Mapa da buceta

Sou um cara moreno escuro, criado num bairro de brancos, de turcos, de galegos, de italianos, num subúrbio de Neuquén. Desde moleque me chamavam de "o mapuche" e, como o apelido era muito comprido, pra todo mundo acabei virando "o Mapu". De corpo tô muito bem, musculoso apesar de nunca ter pisado numa academia, rosto bonito, pernas boas, bunda gostosa, liso que nem a gente que tem uma boa dose de sangue indígena, ardente como todo mundo que tem sangue latino. Mas ninguém é perfeito: meu pau, bem duro, quando muito chega nos 8 cm. Será que por isso sou passivo? Acho que não, conheço mais de um que tem uns 20 cm de sobra e come de quatro.
Sexualmente, não fui exatamente um moleque precoce, era totalmente assexuado, só interessado em brincadeiras de criança e muita, mas muita curtição. Nas poucas vezes que vi a pica de algum primo num banho compartilhado, meu pintinho não era muito diferente do do priminho. Mas as rolas dos outros caras cresceram, e a minha mal se esticou um pouco.

Eu sabia, então nem fodendo que ia me mostrar pelado. A confirmação veio no colégio, na primeira aula de educação física em que tive coragem de tomar banho junto com a galera, que otário! O primeiro que viu minha buceta foi o magrelo do Garcia, que no fim das contas não tinha mais que 15 cm, escuros, grossos e provocantes, mas ele apontou o dedo pra mim e começou a se cagar de rir, os outros manos seguiram. Jeremias deu o golpe final.
—Com esse manicinho aí, com certeza é viado. Ahhh, olha de onde vem o negócio de Mapu!: é um Maniceiro Viado, hahahaha. Vamos ver? Vamos pegar ele.
Eu tava atordoado e morrendo de vergonha. Jeremías chegou perto de mim, me virou de cara pra parede, e eu, aterrorizado e confuso, deixei ele fazer. Ele ficou atrás de mim, me segurou pela cintura e começou a simular que tava me comendo, batendo o púbis dele nas minhas nádegas, enquanto todo mundo se cagava de rir. Assim que consegui me soltar, saí chorando do chuveiro e nunca mais tomei banho em público.
Se antes eu era meio tímido e na minha, depois daquele porno bullying horrível naquela tarde, virei um nerd completo, com poucos amigos e focado nos estudos. Minha sexualidade continuava nula, não me interessava nem por mulheres nem por homens, aquela coisinha pequena pendurada entre minhas pernas mal era lembrada na hora do banho pra lavar direito, como minha mãe me ensinou. Minha bunda? Intocável! Eu tinha bem claro o que era ser gay e, depois daquele bullying que me chamou de viado, acho que mal passava a esponja nela quando me lavava, com medo de descobrir que era verdade.
Nunca fiz mais atividade física do que a obrigatória na escola, mas os hormônios foram fazendo o deles e fui me transformando num jovem de corpo gostoso, nem magro nem gordo, não muito alto, pernas torneadas, braços fortes, uma bunda perfeita e um pouco, bem pouco, de peitinhos, que eu atribuía aos meus quilinhos a mais.
Vivia só com meu velho, caixa de um banco oficial, sério, fechado, pouco comunicativo. Desde a morte da minha velha, quando eu tinha uns 11 anos, acho que ele nunca mais nem me acariciou.
Não sei se por ideia dele, ou por insistência da minha tia que o via muito sozinho, meu velho pediu transferência pra cidadezinha no sul de Mendoza onde minha tia morava com o marido e meu primo Martín, uns dois anos mais velho que eu. Então larguei as barrancas de Neuquén, larguei a escola onde tinham ressignificado meu apelido de "Mapu" e fomos morar em X, no sul de Mendoza, onde continuei sendo o Mapu, mas ninguém sabia de onde vinha o apelido.
A gente morava na casa dos meus tios, os melhores tios do mundo, amo eles, quase tanto quanto amo meu primo Martín. Pra se acomodar, Martín cedeu o quarto e a cama dele pro meu pai, e nós dois primos fomos parar num sótão que, entre brincadeiras e risadas, a gente limpou e, com muito esforço, conseguiu montar a cama de casal que foi dos nossos avós. Uma janelinha com vista pras serras e uma escada íngreme que desencorajava pai e tios de subir. Que lugar melhor pra dois jovens? Martín, viciado em futebol, tinha umas pernas e um corpo de dar inveja. Mas isso era o de menos, o que eu amava nele era o sorriso sincero, os olhos grandes e brilhantes, e aquela alegria de viver que transparecia em cada gesto, ainda mais quando eu comparava com minha atitude sempre tímida. Claro, ele não tinha a menor vergonha de andar na minha frente peladão, com o pau grosso e comprido balançando entre as pernas. Eu, nem fodendo tirava a cueca na presença dele, comparar meus 8 com os 18 dele me dava vergonha.
