprestaram um disco dos Rolling, vamos ouvir? — Dale. Pelas caixas de som começou a tocar o papa, paravá... e a voz do Jagger gritando o "I can't get nooo, satisfaction.." Joni começou a cantar e balançar a cabeça, o ritmo chegou nos pés dele e ele começou a chutar aquele rock and roll, sorriu pro Mati, pegou na mão dele e começaram a dançar juntos, cantando os dois, girando Mati no impulso do Joni e puxando Joni cada vez que Mati se afastava. Ele aproximava e ao girar passava a mão na cintura dele... — and I try, and I try, and I try.... A mão do Joni começou a descer e acariciar a bunda do Mati em cada giro, que se assustou no primeiro tapa, mas depois aceitou porque, por mais que negasse e tivesse vergonha, ele também tava afim da segunda vez. Finalmente, num dos giros, Joni segurou Mati junto ao peito e lábio quase com lábio, cuspiu, dessa vez sem medo nem voz trêmula: — A gente faz de novo, Mati? Mati, sério, muito sério, disse simplesmente "tá bom". — Tira o tênis — ordenou. Mal as flechas saíram, com grosseria tirou a calça e a cueca dele. — Fica de quatro na cama — ordenou de novo. Mati obedecia, um Meio surpreso com o domínio do primo. Sentiu quando o primo, de joelhos atrás dele, abriu suas nádegas e começou a lamber seu esfíncter. — O que cê tá fazendo, Joni? — Tô chupando teu cu, Mati. — E cê gosta disso? — Sei lá, Mati, e você? — Na real, não sinto nada, mas se assim cê molha, continua. Uns instantes depois, sem avisar, Joni enfiou. — Ai, bruto, para!!! Joni parou com 3/4 da pica já dentro de Mati. — O que cê pensa que eu sou? Devagar! — Beleza, desculpa. Segundos depois, outra enfiada, outro grito e a pica de Joni foi até o fundo no cu dolorido de Mati. — Já foi, Mati, já foi, calma. — Claro, porque é meu cu e não o teu, — cuspiu Matías, irritado mas sem vontade de acabar a foda. Sua excitação era zero, a pica completamente mole e aumentava a cada instante a raiva do primo que tava estragando aquela trepada pela primeira vez numa cama. Joni, mais com medo de que mandasse tirar do que por culpa, começou a meter e tirar bem devagar, segurando Matías ora pelas cadeiras, ora pelos ombros. Conforme o cuzinho ia dilatando e lubrificando, já conseguia soltar Mati na hora de entrar, porque a pica deslizava sem esforço dentro do cu do primo, então acariciava suas costas com a mão pesada, os lados, as nadeguinhas. Todos esses carinhos reavivaram o tesão de Mati, que foi endurecendo e começou a gemer baixinho. — Viu que cê gosta, Mati? — Sim, primo, gosto, adoro, cada vez que chega no fundo cê me deixa louco, ahh, sim, ahh, sim. A última coisa que Joni precisava pra perder o controle eram as palavras e os gemidos de Matías. Não aguentou mais e gozou entre espasmos no delicioso ânus do primo. Mal acabou de gozar, tirou a pica e começou a limpar com Carilina. Mati ficou com um vazio quente no cu, seu aninho pulsava, tava no melhor quando a pica o abandonou. Mas, fazer o quê? Joni já tinha acabado. Depois de limpar o esperma que escorria, se vestiu e foi. Sentou na cama, enquanto Joni não parava de olhar pro pau dele saindo da braguilha da calça jeans, já que nem tinha abaixado as calças.
— Parece que a gente tá quentinho, primo, hein? — Joni sacou a deixa, enfiou a mão em cima do guarda-roupa e deu pro Mati um envelope preto com uma revista dentro. Chamava "Backdoor Extasys" e tava cheia de fotos de caras com paus impressionantes comendo o cu de mulheres de bundas enormes, peitos fabulosos e caras de expressão vulgar. Mati conseguiu apreciar aqueles primeiros planos de paus meio enfiados dentro de um esfíncter e percebeu que aquilo mesmo podia ser a bunda dele quando Joni enfiasse o pau. Claro, com essa leitura, o primo dele tava a mil, se não estuprou foi só por respeito à família, hehe.
