Recapitulando: -Não falei nada; nem sim, nem não, ele só me pegou, me virou (me dava beijo nas costas enquanto me virava) E me fez parar e ficar de quatro, assim fiquei. Meu corpo todo tremia, eu não sentia, as pernas davam uns tremores leves. Ele tava me fazendo gozar, já não aguentava mais, nem ficar de quatro conseguia. - Nisso ele se levanta, e vai aumentar o volume da música (era um rock) me deixa na cama de quatro, eu ficava olhando pra ele (tava pelado e o pau dele duro), depois de aumentar o volume, vai até um criado-mudo pequeno que tinha, pegou um frasco e tava passando um líquido no pau dele, não conseguia ver direito o que tinha no frasco, só vi aquilo (o frasco era pequeno e tinha um líquido transparente e grosso), tava muito agitado e exausto. Meus olhos estavam meio lacrimejando e eu via meio borrado (devia ser pela mistura do meu suor, da minha saliva, e do suco do pau do Juan, por isso via borrado) ele voltou, e se colocou atrás de mim, pegou aquele frasco, tirou muito líquido e passou de novo no pau dele e nas minhas nádegas; e no meu cu. Sinto aquele líquido entrando no meu cu, ele passava no dedo, e me penetrava com todo aquele líquido (entrava muito fácil no meu cu). Pela quantidade de lubrificante que ele colocou no meu cu começava a escorrer pelas minhas pernas, porque minha bunda toda tava coberta daquele líquido. Já naquele momento, eu tava como se tivesse drogado, tipo, me deixava fazer o que ele quisesse. Então ele me disse. Juan: quero que você morda esse travesseiro, não vai tirar esse travesseiro da boca. Eu só concordei com a cabeça (sim), então fiz por reflexo, mordendo o travesseiro, eu só rezava (na minha mente) pra não doer, porque as minas dos vídeos pornô choravam (quando eram penetradas analmente). Só queria que isso não acontecesse comigo, Tava ali, esperando meu abate. Então Juan, começa a me dizer. Juan: você tem um cu muito apertado, vai ser difícil fazer, mas vou fazer, não te Relaxa… Não treme mais! Vou te tratar super bem. Essas palavras só me fizeram tremer mais, porque eu sabia o que ia acontecer. E realmente, meu corpo inteiro tava tremendo, parecia um vibrador humano. Aí ele… pega o pau dele com a mão (assim que eu sentia) e tentava enfiar no meu cuzinho. Eu só fazia careta de dor, sentindo como ele queria meter aquele troço no meu cu apertadinho, e meu cu não cedia àquela tentativa de enfiar aquele tronco todo. Então eu comecei a reclamar… Mordendo o travesseiro, só dizia. Eu: Aaahhhjmmmmm… uhnmmmmm!! João: Calma, docinho, sério, você é muito apertado, meu pau bate no seu cu. Aí ele teve a ideia de enfiar os dedos (3) no meu cu. João: Vou fazer isso… vou enfiar meu dedo no seu cu, não vai gritar, por isso morde o travesseiro!. Eu: Não, não. Já não quero mais.. Ele não ligou pros meus pedidos, só me ignorou e continuou no que tava fazendo. Aí ele pega os dedos e começa a enfiar tudo na minha racha do cu… até parar bem no meu cu… Porra, ele vai fazer!! Eu pensava. Até que, com um toque dos dedos no meu cu, entrou só a metade.… Eu: AIIIII NÃO!!!! (Chorando, dando um grito) Já chega, já chega… para, não. Quando ele fez isso, eu me encolhi, arqueei as costas e dei um pulo. Merda… meu cu começou a arder, como você não imagina, foi assim que senti, e não foi nada prazeroso. Começou a arder muito, e eu tava chorando… e pedia por favor pra ele parar. João: Docinho, para de chorar, vai passar a dor, deixa eu ver como tá, sim? Eu: Não, já chega, me deixa, não quero mais. Se você fizer isso de novo, eu grito alto e conto pra minha mãe o que você tá fazendo comigo. João: Não acredito, aí eu vou contar das suas fotos. (Continuava chorando) Eu: Não importa, conta. Fiquei muito puto, e com a pouca força que tinha, me