Nunca tinha dividido a cama com ninguém, então na primeira noite estava super nervoso, não rolou nada, a gente conversou por horas até que aos poucos meu primo foi pegando no sono. Eu não conseguia, tinha que processar as mudanças. Uma sensação nova foi me invadindo, comecei a sentir o calor do corpo do meu primo ao meu lado, fiquei admirando o rosto sereno dele, iluminado pelos raios de lua que entravam pela janelinha. Os lábios grossos e bem desenhados dele, que eu nunca tinha reparado antes, começaram a despertar desejos estranhos em mim, queria beijá-lo! — Não! Melhor eu virar e tentar dormir —, falei pra mim mesmo, e virei de lado. De repente meu primo virou e passou a mão sobre o meu peito. Eu tremi, o corpo dele estava quase colado no meu, o calor era delicioso, me aquecia, me enchia de paz. De vez em quando sentia um roçar na minha cueca, um toque bem leve, bem na racha da minha bunda. Isso me deixou intrigado, a curiosidade era grande, levei com cuidado extremo minha mão até a cueca do meu primo, o pau dele estava duro e, só no toque dos meus dedos, deu uma pulada. Era isso que eu tinha sentido!, o pau do meu primo cutucando minha bunda. Tirei minha mão com cuidado, com medo, e tentei dormir, mas agora, mais que meus pensamentos, era minha bunda que não me deixava dormir, com cada cutucadinha do pau do Martin meu esfínter coçava. Comecei a sentir um calor que subia da minha bunda e invadia minhas bolas, meus 8 cm ficaram duros e começaram a sair umas gotas de líquido quente. Nããão!, Jeremías tinha razão, eu era viado e bicha! Levantei devagar pra não acordar meu primo e fui pro banheiro. Quando andava, sentia minha bunda estranha, o que estava acontecendo comigo? Sentei no vaso e fui olhar pela primeira vez na minha vida meu cuzinho, minhas nádegas estavam estranhamente molhadas, meu esfínter completamente mole. Voltei pro meu pau, peguei uma gotinha do líquido que saía e levei à boca, era salgadinho, gostoso. Tentei me acalmar, se só uns toques do pau do meu primo me Tinham me deixado assim, então era mais que certo, eu era viado, o que eu tô falando viado?, eu era viadão! Tomei um banho de água gelada e voltei pra cama. Me deitei o mais longe possível do Martín e, com muito custo, consegui pegar no sono.
Fiquei me torturando com o pensamento o dia inteiro. Quando a noite chegou, estava apavorado. Será que ia acontecer de novo? Decidi ficar de costas o tempo todo, com minha maldita bunda bem colada no colchão. O tempo estava quente, pesado, anunciando as chuvas que os vinhedos tanto precisavam. O telhado de zinco do sótão, depois de um dia escaldante, tinha transformado nosso quarto numa sauna. Martín, como de costume, estava virando de um lado pro outro, eu, deitado de costas, quase sem me mexer, acompanhava ele com os olhos e, por mais que tentasse evitar, meus olhos iam uma e outra vez pro volume dele, que se marcava lindamente debaixo da cueca preta, naquela vara que na noite anterior tinha batido na porta do meu cu. De repente, Martín me olhou e disse:
— Ei, Mapu, cê liga se eu dormir pelado? Tô morrendo de calor!
-Não, não, fala sério, que problema vai dar?
– Você?
—Não, eu tô bem assim.
Martín tirou a cueca como se nada fosse e, também como se nada fosse, deitou do meu lado, de lado, e começou a falar de futebol. Eu, como se tivesse colado no colchão com superbonder, tentava acompanhar a conversa. Aos poucos, ele foi pegando no sono e, depois de um tempo, já estava roncando de barriga pra cima do meu lado. Relaxei um pouco e desgrudei minha bunda dos lençóis. As nuvens espalhavam a luz da lua cheia, e uma claridade estranha insinuava as formas do meu primo que dormia ao meu lado. Muito rápido, rápido demais, eu tinha me convencido de que era gay, minha piroquinha minúscula, a reação da minha bunda na noite anterior, o que podia ser? Era o que todo mundo conhecia, era "o MaPu", o putinho do amendoim. Martín roncava. Como seria o pau dele? Será que escorria um suco igual ao meu? O que eu sentiria se tocasse nele? Com o maior cuidado possível, me virei e coloquei meu rosto perto da rola do meu primo, comecei a observá-la, a raiz grossa que se perdia naquela mata escura de pelos, o tronco adormecido e arqueado, a pele frouxa esperando esticar numa ereção, o volume da cabeça proeminente, a pintinha escura perto da boca, aquela boca de dragão, que com certeza cuspiria fogo quente nas bucetas das gostosas que ele devia estar comendo. Martín continuava roncando. Criei coragem, com a ponta do dedo indicador comecei a acariciá-la, mais que acariciar, mal roçando, da base até onde me atrevi, uma e outra vez subia e descia com meu dedo naquele pauzinho que eu ainda não sabia se desejava ou não, mas que me fascinava. Era morno, poderoso, a bunda começou a formigar — "Viu? Você é muito viado, MaPu!" —, falei pra mim mesmo. Martín continuava roncando, me animei um pouco mais e levei meu dedo até a portinha que a pele deixava pro buraquinho da cabeça dele.
