Eu tinha 22 anos, com um histórico enorme de relações heterossexuais. Era sábado, 5 da tarde de uma tarde chuvosa. Saí do trabalho meio apressado pra chegar em casa e decidi pegar um táxi. Levantei a mão e um carro parou com um cara moreno, meio gordinho, uns 1,65m, por volta dos 30 anos, que eu não reparei muito na hora de entrar. Falei meu destino e a gente partiu. Quando pegamos a autoestrada, notei uma revista Playboy no painel do carro. Pensei que o cara era um tremendo punheteiro hétero por causa do tipo de revista. Com uma baita curiosidade de ver a revista, perguntei se podia dar uma olhada, e ele deixou numa boa. Nessa hora, eu já tava com uma ereção. Começamos a falar sobre a Playboy, ele comentou sobre minhas 45 revistas e meus números favoritos na época — lembro de playmates como Tiffani Tyler e Alley Ballet. Ele percebeu como eu ajustei meu pau duro e disse que eu podia tirar ele pra fora e bater uma se quisesse, que até ele podia me ajudar se eu deixasse. Não sei por quê, mas eu só abri minha calça, tirei meu pau pra fora, mostrei pra ele e olhei na cara dele. Ele perguntou se podia, fazendo um gesto com a mão de pegar, e eu respondi que sim, perguntando pra onde ele ia dirigir. Ele apertou meu pau com força e disse: "Você tem ele grande, vou pra Zona Industrial" (uma área cheia de fábricas grandes, onde na época quase não tinha polícia nos fins de semana e todas as empresas estavam fechadas). Eu respondi: "OK, mas tira o seu também." Nessa hora, eu já tava pronto pra viver uma experiência nova e diferente. Entrando na Zona Industrial, a gente ia cada um batendo uma pro outro. Eu nem tinha pensado nisso antes, mas tava com uma vontade imensa de chupar ele e ver como era. Ele disse: "E se a gente fizer sexo oral?" — "OK, mas você primeiro, porque a ideia foi sua." Ele sorriu e, pegando ele de surpresa, com a boca cheia de saliva, enfiei o pau dele na minha boca o máximo que pude, exatamente do jeito que gosto que chupem o meu. Fiz uns... Movimentos imitando os boquetes que eu tinha recebido de várias minas, fazendo nele o que gosto que façam em mim. Gostei do sabor dele, o gosto daquele líquido que sai quando você fica duro por um tempo. Engolia, lambia, brincava com a língua e me certificava de chupar forte quando enfiava ele na boca. Adorei sentir ele duro dentro de mim. Ele, surpreso, parou entre gemidos e suspiros. Levantei a cara, peguei minha pica e falei: — Agora é sua vez. Nunca tinha tido tanto líquido na minha pica, tava muito, mas muito excitado. Ele me deu um boquete bem gostoso, descendo e subindo num ritmo bom e com muita saliva. Eu, com uma mão, passava pela pica dele, pernas, bunda e onde dava, considerando que cada um tava no seu lugar, só que diferente de mim, que chupei sentado enquanto ele ainda dirigia. Ele se ajoelhou no banco dele. Com a outra mão, acariciava o cabelo dele, as bochechas e falava o quanto gostoso ele me fazia sentir. Comentei que tava perto de gozar. Ele se assustou e disse: — Ainda não, melhor primeiro enfia no meu cu. Parou o carro entre umas árvores, desceu e se virou, abaixando as calças. Eu falei: — Não, já tô muito perto. Vamos gozar na boca um do outro e depois a gente fode no cu (o que era mentira, meu cu virgem era algo que não tava disposto a dar pra ninguém naquele momento da minha vida). Ele topou, se ajoelhou no chão na minha frente. Eu tava sentado no banco de trás com os pés pra fora do carro, no chão, e ele me deu uma chupada que me fez explodir. Acumulou meu gozo na boca dele e depois cuspiu no chão. Depois de gozar, me recostei pra trás. Ele se levantou, limpou minha pica com a língua e deitou em cima de mim, me beijando na boca, o que eu correspondi. Era uma mistura de saliva e resto de porra que me deixava muito excitado. Eu tava tão duro que parecia que nunca tinha gozado. Começamos a nos punhetar deitados, nos beijando. Fui fazendo a gente girar até eu ficar por cima dele. Beijei o pescoço dele e comecei a descer pelo corpo. Peito, com uma voz na minha cabeça dizendo: "Isso tá acontecendo, vou fazer ele gozar na minha boca, vou engolir o leite dele, qual será o gosto? Por que ele não engoliu o meu?... Caralho, não sei se vou fazer isso de novo, vou engolir," naquele momento até queria que ele metesse no meu cu... mas não, percebi que ele já tava perto de gozar e que eu também ia gozar pela segunda vez, então comecei a chupar aquele pau super duro e molhado, me masturbando enquanto esperava ele explodir na minha boca. Ele agarrou meu cabelo, apertou enquanto com a outra mão tocava a própria bunda e explodiu com um jato de porra que entrou direto na minha garganta. Continuei descendo e subindo, chupando e engolindo leite, continuei até ele não soltar mais nada e ele mesmo pediu pra eu parar. Levantei, fiz o mesmo que ele pra gozar, e quando juntamos os paus pela segunda vez, gozei, enchendo o peito dele. "Fica tranquilo, eu limpo você," ele disse. Limpei com a língua e a gente se levantou rápido, entramos no carro, ele arrancou e terminamos de nos arrumar enquanto dirigia. Ainda processando o que tinha acontecido. Saímos da Zona Industrial e ele dirigiu até meu destino. Os dois estavam muito alterados, empolgados. Como eu disse, não acreditávamos no que acabamos de fazer. Ele me perguntou se eu já tinha dado o cu, eu disse que não, ele ficou animado e perguntou se eu tava disposto a deixar ele arrebentar minha virgindade do cu, e eu respondi que sim. Dei um número de telefone falso, pedi pra ele me deixar numa rua longe da minha casa, apontando um endereço falso. Desci, fui embora e nunca mais vi ele na vida. Não sei, foi algo instintivo, não queria ter um relacionamento homossexual, então não quis ver ele de novo... Gosto de mulheres, adorava o sabor de uma buceta gostosa, encarei como uma experiência isolada que tive a oportunidade e não deixei passar, mas só até aí. Naquele momento, nem me interessavam homens e shemales.... Já se passaram Mais de 15 anos, e já nem lembro direito da cara dela, lembro da buceta dela, das mãos e do cabelo, lembro do gosto, mas não da cor dos olhos.
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