levantei… já ia vestir meu short, quando ele me agarra e começa a me beijar, me abraça, me dizia ele; que sentia muito, que foi um bruto, algo assim disse, que não queria fazer aquilo de propósito, tava me pedindo perdão, continuava beijando minha boca. Eu: se te perdoo, mas não quero mais que você faça isso, me faz doer (Falava bem dolorido) Juan: tá bom meu amor, mas não vai contar nada pra ninguém, tá? Eu: não, não vou contar nada. Tava sentada nas pernas dele (porque ele me segurou com força pra eu não ir embora e me fez sentar na perna dele com o pau duro), aí eu pego o pau dele e começo a esfregar e esfregar, enquanto ele continuava me beijando. Juan: cê pode me dar umas chupadinhas, meu amor? (Agora sim pedia com carinho) Eu: sim!! Juan: então agora vai fazer de joelhos. Fica de joelhos e chupa, é todo seu. Fico de joelhos na frente dele, pego o pau dele com a mão, e começo a meter na minha boca, já tinha um pouco de experiência com aquela piroca do meu amor… começo a chupar e chupar aquele pau todo. Tava assim, chupando que chupava a pica. Nisso o telefone toca, era minha mãe me ligando, aí eu queria levantar mas Juan me segurou, ele foi ver o telefone e me passou, e disse… Juan: não fala nada disso, diz que cê tá no teu quarto, não fala que cê tá na varanda. Eu: entendi. Enquanto atendia o telefone, Juan me mandava continuar chupando o pau, mas sem fazer muito barulho com ele (foi o que ele disse). Falei: tá bom. Nisso atendi a ligação, era minha mãe, enquanto falava no telefone, eu continuava chupando o pau do Juan. Eu: Oi mãe, beleza? (Chupava a pica) Mãe: bem filho, e você como tá? Já comeu?? Eu: tô bem mãe, ainda não comi (embora na real tava comendo uma deliciosa carne do meu homem), não tô com fome. Como tão as meninas? Mãe: tão bem, já comeram… ei, como assim não comeu? E o que cê tá comendo? Porque tá dando pra ouvir, não me diga que cê tá comendo doce!!? Eu: não tô com fome já te falei, pois é, mas é só um pirulitinho, nada mais. (Era o pau do meu namorado haha) Mãe: Como?? Você não come a comida que te deixei mas fica chupando pirulito. Ai Ariel, vou te bater. Eu: já mami, não exagera, já vai acabar o pirulito jejeje. (Soltei um gemidinho) Mãe: bom, tá bem, o que cê tá fazendo? Tô te ouvindo ofegante? Eu: valeu mãe, nada, só tava brincando com minha bola. Mãe: cuidado pra não quebrar meus vasos, aí sim te quebro no pau Ariel. Bom, já vou, mais tarde viajo, se cuida e come. Eu: já mami, já vou comer. (Beijos) Eu continuei chupando a rola do Juan, larguei o celular de lado, e tava ali, de joelhos chupando. Aí ele me diz.. Juan: você mandou muito bem meu amor, sabe atuar que é uma maravilha. Eu: obrigado amor (enquanto continuava chupando) Fiquei assim por uns minutos, aí ele me diz de novo, o que eu mais temia… Juan: por favor meu amor, deixa eu só enfiar um pouquinho a língua, só isso, siiiim??? Eu: não, já te falei que isso dói, e ainda tá doendo, não quero. Juan: ainda tá doendo? Então deixa eu ver, porque pode ser algo ruim. Eu: Ruim, como?? Juan: por isso, vem, fica de quatro, sim, deixa eu ver, não vou enfiar nada, só vou olhar, sim. Eu: tava bem, mas só vai olhar (Muito ingênuo eu, aceitei) Fiquei de quatro. Ele começa a abrir minhas nádegas (que ainda tinham muito, muito óleo) e começa a passar o dedo no meu cu (tava brincando com ele), nisso eu me virei e fiquei olhando sério pra ele. Sentia ele tentando enfiar o dedo de novo no meu cu (só ardia um pouco), nisso eu começo a rebolar de um lado pro outro, pra tentar tirar os dedos dele dali, e olho pra ele fazendo careta de bravo. Ele só me disse pra me acalmar, que só tava olhando meu cu, nada mais, eu não acreditava nisso, então, como já era o suficiente pra mim o que ele tava fazendo, e