—E aí, Mapu, o que cê tá fazendo? Qual é a boa?
Caguei!, meu primo acordou! Desesperado, coloquei minha cabeça de volta no travesseiro.
Nada, nada, Martín, nada", eu disse com a voz trêmula.
—Você tava me tocando a pica! O quê? É viado, Mapu? — fiquei em silêncio.
O silêncio só era cortado pelo barulho do vento nos galhos das árvores e pelas primeiras gotas na chapa do telhado.
— Não sei, Martín, não sei —, menti pra ele com medo da rejeição, com medo do desprezo dele.
—Não vou nessa não! Eu não sou viado, Mapu, eu como a Yoli —, ele me disse com seu doce sotaque mendocino (eu não sou puto, eu como a ioli).
Ficamos em silêncio nós dois por um bom tempo, os dois olhando pro teto, os dois escutando a chuva que caía mansa sobre as telhas.
Depois de um bom tempo, Martín começou a se confessar.
—Bom, eu comi ela uma vez... só uma vez mesmo. A gente entrou no mato lá no fundo do vinhedo do seu Victor, ela baixou a calcinha e eu meti, mas em dois minutos a gente ouviu um barulho, tirei e saímos correndo. Não sei se gostei, fiquei com o pau ardendo. Você é o primeiro que toca na minha rola, Mapu.
O silêncio voltou a nos envolver.
—Sabe, Mapu? Eu gostei quando você tocava ela em mim — ela disse quase num sussurro.
-Quer que...?
-Sssi, vai fundo-
Voltei a descer no pau dele e comecei a acariciar com meus dedos, agora sem medo, sorrindo, brinquei com todo o tronco, a pele foi esticando, a curva foi sumindo e aos poucos a cabecinha foi aparecendo. Fui direto pro buraquinho e procurei o suquinho, não tinha, meus lábios, sem minha permissão, se abriram e começaram a percorrer a cabecinha do dragão, meu primo começou a gemer e a acariciar minha cabeça. Devagar fui engolindo ele, enquanto Martín me ajudava com o movimento da cintura dele. Quando a cabecinha chegava no fundo da minha garganta, eu engasgava, mas fui dominando e em minutos tava mamando desesperado, como se desse pau dependesse minha vida, o dragão cresceu, meu primo gritou, e um jorro morno e cremoso explodiu na minha boca. Sem tirar ele, olhei pro Martín, ele tava ofegante e com uma cara de felicidade que nunca tinha visto. Fiquei parado sem saber o que fazer, com aquele líquido estranho na boca. Não queria soltar o pau, então engoli e continuei mamando.
—Vení Mapu—, eu ouvi.
Martín estava recostado contra a cabeceira da cama. Deitei do lado dele, me enroscando, confuso, tesão, vergonha, tesão. Ainda sentia o gosto do leite dele na minha boca, tava começando a gostar.
—Chega mais pra cá, Mapu. — Ajeitou minha cabeça no peito dela e me envolveu com os braços. Quase comecei a chorar, fazia tanto tempo que ninguém me acariciava!
Valeu, Mapu." Olhei pra ele meio com medo.
—Quer que eu continue? — Sorriu.
—Não, é tua vez, Mapu, você já me fez gozar, agora eu chupo a sua.
Eu ainda estava de cueca, -agora quem vai te chupar sou eu-, meu pintinho encolheu até ficar do tamanho de um botão. Será que o Martín ia descobrir meu segredo e ia morrer de rir igual meus parceiros do colégio?
-Não, não Martín, não precisa não.
—Não, Mapu, se eu não te chupar, vou sentir que abusei de você, ainda mais que gozei na sua boca sem nem avisar, não vou te deixar com tesão agora.
Meu primo me tratava como se eu fosse igual a ele, como se meu desejo fosse idêntico ao dele, como se eu fosse tão hétero quanto ele. Não sabia o que fazer, mas no fim me convenci de que mais cedo ou mais tarde eu teria que encarar. Além disso, não queria de jeito nenhum perder aqueles carinhos que ele tava me fazendo.
Me levantei, fiquei na beira da cama, respirei fundo e de uma vez só tirei a cueca, fechei os olhos esperando a gargalhada. Nada. Abri os olhos, o Martim tava sorrindo.
