Um velho amigo da família (Conto)

Fazia muitos anos que não via o Facundo. Ele frequentava minha casa quando eu era criança, e reencontrá-lo depois de tanto tempo, tão longe de casa, me emocionou pra caralho. A gente se trombeu por pura sorte no ponto de ônibus, esperando o busão. A gente se cumprimentou e, como ele tava com pressa, anotamos os telefones e combinamos de tomar um café.

Depois de conversar por vários dias sem marcar o café, ele falou que tava livre no sábado. Decidi convidar ele pra almoçar em casa e bater um papo sobre a vida.

Sábado à tarde, o Facundo chegou em casa. Eu tava terminando de preparar o almoço. Assim passaram umas duas horas entre conversa e comida. Ele se ofereceu pra lavar a louça e deixei sem problema. Depois de um tempo, ele pediu pra usar o banheiro e indiquei onde era. Saiu do banheiro e me perguntou se eu morava com mais alguém. Respondi que não, que tava sozinho, e ele disse que alguém tinha deixado uma calcinha fio dental no banheiro. De manhã, quando tomei banho, lavei a fio dental que tava usando e deixei pendurada no banheiro. Eu sempre me visto bem másculo, mas minha roupa íntima é de mulher: entre tangas, fio dental e calcinhas cavadas. Respondi de forma natural que não era de ninguém, era minha. Ele deu uma gargalhada e não acreditou. "Tá brincando", ele dizia, "você não parece gay, não dá pra perceber, juro, não acredito."

O Facundo ouviu atentamente enquanto eu contava como era e que gostava dessas coisas. Depois de ouvir, ele falou: "Não te vejo como mulherzinha, juro, não acredito." "Espera aí", falei, e fui pro quarto. Tirei a roupa que tava usando e me vesti de mulher: salto alto, uma fio dental bem pequenininha e um vestido bem curtinho que deixava minha bunda à mostra. Quando saí pra sala, ele ficou me olhando de boca aberta. "Ok, acredito." Ele se levantou, ficou na minha frente e estendeu a mão. Quando pegou, me fez dar uma volta pra me ver melhor. "Pô, gostei do que vejo, você tá muito gostosa." Ele me deu outra volta e me deu um tapa na bunda. "Esse vestido fica um tesão em você." Naquele momento, já sabia que ele ia me comer todinho. Passei a mão devagar no pacote dele, esperando ver a reação. Ele nem se mexeu, então acariciei o pau dele por cima da calça. Ajoelhei na frente dele, abri o cinto, desabotoei a calça e puxei o zíper. Quando tava baixando um pouco a calça, ele tirou os sapatos bem rápido e se livrou da calça, ficando só de cueca na minha frente. O pau dele já tava duro. Beijei por cima da cueca e depois puxei pra fora. Facundo tem 49 anos, 1,70m e uns 85kg. Quando baixei a cueca dele, me deparei com o pau dele — tamanho médio, pra ser sincero. A cabeça era bem saliente e bem mais grossa que o resto do pau, mas muito mais. Era peludo, dá pra ver que é um cara que não costuma depilar, mas isso não atrapalhou em nada pra eu aproveitar meu banquete. Aproximei o rosto, beijei — tinha um gosto delicioso. Chupei primeiro pelos lados, deixando a cabeça por último. Depois meti na boca e comecei a chupar com mais paixão. Ele só soltava uns gemidos de vez em quando e acariciava meu cabelo, empurrando pra enfiar tudo na minha boca. Metia até onde dava, chupei por um tempo. Levantei, levei ele até o sofá, ele sentou. Peguei uma camisinha e coloquei nele. Fiquei de costas pra ele, lubrifiquei um pouco minha bunda e fui sentando no pau dele. Ele segurava o pau com uma mão enquanto com a outra guiava minha bunda pra ser penetrada. Senti a ponta roçando meu cu e comecei a descer. Minha bunda foi se abrindo aos poucos pra passar aquela cabeça enorme, devagar e com calma. Assim foi entrando. Ele deu uma empurrada pra cima e a cabeça entrou de vez. Senti como se tivesse me partindo em dois, mas depois que passou aquela parte, o tronco foi mais suave. Desci até sentir minhas nádegas encostarem nas coxas dele e comecei a cavalgar devagar e gostoso. Ele apertava minha bunda e de vez em quando dava uma estocada pra meter tudo. Fiquei cavalgando por um tempo. Depois, quando minhas pernas cansaram um pouco, levantei, tirando o pau dele. Fiquei de quatro, deixei a cabeça apoiada no sofá e abri minha bunda pra ele. Na hora ele se levantou atrás de mim, me segurou pelas cadeiras e ele meteu de novo, eu gemia de prazer e ele se empolgava e me dava mais forte e rápido, me bombou umas dez vezes com fúria, se agarrou na minha cintura e enquanto ele empurrava pra frente, me puxava pra trás pra entrar inteira, e isso soava muito gostoso. Ele gozou, tirou o pênis e minha bunda pulsava pedindo pra entrar de novo. Sentou do meu lado, todo suado, tirou a camisa, removeu a camisinha, eu peguei uma toalha e limpei ele. "Você gostou?", ele perguntou. "Adorei". Depois de um tempinho, eu disse que nem todo mundo sabia das minhas preferências, então era melhor guardar segredo. "Não se preocupa, eu não vou contar nada, desde que você me dê uns beijinhos daqui", e apontou pro pênis dele. Me aproximei, beijei, lambi e chupei um pouco. Enquanto fazia isso, ele começou a ficar duro de novo. Peguei outra camisinha e coloquei. Dessa vez, ele se levantou, abriu minhas pernas e me colocou como um frango assado. Meteu o pênis de novo e eu, extasiado de prazer, comecei a ser fodido de novo. Ele metia e tirava, me fazia pedir pra meter de novo. Ficou um tempão me comendo na mesma posição até chegar ao clímax. Eu, sentindo a respiração dele mudar e ele aproveitando a gozada entre gemidos, me toquei e, sem muito esforço, também gozei em cima de mim. Levantamos e fomos tomar um banho. Tomamos banho juntos, ele ensaboou minhas costas e meu corpo. Depois saímos do banheiro, ele me seguiu até o quarto. Eu estava procurando algo pra vestir e ele perguntou se eu queria deitar com ele pelado. Aceitei, liguei o ar-condicionado e nos metemos na cama. Ligamos a TV e colocamos Netflix. Ele deitou com um braço aberto e me fez deitar no peito dele, achei tão fofo. Enquanto assistíamos uma série, eu acariciava o pênis dele, as bolas, tudo suave, e ele dizia que adorava assim. Ficamos assim a tarde toda. Ele ficou comigo a noite inteira até domingo e me comeu mais duas vezes: uma às 11 e outra de manhã. Esse sábado ele já me disse que Quando sair do trabalho, ela vem pra casa... A gente conversa muito e ela me trata como namorada, isso me fascina... De verdade, acho que tô gostando mais do que deveria...

Espero que tenham gostado, um beijo.

Aguardo os comentários de vocês.

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