Se faltava algo pro Matias perceber que pela primeira vez tava morrendo de vontade de pau, foi ver aquelas fotos. A bunda dele mal comida, abandonada quando tava no auge do prazer, coçava, ele sentia a molhada nas bordas, precisava que o primo enchesse ele de novo de pau. Pensou em pedir, mas deu vergonha de falar, melhor pensou em agir e provocar. Se sentiu cheio de audácia, tanto que esqueceu que os tios podiam chegar. Enquanto Joni continuava sentado numa cadeira olhando pro próprio pau, ele se levantou, tirou 100% da roupa e, enquanto tocava "Mujeres de Honky Tonk", começou a dançar na frente do primo, levantando os braços, girando, rebolando a bunda e gemendo diante do olhar atônito de Joni. Foi até a cadeira dele e, de joelhos no chão, começou a acariciar o pau dele, a bater uma, a simular um beijo na pontinha. Sempre rebolando o quadril, enfiou as mãos debaixo dos braços dele e o fez levantar, virou de costas e começou a esfregar a bunda no pau do Jonatan que, apavorado com essa reação do Matias, não conseguia fazer nada. Finalmente começou a reagir e a acariciar o corpo perfeito do Matias que, com cada carícia, ronronava igual uma gata. O Winco tava ao alcance, então ele se abaixou apertando bem a bunda contra a carne. ainda mole do Joni pra colocar a agulha de novo no começo de Honky Tonk Women. Ele se virou, apertando o pau duro contra o púbis do primo enquanto com a mão esfregava aquele pau que se recusava a crescer, talvez porque o Jonatan não saía do espanto ou talvez porque, homem de pouco tesão, depois de gozar, só queria um cigarro e dormir.
Matías não parava, a ardência no cu e a música sensual dos Rolling não deixavam. Pelou o primo por completo e jogou ele na cama, já decidido a comer ele de qualquer jeito e o mais rápido possível. Começou a bater uma forte no Jonatan, que, atônito, só deixava rolar, às vezes parava e, fechando os olhos, deitava do lado dele com as pernas abertas e enfiava os dedos no cu pra depois continuar animando o pau do primo. Era demais pra qualquer homem, finalmente Joni, gritando — Priiimo, como vou arrebentar teu cuuu —, se levantou e, de ladinho como estavam, enfiou de uma vez no Matías, que só soltou um SIIIIM, bem longo, e buscou as nádegas do Joni pra empurrar ele mais fundo no cu. A metida e tirada era intensa, mas Mati precisava de mais.
— Jony, me come igual na foto, com as pernas no ombro.
— Como quiser, putinha!
Jonatan se levantou e ficou na beira da cama, arrastou Mati pra borda do colchão e levantou as perninhas dele. Que lindo que tava o buraco arrombado do primo, as bolinhas dele, o pau duro e reto! Enfiou fundo sem esforço.
— Agora siiiim — disse Mati enquanto levava a mão pro buraco pra tocar o pau do macho dele e ver que nada, nada, nada ficava fora do corpo dele, pra tocar o cu e sentir como a carne gostosa do primo entrava nele. Joni, a mil, tava partindo ele ao meio, estocada atrás de estocada, enchendo ele de putaria: come essa porra, viado, engole tudo, bicha, vou te partir ao meio, putinha, como tu gosta do pau, viadão, toma, toma, toma.
Dessa vez Matías não ia ficar só no tesão. Começou a bater uma forte enquanto o pau do primo Isso o enchia de sensações gloriosas. Não demorou muito pra gozar na própria cara, e as contrações do cu dele ordenharam o Joni, que também se esvaziou de porra entre gemidos.
Os primos se olharam nos olhos, com a respiração ofegante, as bochechas vermelhas, as marcas das mãos do Joni nas coxas do Matías.
— Que transa, mano — exclamou Jonatan. — Que transa, primo, agora sim você me arrombou de verdade o cu.
— Gostou, priminho? — Ai, Jonas, você tá me viciando na sua pica. — O sorriso do Jonathan mostrava o orgulho de machão que arrombava o cu de um viado, já tinha esquecido que na verdade era o Mati quem tinha comido ele, mesmo sendo passivo.
Depois de limpar as manchas de porra pra todo lado, foram tomar banho juntos, isso já não tinha nada de mais, já que muitas vezes tinham feito isso porque "entre homens, qual o problema?", mas dessa vez foi o Jony quem ensaboou a bunda do Mati, não por romantismo, mas porque queria enfiar os dedos no buraco dele pra ver como tinha deixado aberto com a sua machice excepcional, hehe.
Missão cumprida, saudação como sempre, beijos na prima e nos tios e tchau.
À noite, o Mati anunciou em casa os planos pro dia seguinte: sair cedo com o Eze, com um pouco de comida e passar o dia tomando sol e pescando na lagoinha. — O Joni vai? — Não, ele não vai, tem que estudar, só eu e o Ezequiel. — Tudo arranjado.
(continua)
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