—É muito... —, —melhor assim, não me dá ânsia—. Ele parou na minha frente, me deu um beijo suave nos lábios, se ajoelhou e enfiou todo o meu pauzinho na boca. Meu piru foi endurecendo e Martín começou a chupá-lo. Meu primo me agarrou pelas nádegas e um arrepio percorreu meu corpo inteiro, era ali que eu queria sentir meu primo, meu pau tava pouco me fodendo! De novo meu cuzinho começou a coçar, eu comecei a tremer, custava pedir pra ele, até que não aguentei mais.
— Martín, me fode, por favor, me fode, enfia no meu cu, por favor. — falei desesperada, quase chorando.
Meu primo não perdeu tempo, me colocou de quatro na beira da cama e meteu tudo de uma vez só, doeu pra caralho!, mas em meio minuto já tava gemendo de prazer. Martín me comia com toda a animalidade do adolescente que era e com todo o tesão da estreia, o púbis dele batendo nas minhas nádegas e, a cada estocada, me fazia descobrir um cantinho novo de sensações dentro do meu cu. Às vezes, puxava minha cintura pra trás com tanta força enquanto ele empurrava pra dentro que parecia que queria enterrar os ovos em mim. A eletricidade que brotava do meu esfíncter foi se espalhando, invadiu minhas bolas e endureceu meu pau, até que, mordendo os lençóis pra segurar os gemidos, deixei uma poça grossa de porra debaixo de mim. Fiquei tão exausto que minhas pernas amoleceram e não consegui evitar cair em cima da minha própria poça de porra. Olhei por cima do ombro pro Martín, que tava parado me encarando, interrogativo, enquanto se masturbava furiosamente.
- Não quer mais, Mapu? - Me arrebenta a buceta, Martín, mas deitado, tá? - Me colocou de bruços no meio da cama e enfiou de novo. Ai! Que maravilha sentir todo o calor do corpo dele nas minhas costas! Eu me perdi, me perdi do mundo, cada metida me fazia voar mais alto, esqueci da vergonha da escola, do pai ausente, dos meus anos de angústia e solidão, do meu sentimento de inferioridade. A pica do meu primo, o corpo quente dele, os gemidos, as mãos fortes percorrendo meu corpo me transportaram pra outro mundo, um mundo onde ser viado era bem-vindo, onde ter a buceta pequena não importava, onde um cara me abraçava com doçura.
Antes que meu primo me enchesse de porra, gozei outras duas vezes, sou multi-orgásmica, hehe, a natureza compensou meu pauzinho com dois ovos cheios de leite e uma bunda que se dilata e fica mais molhada que uma buceta de mulher.
Quando Martín terminou, ele desabou em cima de mim, ria, beijava meu pescoço, minhas orelhas, aos poucos foi se acalmando, fomos nos acalmando, fui sentindo o pau dele sair do meu cu. Martín se levantou e sentou ao meu lado com as pernas abertas, me fez acomodar entre as pernas dele, me abraçou e beijou meu rosto inteiro, nunca me senti tão feliz. Do meu cu escorria um fiozinho morno de porra. Meu pijão?, quem se importava?, eu tinha descoberto meu cu, minha buceta de viado, minha verdadeira sexualidade, meu primo tinha me engravidado, eu era outro, em paz com o mundo e protegido pelos braços fortes de Martín, que me salvavam de todo mal. Podia pedir mais?, tinha algo melhor que ser viado?
- Você gostou da Mapu?
—Você me fez feliz, Martín, como nunca antes!
—Faz tempo que você chupa ela? — Eu fiquei em silêncio.
—Uma hora é muito? — Rimos.
-Não me diga que eu te tirei a virgindade!-
—Todo Martín, tudo em mim você quebrou, é o número um em todos os meus buraquinhos—
-Então, nunca...?-. Fiquei em silêncio, criei coragem e contei minhas desgraças de viado no chuveiro da escola, minha transformação de "mapuche" pra "viadinho filho da puta", meu isolamento no estúdio e minha desconexão com o mundo depois daquela tarde. Martín me abraçou forte, segurou meu rosto entre as mãos, sorriu e disse -bom, mas agora você não é mais "Mapu", depois dessa noite você é "Repu"-, -sim, sou um puto de respeito, Martín-, respondi, sorrindo feliz.
—Se tu é repugnante, vem repugnante, chupa —, ela me ordenou.
-Como o senhor mandar!- me acomodei entre as pernas dele e engoli o pau inteiro, meio dormindo, com gosto de porra, cheirando ao meu melado retal, que diferença fazia? Quando deixei ele duro e o gosto de buceta mudou pra um delicioso pré-gozo, me segurei na cabeceira da cama, abri as pernas e levantei elas.
—O repu quer que eu meta? — Siiiiiiiiim

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