também a ardência que eu sentia no meu cu…. falei que ia me levantar… mas ele não me deu a mínima, nisso ele me dá um beijo na minha bunda e enfia a língua no meu cu, sem avisar, ele começa a fazer aquilo de novo. Dessa vez, Juan, agora era sério. (diz com dor, preocupação e medo) Eu: Jááá, por favor, já, se viu Juan, não quero mais... ainda tô ardendo, nãooo, por favor!! Juan: Sweetie, vou só fazer devagar, não aperta o cu! Vai doer depois. (chorando um pouco) Eu: NÃOOO!! Não quero mais!! Ele me segurou tão forte pelos quadris, e com a outra mão brincava com meu cu (colocava um dedo e fazia círculos no meu cu). Juan: vou fazer de novo, dessa vez respira fundo, para de chorar, meu amor, vou fazer devagar, vai ver que vai gostar. Eu não dizia nada, só me queixava, fazendo barulhos, tentava dar um jeito de sair dali, mas era impossível; não tinha muita força, e ele me segurava bem firme pela cintura, enquanto eu tava de quatro... De repente, sinto o dedo dele entrando devagarzinho... — ai, Deus, dói, dói pra caralho!! — eu pensava — já chega, não quero mais, para, pelo amor de Deus — tava ali aguentando aquela enfiada de dedo (os dedos dele eram grossos, daqueles de tiozão) no meu cu. Sinto meu cu começando a abrir, aiii!... sentia os dedos dele lá dentro, já começava a arder um pouco meu cu (mas não era igual da primeira vez, a ardência). Nisso, eu mexo o corpo todo, de um lado pro outro, fazia naturalmente, parecia que eu tava gostando daquela sensação que sentia naquele momento, dessa vez me deixei levar. Aí ele, vendo que eu já não tava reclamando nem resistindo como da primeira vez, enfia mais fundo no meu cu (o dedo do meio). Dessa vez, sentia como meu cu se esticava, sentia que tava rasgando (era as paredes do meu cu). Tava deitado, mordendo o travesseiro, com o olhar perdido. Eu: aiii... aiii, jááá. Jááá. (falava fraquinho) Juan: calma, meu amor. Já tinha enfiado o dedo inteiro no meu cu, sentia a ardência, ele deixou o dedo lá dentro por uns minutos (enquanto eu olhava pra ele com cara de sofrimento), segundo ele, era pra dor passar. E depois a dor começava a ir embora (ele tava certo), já não sentia mais aquela porra. ardor… ¡¡é horrível!! Então ele começa a tirar o dedo, devagar, não tirou tudo, só a metade, porque voltou a enfiar e tirar, enfiar e tirar, ficou assim… Eu: ahhhh.. ayyy. Uhmmmmm!!! (tava começando a gostar) Juan: verdade que já não dói mais, meu amor. O ardor ainda continuava, mas era leve, bem leve. Já tinha aguentado o pior (pelo menos eu achava), enquanto ele continuava enfiando e tirando o dedo no meu cu (de certa forma, tava me tirando a virgindade com os dedos). Tava ali na cama, minha cara bem grudada no travesseiro (que me consolava naquele momento), e minha bunda bem empinada, meus joelhos já começavam a tremer um pouco mais forte, por isso Juan me segurava bem firme pela cintura. Juan: bom, neném… olha como você deixou meu dedo. Acho que você tá gozando no meu dedo, amor. (vi o dedo dele, tinha um líquido bem gelatinoso escorrendo e também um pouco da minha merda no dedo) Juan: tá ardendo na bunda, meu amor? Eu: sim, mas não muito. (eu tentando limpar meus olhos porque tava bem choroso) Perguntei também sobre aquele líquido que tinha no dedo dele. Juan: olha, meu amor, esse líquido significa que você teve um bom orgasmo anal. Agora você vai ter muitos mais, e vai gostar pra caralho. Até aquele momento, nunca tinha sabido que existia orgasmo anal. Não tinha sentido antes, por causa da dor que tava no meu cu. Juan pegou o celular e tirou uma foto do meu cu, me mostrou… não acreditei! Meu cu tava meio aberto, por isso aqueles ardores, tinha aberto meu cu!!… do apertadinho que era antes, agora tava vendo um buraco aberto na minha bunda… meu esfíncter tava inchado e rachado em 3 linhas: uma em cima e as outras duas, uma de cada lado, era tipo um +, e também a cor rosada que tinha antes, já não tinha mais, tava vermelhinho, meu pobre cu. Juan: acho que agora você tá pronto. Quero que você se ajeite bem. Me acomodou, depois pegou o pau dele de novo, colocou na entrada do meu cu, cuspiu (ia começar a parte ruim, que depois disso, eu nunca mais seria o mesmo) eu… Ela já não dizia nada, já não estava como antes, tipo, muito na brincadeira. Dessa vez ele me tratou muito diferente. Me segurou com força pelas minhas nádegas (DESDE ALI ELE ME DEIXOU MARCA NA MINHA BUNDA, TIPO CHUPÕES, QUE NUNCA SUMIRAM). Eu sentia como ele me abria, pra deixar toda a posição dele no meu cu ali... Senti quando ele colocou a glande na entrada do meu cu (antes ele tinha passado bastante óleo pra colocar no meu cu) e estava começando a meter — ai, Deus — aquilo doía pra caralho. Devagar, eu sentia aquela pica entrando, eu comecei a reclamar, mas baixinho, me mexia de um lado pro outro. Ele só falava pra eu não me mexer muito... Como é que eu não ia me mexer se era uma dor do caralho?! Ele foi enfiando até que... DE UMA PORRADA ELE METEU TUDOOOO! Filho da puta. Senti meu cu esticar por completo, literalmente, dava pra sentir meu cu se abrindo. Daí começou uma ardor horrível. Ele metia tanto a pica que eu sentia batendo na parede do meu reto. Eu tava chorando e pedindo pra parar, mas nada. Eu: AIHHH AI... AIIH CARALHOOOO! (Porra, era aquele tronco inteiro dentro de mim) DÓI DÓI PRA CARALHO AIH (comecei a chorar de novo). Aquele filho da puta começou a meter mais rápido, era um vai e vem, vai e vem, ai, Deus, eu tava me partindo. Sentia a pica toda dentro de mim, sentia saindo e entrando de novo com mais velocidade. Nisso, ele me segurou forte, porque eu tava começando a desmaiar. Meu corpo começou a tremer, minhas pernas já não tinham mais força pra ficar naquela posição de putinha. Só sentia uma ardor imenso, pior que o primeiro. Esse ardor era inacreditável no meu cu. Eu tentando falar alguma coisa, mas já sem força. Eu: Já, já, por favor, Juan, aiii, já não faz mais isso comigo. (Chorava) Mas ele não me dizia nada, tava num transe, tipo possuído, enquanto continuava e continuava metendo a pica. Eu tentava tocar nele, tipo, colocar minhas mãos na coxa dele, fazendo o impossível, tentar parar as metidas dele, mas com a pouca força que eu tinha não dava, acredite, eu já não tava sentindo meu cu!! Só sentia a pica dele. Entrar e sair num ritmo frenético. E na minha mente, eu me culpava: "isso me acontece por ficar de viadinho com esse filho da puta, isso é demais pra mim" enquanto estava sendo penetrado por ele, com toda aquela besta imensa dentro de mim. Enquanto Juan continuava metendo o pau dele (por reflexo, acho que naturalmente), eu empurrava minha bunda (como quando você vai fazer cocô), como se fosse tirar o que tinha dentro, empurrava e empurrava, dava contrações no meu ânus, mas quando fazia isso, acabava pressionando o pau dele, e claro, ele (Juan) adorava aquilo, porque eu estava apertando o pau dele com meu ânus. Por causa disso, ele me dava mais forte, mais forte. De tanta penetração, eu estava acabado, só me mantinha de quatro porque ele colocou uns travesseiros debaixo de mim. Nisso, sinto (até que finalmente meu cu reage) sair algo quente de mim. Aí viro a cabeça pra trás, vejo Juan suado com uma cara excitada que me dava medo, enquanto continuava me penetrando e batendo as bolas dele nas minhas nádegas. Vejo nas minhas pernas uma mancha vermelha rolando... e sim, era sangue saindo do meu ânus, tinha certeza que era sangue. Até que ele parou as investidas no meu pobre cu, e eu continuei olhando pra ele, e ele tirou o pau dele da minha bunda. Quando tirou, fez um barulho, como se você destampasse um jarro, algo assim, não consigo explicar como é, mas soou tipo "pá". Ele mostrou o pau dele, estava manchado de sangue, e um pouco do meu cocô, e tinha um líquido escorrendo do pau dele, misturado com tudo isso. Esse pau estava bem suculento. Juan: "olha como você deixou meu pau, viu? Viu que não doeu?" (filho da puta, claro que doía, mas eu não falava nada porque NÃO TINHA FORÇAS, estava todo ido) "olha, você fez cocô no meu pau, empurrou bem gostoso." Nisso, ele começa a se masturbar, antes limpou o pau, me pega e me dá um beijo na boca. Eu tentando desviar daqueles beijos, não queria beijá-lo, estava com raiva dele e muito dolorido. Mas já não ardia mais meu cu, doía um pouco, mas não. Ela era doce como o começo. Só tava sem força. Aí ele me beija, começa a limpar meus olhos (tava lacrimejando). Depois disso, ele deita (de barriga pra cima), eu olhando pra ele e pro pau dele bem duro. Ele falou: Juan: vem, senta, vai, meu amor. Eu não falava nada, tava parado em cima da cama, enquanto ele tava deitado, com medo de ele machucar minha bunda de novo. Nessa hora, a dor já tava diminuindo em mim. Juan: vamos, neném, olha, não vai doer mais, o pior já passou, só olha pra você, tá bem, não aconteceu nada, então vem, senta aqui, sim. Ele insistia pra eu sentar no pau dele, então... me mexi, dei uns passos, coloquei uma perna do lado dele e a outra do outro lado, e assim desci, sentei na barriga dele. Olhei pro meu pau, que eu não tinha visto, tava saindo muito líquido pré-seminal, e umas gotas caíram na barriga dele. Aí ele me pega pela cintura, me puxa pra trás e me levanta, com a outra mão ele ajusta o pau dele na entrada do meu cu. Nisso, eu desço bem devagar no pau dele, senti o pau dele entrando de novo no meu cu (dessa vez era eu, por conta própria, que tava enfiando). Mas o que ele falou era verdade, não doía, já não sentia aquela dor e ardência como da primeira vez no meu cu, só conseguia sentir um prazer muito gostoso. Mas também percebi que meu cu tava bem aberto, por isso não doía mais, e que minha bunda já tinha se acostumado com o pau do Juan. Enfiei tudo e soltei um suspiro longo — ahhhh — tava ali sentado no pau dele dentro do meu cu, só sentindo as bolas dele nas minhas nádegas. Juan: viu, não doeu, meu amor. Agora o que você vai fazer é... tem que subir e descer no meu pau, como se tivesse cavalgando, faz isso. Comecei a fazer, desci e subi naquela pica toda. Eu tava fazendo com a pouca força que tinha, mas tava dando meu melhor pra dar o máximo de prazer pro meu homem (assim que eu pensava). Nisso, vejo meu pauzinho endurecer e jorrando aquele líquido pré-seminal, tava cavalgando o pau dele, ele segurava minhas nádegas com as mãos. Mãos, e ele me ajudava a fazer mais rápido (a descer e subir nessa pica enorme), dessa vez, como eu falei, só sentia prazer… muito prazer. Eu: ahhh, siii ayyy, uhmmm, uhmmm ayy. (Tava sentindo o que tanto queria, voltei a mim) enquanto continuava dando meus melhores rebolados.
Juan: ai buceta, que gostoso, meu amor, assim, assim sim. Faz assim, que delícia, como você se mexe.
Enquanto tava batendo minha bunda nas bolas dele, coloquei minha cabeça no peito dele, enquanto mexia minha raba no pau dele.
Eu: te amo, te amoooo ahhh… amo muito ele (tava tão excitado, que soltei tudo isso que sentia por ele).
Juan: ai meu amor, eu também te amo, meu docinho lindo.
Enquanto a gente continuava transando, eu virei uma puta, me acabando de beijos. Minha bunda com o pau dele fazia "plas plas plas plas", dessa vez eu fazia mais rápido.
Eu: "ai, ayyy, ayyy ayyy ayyy ahaghhh ayyhhhh ayyy… AI AI AI AI AI AI AI ahhh… T E A MOOOOO"!!
Juan: uff, mamãe, siii, vou gozar!!
A música que ele tinha colocado "pra ninguém nos ouvir" não adiantou, porque meus gemidos eram altos, ele tentava tampar minha boca com a mão, mas eu gemia do mesmo jeito.
Eu: ahaghhh… ahhhhhb AYYYY UHMMM UHMM UHMMMM AYYY.
Juan: oh deus, mamãe, não faz assim ayyy que delícia você é.
E era plas plas plas, ele dava tapas na minha bunda; plas plas plas. As bolas dele batiam na minha bunda.
Quando de repente o telefone tocou, eu não liguei, tava tão excitado que não importava se naquela hora minha mãe chegasse e me visse transando com Juan, tava pouco me fodendo, até que depois de um tempo parou de tocar. Continuei na minha.
Eu: te amoooo ayyy te amooo MUITOOO MUITOOO. (Sentia algo saindo do meu pintinho) Tava assim, dando tudo de mim nos rebolados..
Aí vejo meu pintinho todo durinho (é um clitóris, meu pintinho) e começo a ter um orgasmo INCRÍVEL, soltei um jato de porra (aguinha de arroz) caiu na barriga do meu Juan, era fantástico sentir aquele orgasmo, porque não precisei tocar no meu pintinho, só saiu, com a excitação e com as fodas que o Juan tava me dando, tive aquele orgasmo incrível.
Juan: Olha, nene, já molhou. Mamita (ela falava isso enquanto a gente continuava transando). De repente, senti que o pau dela tava dando umas pulsadas... Juan: aih, mami, sim, mamita... vou gozar, vou gozar, mami. Eu queria me levantar porque sabia que aquele "vou gozar" ia soltar todo o leite dela, e também queria conhecer o gozo dela, ver como era. Mas ela me segurou bem forte pela cintura, a cara dela tava transformada, os olhos dela tavam fechados (a cara dela era uma expressão de excitação no máximo). E ela dizia: Juan: tô gozando... tô gozando. Nisso, ela me agarra com tanta força nas minhas nádegas, apertava forte. E eu dizia: - ayy Juan, você tá me machucando - ela não ligava, continuava fazendo aquilo, de repente ela começou a se mover muito rápido, que as batidas das bolas dela nas minhas nádegas doíam. E ela começou a meter forte pra caralho, bem forte, que eu senti até na minha alma. Eu: AYYYY AYHHHJ JÁAAAA AYYYH AYHH AYYHHHHHH para para ahaghhh meu amorrrr paraaaa ayyhu Juan: ohhh!! Ohhh que gostoso ohhh.. te amo meu amor te amo!!! Senti uma explosão dentro do meu cu, e muito quente eu sentia, que percorria meu interior, começamos a diminuir a velocidade das metidas e tiradas, nisso sinto que do meu cu sai um líquido, eu pensei que era sangue meu de novo, mas não era, algo escorria lá embaixo na minha bunda. Quando eu levanto, começa a sair toda aquela porra do meu cu, e vejo que o pau dela tinha um líquido branco e muito, mas muito grosso, nisso sinto também que do meu cu começa a escorrer algo, coloco meu dedo nas nádegas, e pego um pouco daquele líquido, era o gozo dela, que cheiroso, era grosso, bem forte. Juan: você foi espetacular meu amor, olha o que você ganhou, é seu gozo agora limpa meu pau. Eu, todo feliz, me inclinei, e quando me aproximava do pau dela... uau era um cheiro forte, e muito gostoso, cheiro de pau de macho bom. Eu abri minha boca, o máximo que pude, e comecei a descer por todo aquele pau, até a metade, daí subi de novo, dessa vez apertando meus lábios no pau dela, até chegar na ponta da glande onde peguei todo aquele gozo gostoso, passei A língua uma vez e outra, até deixar tudo limpinho. Tinha um gosto bem forte, meio salgadinho, mas mesmo assim engoli tudo, mostrei pra ele, abrindo minha boca pra ele ver que tinha engolido todo o gozo dele. Juan: já é um expert, meu amor, que menino obediente, te amo. Eu: eu mais ainda, meu amor. Nisso ele levanta da cama, eu também, vai no aparelho de som e abaixa o volume da música, eu vou pegar minha bermuda e o celular da mamãe, quando tô quase me abaixando pra pegar a bermuda, nisso… ainda tava saindo do meu cu o gozo do Juan, escorrendo pela minha perna, comecei a ver aquele líquido descendo, levei meus dedos, peguei um pouco e levei à boca e engoli tudo. Juan: daqui a pouco te passo uns comprimidos pra dor, ok? Agora vem, vamos tomar banho. Eu: ok, já vou. Fui pro banheiro com o Juan, me sentia meio estranho ao andar, porque andava meio aberto, e também porque tinha gozo no meu cu, assim entrei no banheiro com ele, fiquei de frente pra ele de costas, ele atrás de mim, a água começa a cair nos nossos corpos nus. Ficamos assim uns minutos, ele beija minhas costas, acaricia minhas nádegas, meu corpo todo (era uma sensação muito gostosa), nisso eu peguei a pica dele e comecei a esfregar e esfregar. A pica dele começou a ficar dura, nisso ele me pega pela cintura e abre minhas nádegas, e começa a meter a pica no meu cu, tava metendo muito rápido, as estocadas faziam barulho por causa da água. Eu gemia e gemia, até que ele gozou de novo aquela porra gostosa. Eu me ajoelhei e tentei como pude colocar a pica dele na minha boca, tava difícil por causa da água e a pica dele é grossa, me engasgava, limpei rápido antes que a água levasse aquele tanto de gozo. Depois ele pegou sabão nas mãos, enfiou os dedos no meu cu pra limpar e tirar tudo que tinha lá, enquanto eu tava lavando a boca e a cabeça. Assim terminamos de tomar banho, me seco e ele também, ele veste uma Boxer vai pra cama dele procurar os perfumes na meta dele, enquanto eu, pelado, me aproximo e sento no colo dele, e começo a beijá-lo. Juan: Te amo, sério, te amo, Sweetie. Olha, você não vai contar nada pra ninguém sobre tudo isso, Sweetie. Eu: Claro que não vou contar nada pra ninguém, é nosso segredo, só seu e meu. Continuei beijando ele. Eu: Você vai ser meu namorado? (Perguntei) Juan: Isso mesmo, Sweetie, serei seu namorado. Fechamos com um beijão, de língua. Eu me levantei, peguei meu short e o da minha mãe (era só isso que eu tinha levado) e fui até onde estava a roupa suja dele. Eu: Posso levar sua cueca, sim? Juan: Hahaha, por que você quer... ah, já entendi, claro, pode levar, sim, meu bem. Eu: Valeu, meu amor. Juan: Espera... pega minhas chaves, pra quando você quiser vir, mas cuida bem, tem que guardar direitinho. Ah, e toma esses comprimidos pra dor. (Me deu uma cópia da chave dele) Eu: Ok, amor. Nos despedimos, ele disse que queria repetir, e claro que a gente ia repetir. Nisso, saio olhando pra todo lado, só pra garantir que ninguém tivesse espiando pela janela. Como não tinha ninguém, saí rápido dali, desci as escadas, abri a porta de casa e entrei. Tava feliz pra caralho com tudo que tinha acontecido. Óbvio que sofri pra caramba durante as fodas que Juan me deu, mas como dizem por aí: "todo sacrifício tem sua recompensa". Minha recompensa foi que não era mais virgem, e ainda ganhei o amor do Juan. Tudo tava perfeito pra mim, mesmo me sentindo meio dolorido e com o cu pulsando — claro que sabia por quê... Tomei o comprimido que ele tinha me dado. Nisso, vou pro meu quarto, pego o celular da minha mãe, ligo a câmera, me jogo na cama, tiro o short e abro as pernas; queria ver como tinha ficado meu cu. Tirei a foto e comecei a olhar. Fiquei de boca aberta, NÃO PODIA ACREDITAR! Como meu cu tinha ficado. Então é isso, galera, esse foi um pouco da experiência que tive. Quando me arrebentaram minha buceta (pela primeira vez) e quando conheci o Juan, meu primeiro namorado mais velho. Desde então, sempre gostei de sair com homens mais velhos que eu. Como essa história real que aconteceu comigo (parece que foi ontem que tudo isso aconteceu), tenho mais da minha infância. Em breve vou postar... beijos, se cuida😘😘 Att: Bambypink💗
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